DarioPax

"Não é colocando faca no pescoço do governador que se viabiliza indicação de vice na chapa majoritária", afirma a vice-governadora Margarete Coelho (Progressistas), reagindo a declaração do líder do PMDB na Assembleia Legislativa, João Mádison Nogueira (PMDB), que admite até não apoiar a reeleição do senador Ciro Nogueira (Progressistas) caso o partido não indique o candidato a vice-governador na chapa de Wellington Dias. Segundo Margarete Coelho, o PMDB não precisa desse tipo de postura para assegurar vaga em chapa majoritária.

margoo1

"O PMDB é uma força política de expressão no Estado, no país e não merece tal comportamento", avalia a vice-governadora. Sobre a permanência na chapa governista, Margarete Coelho informou à coluna que seu nome está à disposição do Progressistas, dos partidos aliados e do governador Wellington Dias. "Mas candidatura majoritária não deve ser fruto de imposições ou de vontade pessoal. Se meu nome contribuir para a  consolidação de uma aliança eleitoral com amplo apoio político e popular, estarei à disposição para seguir na chapa", afirma.  Para a vice-governadora, no pleito majoritário de 2018,  as prioridades do Progressistas são as reeleições do senador Ciro Nogueira e do governador Wellington Dias. "O senador Ciro tem o apoio político e o reconhecimento de prefeitos de norte a sul do Piauí, incluindo a capital,  por seu trabalho em busca de recursos e projetos para o Estado", disse. Margarete Coelho comparou a reação do líder do PMDB na Assembleia Legislativa, de associar indicação do candidato a vice-governador a apoio do partido ao senador Ciro Nogueira, à chantagem política. João Mádison  admitiu voto no ex-governador Wilson Martins (PSB) na eleição para o Senado caso o PMDB não indique o companheiro de chapa do governador Wellington Dias. A revelação de Mádison estremeceu a relação política com o Progressistas.

 

Fonte:cidadeverde.com

ab filmes
Espeto e Cia
Friks peixe
G Gas
Galerias dos Calçados
Nobe Climatizadores