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Por volta das 23h50min de ontem(20), o entregador de pizza João Batista, foi atender a um pedido feito para ser entregue no Conjunto Conviver mas ao chegar no local foi abordado aproximadamente cinco ou seis elementos aparentemente jovens, com facas em punho que anunciaram o assalto e levaram a sua motocicleta de trabalho. 

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O veículo está é uma Honda Bros, cor preta, sem placa e tem um adesivo de whatsapp. Qualquer informação deve ser passada para o telefone 190 ou para a número (89)9.99453-2059. Após ter sido vítima de assalto, a vítima foi registrara oBoletim de Ocorrência mas problemas na intenet impediram que o registro fosse feito.

 

Da redação

Por volta das 23h45min a Polícia Militar e o Samu foram acionados na noite de ontem(20) para atender uma ocorrência na localidade Porteiras, zona rural de Floriano onde segundo informações das pessoas que ligaram para o 190, havia um homem caído às margens da Pi-140, com ferimentos na região da cabeça com sinais de atropelamento. Uma equipe de policiais militares comandada pelo Sargento Bispo foi até o local e constatou a veracidade do fato, não encontrou nehum veículo suspeito de ser o causador do acidente e o Samu fez a condução da vítima para o Hospital Regional Tibério Nunes.

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Fazendo as primeiras avaliações acerca do fato, a PM encontrou uma garrafa de cachaça próximo ao local onde o homem se encontrrava e conseguiu descobrir que uma Scânia havia passado pela balança da Secretaria da Fazenda com uma mancha de sangue na parte da frente e o motorista teria dito que tinha atropelado um bode. Em contato feito agora há pouco tivemos a informação que a vítima Mora na localidade Morrinhos, chama-se Regivaldo Pereira da Silva e encontra-se entubada na semi-UTI do HRTN.

 

Da redação 

A estudante brasileira Erika de Lima Corte, de 29 anos, foi morta na madrugada desta segunda-feira (20) em Pedro Juan Caballero no Paraguai, município que faz fronteira com Ponta Porã, MS, a 326km de Campo Grande.

7ea5cab3c62c5aabe1111d3bb9993378Foto: Reprodução / Facebook

Os documentos de Erika são de Barra do Garças, MT. Segundo a perícia, o corpo tinha marcas de 16 perfurações na região do tórax e pescoço.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela polícia de Pedro Juan Caballero, o corpo foi encontrado com um pano branco sobre o rosto, no quarto de um apartamento.

Ela dividia a residência com uma colega de faculdade, Milena Oliveira, que relatou à polícia ter saído de casa por volta de 17h e quando retornou, de madrugada, encontrou o corpo da colega no quarto.Erika estudava medicina em Pedro Juan, local que atrai muitos estudantes brasileiros por oferecer o curso com custo mais baixo que no Brasil.

O crime foi registrado como homicídio doloso, mas segundo o comissário Flamino Quintero, chefe do departamento de investigação da polícia do Paraguai, a suspeita é que o crime não tenha sido premeditado. A equipe da divisão de homicídios da polícia paraguaia está investigando o caso.

Fonte: G1

A enfermeira agredida durante uma confusão no Pronto Socorro da Zona Noroeste, em Santos, no litoral paulista, disse estar desenvolvendo um quadro de ‘depressão’ após o ocorrido. Sem sair de casa, ela está de cama e diz esperar que as pessoas responsáveis pela agressão ainda sejam presas.

d3db908c997ad8aa7d19e4975591c6aeFoto: Reprodução/vídeo das câmeras do hospital

A mulher e outra técnica de gesso do pronto-socorro acabaram sendo agredidas por duas filhas de um paciente internado na unidade no último dia 10 de agosto. Na última terça-feira (14), a Prefeitura de Santos divulgou imagens de uma das 27 câmeras da unidade, que mostra parte da confusão e que acabou viralizando nas redes sociais.

A enfermeira, que não quis se identificar, disse estar extremamente abalada com a situação. “Chutaram meu peito e fizeram barbaridades comigo. Fiquei quase nua. O vídeo só mostra uma parte. Alegaram que não filmaram o restante das agressões. Queria que liberassem o resto do vídeo devido às cenas horríveis”, desabafa.

Em choque por conta da repercussão do caso, a enfermeira diz que está ‘presa’ em casa e que, em todos os anos de profissão, nunca tinha passado por algo do tipo. “Já exerci chefia durante anos e zelava pelos funcionários e pacientes. Sem a enfermagem, a saúde padece, deixa de existir”, desabafa.

Tanto ela quanto a técnica de gesso, após as agressões, foram à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde foi registrado um boletim de ocorrência. As agressoras também estiveram na unidade e, segundo ela, também demonstraram comportamento agressivo, sendo que com elas, nada aconteceu.

“Primeiro que os policiais não se preocuparam de as levarem na viatura, mas queriam que eu entrasse. Não as prenderam em flagrante e, lá na delegacia, além de uma delas bater e quase jogar um PM no chão, acabei sendo exposta. Todos riam como se fossem grandes amigos. Virei chacota”, desabafa.

A profissional ainda não sabe quando voltará a trabalhar. “Mal saio da cama. Conversei com meu advogado por telefone e, no momento, só psicoterapia e o apoio dele podem me ajudar. Eu estou muito mal”, finaliza.A confusão
A briga começou quando o pai das duas agressoras, internado no Pronto Socorro, no bairro Castelo, foi orientado pela enfermeira a aguardar após fazer um questionamento. Uma das filhas achou ruim, puxou o cabelo da vítima e a arrastou pelo chão.

Ouros pacientes chegaram a separar a briga, que voltou minutos depois. Tanto a enfermeira quanto a técnica de gesso ficaram feridas. Vídeos feitos por pacientes e os captados por câmeras de monitoramento do Pronto Socorro foram encaminhados à Polícia Civil que, agora, investiga o caso.

Segundo a prefeitura, tanto a Guarda Civil Municipal (GCM) e a Secretaria Municipal de Saúde prestaram atendimento às vítimas e prestaram auxílio durante o registro do boletim de ocorrência na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Santos.

“Estamos solidários com as servidoras, porque é inadmissível qualquer tipo de agressão aos nossos profissionais. Vamos colaborar de todas as formas para a investigação policial e responsabilização das agressoras”, destacou em nota o secretário municipal de Saúde, Fábio Ferraz.

Fonte: G1

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