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Na tarde desta quinta-feira, 28, o ex-senador João Vicente Claudino reuniu os deputados estaduais Nerinho e Janainna Marques, prefeitos e lideranças políticas filiadas ao PTB para formação da nova executiva do partido no Piauí. O encontro confirmou apoio ao retorno de JVC à presidência do PTB. O próximo passo será a formalização da mudança junto à direção nacional, prevista para o início de abril.

jvc46Foto: Instagram/Manoel Portela Filho

 

Fonte:cidadeverde.com

O MDB e o PT vivem um clima tenso na Assembleia Legislativa do Estado, devido à discussão sobre o critério para a formação da composição do governo de Wellington Dias (PT). Os partidos discordam sobre o critério e já houve troca de farpas públicas.

3a4c59ccbe7637c321e046439a4e96e0Foto:RobertaAline/CidadeVerde.com

Para o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Themístocles Filho (MDB), não pode haver “sangria desatada”. O emedebista pede paciência aos partidos que fazem parte da base aliada do governador Wellington Dias.

“Não se pode ter agonia. Não se pode ter sangria desatada. Tem que deixar para o momento certo. Na hora certa. Os deputados precisam se preocupar com problemas de estradas barragens e outros problemas que estão acontecendo no Estado. Essa questão se resolve no seu devido tempo. Na sua devida hora. Não precisa tanta agoniação”, disse.

Themístocles Filho nega que a declaração seja uma alfinetada em algum deputado da base aliada. “Isso não é alfinetada em ninguém. Tudo na vida tem a hora de acontecer”, destacou.

A polêmica foi acirrada após o deputado, Franzé Silva (PT), afirmar que o PT quer que o critério seja o número de votos dos partidos. Já o MDB, quer que o partido com a maior bancada na Assembleia Legislativa do Estado tenha preferência na distribuição dos cargos. Para o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Themístocles Filho (MDB), não pode haver “sangria desatada”. O emedebista pede paciência aos partidos que fazem parte da base aliada do governador Wellington Dias.

“Não se pode ter agonia. Não se pode ter sangria desatada. Tem que deixar para o momento certo. Na hora certa. Os deputados precisam se preocupar com problemas de estradas barragens e outros problemas que estão acontecendo no Estado. Essa questão se resolve no seu devido tempo. Na sua devida hora. Não precisa tanta agoniação”, disse.

Themístocles Filho nega que a declaração seja uma alfinetada em algum deputado da base aliada. “Isso não é alfinetada em ninguém. Tudo na vida tem a hora de acontecer”, destacou.

A polêmica foi acirrada após o deputado, Franzé Silva (PT), afirmar que o PT quer que o critério seja o número de votos dos partidos. Já o MDB, quer que o partido com a maior bancada na Assembleia Legislativa do Estado tenha preferência na distribuição dos cargos.

 

Fonte:cidadeverde.com

Os partidos aliados da base do governador Wellington Dias (PT) começam a entrar em conflito pela participação no novo secretariado. A discussão na base aliada teve início após o deputado, Franzé Silva, afirmar que o PT não abre mão que o critério seja o número de votos total no pleito de 2018.

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Segundo ele, o partido do governador teve a maior votação -350 mil votos – e foi fundamental para a reeleição do governador. Com isso, merece um espaço maior no governo.

“O governador vai ouvir cada uma das agremiações que fizeram a eleição ser vitoriosa em 2018. Temos que ter um critério. Não vai ser de quem grita mais levar cargos A ou B ou ter privilégios. Tem que haver um critério. Nossa linha de raciocínio dentro do PT é o critério do voto. Quem votou no governador. O Dentro da eleição no Estado, o partido mais votado foi o PT. Foram 350 mil votos muitos fidelizados. A fidelização do voto da bancada do PT. Não aconteceu 100% nas outras agremiações. Casos de pessoas que dentro da composição, mas que tinham lideranças do interior pedindo votos a outro candidato. O PT foi 100% direcionado a votos ao PT”, afirmou.

O PT defende que os partido com lideranças infiéis tenham peso menor na hora da divisão dos cargos. “Quando se diz que tivemos mais de 300 mil votos e foram fidelizados ao governador queremos colocar isso na mesa do governador. Quem votou no governador e quem mais teve peso a sua vitória. Essa é a linha de argumentação do PT. Queremos que o PT tenha espaço proporcional ao que colaborou para a vitória. Se o PT fidelizou 100% dos seus candidatos votando no governador, queremos colocar isso na mesa de negociação. Somos o partido com mais votos que integram a coligação”, afirmou.

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O deputado João Madison (MDB) reagiu ao critério defendido pelo PT. Segundo ele, o partido9 do governaodr quer todos os cargos. Ele lembra que na Assembleia quem tem peso maior é o MDB.

“Vamos dialogar com o governador. Não é com o Franzé e nem com o Limma. Isso quem vai fazer é o deputado Marcelo Castro e também o deputado, Themístocles Filho (MDB). Quem vota na Assembleia são os deputados. Temos seis e o PT tem cinco. Até onde sei, seis é maior que cinco. A não ser que na matemática do Franzé seja menor”, disse.

João Madison também cita o caso da Secretaria de Desenvolvimento Rural. O PSD queria a pasta, mas perdeu a disputa com o MDB.

“Com relação aos cargos, o PT já tem 30%. Tem saúde, educação, administração, planejamento, Desenvolvimento Rural, que o Georgiano quis brigar e perdeu porque queriam passar para ele uma que não existe que é a do agronegócio. Não prática não foi nada. É melhor o PT ficar com tudo. Os cargos do interior vão sempre para o PT. E nós que votamos? Só sobra a amargura. Não acredito que o governador vai fazer isso”, declarou.

 

Fonte:cidadeverde.com

O presidente do PR no Piauí, deputado estadual Fábio Xavier, afirma que a indicação do deputado federal, Fábio Abreu, para a Secretaria de Segurança não faz parte da cota do partido. Segundo ele, o retorno de Abreu à pasta é um acordo feito direto entre o parlamentar federal e o governador Wellington Dias (PT).

049f9688e00d1b29d049e7ca3ca4bd18Foto:RobertaAline/CidadeVerde.com

Com isso, o partido não se sente contemplado com a indicação de Fábio Abreu. O partido espera ainda ocupar mais pastas na composição da gestão estadual. Hoje o partido comanda a Secretaria de Cidades e pretende manter a indicação.

Fábio Xavier foi secretário da pasta e pediu afastamento para concorrer à reeleição no pleito de 2018, como manda a legislação eleitoral.

“Sem dúvidas querem manter a Secretaria de Cidades. Ninguém abre mão dos espaços que conquista. A nossa intenção é contribuir com o governador. Agora será ele quem vai decidir em qual local o partido pode contribuir. Se ele entender que é a Secretaria das Cidades permaneceremos com todo prazer e com muita satisfação, porque conseguimos uma gestão exitosa nos anos que conduzimos a pasta e temos convicção que prestamos um serviço bom à sociedade do Piauí”, disse.

Fábio Abreu afirma que não conversou com o governador sobre Fábio Abreu. “Até hoje nunca sentei com o governador para tratar de cargos com o governador. A questão do chamamento do Fábio Abreu para a Secretaria de Segurança foi uma questão entre o governador e o próprio deputado Fábio Abreu. Com relação a partido, não conversamos ainda. Estamos aguardando e temos tranqüilidade que o governador deve fazer isso na hora certa”, afirmou.

 

Fonte:cidadeverde.com