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O São Paulo não teve grandes problemas para vencer o Mirassol, por 4 a 0, neste domingo à noite, no Morumbi, e se classificar para a final do campeonato Paulista diante do Palmeiras.

0fb4d127da50219614e9e052aea89586Foto - Rubens Chiri / saopaulofc.net

A federação Paulista de Futebol divulga nesta segunda-feira datas e horários dos dois jogos da decisão. Por ter melhor campanha, o time tricolor fará o segundo jogo em casa

Ao contrário do que a Ferroviária fez na sexta-feira, quando esperou o São Paulo em seu campo, o Mirassol se posicionou forte no meio-campo e incomodou o goleiro Volpi desde o início da partida.

E ainda fez uma marcação especial no meia Benítez, destaque no duelo das quartas de final e responsável direto pelos quatro gols marcados.

Com isso, o jogo ficou bem disputado nas duas intermediárias, com as defesas superando os ataques. Desta forma, a opção foram os chutes de longa distância. Cada time teve ao menos duas oportunidades, mas a pontaria não foi boa.

Com o tempo, a marcação do Mirassol ficou menos intensa e o São Paulo passou a ficar mais com a bola, quase 70% do tempo. Desta forma, as chances se tornaram mais comuns e mais perigosas a favor dos anfitriões. Daniel Borges chegou a tirar uma bola chutada por Reinaldo em cima da linha. Miranda e Liziero também quase marcaram.

Mas o placar foi aberto só aos 44 minutos, após falha de Muralha Após escanteio pela esquerda, o goleiro falhou na saída de bola e Arboleda, de ombro, tocou para o fundo do gol.

No segundo tempo, o São Paulo voltou com uma marcação mais forte e pressionou a saída de bola do Mirassol. Pablo, mal nos primeiros 45 minutos, quase se complicou ainda mais.

Aos 4 minutos, o centroavante foi lançado, livre, diante de Muralha, chutou mal, mas a bola bateu em Daniel Boza e entrou: 2 a 0, São Paulo.

A partir daí, o time classificado para a final estava decidido, faltava saber a vantagem a ser conquistada. Aos 11 minutos, saiu o terceiro gol são-paulino, após nova cobrança de escanteio, feita por Benítez. Miranda desviou e Gabriel Sara, na linha do gol, tocou para dentro.

Com 3 a 0 no placar, o São Paulo perdeu o interesse no jogo e diminuiu o ritmo por ter tido de entrar em campo menos de 48 horas depois de vencer a Ferroviária e ainda ter de jogar de novo na terça-feira, pela Ciopa Libertadores, frente ao Racing, quando estará em jogo o primeiro lugar do grupo.

Já o Mirassol, desanimado, não teve forças para buscar uma reação ou até mesmo buscar pelo menos um gol. Chegou até a ter mais espaço e oportunidade de finalizar, mas faltou capricho para exigir defesas de Volpi.

Em ritmo de treino, com a marcação do Mirassol frouxa, o São Paulo chegou ao quarto gol em jogada iniciada por Benítez, que lançou Igor Vinícius na direita. O cruzamento foi para Luciano, que bateu e teve a ajuda de Muralha, em nova falha.

O São Paulo garantiu a chance de quebrar um jejum de 16 anos sem o título estadual e vai enfrentar o Palmeiras, com quem já disputou oito vezes o título. Ganhou três vezes e foi superado em cinco oportunidades. A última decisão entre os dois times foi em 1992 e a taça ficou no Morumbi.

Fonte: Estadão Conteúdo

O atacante Ricardinho, de 20 anos, saiu do banco de reservas e fez, aos 42 minutos do segundo tempo, o gol da virada por 2 a 1 do Grêmio sobre o Internacional, no primeiro jogo da final do Campeonato Gaúcho, disputado neste domingo, em pleno Beira-Rio.

269298b252cb95df300c8e833e728d21Foto: Lucas Uebel | Grêmio FBPA
Com isso, o time tricolor joga por um empate na rodada de volta para ser campeão do estadual pela quarta vez seguida. Já o Inter precisa vencer por dois gols de diferença para levantar a taça ou construir uma vantagem de um gol para levar a decisão aos pênaltis.

O título será decidido no próximo domingo, em duelo marcado para as 16 horas, na Arena do Grêmio. Antes disso, os dois times têm compromissos fora do Brasil na quinta-feira.

O Internacional joga contra o Olímpia, às 21 horas, em Assunção, pela quinta rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Já o Grêmio visita o Aragua em Caracas, a partir das 21h30, pela quinta rodada da Copa sul-americana.

O certo é que o clima quente do Gre-Nal já preparou ambos para a tensão comum aos jogos contra adversários de outros países sul-americanos. O primeiro tempo foi de muita disputa no meio de campo.

Mais organizado no setor, o Inter se saiu melhor e conseguiu ficar mais com a bola, ainda que sem criatividade para construir jogadas de perigo.

Do outro lado, o tímido Grêmio movimentou o jogo aos 19 minutos, quando conseguiu acertar a marcação no campo de ataque e aproveitou um erro de passe de Zé Gabriel para finalizar com Pedro Geromel, que mandou para fora.

Depois disso, os gremistas insistiram na marcação alta, sem sucesso. Com a bola no pé, o time da casa voltou a acuar o rival e encontrou o caminho do gol em um belo lançamento de Cuesta, aos 26 minutos. Edenilson dominou na entrada da área e tocou na saída de Brenno para Thiago Galhardo abrir o placar.

A partida seguiu sem grandes oportunidades de gol, com o Internacional no controle do meio de campo.

O Grêmio ameaçou empatar apenas aos 50 minutos, em lance no qual Matheus Henrique ficou cara a cara com Lomba e chutou em cima do goleiro poucos instantes antes de Anderson Daronco apitar o final da primeira etapa.

Os primeiros minutos de bola rolando após o intervalo mostraram um Grêmio diferente, mais organizado ofensivamente, a ponto de conseguir pressionar o rival. Logo aos quatro minutos, Moisés teve que tirar uma bola de cima da linha após cruzamento desviado que enganou Lomba.

A postura gremista inverteu os papéis e o Inter se viu recuado por imposição. Assumindo o risco de se expor mais, o time tricolor aproveitou o bom momento e empatou aos 12 minutos, quando Diego Souza subiu de cabeça, após cobrança de falta de Lucas Silva, e mandou para o gol.

A pressão inicial do Grêmio diminuiu a partir da segunda metade do segundo tempo. Ainda assim, o Inter não conseguiu se organizar ofensivamente e se limitou a tentar furar o bloqueio do adversário, que apostava no contra-ataque.

Apesar da diminuição na intensidade, a equipe gremista voltou a levar perigo. Aos 32, Caio chutou rasteiro e Brenno, convocado pela seleção olímpica nesta semana, tirou com o pé.

A nova tentativa para conseguir a virada veio aos 42, e dessa vez a bola entrou. Darlan cruzou e Ricardinho, que entrou no lugar de Diego Souza, foi lá em cima para marcar o segundo gol gremista.

O Inter pressionou nos minutos finais e até acertou o travessão, com Marcos Guilherme, nos acréscimos, mas não conseguiu o empate.

Fonte: Estadão Conteúdo

O Corinthians avançou à decisão nas últimas quatro edições do Campeonato Paulista. Na disputa de 2021, tem campanha melhor do que a do Palmeiras, o que lhe dá o direito de jogar em casa contra o rival às 16h deste domingo (16).

28601945a973d4f5e58cf764385c1d5fFoto - Cesar Greco - Palmeiras

Ainda assim, não é com confiança ou favoritismo que chegam os jogadores alvinegros às semifinais do Estadual.

Abatidos por goleadas recentes, os comandados de Vagner Mancini disputarão o clássico com bastante humildade. É esse o caminho apontado pelo treinador diante do atual campeão da América do Sul, um adversário em estágio claramente superior e responsável por uma dessas goleadas que abalaram o otimismo preto e branco.

Em janeiro, em duelo válido pelo Campeonato Brasileiro, o Corinthians perdeu por 4 a 0 no Allianz Parque. Vídeos de bastidores divulgados pelo próprio clube do Parque São Jorge mostraram o desânimo no vestiário e a conclusão triste dos atletas.

"Não dá para jogar de igual para igual. Os caras têm muito mais time, estão montados há muito mais tempo do que a gente", lamentou o lateral esquerdo Fábio Santos.

De lá para cá, a trajetória das equipes confirmou a impressão do experiente jogador. O Corinthians não conseguiu nada além de um 12º lugar no Brasileiro e já foi eliminado, com duas rodadas de antecedência, na primeira fase da Copa Sul-Americana.

O Palmeiras conquistou a Copa Libertadores e a Copa do Brasil e tem 100% de aproveitamento na campanha em que defende o título continental.

Alguns bons resultados no Paulista pareciam ter dado ânimo ao lado alvinegro, mas qualquer simulacro de confiança foi quebrado com mais uma dura derrota: 4 a 0 para o Peñarol, em Montevidéu, na última quinta-feira (13).

"Classifico como acidente de percurso", afirmou Mancini, repetindo exatamente a frase usada após a goleada sofrida para o Palmeiras. Em 44 partidas à frente do Corinthians, o treinador coleciona três graves acidentes de percurso, lista que inclui uma vitória por 5 a 1 do Flamengo no estádio de Itaquera.

Para evitar mais um, o time alvinegro adotará um comportamento defensivo na zona leste paulistana e tentará impedir que o rival faça uso de sua melhor arma, o contra-ataque. Já o Palmeiras, que vinha deixando o Estadual em segundo plano, vê a chance de voltar à decisão e deverá enfim usar suas melhores armas.

A formação alviverde, ironicamente, só está viva na competição porque teve a ajuda do rival. Na última rodada da primeira fase, a classificação dos comandados de Abel Ferreira só era possível com um tropeço do Novorizontino, superado pelo Corinthians por 2 a 1.

Agora, o confronto é direto. Quem sobreviver ao duelo em jogo único, com disputa por pênaltis em caso de empate, avançará à decisão contra o vencedor do confronto entre São Paulo e Mirassol.

Fonte: Folhapress

Tudo igual no primeiro jogo da decisão do Campeonato Carioca. Fluminense e Flamengo empataram por 1 a 1, neste sábado à noite, no Maracanã, e agora vão para o segundo jogo, sábado que vem, às 21 horas, nas mesmas condições. Quem vencer ficar com o título e nova igualdade leva a decisão para os pênaltis.

90d75c12c5316ccd74a59ee3d61aa975Foto - Alexandre Vidal - Flamengo

O clima foi um pouco diferente nesta época de pandemia, pois cada clube pôde levar 150 convidados, que fizeram bastante barulho, agitaram o ambiente e reclamaram do juiz em praticamente todas as faltas registradas.

O primeiro tempo foi de total domínio do Flamengo, que chegou por várias vezes a colocar os dez jogadores de linha no campo adversário. Já o Fluminense não tinha forças nem para os contra-ataques. Apesar de pressionar por todo o tempo, o time de Rogério Ceni pouco conseguiu entrar na área tricolor.

O jogo foi bastante disputado no meio-campo e várias faltas foram feitas, proporcionando cinco certões amarelos nos primeiros 45 minutos. Todos os lances foram muito catimbados principalmente pelos veteranos Fred, Nenê e Diego.

Bruno Henrique, aos sete minutos errou o alvo. Esta foi a única chance do jogo até os 18 minutos, quando Egídio cometeu pênalti infantil em Gerson. O juiz, mal colocado, precisou da intervenção do VAR, pois havia marcado falta fora da área.

Gabriel Barbosa, mais uma vez, cobrou com categoria e abriu o placar. Foi o sexto gol do artilheiro no Carioca e o gol 50 no Maracanã.

Com a vantagem, o Flamengo diminuiu um pouco o ritmo, mas nem assim o Fluminense chegou a incomodar o goleiro Gabriel Batista. Já´Marcos Felipe teve de trabalhar em uma finalização de Arrascaeta e ainda torcer para a bola ir para fora em outra jogada individual do uruguaio.

No fim da primeira etapa, por pouco o Flamengo não foi castigado por dominar tanto e perder boas chances de ampliar a vantagem, quando Fred, sozinho na área, furou e perdeu a oportunidade de empatar a partida.

Depois de ver o Flamengo jogar na primeira etapa, o Fluminense voltou com Cazares no lugar de Nenê e mais animado no ataque. Com isso, criou algumas chances, mas viu o adversário também continuar perigoso. Calegari e Fred quase empataram, mas Gabriel e Bruno Henrique também quase ampliaram.

O jogo seguiu nervoso, com muitas faltas ríspidas, que valeram novos cartões amarelos. O Fluminense se acertou na partida e conseguiu o empate, aos 31 minutos, com o uruguaio Abel Hernández, após falha da zaga do Flamengo.

Daí até o final a disputa ficou emocionante e aberta. Luiz Henrique teve toda a chance para colocar o Fluminense em vantagem, enquanto Vitinho quase acertou o ângulo de Marcos Felipe. O empate persistiu e foi o mais justo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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