Definido como alguém que produz mais do que fala, o Ten Cel Rubens Ferreira Lopes sempre realiza reunião em sua sala de comando com pessoas comuns ou autoridades de Floriano no sentido de melhorar a qualidade dos serviços de segurança pública em nosso município. Foi o que aconteceu na manhã de ontem quando o oficial reuniu em seu gabinete, a Polícia Civil através do Delegado Walter Cunha e do Professor Jofresson, a Sutran com o seu Suérintendente Wellington Batista, os empresários e os clubes de serviços representados pelo senhor Conegundes Gonçalves, Professora e jornalista Maria Cândida, Francisco de Assis, dentre outras pessoas que, a exemplo do Ten Cel Rubens Ferreira, tem compromisso com a segurança do florianese. Reuniões dessa natureza são comuns na gestão do Ten Cel que também é administrador de empresas por formação.

20160429 094936Reunião no gabinete do Ten Cel Rubens Ferreira Lopes. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

 

Da redação. 

Um vídeo divulgado pela Polícia Militar mostra até onde vai a ousadia dos bandidos que fabricaram uma arma de fogo artesanal utilizando uma marreta para disfarçar e enganar a polícia nas blitz. No vídeo um policial militar mostra o artefato e a maneira de sua utilização. Confira a ousadia dos bandidos.

Screenshot 2016 04 29 18 31 33Ousadia dos bandidos. (Imagem:Divulgação)

 

Da redação.

Um trabalho em equipe feito pelo comandante da PM na cidade Canto do Burití e a Força-Tática, resultou na prisão do elemento de nome Jocélio da Silva, em poder do qual foi encontrada uma pistola ponto quarenta que pertence à carga da Polícia Militar do Piauí e havia sido furtada de um soldado integrante da corporação. As informações foram passadas pelo Delegado Walter Cunha ao conceder entrevista na manhã de hoje falando das ocorrências policiais registradas nas últimas 24 horas. Confira a vídeo-reportagem.

Screenshot 2016 04 29 11 31 28Delegado Walter Cunha. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

 

Da redação. 

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta quinta-feira (28) o empresário Marcelo Bahia Odebrecht, o marqueteiro João Santana e mais 15 pessoas por crimes como corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro por irregularidades descobertas na Lava Jato. São duas denúncias, que surgiram a partir das 23ª e 26ª fases da operação.

coletivaMPF faz duas novas denúncias relacionadas à Operação Lava Jato em Curitiba (Foto: Thais Kaniak/ G1)
Esta é a terceira denúncia envolvendo Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreitiera Odebrecht. João Santana, como consta nas duas novas denúncias, pode responder a dois processos. A decisão cabe ao juiz federal Sérgio Moro. Caso as denúncias sejam aceitas, todos passam a ser réus.
A 23ª fase, batizada de Acarajé, investigou pagamentos feitos ao marqueteiro de campanhas do Partido dos Trabalhadores (PT) João Santana, e a 26ª apurou a suspeita de que empresa Odebrecht possuía um departamento responsável por fazer pagamentos de vantagens indevidas a servidores públicos.
Primeira denúncia
De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, nas investigações da 23ª fase, João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, aparecem como suspeitos de receber dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras e do engenheiro Zwi Skornicki, apontado como um dos operadores do esquema na estatal.
Para a Polícia Federal (PF), há indícios de que Santana teria recebido US$ 3 milhões de offshores ligadas à Odebrecht, entre 2012 e 2013, e US$ 4,5 milhões do engenheiro Zwi Skornicki, entre 2013 e 2014. Zwi é representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels e, segundo o MPF, foi citado por delatores do esquema como elo de pagamentos de propina.

Veja os denunciados
1) Zwi Skornicki - operador: organização criminosa, corrupção ativa, lavagem de dinheiro.
2) João Santana - marqueteiro: corrupção passiva, lavagem de dinheiro.
3) Mônica Moura - mulher de Santana: corrupção passiva, lavagem de dinheiro.
4) João Ferraz - ex-diretor da Sete Brasil: organização criminosa, corrupção passiva.
5) Pedro Barusco - ex-gerente da Petrobras: corrupção passiva, lavagem de dinheiro.
6) Renato Duque - ex-diretor da Petrobras: corrupção passiva.
7) João Vaccari Neto - ex-tesoureiro do PT: corrupção passiva, lavagem de dinheiro.
8) Eduardo Musa - ex-gerente da Petrobras: organização criminosa, corrupção passiva.
O dinheiro, conforme a denúncia, teve origem em contratos celebrados com a Petrobras para a realização das plataformas P-51, P-52, P-56 e P-58. Segundo a denúncia, houve pagamento de propina para Renato Duque e Pedro Barusco nesses contratos.
O MPF pede que os suspeitos percam bens, no total de R$ 111,9 milhões, adquiridos com dinheiro ilícito. Os procuradores solicitaram também R$ 683,8 milhões, correspondentes a 0,9% do valor total dos seis contratos firmados com a Petrobras relativos ao fornecimento de sondas pelo estaleiro Brasfels, por intermédio da Sete Brasil, nos quais houve pagamento de propina a Renato Duque.
Além desses valores, a denúncia quer ainda que seja arbitrado como dano mínimo a ser ressarcido à Petrobras o valor de R$ 1.591.446.023,02. O montante corresponde ao dobro dos valores totais de propina paga.
Além dos pagamentos no exterior, planilhas apreendidas pela PF com uma funcionária da Odebrecht apontam que a empreiteira pagou R$ 22,5 milhões a alguém com o codinome "Feira", entre outubro de 2014 e maio de 2015 – quando a Operação Lava Jato já havia sido deflagrada e em período que coincidiu com as eleições presidenciais de 2014.
Para a investigação, o codinome era usado em referência ao casal. Deltan Dallagnol afirmou ainda que João Santana e Mônica Moura tinham conhecimento da origem espúria do dinheiro.
"Esses valores que eram repassados à Mônica Moura e João Santana eram contados como uma parcela da propina que deveria ser paga ao Partido dos Trabalhadores, sim. A remessa dos valores era feita por orientação de João Vaccari, que era a pessoa que coordenava o repasse dos valores no interesse do Partido dos Trabalhadores”, acrescentou a procuradora Laura Tessler.

 

Fonte: G1