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Provavelmente você já ouviu a célebre frase do ex-governador de Minas Gerais, Magalhães Pinto; “Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou”. A sentença, dita por um dos maiores articuladores do golpe militar de 1964, se encaixa perfeitamente quando aplicada ao cenário político teresinense em 2004, 15 anos atrás. Enquanto Sílvio Mendes e Elmano Férrer se uniam para suceder o então jovem Firmino Filho que acabava seu segundo mandato, do outro lado uma série de inconsistências políticas históricas marcavam a capital do estado.

par interna c279b02145f9e72fb5ced26162ea273fb061c283Deputada Estadual Flora Izabel. (Imagem:Divulgação)

A principal candidata rival de Sílvio era ninguém menos que a ex-primeira dama caçada do Brasil. Atentai bem, Adalgisa Paiva e Marcos Tavares Silva levaram as eleições para o segundo turno e perderam para Sílvio Mendes. Marcos Silva era vice de Firmino e de forma inédita se candidatara para ser vice, de novo. Mas os desvarios históricos ainda estão por vir. O PT se uniu ao PSL, sigla de direita nos tempos atuais. A coligação “Teresina é de todos” era capitaneada por Flora Izabel (PT) e Gessivaldo Isaías (PSL), um pastor social liberal. O fiasco foi histórico, tão grande que o PT junto com o partido de Bolsonaro conseguiu ser derrotado pelo comediante “Quem-Quem” que ficou em terceiro lugar.

Completando o conjunto de fatos insólitos trazidos pelas eleições municipais de 2004, estava o ex-deputado estadual Robert Rios, a época um comunista convicto no PC do B. De lá pra cá as eleições municipais na capital foram sempre marcadas pela atonia da oposição que nunca conseguiu disputar de fato o palácio da cidade com o PSDB. Em 2020 um novo cenário se desenha com prováveis três fortes candidaturas de oposição e uma base governista indecisa. Como bem definiu Napoleão; “A História é um conjunto de mentiras sobre as quais se chegou a um acordo”. Resta saber de quais mentiras riremos daqui a quinze anos.

 

Fonte:portaldouglascordeiro.com

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