Os deputados do Progressistas se reuniram com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) nesta quarta-feira (12), em Brasília. O presidente nacional da sigla, senador Ciro Nogueira, não participou do encontro. A versão oficial é que o evento seria apenas para deputados e não incluiria senadores.

6f912e0ed2908183542269a6771d0805Foto:Ascom

A deputada federal Iracema Portella participou da reunião. “Esses encontros do presidente Jair Bolsonaro com os partidos são importantes para o país. Na conversa com os deputados progressistas, o presidente destacou que não poderá governar sozinho e que conta com a ajuda do Congresso para fazer o país avançar”, disse.

Na Câmara Federal, o Progressistas terá 34 deputados federais em 2019. Será a terceira maior bancada da Casa. O senador Ciro Nogueira afirma que o ingresso do partido na base aliada de Bolsonaro não será tratada agora. Deve ser tema para reuniões futuras.

De acordo com o líder do partido na Câmara, deputado Arthur Lira (AL), não foi discutida a entrada da legenda na base do governo, mas o apoio para a votação de projetos.

"Não ficou nada definido com relação a isso [entrada na base de governo]. O partido vai votar as matérias que julgar necessárias, importantes para o país, sem nenhum tipo de assentamento, de fazer parte da base ou não do governo do presidente Bolsonaro", afirmou. O presidente eleito foi, por quase 20 anos, integrante do PP com mandato de deputado no Congresso Nacional.

Segundo Lira, a conversa entre Bolsonaro e a bancada girou em torno de temas genéricos como relações internacionais, meio ambiente, geração de emprego e valores familiares. Ele vê convergência entre os projetos do governo e do partido para o país.

Lídia Brito
Com informações da Agência Brasil

O pagamento do 13º salário dos servidores da Assembleia Legislativa do Estado ganhou destaque no plenário da Casa. Com pouco mais de um mês para a disputa pela presidência do Parlamento Estadual, os deputados aliados do presidente Themístocles Filho (MDB), que deve concorrer ao cargo mais uma vez, fizeram questão de elogiar a iniciativa do presidente.

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Os deputados João Madison (MDB) e Zé Santana (MDB) parabenizaram o presidente. Eles destacaram o empenho de Themístocles Filho no sentido de assegurar os recursos para a liberação do pagamento.

João Madison lembrou que os servidores receberão o 13º salário antes do prazo previsto, o que representa uma boa notícia para a categoria. Por sua vez, o deputado Zé Santana utilizou o espaço destinado aos pequenos avisos da sessão plenária desta manhã para louvar a atitude tomada pelo presidente.

“Nosso presidente mostra compromisso com a Casa e, principalmente, com o servidor da Assembleia. Ele tem feito uma grande trabalho à frente da presidência”, disse. O MDB busca o apoio do governador Wellington Dias (PT) e dos aliados para evitar disputa com o candidato do Progressistas, deputado Hélio Isaías. Os parlamentares contrários à eleição de Themístocles defendem a renovação. Themístocles Filho está à frente da presidência da Casa há 14 anos.

 

Fonte:cidadeverde.com

Ao se despedir do Senado, já que não conseguiu se reeleger, Magno Malta (PR-ES) reiterou seu apoio a Jair Bolsonaro (PSL) e disse que a imprensa terá que engoli-lo como presidente eleito.

ebe74dffa3149f555a3ebb2085b61c8aFoto: Walter Campanato / Agência Brasil

O senador foi à tribuna na tarde desta quarta-feira (12) e falou por quase 40 minutos. Começou falando de sua trajetória como senador e, ao final, passou a falar sobre Bolsonaro.

Malta chegou a ser cotado para ocupar o posto de vice na chapa presidencial, foi dado como certo em um ministério, mas acabou sem nada.

À sua revelia, diz ele, a pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos foi entregue a uma assessora sua, a pastora Damares Alves.

Mas o senador continuou nesta tarde pedindo que "Deus abençoe o presidente Bolsonaro, que Deus lhe dê sabedoria".

"Já há alguns anos, cinco anos, quatro anos, três anos, os senhores todos que estão no plenário, os senhores da assistência, me veem nesta tribuna defendendo a candidatura a presidente da República de Jair Messias Bolsonaro. Muitos diziam 'por que não é você?' Eu dizia 'não', Deus levantou ele. É ele. O diabo não levanta autoridade. Quem levanta autoridade é Deus", disse Magno Malta em retrospectiva.

Ao defender Bolsonaro, criticou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

"Dizia a ele 'bota seu pijama, cala a sua boca e espera 1º de janeiro porque o senhor não será convidado, vai se obrigar a ficar em casa assistindo pela televisão, a posse do novo presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro'."

Na defesa do presidente eleito, a quem chamou de "homem de caráter, homem de bem, sujeito sensível às coisas espirituais", disse ainda que "o Brasil precisa de um homem patriota que tenha Deus no coração, um país com um homem que esteja disposto a enfrentar a violência no país, que esteja disposto a proteger a escola, proteger as crianças e que, acima de tudo, ame Israel".

"Digo ao senhor, senhor presidente, que eu faria tudo de novo. Faria tudo de novo", repetiu, antes de perguntar: "Quem quer matar Bolsonaro? Quem queria ou ainda quer?"

Magno Malta agradeceu, genericamente, a seus assessores e criticou os "esquerdopatas" que, segundo ele, "jamais voltarão ao poder".

"Se nada ocorrer no mandato de Bolsonaro, uma coisa maravilhosa já ocorreu: o viés ideológico está quebrado. Está quebrado o muro que separava de uma forma preconceituosa católicos de espíritas, espíritas de evangélicos. Este muro se quebrou neste processo e nós nos abraçamos", afirmou.

Magno Malta já havia encerrado, mas colegas falaram em sua homenagem. O senador, então, voltou a falar e criticou a imprensa.

"Deve ser muito duro, para uma imprensa que o tratou como folclore durante muitos anos, ter de engoli-lo como presidente. Aí, tudo o que pode vir a ataque virá a ataque", afirmou.

"Que Deus nos ajude a todos", encerrou.

Fonte: Folhapress

O presidente Estadual do PT, Assis Carvalho (PT), nega que o partido possa se dividir na eleição da presidência Assembleia Legislativa do Piauí. Segundo Assis, o nome do deputado Hélio Isaias (Progressistas) é visto com bons olhos e terá o apoio petista. Assis afirma que acima de simpatias pessoais existe a orientação partidária.

49f7d13e9ab01e687c23b58288127628Foto:Cidadeverde.com

"Vemos o nome do Hélio Isaias com muita simpatia. Ele tem essa simpatia com boa parte dos deputados. Vamos chegar a uma decisão quando o senador Ciro Nogueira formalizar o nome de Hélio Isaias. Ele disse que caminha para isso. O PT não pode tomar uma decisão antecipada antes do Progressistas formalizar. Caminhamos muito bem com forte possibilidade de fechar esse acordo. Pessoalmente vejo com simpatia, mas tenho que tomam uma decisão no fórum partidário", disse.

Assis afirma que após o Progressistas definirem o nome, o PT deve fazer a discussão interna.

"O PT é um partido disciplinado. Temos uma boa relação com todos. O PT sempre toma uma decisão unida. A história mostra isso. Uma coisa é a simpatia pessoal, outra é a visão partidária. Essa é uma tranquilidade para a história do partido. Não tem possibilidade do partido votar dividido", defendeu.

O PT deve discutir o assunto com o governador Wellington Dias.

"Quando o Progresistas oficialmente oficiliazar esse nome como sendo do Hélio Isaias vamos conversar com o partido e com o governador. Nosso líder maior", destacou.

De acordo com Assis, o Progressistas vive uma disputa interna entre Hélio Isaias e Wilson Brandão.

"Ainda não tem prazo porque eles ainda estão tentando fechar o diálogo interno entre eles. O Júlio Arcoverde retirou o nome e o Wilson Brandão parece que ainda tenta viabilizar o nome. Estão conversando. Ao PT cabe esperar. Qualquer nome do Progresisstas temos uma boa relação. A decisão é deles, não nossa. Depois que eles resolverem é que vamos nos manifestar", disse.

Para Assis, mesmo que Themistocles não seja o nome do MDB, o acordo entre PT e Progresistas deve ser mantido.

"O MDB é um partido da base e temos uma boa relação. Eles têm o direito de apresentar um nome. Se é o nome A, B ou C não sou eu quem vai manifestar opinião. É um direito tudo que chegar a mesa vamos consultar nosso pares e tomar uma decisão coletiva. O diálogo com Progressistas e com o PT está bem adiantado. Dificilmente abriremos um diálogo bastante amadurecido. Nao é oposição ao MDB, mas compreensão da necessidade de alternancia", declarou.

 

Fonte:cidadeverde.com

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