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Para evitar, não tem outra: abusar do creme hidratante. É a melhor forma de prevenção. E na gravidez, o cuidado deve ser ainda maior. ?É importante ter uma dieta equilibrada, para não engordar muito. Também não coçar ou machucar a pele e usar o hidratante duas vezes ao dia?, recomenda a Dra Denise Steiner, diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

a457f25fc8989cc0470a30cfff65a578 Saiba tudo para combater as incômodas estrias.(Imagem:Divulgação)

A dermatologista da SBD Tatiana Jerez também dá dicas para potencializar o efeito dos hidratantes: ?o melhor horário para hidratar o corpo é imediatamente após o banho, não importando se ele acontece pela manhã ou à noite. Nos cinco minutos que se seguem ao banho, nossa pele absorve melhor os hidratantes?.

E a ideia é usar a torto e a direito mesmo, independente do tipo de pele. Nada de evitar o hidratante por que tem pele oleosa, por exemplo. ?Para pacientes que tem pele oleosa, existem hidratantes livres de óleo, mas no geral, as estrias não estão localizadas em locais onde o paciente tem grande oleosidade?, explica a Dra. Tatiana.Como combater
Você hidratou, massageou, cuidou e, mesmo assim, viu esses rabiscos rompendo na pele. Tudo bem, acontece. Agora é a hora de ir atrás de um consultório médico e ver como você pode resolver. ?Os produtos mais indicados são aqueles com ácido retinóico e com outros ativos que estimulem a produção de colágeno?, indica a Dra. Denise. O que varia é a potência do produto, representada pela concentração do ácido ? mas eles são considerados medicamentos e devem ser comprados com receita.

Tratamento de choque: apele para o laser
O hidratante não evitou e o ácido retinóico não resolveu. O próximo passo é mais agressivo e por isso, garantia de mais efeito. ?Os tratamentos mais eficazes são os com laser fracionado não ablativo, ablativo e radiofrequência fracionada. Todos, através de calor e energia, estimulam o colágeno e melhoram a qualidade da pele?, explica a diretora da SBD. Os aparelhos de laser emitem luz, promovem calor e estimulam o colágeno. Assim, eles atingem não só as estrias mais recentes (as vermelhinhas), mas também aquelas mais antigas, que são esbranquiçadas.

Todos os tipos de pele podem fazer estes tratamentos a laser, sem restrições. ?Mas nas peles mais morenas, eles devem ser usados com cautela?, avisa a Dra. Tatiana Jerez. ?No geral, nestes pacientes, as sessões de laser devem ser mais brandas e por isso o tratamento pode requerer mais sessões?. No nosso corpo, a parte que responde melhor ao tratamento são as mamas.

?Quando bem aplicados, os tratamentos trazem bons resultados. Porém, eles podem gerar queimaduras, escoriações e deixar manchas quando realizados de forma equivocada?, alerta a Dra. Tatiana. Portanto, nada de sair fazendo tratamentos em casa ou marcando infinitas sessões de laser sem a avaliação de um médico especializado. ?Somente um dermatologista poderá avaliar da maneira correta cada caso, cada tipo de pele e então definir qual o melhor tratamento, e em que dose usar os ácidos ou que potência usar os lasers?.

Ah, é bom lembrar: não desanime se as estrias demorarem a deixar você em paz. O máximo que acontece nas semanas seguintes ao tratamento a laser é uma leve clareada na tonalidade das lesões. Os resultados efetivos do tratamento só começa a aparecer mesmo após três meses da primeira sessão, que é quando ocorre a produção de colágeno, estimulada pelo laser.


Fonte: M de Mulher

temerMichel Temer concedeu entrevista à Rádio Gaúcha nesta sexta-feira (Foto: Beto Barata/PR)Há pouco mais de um mês na presidência da República, desde que tomou posse, Michel Temer disse em entrevista nesta sexta-feira (7) que tem respeito e consideração pela ex-presidente Dilma Rousseff no plano pessoal. Já no plano institucional, ele admite "equívocos na relação".

Ressaltou que, durante o processo do impeachment, pediu até que recolocassem quadros de Dilma nas paredes do Palácio do Planalto, inclusive no seu gabinete de vice-presidente, após eles terem sido retirados.
"No plano pessoal, todo respeito e consideração. No plano institucional, houve equívocos na relação. Num dado momento, lançamos um documento chamado 'Uma Ponte para o Futuro'. Propusemos várias medidas para ajudar o governo", comentou à Rádio Gaúcha, de Porto Alegre, por telefone.
"Até revelo que, mesmo assim, como assumi interinamente, os ministros nomeados retiraram os quadros da presidente das paredes, e eu determinei que restabelecessem todas as fotos enquanto não houvesse uma decisão definitiva. Mantive até no meu gabinete, até o final do processo de impedimento", completou.
Segurança
A rádio abordou com o presidente a questão da segurança pública, que no Rio Grande do Sul enfrenta uma crise. Recentemente, recebeu apoio da Força Nacional. Temer destacou que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, vem traçando planos. "Podemos oferecer mais aos estados, os estudos caminham nessa direção", afirmou.
Mais tarde, a mesma rádio também entrevistou o ministro. Sobre as estratégias de segurança, ele disse que será apresentado ao Congresso Nacional uma alteração na Lei Penal. "Bem simples", definiu. "Presos por crimes graves, obrigatoriamente terão de cumprir metade da pena. Hoje é um sexto." Moraes citou corrupção, tráfico de drogas e crimes praticados com violência ou grave ameaça.
O ministro comentou sobre outro trabalho que vem realizando. Diz que faz um mapeamento dos estados sobre presos provisórios, a fim de fazer um mutirão para tentar aumentar o número de vagas em presídios.
"Abre automaticamente vagas para os que realmente precisam ficar na penitenciária. E também possibilita que o ministério faça um planejamento real do número de vagas. Hoje a situação não permite um cronograma real porque há inúmeras pessoas que não deveriam seguir presas. Quem deve ficar preso é quem pratica crime grave", completou.
Moraes lembrou que se encontrou com secretários de Segurança em Gramado, na serra gaúcha, na quinta-feira, onde tratou sobre planos para a área. Na reunião, diz que foi feito um ajuste fino sobre inteligência, policiamento preventivo e investigação.
PEC do teto de gastos
Na entrevista, Temer também foi questionado sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para os gastos públicos, aprovada na noite de quinta-feira (6) em comissão especial criada na Câmara. Foram rejeitadas as propostas de alterações ao texto apresentados pela oposição.
"Pode mandar a oposição ler o texto", alfinetou Temer durante a resposta. Ele afirma que "saúde e educação continuarão a ser prestigiados". Questionado sobre a possibilidade de um reflexo negativo nas classes menos favorecidas, que dependem mais de serviços públicos, o presidente garantiu que tributos não sofrerão aumento.
"Não se falou mais em CPMF. Nós não vamos pensar em tributo, naturalmente. E quanto aos mais pobres, estamos prestigiando o Bolsa Família, que é do governo anterior. O que é bom deve continuar, mas deve ser revalorizado", destacou.
"O Minha Casa, Minha Vida, que também se destina às camadas naturalmente mais pobres, não só retomamos com a construção de muitas casas, como praticamos atos interessantes que não têm muita divulgação", acrescentou, dizendo que famílias de filhos com anencefalia, uma doença causada pela má formação do cérebro do feto, não se submetem mais a sorteio. "Imediatamente vai receber a casa", pontuou.
Conforme Temer, a "PEC dos gastos vai gerar investimento e emprego."
Relação entre União e estados
Temer concedeu a entrevista um dia depois de um novo encontro com governadores em Brasília. Ele reiterou que a União também tem dificuldades, mas que faz um esforço para minimizar a situação financeira ruim dos estados.
Funcionários do Executivo no Rio Grande do Sul vêm recebendo salários parcelados desde 2015. Neste ano, a situação se repete pelo oitavo mês seguido.
O estado gaúcho foi um dos que conseguiu acordo com a União sobre o pagamento da dívida, que tem como uma de suas medidas a suspensão do pagamento das parcelas mensais até o fim de 2016. "Fica uma verba ao Rio Grande do Sul, para dar um respiro financeiro", destacou.
"Vamos ver as medidas econômicas possíveis, e o que for possivel, faremos. A União só será forte se os estados forem fortes", resumiu, salientando que a "questão da previdência ajuda a quebrar os estados." A reforma da previdência também foi tema abordado na reunião em Brasília.

 

Fonte: G1

iamagehsh 300x250eFoto: Brunno Covello/Gazeta do Povo/Futura Press/VEJAApós 31 dias de paralisação, a maior da categoria na história do Brasil, bancários do Piauí e de outros Estados decidiram nesta quinta-feira (06/10) encerrar a greve da categoria. As agências voltam a funcionar nesta sexta-feira (07).

A terceira oferta apresentada Fenaban (Federação Nacional do Bancos) na noite de quarta-feira foi de reajuste de 8% em 2016 e abono de R$ 3.500. A proposta também inclui aumento de 10% no vale refeição e no auxílio-creche-babá e de 15% no vale alimentação. Os bancos também se comprometeram a garantir aumento real de 1% em todos os salários e demais verbas.

O acordo proposto pelos bancos tem validade de dois anos. Para 2017, os salários serão reajustados pela inflação (INPC/IBGE), mais 1% de aumento real.

A proposta no Piauí foi aprovada pela grande maioria, assim como as propostas que eram específicas aos bancos públicos, com isso, todas as agências no Estado devem abrir normalmente.

 

Fonte: 180 graus

Responsável por julgar os processos contra empreiteiros e empresários acusados de pagar propinas em um bilionário esquema de corrupção instalado na Petrobras, o juiz Sergio Moro comemorou nesta quinta-feira a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de permitir prisões e execução de penas já em segunda instância, sem a necessidade do chamado trânsito em julgado. Nesta quarta, por 6 votos a 5, o STF entendeu que a execução de pena no juízo de segundo grau não viola o princípio da presunção da inocência do investigado. O marco da segunda instância foi levado em consideração porque é o último que analisa provas de materialidade e autoria e, por isso, recursos a tribunais superiores discutiriam essencialmente aspectos formais e processuais, e não a culpa ou inocência do suspeito.

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“Com o julgamento de ontem, o Supremo, com respeito à minoria vencida, decidiu que não somos uma sociedade de castas e que mesmo crimes cometidos por poderosos encontrarão uma resposta na Justiça criminal. Somos uma democracia, afinal”, disse Moro.

No julgamento no STF nesta quarta, o ministro Luiz Fux resumiu: “Estamos discutindo isso [possibilidade de execução antecipada] porque no Brasil as condenações são postergadas com recursos aventureiros, por força de recursos impeditivos do trânsito em julgado”. Luis Roberto Barroso, que proferiu um duro voto a favor da execução da pena depois de confirmada a condenação em segunda instância, destacou que “por ser um princípio e não uma regra, a presunção de inocência é ponderada e ponderável com a efetividade do sistema penal, que é um valor que protege a vida das pessoas para não serem assassinadas, protege a integridade física, protege a integridade patrimonial”. “[Sem a prisão em segunda instância] O sistema brasileiro não é garantista, é grosseiramente injusto”.

O julgamento de ontem no STF deve ter impacto direto nas delações premiadas negociadas por criminosos do petrolão. É que permitir que recursos ad infinitum atrasem o cumprimento da pena garante sobrevida a poderosos investigados na Operação Lava-Jato e trava de vez acordos de delação premiada negociados há meses com o Ministério Público. O ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, por exemplo, dificilmente levariam suas delações adiante caso recebessem a certeza do STF de que as penas que receberam só começariam a ser cumpridas em um futuro longínquo. Ambos já foram condenados pelo juiz Sergio Moro, mas negociavam contar o que sabem do esquema de corrupção na Petrobras em troca de redução de pena. Outros delatores também aguardavam o julgamento do Supremo para definir se continuavam ou não a discutir seus acordos de delação.

 

 

(Com informações da VEJA.com)