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A Polícia Federal concluiu inquérito sobre corrupção no setor portuário e afirmou que o presidente Michel Temer e outras dez pessoas praticaram os crimes de corrupção passiva, ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

8ab2b15dbd6cd129d9b2cf0e2afcebebFoto: Cesar Itiberê/assessoria do Planalto

O delegado Cleyber Malta Lopes pediu a prisão de quatro investigados, entre eles o coronel João Baptista Lima Filho, amigo do presidente. A PF pediu também o bloqueio de bens de todos os indiciados, inclusive de Temer.

A PF pediu o indiciamento do presidente Michel Temer e indiciou sua filha, Maristela Temer, além de Rodrigo Rocha Loures, seu ex-assessor, Antonio Greco, ex-diretor da Rodrimar, Ricardo Mesquista, também da Rodrimar, Gonçalo Torrealba, diretor do grupo Libra, o coronel João Baptista Lima Filho e sua mulher, Maria Rita Fratezi, amigos de Temer, Carlos Alberto Costa e seu filho, diretor da Argeplan, e Almir Ferreira, contador da Argeplan.

Aberto em 2017, o inquérito buscava esclarecer se Temer recebeu, por meio do militar aposentado, propina da Rodrimar em troca da edição de um decreto que teria beneficiado companhias que atuam no porto de Santos.

O decreto assinado por Temer permitiu ampliar de 25 para 35 anos os prazos dos contratos de concessões e arrendamentos no porto firmados após 1993.

O caso está com o ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Um dos pontos do relatório da PF é uma reforma realizada na casa da filha do emedebista, entre 2013 e 2015. Como a Folha de S.Paulo revelou em abril, a mulher do coronel, Maria Rita Fratezi, pagou em dinheiro vivo despesas da obra do imóvel de Maristela Temer.

 

FOLHAPRESS

É um retrocesso. É a volta dos delegados militares. É ilegal. São esses - no mínimo - a reação dos delegados e de policiais civis do estado diante da recomendação do Ministério Público Estadual para que o policial militar possa fazer boletins nos crimes de menor potencial ofensivo.

d1485d00e24544164ac28285da7c2aa3Higgo Martins, presidente do Sindicato dos Delegados

A recomendação causou mal estar entre as categorias da Polícia Civil. Tanto o Sindicato dos Delegados como o de Policiciais Civis fizeram duras críticas sobre a medida. O Procuradoria Geral de Justiça deu 30 dias para a Polícia Militar implantar o sistema.

O Sindicato dos Delegados do Piauí informou ao Cidadeverde.com que irá ingressar com ação na justiça questionando a legalidade da recomendação do MPE.

"É um retrocesso essa medida. Ela causa prejuízos e não foi discutida com nenhuma categoria", disse Higgo Martins, presidente do Sindicato dos Delegados que chegou a divulgar uma nota de repúdio contra a medida.

Leia análise crítica da recomendação do MPE que vai ser parâmetro para a ação judicial.

O delegado geral, Riedel Batista, também classificou a recomendação como "retrocesso".

"É um sinal verde para a volta do delegado militar que já foi abolido há mais de 10 anos. É uma recomendação vaga não diz se os TCOs valem para capital e interior. É tirar a polícia da rua para fazer trabalho administrativo".

Denuncia ao CNMP

O presidente do Sindicato informou ainda que irá entrar com representação junto ao Conselho Nacional do Ministério Público, entidade máxima da instituição, que julga os excessos de procuradores e promotores no País.

Nesta terça-feira (16), o presidente do Sindicato esteve com o corregedor do Tribunal de Justiça do Piauí, Ricardo Gentil Eulálio, pedindo cópias de outra decisão - na época do corregedor Sebastião Ribeiro Martins. A decisão dizia que os juízes não eram obrigados a receberem TCOs que não fossem lavrados por delegados da Polícia Civil.

Outra decisão é um parecer de 9 de janeiro de 2014 da Procuradoria Geral do Estado sobre um termo de cooperação técnica firmado entre o Ministério Público Estadual e a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal. O MPE queria que a PRF fizesse também TCOs. O procurador considerou ilegal.

Este ano, a Polícia Militar fez uma consulta ao corregedor Ricardo Gentil sobre a legalidade da PM fazer ou não boletins. Até agora, o corregedor não deu nenhuma decisão.

A recomendação do procurador Cleandro Moura - que está causando polêmica - já foi encaminhada a Procuradoria geral do Estado e aguarda uma posição.

 

Fonte:cidadeverde.com

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Esse jovem da fotografia é o Ostenes, ele saiu de sua residência ontem(15) às 14h para ir ao dentista e até o presente momento não retornou. Considerando que ele não tem o hábito de dormir fora de sua residência, ou viajar sem informar seus familiares, pede-se a qualquer pessoa que tenha informações sobre o seu paradeiro, o favor de entrar em contato com o número de telefone. (89)9.9986-3215.

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Da redação

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