O ex-senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu uma tímida vaia no plenário da Câmara ao ser anunciado para tomar posse como deputado federal.

1d1f6d21ec6ce377b1d0cff6cc4d9bab Foto: Waldemir Barreto/ Agência Senado

O ex-presidenciável foi hostilizado por parlamentares e convidados, mas o barulho durou pouco.

Ele não é o único ex-senador a "descer" para a Câmara. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), e José Medeiros (PSD-MT) também foram empossados deputados nesta legislatura.

Fonte: Folhapress

Filho do presidente Jair Bolsonaro, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou ser "vítima de perseguição" na investigação sobre movimentações financeiras atípicas na sua conta e na de seu ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz. "Está todo mundo vendo que eu sou vítima de perseguição", afirmou ele ao ser questionado sobre ao caso durante visita ao Congresso, nesta quarta-feira (30), para fazer o registro biométrico necessário para que deputados e senadores participem de votações.

3ae467c3f2635660f931237c67bb9ff3Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Flávio, que é deputado estadual no Rio, assume a vaga de senador nesta sexta-feira (1º). Ele se recusou a responder perguntas sobre quando irá ao Ministério Público prestar esclarecimentos. "Já falei o que eu tinha de falar, não tenho novidade nenhuma", afirmou o futuro senador, que no dia 10 de janeiro faltou a encontro com promotores.

Na época, Flávio foi chamado para esclarecer suspeitas contra Queiroz, que, segundo levantamento do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Parte do valor, considerado incompatível com o patrimônio de Queiroz, veio de repasses de oito colegas do gabinete –o que levanta a suspeita de prática de "rachadinha", que ocorre quando alguém determina a retenção de uma parte dos salários de servidores nomeados.

Dias depois, o próprio Flávio apareceu na lista de movimentações atípicas, por ter recebido 48 depósitos fracionados que totalizaram R$ 96 mil entre junho e julho de 2017, sem que houvesse a identificação da origem. O senador eleito tem negado irregularidades e diz que os depósitos foram feitos por ele com dinheiro recebido de uma permuta de imóveis. Afirma ainda que cabe a Queiroz, que o assessorava até outubro, dar as explicações sobre suas movimentações atípicas.

Perguntado se o governo começava a nova legislatura desgastado com as suspeitas que envolvem a família de Bolsonaro, Flávio afirmou que as investigações não têm nada a ver com a Presidência. "Não tem nada a ver com o governo. Por mais que vocês queiram, não tem nada a ver com o governo. Estamos muito bem, obrigado. Estamos todos trabalhando bem, com liberdade", afirmou.

Antes crítico à candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL) à presidência do Senado, Flávio mudou de conduta e disse que todos os candidatos têm sintonia com a pauta do governo de seu pai. "Qualquer candidato que chegue espero que seja alinhado com as pautas do governo, com a responsabilidade e pelo que eu saiba todos os nomes colocados estão nesta linha", afirmou Flávio, quando questionado se uma eventual vitória de Renan significaria uma derrota para o Palácio do Planalto.

A bandeira branca do filho de Bolsonaro foi levantada um dia depois que Renan se declarou publicamente favorável à agenda econômica do governo. Além disso, Renan já havia acenado diretamente pra Flávio há duas semanas, quando, em entrevista à Folha de S.Paulo, disse que o senador eleito não deveria ser investigado pela Casa.

"Temos com relação a ele as melhores expectativas, de que é um moço que quer trabalhar, que quer fazer um bom mandato, que tem posições e defende-as. O que nós queremos é o melhor dele neste momento complexo da vida nacional. A expectativa que nós temos é a melhor possível", disse Renan em 18 de janeiro.

Perguntado sobre que leitura fazia deste aceno, Flávio minimizou o afago. "Não tem nada demais, é a opinião dele. Como qualquer senador, respeita qualquer senador", afirmou.

 

Fonte: FolhaPress

O Portal jc24horas foi indagado por um internauta sobre política, querendo saber se o Prefeito de Floriano Joel Rodrigues vai tentar o quarto mandato como gestor público municipal, pois existiam comentários dando conta que ele não iria mais concorrer para o cargo de Prefeito. Mesmo não tendo a política local como tema frequente em nosso informativo, mas imbuído da missão de atender a solicitação de nossos leitores, procuramos o Prefeito Joel para que o mesmo pudesse responder essa indagação vinda das ruas e que com certeza, desperta o interesse dos que pretendem um dia ocupar o seu lugar na chefia do Poder Executivo Municipal.

WhatsApp Image 2019 01 31 at 10.17.06jc24horas e o Prefeito Joel Rodrigues. (Imagem:Sílvio Rui)

A entrevista aconteceu em seu gabinete, teve a duração de 12 minutos e muito embora o tema central fosse a política, aproveitamos a oportunidade para repassar perguntas dos internautas que participavam ao vivo cobrando melhorias para seus bairros. confira a entrevista na íntegra no vídeo abaixo.

Da redação

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou nesta terça-feira, 29, ver o nome de Rodrigo Maia (DEM-RJ), candidato à reeleição para a presidência da Câmara como um "bom nome".

visita rodrigo maia 15Foto: Roberta Aline

Maia fechou acordo nesta segunda-feira com o MDB, o PP e o PTB, ampliando assim seu escopo de apoio para a recondução do cargo. Aliados do parlamentar acreditam que ele tem chances reais de vencer no primeiro turno.

"Eu acho que é um bom nome. Tem experiência, tem conhecimento do pessoal lá dentro", disse Mourão ao retornar para o Palácio do Planalto nesta tarde.

Maia já tem a seu favor PR, PSDB, PRB, PSD, PPS, DEM, Solidariedade, PSL, PROS, Avante e Podemos. PDT e PCdoB também já indicaram apoio.

Sobre a eleição para a presidência do Senado, porém, o general se limitou a dizer que o governo "dialoga com qualquer um, sem problemas".

Questionado sobre se dialogaria até mesmo com o senador Renan Calheiros (MDB-AL), que disputa a vaga internamente em seu partido, Mourão disse: "também, sem problemas".

Apesar de o presidente Jair Bolsonaro ter orientado os integrantes do Executivo a se afastarem das negociações em torno das candidaturas no Congresso, representantes do governo tem atuado nos bastidores para cacifar o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) para vencer o pleito.

Conforme o Broadcast Político publicou na semana passada, o ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni enviou o deputado federal Leonardo Quintão (MDB-MG) como emissário para convencer a atual líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), a desistir de se lançar na disputa. A estratégia seria adotada para manter o senador Renan Calheiros (MDB-AL) como candidato rival e turbinar uma candidatura mais afinada ao Planalto.

Fonte: Estadão Conteúdo