Os deputados do MDB se reuniram na manhã desta segunda-feira (11). No encontro, foi acertada a formação do novo diretório da sigla e a oficialização do convite para que o ex-deputado Dr. Pessoa se filiar à sigla.

39fdae33b91dbddbff3ce4e13605727fFotos: Roberta Aline/Cidadeverde.com

O deputado João Madison afirma que ele poderá ser o candidato do partido à prefeito de Teresina.

"Ficou acertado que o Dr. Pessoa vai ser convidado pelo nosso presidente Themistocles Filho. Se ele aceitar, não descartamos a possibilidade dele ser nosso candidato a prefeito", destacou.

O atual presidente Marcelo Castro será reconduzido ao cargo de presidente. O deputado Severo Eulálio assume o posto de vice no lugar de João Henrique Sousa.

Com posição contrária à do partido, que faz parte da base de sustentação do governo Wellington Dias, João Henrique preferiu não permanecer na vice-presidência.

Marcelo Castro afirma que vai trabalhar para fortalecer o partido em 2020. "Agora é fazer o dever de casa. O partido se prepara para 2020. Pode ter candidato nas principais cidades como Teresina. Estamos conversando para isso", afirmou.

 

Fonte:cidadeverde.com

A nomeação de quatro vice-líderes do governo na Câmara com origem militar acendeu o sinal de alerta em alguns parlamentares e até em parte da equipe econômica de Jair Bolsonaro. O temor é de que a categoria se fortaleça e dificulte mudanças nas regras de aposentadoria da carreira.

42fb2cf1c443591e420968651194e370Foto:Arquivo/CidadeVerde.com

Entre os sete indicados por Bolsonaro no início do mês, estão o líder da bancada da bala, Capitão Augusto (PR-SP), além de Coronel Armando (PSL-RJ), Major Fabiana (PSL-RJ) e José Medeiros (Pode-MT).

"Eles (militares) serão mais alguns, de muitos, que diariamente baterão às portas do Congresso tentando levar, legitimamente, a visão da sua categoria", disse o líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP).

O governo não incluiu a mudança na aposentadoria de militares na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência apresentada no mês passado ao Congresso, o que gerou descontentamento entre parlamentares.

Segundo Capitão Augusto, não haverá defesa de privilégios, mas as mudanças deverão respeitar as características da categoria. "Não tem cabimento colocar para nós os mesmos deveres e não dão os mesmos direitos", disse o vice-líder.

Fonte: Estadão Conteúdo

A deputada estadual, Lucy Soares (Progressistas), primeira-dama de Teresina, visitou vários blocos de rua da capital e ressaltou que atuará de forma independente na Assembleia Legislativa.

0eff44e6a757c540ee30ff493c91e8e5Fotos: Letícia Santos

"Vou atuar de forma independente. Fui eleita para representar o povo piauiense e assim farei com muita garra, com muita luta e tendo serenidade na hora de me posicionar com coerência e a favor do nosso povo. Vou assumir a postura de independente", disse.

Lucy que acompanhou no sábado o Capote da Madrugada, Pinto da Morada, Sanatório Geral e outros nos bairros, ressaltou que o Carnaval em Teresina se consolida com os blocos de rua.

"Cada vez mais o carnaval de Teresina está se fortificando como carnaval de blocos de rua. Como pernambucana, não poderia estar aqui - No capote - e vamos visitar vários blocos", disse.

Ela informou ainda que no Dia 8 de Março quer participar de várias atividades no Dia da Mulher. Disse que uma das suas bandeira e a luta em defesa dos direitos da mulher, além de trabalhar pela educação, saúde e acessibilidade para os idosos.

 

Fonte:cidadeverde.com

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que reforma o regime de Previdência dos trabalhadores dos setores público e privado será enviada ao Congresso Nacional na quarta-feira (20). Logo depois de assinar o texto, o presidente Jair Bolsonaro fará um pronunciamento para explicar a necessidade de mudar as regras de aposentadoria e de que forma a proposta será discutida no Congresso.

bolsonaro marcelo camargo agencia brasil2Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O governo calcula que a reforma vai permitir uma economia de R$ 800 bilhões a R$ 1 trilhão nos próximos dez anos. Por se tratar de uma PEC, a reforma da Previdência precisa ser votada em dois turnos na Câmara e no Senado, com o apoio de no mínimo três quintos dos deputados e dos senadores em cada votação.

Os pontos revelados até agora são a idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com um cronograma de transição de 12 anos para quem está próximo dessas idades.

Somente na quarta-feira serão revelados outros detalhes, como a proposta para aposentadorias especiais de professores, policiais, bombeiros, trabalhadores rurais e profissionais que trabalham em ambientes insalubres. Também serão informadas as propostas para regras como o acúmulo de pensões e de aposentadorias e possíveis mudanças nas renúncias fiscais para entidades filantrópicas. Falta saber ainda como ficarão o fator previdenciário, usado para calcular o valor dos benefícios dos trabalhadores do setor privado com base na expectativa de vida, e o sistema de pontuação 86/96, soma dos anos de contribuição e idade, atualmente usado para definir o momento da aposentadoria para os trabalhadores do setor privado. Em relação aos servidores públicos, ainda não se sabe qual será a proposta para a regra de transição.

Capitalização

Na quarta-feira, o governo informará, também, como incluirá na proposta a mudança para o regime de capitalização, no qual cada trabalhador terá uma conta própria na qual contribuirá para a aposentadoria. Atualmente, a Previdência dos setores público e privado é estruturada com base no sistema de repartição, onde o trabalhador na ativa e o empregador pagam os benefícios dos aposentados e pensionistas. Para viabilizar a migração de regime, o governo tem de incluir um dispositivo na Constituição que autoriza o envio de um projeto de lei – complementar ou ordinária – para introduzir o novo modelo depois da aprovação da reforma. Será revelado ainda se o governo enviará o projeto para reformular a Previdência dos militares junto da PEC ou em outro momento.

 

Fonte:cidadeverde.com