A polêmica sobre a distribuição do Fundo Especial de Financiamento de Campanha do Solidariedade continua. Na manhã desta quarta-feira (12), os candidatos a deputado estadual do partido fizeram ato contra a direção nacional do partido, por uma distribuição mais igualitária do recurso.

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Os 11 candidatos a deputados estadual e o federal e vive-presidente da sigla, Jorge Lopes, afirmam que estão sem recursos para fazer campanha. Eles falam em discriminação contra o Piauí.

A polêmica maior é com relação à candidata a deputada federal major Elizete. Ela recebeu R$ 500 mil do partido. Os demais candidatos não receberam nada.

O candidato a governador Dr. Pessoa recebeu menos que major Elizete. O partido repassou para ele R$ 200 mil. Menos da metade do repassado à candidata.

"É uma discriminação contra o Piauí. Não aceitamos isso. Os candidatos estão sem recursos para fazer campanha. O partido tem que explica porque beneficiou um candidato. Entramos com um mandado de segurança e o partido vai ter que se explicar ao Tribunal Superior Eleitoral", disse Jorge Lopes.

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Major Elizete reagiu às críticas dos companheiros de partido e disse que o dinheiro é da cota para mulher.

"São recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. O que foi destinado a mim é oriundo dos 30% destinados às candidaturas femininas. O primeiro critério é que eu sou mulher e segundo que o partido prioriza eleger um deputado federal. É uma questão de sobrevivência política. E é óbvio que vai investir em quem tem maior viabilidade política", argumentou.

 

Fonte: cidadeverde.com