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Abrindo sua agenda de viagens pelo Piauí, durante sua campanha ao Governo do Estado, o candidato Elmano Férrer (Podemos) percorreu o centro comercial dos municípios de Altos e Campo Maior neste final de semana.

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Durante a visita, Elmano recebeu o carinho dos pequenos e grandes empreendedores, além do pedido de ajuda no que se refere a Segurança Pública. O comerciante Cardoso, em Altos, disse que sua maior dificuldade é trabalhar livre.

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"A minha maior dificuldade é trabalhar livre. A gente não tem sossego, vive sendo assombrado com assalto, assalto em banco, assalto aqui na loja. A gente fica sem saber como trabalhar", afirmou o empresário.

Elmano Ferrer verificou ainda a obra do mercado inacabada e a falta de infraestrutura básica no local. "Essa questão de obras inacabadas pelo Estado, não é só aqui, mas em todo o Piauí. Um verdadeiro cemitério de obras inacabadas. Em Altos, por exemplo, tivemos no mercado e era para ter sido iniciada uma obra. Na praça principal também observamos uns tapumes fechando o ambiente. Iniciaram a reforma, acabaram com o tinha e paralisaram", ressaltou.

Dando continuidade a sua agenda pela região norte do Piauí, Elmano Férrer acompanhado do seu candidato a vice-governador, o médico Luiz Ayrton Santos Júnior, e demais componentes da coligação 'Resistência pelo Piauí', estiveram em Campo Maior, onde visitaram os permissionários do mercado central e, novamente, se depararam com comerciantes insatisfeitos com a segurança no município.

Durante a noite, a caravana do 'Véin Trabalhador' desembarcou no município de Santa Cruz dos Milagres. "É um momento muito especial para mim, pois costumo sempre colocar meus passos nas mãos de Deus. Estar aqui hoje, nesse local lindo e na companhia de dezenas de fiéis que nos abraçam e pedem a mudança, é algo que nos engrandece e nos fortalece", pontuou Elmano Ferrer.

 

Fonte:Ascom

BRASÍLIA, DF, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - "Nós somos mães, nós educamos os nossos filhos. A coisa que uma mãe mais quer é ver o filho educado pra ser um cidadão de bem", afirmou Marina Silva para Jair Bolsonaro (PSL) em debate nesta sexta-feira (17).

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O embate com o presidenciável a respeito de gênero dá o tom da estratégia da candidata da Rede, que explorará no curto tempo da corrida eleitoral o fato de ser a única candidata mulher competitiva para atrair o cobiçado eleitorado feminino.

Diferentemente de 2010 e 2014, quando teve como adversária a petista Dilma Rousseff, em sua terceira tentativa de chegar ao Planalto, Marina não dividirá espaço em eventos e debates com outras candidatas -só o PSTU também lançou uma mulher como cabeça de chapa, mas Vera Lúcia não pontua nas pesquisas.

Na quinta (16), primeiro dia de campanha, Marina utilizou seu primeiro evento para focar as mulheres: "Nós somos mulheres corajosas. Homens, nos deem licença. Às vezes a gente tem que ficar se provando o tempo inteiro", disse.

Depois do afago às eleitoras durante a tarde, Marina usou o evento do Mulheres do Brasil (grupo fundado pela empresária Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza) para falar ao auditório exclusivamente feminino sobre ser subestimada por ser mulher.

"Eu venho de uma realidade de muita dificuldade que é a mesma de muitas mulheres brasileiras que são subestimadas e têm que provar o tempo todo que pensam, que podem, que fazem", afirmou.

Pesquisas mostram que a candidata já tem preferência entre essa parcela do eleitorado. Em uma consulta do Datafolha em junho, Marina despontou como uma das preferidas do eleitorado feminino, na contramão de adversários como Ciro Gomes (PDT) e Jair Bolsonaro (PSL), que, com pecha de machistas, enfrentam resistência no segmento.

Conquistar as mulheres é visto como importante para todos os postulantes ao Planalto, já que representam 52% do eleitorado brasileiro.
Além disso, são maioria também no desejado voto indeciso. De acordo com o Datafolha, em um cenário sem Lula, 41% das mulheres não saberia em quem votar se a eleição fosse no início de junho, contra 25% dos homens.

A agenda de Marina evidencia a prioridade dada: além dos primeiros eventos de campanha, a candidata desembarca nesta segunda-feira (20) em Fortaleza para visitar o Instituto Maria da Penha.

No evento em que foi lançada sua chapa com Eduardo Jorge (PV), no início de agosto, a ex-senadora criticou a desigualdade salarial com os homens, defendeu mais políticas públicas para o combate à violência doméstica e disse que "especialmente as mulheres negras" são "excluídas da maioria dos direitos no Brasil".

A candidata até dançou no palco com um grupo de artistas femininas que cantou, em roda, uma música sobre a força da mulher. Sempre que pode, a líder da Rede exalta sua história de superação e associa muitas das dificuldades que enfrentou ao seu gênero.

Em sua conta no Twitter, em 7 de agosto, Marina também prometeu que dará "peso muito grande" para mulheres em seu gabinete presidencial e ministérios, se eleita.

"As mulheres terão um peso muito grande no meu gabinete e no meu ministério, assim como elas devem ter um peso importante dentro do Congresso e dentro das empresas", escreveu.

Marina também alardeará suas propostas de políticas para as eleitoras, que têm uma seção em suas diretrizes programáticas.

O documento protocolado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na terça (14) fala, por exemplo, em combate à violência doméstica e ao feminicídio, e em projetos de empreendedorismo e aumento de ofertas de vagas em creches.

Na parte em que trata de saúde, a candidata defende o estímulo ao parto humanizado, oferta de contraceptivos em farmácias populares, a prevenção da gravidez adolescente e investimento em políticas de planejamento familiar.

Questionada com frequência sobre sua posição em relação à descriminalização do aborto, a ex-senadora (que é contrária mas diz que faria um plebiscito se eleita) não menciona a possibilidade de interrupção de gravidez nas diretrizes programáticas.

Ela diz ainda que vai rever a autorização para que gestantes trabalhem em local insalubre, previsto na reforma trabalhista.

Fonte: Folhapress

O deputado Rodrigo Martins (PSB) não é mais candidato à reeleição. Ele desistiu da campanha por um segundo mandato na Câmara dos Deputados, uma decisão que pode ter reflexos importantes na chapa de oposição. Pode complicar ainda mais o que já está muito complicado.

RodrigoMartins01Rodrigo Martins: decisão de não disputar um novo mandato na Câmara dos Deputados tem participação direta da família

Hoje, a oposição do Piauí conta com três deputados federais: Átila Lira (PSB), Rodrigo e Heráclito Fortes (DEM). Os três lutavam para retornar ao Legislativo em uma tarefa difícil, diante do pequeno número de postulantes à Câmara. Além dos três, basicamente sobressaiam na chapa onde estão PSB e DEM – a que se junta ao palanque de Luciano Nunes (PSDB) – o nome da deputada estadual Juliana Moraes Souza (PSB) e a médica Lúcia Santos (PSDB). Isso significa dizer que poucos somariam para a formação de um cociente eleitoral robusto.

A expectativa era que apenas dois dos três voltariam à Câmara. Os cálculos dos analistas apontavam a melhor posição de Átila, com Heráclito e Rodrigo disputando a segunda vaga. A desistência de Rodrigo não tranquiliza Heráclito. Muito pelo contrário. Se em 7 de outubro prevalecer o cálculo que o mundo político faz hoje, a soma da votação de Átila, Heráclito, Juliana e Lúcia Santos não garante muita sobra além do cociente eleitoral.

Ou dito de outra forma: nas condições de hoje, sem Rodrigo, a coligação mal faria um deputado. Com Rodrigo, deveria ter dois assegurados – com a perspectiva de lutar por três, a depender do rumo da campanha.

Família foi chave na decisão
A decisão de Rodrigo Martins de deixar a disputa por um novo mandato na Câmara teve a participação direta da família. Os pais e a mulher já não viam com tanto ânimo uma nova campanha, sobretudo pelos gastos exigidos. O susto com a queda de um avião em que Rodrigo estava ajudou a fortalecer essa decisão. Era risco demais. Melhor mudar de planos.

Depois de um início tímido, Rodrigo vinha tendo um bom desempenho como deputado, especialmente após assumir a presidência da Comissão de Defesa do Consumidor. “É um bom deputado, presente e atuante”, disse dele Átila Lira, seu companheiro de bancada.

 

Fonte:cidadeverde.com

A defesa do ex-presidente Lula divulgou nota na manhã desta sexta (17) informando que o Comitê de Direitos Humanos da ONU acolheu um pedido de liminar para que Lula possa concorrer às eleições de 2018.

0062f3dd4a92d0f9eeeb07d311364414Foto: Divulgação/ PT

Segundo os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins, o órgão "determinou ao Estado brasileiro que tome todas as medidas necessárias para permitir que o autor [Lula] desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018, incluindo o acesso apropriado à imprensa e a membros de seu partido político".

Afirmou também que é preciso "não impedir" que Lula "concorra nas eleições presidenciais de 2018 até que todos os recursos pendentes de revisão contra sua condenação sejam completados em um procedimento justo e que a condenação seja final".

Como o Brasil é signatário de pactos internacionais, os advogados entendem que o estado precisa se submeter às decisões do comitê.

A defesa afirma ainda que a decisão reconhece que houve violação do Pacto de Direitos Civis da ONU "e a ocorrência de danos irreparáveis a Lula na tentativa de impedi-lo de concorrer nas eleições presidenciais ou de negar-lhe acesso irrestrito à imprensa ou a membros de sua coligação política durante a campanha".

Eles entendem que, a partir de agora, "nenhum órgão do Estado brasileiro poderá apresentar qualquer obstáculo para que o ex-presidente Lula possa concorrer nas eleições presidenciais de 2018 até a existência de decisão transitada em julgado em um processo justo" e que será "necessário franquear a ele acesso irrestrito à imprensa e aos membros de sua coligação durante a campanha".

 

Fonte:cidadeverde.com

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