Em ano de eleição municipal, os partidos políticos intensificam suas conversações após o carnaval, com o objetivo de eleger seus candidatos através das melhores alianças, tudo isso visando o poder. Nossa reportagem conversou com o Edilson de Carvalho, Presidente do PSOL que fez uma avaliação das ações do seu partido em 2016, adiantando que a sigla já nomes de pré-candidatos aos cargos de vereador e prefeito de Floriano. Confira o que diz o presidente.

20160216 081633Edilson de Carvalho Presidente do PSOL

 

Da redação

O Professor Reinaldo Mendes, Presidente do PPS na cidade de Floriano concedeu uma entrevista ao portal jc24horas, avaliando a atuação de seu partido nos últimos anos na administração de Celso Henrique, que foi substituído pelo ex-governador Zé Filho em solenidade na última sexta-feira em Teresina, que contou com a presença do Presidente Nacional Roberto Freire. Apesar de ter vencido o prazo de sua eleição de presidente do partido em Floriano, Reinaldo ainda não foi informado acerca de quem será o seu substituto. "Quando muda um técnico muda todo o time". Comparou Reinaldo Mendes.

 

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Reinaldo definiu como brilhante, a administração do ex-presidente Celso Henrique que mostrou o crescimento do partido. Fez valer a filosofia de que o partido teria que andar com pernas próprias e não como rêmoras, espécie de peixes que acompanham tubarões e só comem os seus restos. "Em Floriano, nós fugimos de grandes grupos nas eleições passada, não logramos êxito mas tivemos uma votação muito boa e andamos de cabeça erguida". Disse Reinaldo.

 

O líder político criticou a postura de muitas pessoas que participaram e tinham cargo na administração do Prefeito Gilberto Júnior até pouco tempo e agora estão dizendo que são oposição. "Muitas dessas pessoas estiveram na administração e são responsáveis pelo péssimo desempenho dela". Prosseguiu o ainda presidente do PPS.

 

Em relação as eleições de 2016 em Floriano, Reinaldo disse que o seu grupo está coeso, as contas do PPS estão em ordem e não sabe quais serão os rumos do partido. Mesmo sem saber quem será o novo presidente, Reinaldo desejou boa sorte e sucesso pros novos diretores do PPS na Princesa do Sul. "Estando no PPS ou não, nós caminharemos juntos para uma nova maneira de ver política". Concluiu Reinaldo Mendes.

 

Da redação.

Após dar início a uma campanha de mobilizações contra o mosquito Aedes aegypti, que transmite os vírus da dengue, chikungunya e Zika, a presidenta Dilma Rousseff fará um apelo nas próximas semanas a diferentes atores da sociedade civil no combate ao inseto. O objetivo é sensibilizar lideranças para que se envolvam no que a presidenta tem chamado de “guerra” para eliminar todos os focos do mosquito.

 

O governo está preocupado com o aumento do número de casos de microcefalia, malformação no cérebro de recém-nascidos, e que tem relação com o vírus Zika. Na última quarta-feira (27), foram confirmados o nascimento de 270 crianças com microcefalia no país, e a existência de mais de 3.400 casos suspeitos. Na última semana, teve ínicio um calendário de limpeza de órgãos públicos, que terão periodicamente o Dia da Faxina, para eliminar criadouros do mosquito. Além disso, 220 mil militares vão visitar casas e orientar moradores em 356 cidades no próximo dia 13.

 

O Palácio do Planalto acredita que a principal estratégia é conscientizar a população, e que se as pessoas não colaborarem, o trabalho do governo vai ficar ainda mais difícil. Apesar de a presidenta ter dito, nessa sexta-feira (29), que “não pode faltar dinheiro” e que “não haverá contingenciamento” de recursos para o combate "que é uma questão de saúde pública", a avaliação interna é de que as verbas para a publicidade não são suficientes para passar a mensagem de combate ao mosquito, já que tem alcance limitado.

 

A intenção é que a presidenta Dilma converse com representantes de igrejas, líderes de comunidades e empresários e peça auxílio no combate ao mosquito, além de continuar o contato com governadores e prefeitos. Segundo a presidenta, a mobilização servirá para “evidenciar” que todos têm de participar: “do soldado, passando pelo cientista, da pessoa que limpa uma rua, a dona de casa”.

 

Durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social na quinta-feira (28), a presidenta disse que precisaria da participação da sociedade para uma “batalha” que, segundo ela, será de médio prazo. “Peço aos senhores e as senhoras que mobilizem seus funcionários, seus companheiros de sindicato, os fiéis de sua igreja, os colegas de trabalho e de escolas, a família e os vizinhos”, disse aos conselheiros, dentre eles empresários e sindicalistas.

 

O governo também pretende utilizar os cinco minutos gratuitos de inserção diária do Ministério da Educação nas emissoras de televisão para mobilizar os telespectadores e ouvintes. A partir de março, vai veicular uma campanha publicitária no rádio e na TV. A orientação é de que seja utilizado o tema “Zika Zero”, que já se tornou hashtag nas redes sociais, e que os materiais tenham a frase: “Um mosquito não é mais forte que um país inteiro”.

 

Donos de emissoras de rádio e TV também poderão ser procurados pela presidenta. Quem tem participado das discussões avalia que uma campanha integrada envolvendo a programação dos canais teria mais impacto do que apenas uma propaganda no intervalo comercial.

 

Ação nas escolas

 

Na próxima quinta-feira (4), o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, dará início a uma mobilização nas escolas para envolver 40 milhões de estudantes do ensino básico, da rede pública e privada, e mais de sete milhões de universitários. Por meio das instituições de ensino superior, dos secretários de educação estaduais e municipais, a campanha é fazer com que as crianças espalhem a conscientização.

 

A ideia é que o aluno leve uma carta com cuidados para evitar a proliferação do mosquito e passe a mensagem para a família, ajudando na mobilização e cobrando os próprios pais caso encontre eventual criadouro. Além de panfletos, cartilhas e cartazes, materiais didáticos também estão sendo elaborados para os professores. O auge da campanha será nas próximas semanas, após o Carnaval.

 

FONTE: Agência Brasil

Segundo o jornal Estado de São Paulo deste domingo (31), aliados afirmaram que o ministro da Saúde Marcelo Castro (PMDB) tem aproveitado a visibilidade que tem com o cargo para se retomar o projeto de se tornar governador do Piauí ou buscar uma composição para concorrer ao Senado.

A matéria afirma que o ministro tem mantido um atendimento especial ao Estado do Piauí. Desde que assumiu, em outubro, ele já teria recebido individualmente 40 prefeitos, sendo que 26 eram do Piauí. A pauta de discussão eram “ações de saúde”. Um vereador e um deputado estadual também tiveram uma audiência exclusiva com o ministro.

 

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Marcelo Castro é atualmente deputado federal licenciado e quase disputou o governo nas eleições de 2014. Ele chegou a fazer campanha, mas logo depois, em um acordo político, o então governador Zé Filho (PMDB) é que teve seu nome lançado para a disputa, com o ex-prefeito Silvio Mendes (PMDB) como vice.

 

Audiências

 

O presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, o deputado estadual Themístocles Filho (PMDB) foi o deputado que teve uma audiência individual com o Ministro. Para o Estadão, ele afirmou que foi "tratar de melhorias para o hospital universitário e para as regionais de saúde".

Themistocles ainda confirmou que com o atual cargo, Marcelo ganhará projeção na pasta para concorrer ao governo ou ao Senado. "Não tenha dúvida nenhuma. É claro que o ministério lhe dá visibilidade. Mas a eleição está muito longe", declarou.

 

Ele ainda defendeu o ministro, após polêmica em relação as suas últimas declarações."Com o jeito sincero dele, ele alertou todo o governo. Rapaz, aqui no Piauí é de um jeito. Brasília é de outro jeito. Ele está se adaptando", disse. "No Piauí, alguém fala de um jeito e o povo não reclama. Aí, no nível nacional, se o cidadão falar a verdade demais, a pessoa reclama", criticou.

 

O vereador de Água Branca, Ivon Lendl (PMDB) também teve audiência individual com Marcelo Castro. Ele contou que pediu ao ministro a liberação de recursos para a compra de equipamentos para o Hospital Municipal Senador Dirceu Mendes Arcoverde. Lendl admitiu que já pediu votos para Marcelo Castro na cidade.

Assessoria nega privilégios

 

A assessoria de imprensa do ministro da Saúde negou que o ministro tenha priorizado o atendimento a prefeitos do Piauí e usa como argumento o total de audiências realizadas. "As agendas com representantes do Estado representam 3,8% do total da audiências", diz a assessoria. Em relação à pauta das audiências, o Ministérios afirma que "os assuntos tratados são os mais diversos tendo em vista a própria diversidade da saúde".

 

Fonte:GP1

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