Na manhã dessa quarta-feira (05) a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos participou de uma reunião na sede da Colônia de Pescadores de Floriano, localizada no bairro Princesa do Sul. No momento estiveram presentes a secretária de Meio Ambiente, Manuella Simplício, os técnicos do IBAMA, Izolda Matos e Valber Diniz, assim como representantes do PREVFOGO, a presidente da Colônia, Maria Carmelita da Silva, e os pescadores que acompanharam a reunião.

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A ocasião foi para discutir o período da piracema, que teve início no último dia 15 e se estende até o mesmo período do mês de março, assim como estimular o respeito ao ciclo ecológico, através da educação ambiental, e apresentar como se dá a fiscalização, que é executada pelo IBAMA.

A piracema (Lei nº 7.679/1988) é o movimento que os cardumes fazem para alcançar as nascentes e as cabeceiras dos rios, para, assim, desovar seus ovos. Sendo um período de grande importância para a reprodução das espécies de peixes, a pesca durante o período de piracema é extremamente proibida. De acordo com a lei federal é proibido, durante essa época, a captura, o transporte e o armazenamento de espécies nativas, inclusive espécies utilizadas para fins ornamentais. O uso de materiais perfurantes, como arpão, arbalete, fisga, bicheiro e lança também é vetado durante esse período. A multa aplicada pode variar de R$ 700 a R$100 mil com um acréscimo de R$ 20 por quilo de peixe apreendido.

De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Manuella Simplício, o município irá entrar em parceria com o IBAMA para atuar frente às denúncias de pescas irregulares, destacando que toda a população florianense, assim como os 168 pescadores associados à Colônia, podem contribuir com essas notificações que serão encaminhadas ao IBAMA.

 

Fonte:Secom