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Há mais de um ano vivendo no ambiente hospitalar, familiares e apoiadores de um bebê piauiense diagnosticado com uma doença rara se mobilizam para angariar recursos para levá-lo para casa. Uma campanha na internet reúne doações para a montagem de quarto clínico em uma residência doada à família que é do interior do estado.

2e1888bb6476912de673693123c79ed6Fotos: Reprodução Instagram @ameemanoel

Com um ano e três meses de idade, o jovem Emanoel de Carvalho Barbosa já tem muita história para contar. Natural de Paulistana, a 452 km de Teresina, Emanoel veio para Teresina desenganado pelos médicos. Internado no Hospital Infantil, desde os três meses ele convive com uma doença rara chamada de amiotrofia muscular espinhal (AME), do tipo1.

A AME é uma doença genética neuromuscular que causa fraqueza progressiva nos músculos e atrofia. Uma dose do remédio para tratar a doença custa mais de R$ 300 mil e o tratamento pode chegar a custar R$ 2 milhões por ano. "A família teve muita dificuldade, principalmente para a medicação. Com muita luta conseguimos na Justiça”, relembrou Janielly Cruz, familiar e agente solidária da Sociar,q eu atende crianças em hospitais.

Após conseguir que a medicação seja custeada pelo governo, a família de Emanoel quer levá-lo para um lugar mais confortável onde ele possa ter uma vida mais digna de uma criança de sua idade. Os pais do bebê, que são trabalhadores rurais, moram em uma pensão em Teresina paga pela prefeitura da cidade.Recentemente, a família de Emanoel recebeu uma casa como doação e a campanha agora é para reformar a casa para recebê-lo. “Não queríamos deixar ele muito tempo no hospital por conta de infecções, ele já teve pneumonia”, revelou Janielly.

Além da reforma da casa a campanha vai custear o atendimento diário de Emanoel à fisioterapia, fonoaudiologia, dentre outros. “Ainda não conseguimos na justiça. Se conseguirmos o atendimento é só por alguns dias da semana”, informa a Janielly.

O reforço no atendimento ao pequeno Emanoel visa recuperar o seu sorriso. “Ele chegou a perder o sorriso. Após a medicação ele começou a mexer os dedinhos e agora começa a mexer a cabeça. Queremos que ele volte a sorrir”, disse a familiar.

Para acompanhar a campanha e o tratamento de Emanoel, a família disponibiliza o Instagram @ameemanoel. O pequeno já foi alvo de solidariedade de nomes nacionais da música que sortearam autografaram um violão para sorteio na campanha. João Neto e Frederico e Nayara Azevedo são alguns exemplos de famosos que contribuíram.

 

Fonte:cidadeverde.com

O vereador Carlos Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que "o que está por vir, pode derrubar o Capitão eleito", referindo-se a seu pai. Ele não dá mais detalhes, contudo, de qual seria a motivação.

ab82a5734b2d8d08de9535cfe12068c8 1Foto: Caio Cesar/CMRJ

"Onde estão os caras feias, os identificadores de problemas, os escritores de cartas para aliados 'desbocados'? O silêncio não tem nada a ver com a descoberta de seus devidos lugares. O que está por vir, pode derrubar o Capitão eleito. O que querem é claro!", afirma Carlos Bolsonaro, em seu perfil no Twitter.

O post é acompanhado de um vídeo de quase 13 minutos do youtuber Daniel Lopez. "Já está tudo engatilhado lá em Brasília para detonar com o Governo, pegar o Brasil e esmagar, amassar e jogar no lixo", diz ele, convocando apoiadores do presidente Bolsonaro

Lopez destaca que Jair Bolsonaro está diante de uma "enorme pressão", com o Centrão de um lado e do outro o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Cita a medida provisória 870, que reorganizou os ministérios e toda a estrutura de governo e que vence dia 3 de junho

"Se essa MP caducar no dia 3 de junho, o Bolsonaro perde toda a estrutura de governo dele e ele terá de governar com a estrutura de governo de Michel Temer. Ele teria mais sete ministérios, ou seja 29 invés dos 22 que ele tem hoje", alerta o youtuber.

A nomeação de mais sete ministros, segundo ele, é um "enorme problema" e pode "atrapalhar muito" o governo, colocando-o em um momento "crítico, sem saída e numa encruzilhada total". Chama atenção ainda para o interesse dos deputados em Brasília ser o de Bolsonaro retomar sete ministérios para "barganhar novos cargos".

De acordo com o youtuber, se Bolsonaro voltar a ter sete ministérios ele vai ter muito mais gastos no seu governo, correndo o risco de descumprir o Orçamento. Ele lembra que o governo já pediu um crédito adicional de cerca de R$ 250 bilhões para arcar com despesas correntes.

"Se o governo não cumprir o Orçamento, descumpre a responsabilidade fiscal e teria de fazer pedaladas fiscais. É um crime de responsabilidade e isso foi exatamente o que levou Dilma ao impeachment", diz Lopez. "O que está sendo engatilhado é o impeachment de Bolsonaro", acrescenta.

Por fim, o youtuber pede aos apoiadores de Bolsonaro para pressionarem a votação nominal da MP 870. Isso porque nesse formato é possível indicar os votos de cada parlamentar.

Fonte: Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, divulgou hoje os nomes das cinco cidades que farão parte do projeto-piloto de um programa para a redução da criminalidade violenta. Com altos índices de crimes violentos, Ananindeua (PA), Goiânia (GO), Cariacica (ES), São José dos Pinhais (PR) e Paulista (PE) foram as cidades escolhidas.

933f60be81be57cae661d4fee1cbc4e5Foto: Marcos Correa/PR

Apesar de ter o objetivo de reduzir a criminalidade violenta, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) não estabeleceu metas sobre a redução das taxas de homicídios nas cidades escolhidas. O projeto foi apresentado ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) em abril deste ano.

A ideia é realizar ações integradas de forças policiais da União, de estados e de municípios para reduzir as taxas de homicídio no país. Deverão participar integrantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ( PRF), policiais civis e militares e guardas municipais.

A base do projeto é, de um lado, aumentar a repressão policial especialmente nos bairros considerados mais violentos e ampliar a presença do estado por meio de programas sociais das três esferas de governo.

De acordo com ministro Sergio Moro, o critério para a escolha das cidades foi, predominantemente, a alta taxa de homicídios registrada em cada uma delas. Além disso, elas são cidades de médio porte e uma de cada região do país.

De acordo com os números do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em 2017, a taxa de homicídios em Ananindeua é de 68,2/100 mil habitantes, mais que o dobro da média nacional, estimada em 30,3/100 mil. Em Goiânia, a taxa é de 33,6/100 mil. Em Paulista, a taxa é 47,4/100 mil. Em São José dos Pinhais, o índice é 40,1/100 mil, e em Cariacica, a taxa é de 42,3/100 mil.

Apesar de ter um dos seus focos na redução das taxas de homicídio, Moro disse que não é possível estimar a queda desse índice a partir da implantação do programa.

"É algo [sobre o qual] não se pode ter um prognóstico absoluto. Vão ser realizadas medidas tendentes a reduzir essa criminalidade de maneira significativa. Adotamos as medidas necessárias para a diminuição e esperamos uma diminuição. O quanto será diminuído? É impossível fazer um prognóstico. Eu posso falar que vai cair em 90%, pode cair em 98%, pode cair menos. Vai depender da efetividade dessas medidas", afirmou o ministro.
Questionado sobre o orçamento destinado ao programa, o ministro afirmou que, como o projeto ainda está sendo elaborado, não há uma estimativa sobre o valor que o governo vai gastar.

Colaboração entre governos Um dos pilares do projeto elaborado pela equipe de Moro é a colaboração entre as forças policiais e de segurança.
Está previsto que o governo federal forneça informações de inteligência para que as polícias locais possam preparar ações e operações de combate ao crime violento nas cidades escolhidas.

A estimativa é que sejam criados cinco comitês de gestão do projeto (um em cada cidade), que deverão contar com integrantes da SOI (Secretaria de Operações Integradas, recém-criada por Moro), autoridades municipais e estaduais.

No aspecto social, a ideia é ter a colaboração de outros órgãos do governo federal como o MMFDH (Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos), MEC (Ministério da Educação), entre outros.

Repressão x violência policial Questionado sobre se o governo se preocupa com o eventual aumento da violência policial nas cidades em que o programa for implementado, Moro voltou a dizer que a atual gestão não incentiva o confronto policial.

"Eu já falei muitas vezes que o governo federal não estimula uma política de confronto entre polícia e criminosos. Mas o governo federal reconhece que, havendo o confronto, é necessário haver uma regulação jurídica", afirmou Moro.

Moro afirmou que os dados do ministério indicam que, em janeiro, houve uma redução média de 20% nas taxas de violência no país. Ele disse, no entanto, que ainda é cedo para avaliar se essa é uma tendência de longo prazo.

Moro também disse que ainda não é possível afirmar quais as causas da aparente redução nas taxas de violência no país. Na segunda-feira (13), o presidente Jair Bolsonaro fez uma postagem no Twitter comemorando a redução dos índices de violência nos primeiros meses do ano.
Entre os fatores que, segundo ele, podem ter contribuído para essa queda estão o isolamento de lideranças de facções e a mudança na postura em relação à segurança pública.

"Houve uma mudança de postura do governo federal e dos governos estaduais em relação à segurança pública. Esse foi um tema importante [durante as eleições] e os vários governos têm tomado ações mais efetivas. Ainda é cedo para fazer um diagnóstico completo [...] outro elemento é a própria mudança da postura do governo no isolamento de líderes de organizações criminosas", disse.

Fonte: Folhapress

No Brasil, estima-se que a taxa de infecções hospitalares atinja 14% das internações, de acordo com o Ministério da Saúde. O simples ato dos profissionais de saúde lavarem as mãos é fundamental para evitar essas infecções. Conscientizar para cuidados como esse é o objetivo do Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares, celebrado hoje (15).

a0e436d1ad4a1a3badebc6d9b3dd9015Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

“A maior e principal das ações de prevenção e controle é a higienização das mãos para evitar passar uma infecção entre os pacientes ou entre os profissionais de saúde”, explica a gerente de vigilância e monitoramento em serviços de saúde da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Magda Costa.

Outros fatores citados pela gerente como importantes na prevenção ao problema é a higienização dos ambientes onde estão os pacientes, dos leitos, isolar aqueles que já estão contaminados e a aplicação de protocolos de prevenção.

O infectologista Adelino Freire Júnior, que coordena o controle de infecções do Hospital Felício Rocho, também destaca a higienização das mãos como “pedra fundamental” para o controle das infecções. “Ainda temos um número de higienização das mãos abaixo do que gostaríamos. É um método simples, barato, eficiente e ainda muito negligenciado”. Segundo ele, é preciso reforçar as ações de conscientização junto aos profissionais de saúde com ações como o Dia Nacional do Controle das Infecções Hospitalares.

Ele destaca que evitar as infecções em ambiente hospitalar se torna cada dia mais importante no atual contexto das bactérias multirresistentes a antibióticos. “Isso traz um desafio mais difícil de ser conquistado porque as infecções hoje são cada vez mais difíceis de serem tratadas. As drogas são mais tóxicas, com mais efeitos colaterais e menos eficientes. As infecções por esses germes multirresistentes tem impacto muito grande em aumento de mortalidade”.

O infectologista acrescenta que as infecções hospitalares ainda aumentam o tempo de internação e os custos da assistência médica.

As infecções são provocadas por micro-organismos que se aproveitam de fragilidades no sistema imunológico de quem está em tratamento hospitalar. Entre os tipos mais comuns estão as infecções urinária e na corrente sanguínea associadas ao uso de cateter e a pneumonia associada à ventilação mecânica, segundo o Ministério da Saúde.

Um estudo da Organização Mundial de Saúde demonstrou que a maior prevalência ocorre em unidades de terapia intensiva, em enfermarias cirúrgicas e alas de ortopedia.

As ações de controle de infecção hospitalar em escala nacional são coordenadas pela Anvisa. Os hospitais, tanto da rede pública quanto privada, precisam notificar a agência sobre os casos e estados e municípios desenvolver ações de prevenção e controle. A agência é responsável pelo Programa Nacional de Prevenção e Controle de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde.

“Estados e municípios em todos os hospitais têm que desenvolver ações de prevenção e controle das infecções, vigiar as infecções que tem ocorrido e fazer, a partir da análise dessas informações, ações de prevenção e controle para evitar que outros venham a tê-las”, explicou a gerente da Anvisa, Magda Costa.

Fonte: Agência Brasil