Janaina Soares Mendes comunica que perdeu uma carteira com todos os seus documentos e vários cartões, nas imediações da Rua São João. Quem tiver qualquer informação, ou tiver encontrado, favor entrar em contato pelo telefone (061)9333-2200. Ela chegou recentemente de Brasília para passar uns dias em Floriano.

 documentos perdidos

Da redação

O presidente Jair Bolsonaro postou mensagem nesta sexta-feira (19), em sua conta do Twitter, sobre a reforma da Previdência. No post, Bolsonaro defende que a reforma garantirá que "quem ganha menos pagará menos e quem ganha mais pagará mais". As informações são da Agência Brasil.

1f58270a63487be7ff048afe82de75a8Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ele também cita serviço disponível na página do Ministério da Economia que faz o cálculo da aposentadoria.
No último dia 17, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, confirmou que o governo aceitou negociar pontos da reforma da Previdência para facilitar a aprovação do texto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

"Tivemos uma primeira conversa com membros de vários partidos, que têm algumas restrições ao projeto como ele se encontra. Iniciamos um diálogo, mas não existe meio acordo. O acordo tem que ser feito por inteiro. Vamos continuar a conversar", declarou o secretário.

Originalmente, a votação da reforma na CCJ estava prevista para o dia 17, mas foi adiada para a próxima semana.

Fonte: FolhaPress

Em meio à crise política na Venezuela, opositores do governo Nicolás Maduro, liderados pelo autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó, organizam uma megamanifestação para o dia 1º de maio em todo o país. A data é internacionalmente celebrada como Dia do Trabalho. As informações são da Agência Brasil.

b637f95308cc2ae9daba3d9c720864d4Foto: NicolasMaduro/Instagram

Em uma série de publicações em sua página no Twitter, Guaidó tem convocado a população para os protestos que, segundo ele, poderão se tornar "a maior mobilização da história" do país.

"E, no 1º de maio, sabendo que hoje não há salário que dê conta, faremos a maior mobilização de nossa história para exigir que cesse a usurpação e por um governo de transição", tuitou.

No mês passado, opositores e apoiadores de Nicolás Maduro saíram às ruas no país, em manifestações quase diárias que se tornaram parte do cotidiano do país.

Desde o dia 21 de fevereiro, a fronteira entre a Venezuela e Brasil está fechada, por ordem de Maduro, o que impediu o envio de ajuda humanitária. O Brasil reconhece Juan Guaidó como presidente da Venezuela.

No último dia 8, a organização internacional de ajuda humanitária Cruz Vermelha doou quatro toneladas de medicamentos e equipamentos para um hospital na Venezuela.

Fonte: FolhaPress