Os familiares do senhor Galdino Oliveira, convidam os parentes e amigos para a missa de sétimo dia em sufrágio de sua alma que será celebrada segunda-feira(22) as 19hna Igreja de São Sebastião no Conjunto Pedro Simplício. 

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Os familiares comunicam também que a visita ao túmulo será na manhã de hoje(19) no cemitério central São Pedro de Alcântara. A família enlutada agradece a todos pelo comparecimento.

 

Da redação

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina manteve decisão que condenou um homem do Alto Vale do Itajaí por discriminação e preconceito de procedência nacional. O réu se insurgiu contra sentença que fixou pena de dois anos de reclusão, em regime aberto, substituída por prestação de serviços à comunidade por igual período. Ele também terá que pagar multa de R$ 5.724.

be44cea0aced27367f8a29aee13d98bcFoto: Arquivo TJSC

Entre outras barbaridades, segundo a denúncia, o homem escreveu no Facebook que "os nordestinos são um bando de sem vergonhas (sic), que merecem morar em uma casa de barro, sem água, com muita poeira, merecem uma cesta básica, um copo de água e uma bolsa família (sic) porque são pessoas insignificantes, com cabeça pobre, que só ocupam espaço no planeta Terra".

Disse ainda, na mesma postagem, "que isso não é preconceito, é repúdio a essas pessoas. Vou dormir feliz porque o povo do Sul, descendente de europeus, fizeram (sic) sua lição de casa. Quanto aos demais, não pertencem ao mesmo país que amo". A mensagem foi publicada em 26 de outubro de 2014, dia da votação do 2º turno das eleições presidenciais. O crime cometido por ele está tipificado na Lei de Crime Racial, de 1989.

"Houve nítida intenção do apelante em atingir a população em geral do Nordeste, colocando-se em flagrante supremacia por ser descendente de europeu e residir na região Sul", considerou o desembargador Ernani Guetten de Almeida, relator da apelação. 

O magistrado lembrou que a Constituição Federal de 1988 dispõe, em seu artigo 3º, entre os objetivos fundamentais da República, a promoção do bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Guetten de Almeida explicou que a liberdade de opinião, um valor constitucional, não pode ofender outros valores constitucionais como a dignidade humana, fundamento do princípio da igualdade. "A liberdade de expressão encontra limites quando carregada de conteúdo discriminatório e racista", afirmou. Além do relator, participaram da sessão os desembargadores Júlio César Ferreira de Melo e Getúlio Corrêa. A sessão ocorreu em março deste ano. 

A decisão foi unânime

Fonte: TJSC

WhatsApp Image 2019 04 18 at 05.49.43Risomar Mendes de Carvalho. (Imagem:Divulgação)

Após agonizar 13 dias infartado numa enfermaria do Hospital Regional Tibério Nunes, o senhor Risomar Mendes de Carvalho que faleceu na tarde de ontem por falta de um cateterisno, foi velado em sua residência na Rua João Soares e por volta das 16h de hoje(19) seu corpo seguiu em cortejo para a localidade Cachoeira, município de Barão de Grajaú-Maranhão onde foi sepultado.

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Da redação

Em entrevista ao programa Conversa com Bial nesta quinta-feira (18), Miguel Falabella, 62, defendeu a Lei Rouanet e a importância do incentivo à cultura.

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"A Lei Rouanet foi usada para vilanizar os artistas de forma errada. Gosto de falar nisso para que as pessoas entendam e não saiam repetindo besteira. Às vezes ela é mal usada, mas na grande maioria, é muito bem usada", disse ele, lembrando que nem sempre faz uso dos recursos da lei que, com o atual governo, pode passar a ter um teto de R$ 1 milhão por projeto.

"Fiz um monólogo, 'God', um grande sucesso. Não usei a Lei, não preciso dela, tenho poder de bilheteria para me manter vivo. Fiz 'O Que o Mordomo Viu', como sete atores, também não usei. Agora 'Annie, o musical', com 23 pessoas em cena, 16 na orquestra, 100 famílias comendo e vivendo, preciso da Lei Rouanet", declarou.

"Sem falar que ela nos obriga a dar um sem número de ingressos, quantas crianças que jamais entraram num teatro foram assistir por causa da Lei Rouanet? Há uma falta de educação total, de entendimento. As pessoas começam a repetir uma coisa que ouvem sem saber do que estão falando, isso me deixa doente".

Falabella defendeu que as produções são boas porque, dentre outros motivos, emprega pessoas e gera espetáculos para as cidades.

O ator também comentou falas do personagem Caco Antibes, de "Sai de Baixo". "O Caco era o estereótipo de uma pessoa que existe entre nós. Continuamos sendo um país de profunda injustiça social, e ninguém faz questão de fazer uma ponte para esse abismo. Eu falava de experiências próximas, tudo o que falava eu vivi".

Fonte: Folhapress