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O deputado federal Silas Freire (Podemos-PI) propõe o projeto de lei 8583/17 visando aumentar a pena para todas as modalidades de crime de receptação, delito diretamente relacionado aos altos índices de criminalidade. O objetivo é frear a ação desses “patrocinadores” de furtos e roubos e, coibir o comércio clandestino dos produtos ilícitos.

foto silasSilas Freire. (Imagem:AssCom)

“São os receptadores que fomentam o mercado negro. Por causa deles que os criminosos permanecem arrombando residências, atacando caminhões no transporte das cargas ou assaltando e ameaçando o cidadão que, por vezes, acaba pagando com a vida.”, justifica Silas.

Pelo artigo 180 do código penal, o crime de receptação , ou seja, o ato de adquirir ou ocultar produtos de crime, tem pena prevista de reclusão de 1 a 4 anos. Mas pela proposta do parlamentar, a pena sobe para 2 a 5 anos.

Já a receptação qualificada, ou seja, o ato de adquirir produtos de furto e desmontar, montar, remontar, vender ou de qualquer forma utilizar, em proveito próprio no exercício de atividade comercial ou industrial, coisa que deve saber ser produto de crime; tem pena prevista atualmente de 3 a 8 anos, mas subiria para 5 a 10 anos conforme o projeto de Silas Freire.

E temos ainda o receptador culposo, ou seja, aquele que adquire produto ilegal sem saber de sua origem criminosa, mas ignora a desproporcionalidade de valor e os indícios de crime, com pena prevista de 1 mês a 1 ano, passaria a vigorar a pena de 6 meses a 2 anos de detenção.

“Precisamos aprimorar a legislação que é muito branda para essa modalidade criminosa. São inúmeros ataques envolvendo tanto saque de cargas milionárias nas estradas, como o furto e latrocínio nas cidades. O lucro dessas organizações criminosas ou quadrilhas especializadas são extremamente expressivos. Se não tivesse quem comprasse esses produtos, não compensaria mais praticar esses crimes. Por isso, o receptador é tão culpado pelos prejuízos à sociedade quando o assaltante.”, declara Silas Freire.


Fonte: AssCom

A saída de Washington Bonfim da Secretaria de Planejamento está revelando um descontentamento que não é pontual, mas bastante amplo de membros do PSDB com a liderança e o projeto político do prefeito Firmino Filho. Na avaliação de importantes tucanos, o prefeito estaria atrelando o partido a um projeto que, no final das contas, se resume à família Silveira.

Lucy e Firmino 9021c34

O caso de Washington seria o mais explícito, pelo desfecho que tem desenhado. Segundo avaliação de alguns tucanos, o secretário saiu do PSDB para o PP para atender a uma estratégia de Firmino, não do partido. E, de mudança para a nova sigla, viu ser ofuscado pela filiação simultânea da primeira-dama Lucy Silveira.

Lucy já desembarcou no PP com o projeto de deputada federal debaixo do braço, o que significava preterir Washington, à época embriagado com a possibilidade de disputar o mesmo cargo – e com o aval de Firmino. Até aí, a estratégia de Firmino tinha atropelado apenas o secretário. Mas logo sobraria para outros.

Talvez calculando a dificuldade que é eleger um deputado federal em um partido de pouca capilaridade no interior, Firmino mudou o projeto desenhado para a esposa: não disputaria mais a Câmara, e sim a Assembleia. E isso traria novas vítimas, mas uma em especial: o sobrinho e deputado estadual Firmino Paulo, que perderia boa parte dos votos que teve na capital.

A solução para salvar Firmino Paulo foi convencer Luciano Filho a disputar uma vaga na Câmara Federal. Com isso, redutos de Luciano poderiam ser somados ao capital eleitoral do sobrinho-deputado, livrando a pele de mais um membro da família. Nada feito: Luciano até que ponderou, mas declinou.

O cálculo de Firmino – o prefeito –, por enquanto, tem gerado mais críticas que aplausos. A mudança de projeto de Lucy criou reação dentro da bancada estadual, já que prejudicaria os três tucanos da Assembleia. Também produziu reação dentro da própria família, diante do prejuízo à campanha de reeleição do sobrinho. A solução de lançar Luciano Filho à Câmara não vingou. E a situação é que o descontentamento segue.

Para completar, o prefeito agora defende o nome de Firmino Paulo para a presidência do partido. O argumento é que tanto Luciano quanto Mardem Menezes já estiveram à frente do PSDB estadual. Pode ser um ótimo argumento. Mas há quem leia a sugestão de Firmino Filho como mais um passo para ter o controle de tudo dentro do núcleo familiar.

As críticas são tão fortes que um tucano de alta plumagem chega a dizer que o prefeito está promovendo um desmonte do partido. Mas, ao mesmo tempo, não quer entregar o osso. No dizer desse tucano, seria como o sujeito que vende a casa mas não entrega a chave ao novo proprietário.

 

Fonte:cidadeverde.com

O projeto de retornar à Assembleia Legislativa está em plena execução. O ex-governador Zé Filho, presidente da FIEPI (Federação das Indústrias do Piauí) só falta definir filiação partidária, pois atividades políticas estão em ritmo acelerado. No final de semana, Zé Filho prestigiou festejos e visitou comunidades nos municípios de Luis Correia, Cajueiro da Praia e Piracuruca. Foi recebido por lideranças políticas, comunitárias e demonstrou afinidade com suas bases aliadas na região norte. O ex-governador vai aguardar o desfecho da reforma política para acertar filiação, porém o campo de atuação já está escolhido: será oposição ao governo estadual e adversário do PT.

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Fonte:cidadeverde.com

Integrando a bancada da situação na Câmara Municipal de Floriano, o Vereador Dessim(PR) disse que "com todo o respeito aos artistas circenses, desconhece o malabarismos a que o vereador se refere". Confira a íntegra da entrevista do parlamentar, que a exemplo da entrevista do Vereador Fábio Braga, também foi veiculada ao vivo pelo jc24horas no facebook.

Screenshot 2017 09 05 13 33 21Vereador Dessim (Imagem:Reprodução do vídeo/jc24horas)

 

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