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Na tarde desse domingo, o Repórter Temístocles Filho esteve no Hospital Regional Tibério Nunes onde recebeu a informação de que  uma senhora de 64 anos estava esperando por atendimento na fila do serviço de pronto socorro daquela instituição de saúde há praticamente duas horas, sendo que segundo constava em sua ficha, a sua classificação de risco tinha a cor amarela, o que prevê atendimento em no máximo 60 minutos.

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Uma vez acionada, nossa reportagem entrou em contato com o pessoal de plantão e mesmo sem conceder entrevista os plantonistas informaram que o médico estava fazendo um atendimento de urgência em uma das alas onde ficam os pacientes internados, mas voltaria logo em seguida, o que realmente aconteceu depois de nossa interferência, fato que atribuimos à coincidência. A filha da idosa nos enviou uma foto da ficha onde consta a idade de 64 anos, a hora da entrada no hospital e a classificação que prevê atendimento em uma hora no máximo.

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Na fotografia abaixo, você confere o exato momento em que ela estava recebendo o atendimento. 

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Da redação

A Professora de direito Cláudia Alvarenga foi vítima de um acidente com moto em novembro de 2017 e desde então encontra-se na situação de cadeirante, impossibilitada de exercer as suas atividades laborais, com dificuldades de locomoção, precisando sempre de auxílio de terceiros quando necessita sair de casa. Durante o tratamento da fratura que ela sofreu no fêmur esquerdo, houve dificuldade de consolidação óssea e por conta disso a equipe médica responsável pelo seu tratamento determinou que ela fosse submetida a uma nova cirurgia no Hospital Regional Tibério Nunes.

WhatsApp Image 2019 05 19 at 21.14.11Cláudia Alvarenga. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

A primeira vez que foi marcada a cirurgia foi para o mês de setembro do ano passado, mas por falta de material cirúrgico, foi adiada por diversas vezes, sendo que até a presente data não foi realizada a cirurgia nem tem previsão pois o material continua em falta. Nossa reportagem conversou com a profissional de educação que falou do problema causado pela má gestão dos recursos por parte da Secretaria de Saúde. "Eu tenho certeza que o problema não é aqui em Floriano. Médico não tem condição de fazer cirurgia sem material". Disse a nossa entrevistada.

Cláudia faz um apelo ao governo do estado que adote as providências no sentido de que o problema seja solucionado. "Parece que há um desinteresse dos políticos porque na hora de pedir voto eles prometem saúde de qualidade e depois de eleito eles fecham os ouvidos". Disse a nossa entrevistada. "É uma vergonha um hospital do porte do Tibério Nunes os funcionários estarem com os salários atrasados, sem material pra fazer cirurgias". Prosseguiu a professora que já lecionou em várias instituições de ensino nos seus mais de 20 anos de profissão. Confira a entrevista na íntegra.

Da redação

A polêmica envolvendo o deputado estadual, B. Sá Filho (Progressistas), e o presidente do PT, deputado Assis Carvalho, encontra-se longe do fim. Neste domingo (19), o parlamentar progressistas divulgou áudio da época da campanha de 2018, para mostrar que seu grupo político votou no governador Wellington Dias (PT).

Bsa deputadoFoto:RobertaAline/CidadeVerde.com

No áudio divulgado pelo deputado, o pai dele, B. Sá, discursa durante comício e anuncia que o grupo político deles apoia o governador.

“Aqui já temos falado que apoiamos o governador Wellington Dias. Ele tem apresentado neste mandato muitos altos e baixos. Aqui mesmo nesta terra de Oeiras, o grupo Boca Preta tem sofrido muito nas unhas de uma minoria do partido do governador. Não é o governador, não é a vontade nem a cabeça do governador. Ele é um homem educado e da conversa. Se os órgãos aqui por eles ( PT) administrados deixam a dever, fazem mal a sociedade, nós do grupo Boca Preta não temos culpa. Apoiamos o governador pelos apoios que ele deu a Oeiras, pelo apoio que deu a Zé Raimundo. O mercado foi concluído por Wellington (....)”, afirma.

No áudio, B. Sá pai ainda fala da Coordenadoria de Irrigação dada a ele pelo governador. “Peguei esse limão e fiz uma limonada”, afirma.

O grupo de B. Sá e de Assis Carvalho disputam a indicação do diretor do Hospital Regional de Oeiras. A palavra final será dada pelo governador.

 

Fonte:cidadeverde.com