O craque argentino Lionel Messi tornou oficial nesta segunda-feira, através de suas redes sociais, que o elenco do Barcelona aceitou reduzir o salário em 70% face à pandemia do novo coronavírus, que está afetando todo o mundo, durante o Estado de Emergência decretado na Espanha. Os cortes salariais já eram conhecidos, como a direção do clube catalão anunciou na semana passada, mas os valores dos cortes ainda não haviam sido revelados.

messi barcelonaFoto: MARC GONZALEZ ALOMA/ACTION PLUS/DIA ESPORTIVO/ESTADÃO CONTEÚDO

"Antes de mais nada queremos deixar claro que a nossa vontade sempre foi a de reduzir o nosso salário porque entendemos perfeitamente que se trata de uma situação excepcional e somos SEMPRE os primeiros a ajudar o clube quando nos é pedido", começou dizendo Messi, em um post no seu Instagram, deixando ainda uma clara mensagem à direção do clube.

"Não deixa de nos surpreender que dentro do clube houvesse quem nos quisesse colocar pressão para fazermos algo que para nós sempre foi claro que faríamos", acrescentou, revelando então que os cortes nos salários do elenco serão de 70%.

Além disso, ainda no mesmo comunicado oficial, Messi revela que os jogadores farão uma contribuição para que os funcionários do Barcelona possam continuar recebendo seus salários de forma integral. "Vamos fazer contribuições para permitir que os funcionários do clube recebam 100% dos seus pagamentos", disse o argentino.

"Não queremos nos despedir sem enviar um afetuoso abraço e muita força a todos os torcedores do Barcelona que estão em situação difícil neste momento tão duro. Assim como todos que esperam pacientemente o final desta crise em suas casas. Juntos, rapidamente vamos sair disso", encerrou Messi.

A pandemia do novo coronavírus levou o esporte a uma paralisação em quase todo o mundo e o futebol espanhol está suspenso por tempo indeterminado. E essa paralisação vem atingindo a receita de clubes de todo o país.

Fonte: Estadão Conteúdo

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não tem se posicionado oficialmente sobre o futuro da temporada 2020. Nos bastidores, clubes anunciam que a entidade deu garantias para a realização das Série A e B do Campeonato Brasileiro com as 38 rodadas previstas originalmente.

campanha sere dReprodução/Instagram

Os 20 times da Série C souberam da notícia e começaram a se mobilizar.
Só faltava a Série D. E essa cobrança por medidas em prol do torneio não é encabeçada por dirigentes.

Nesta segunda-feira (30), será protocolada na CBF uma carta assinada por capitães de times participantes da quarta divisão nacional, representando aproximadamente 2.000 jogadores de futebol, segundo estimativa feita no próprio documento.

Reunidos pela internet, eles conseguiram assinaturas digitalmente de cada um, e vão pedir que a CBF conceda ajuda financeira para cada clube, além de garantir a realização da Série D como previsto - com novo formato e jogos até novembro.

carta serie d 01
O movimento foi iniciado em conversas, na noite de sexta-feira (27), entre os goleiros Éder, do São Raimundo (RR), e Rodrigo Ramos, do Altos (PI). Em menos de 48 horas, a carta ficou pronta, com auxílio do advogado Filipe Rino, acionado pelo grupo de capitães.

O calendário da Série D já havia sido aprovado por vários jogadores - apesar do temor de clubes para garantir o pagamento da folha salarial, manifestado antes mesmo da suspensão dos torneios em todo o país por conta do avanço do novo coronavírus.

E se o temor de pagar as contas já existia sem a pandemia, imagina agora.

Rodrigo Ramos falou com o Cidadeverde.com sobre a mobilização dos capitães e explicou a necessidade de apoio financeiro aos clubes.

rodrigo ramos altos2Foto: Luís Júnior/A.A.Altos
- A gente sabe que a CBF nunca ajudou com cotas a Série D. Mas em virtude do que tem acontecido no mundo inteiro por causa dessa pandemia do coronavírus, que ela pudesse dar uma olhada também para esses clubes da Série D. (...) Na Série D, os patrocínios são mais difíceis, tanto da iniciativa privada como do poder público, principalmente nesse momento dessa crise econômica muito em função dessa pandemia.

Eduardo, atacante e capitão do River, outro representante do Piauí no torneio, também assina a carta.

Campeonatos estaduais
O movimento dos jogadores foi rápido, mas não é o único. Neste domingo (29), Salgueiro (PE) e Barbalha (CE) anunciaram a criação de um grupo com presidentes de 250 clubes que disputam campeonatos estaduais. Nos bastidores, há o temor de dirigentes pelo cancelamento de todos os torneios por falta de datas no calendário da CBF.

 

Fonte:cidadeverde.com

Antes da Copa do Mundo de 1994 nos Estados Unidos havia uma campanha cerrada de alguns segmentos da imprensa esportiva contra o técnico Carlos Alberto Parreira e alguns jogadores.

401509143ce56161feedd97818d046adCampeões mundiais de 1994 — Foto: Lucas Figueiredo - CBF

A tal campanha já estava em andamento desde as eliminatórias.O Brasil somente garantiu a classificação na última partida com o Uruguai no Maracanã, vencendo por 2 x 0, com dois gols de Romário e o empate já era suficiente. Foi um prato cheio para os "adversários" do Brasil garantirem que "foi Romário que classificou o Brasil".

Vale lembrar outras eliminatórias conquistadas no mesmo Maracanã e na partida final: 1958 - Brasil 1 x 0 Peru, gol de Didi, cobrando falta; 1970 - Brasil 1 x 0 Paraguai, gol de Pelé; 1990 - Brasil 1 x 0 Chile, gol de Careca.

Durante a Copa do Mundo nos Estados Unidos a campanha cerrada continuou. Parreira e alguns jogadores eram vaiados pela torcida brasileira. O Brasil ganhou o título, após 24 anos na fila, mas a turma não se rendeu aos resultados, passando a garantir que "a seleção jogou um futebol feio, retranqueiro; Romário ganhou a Copa; vencemos nos pênaltis".

Anos depois ainda repetem a mesma conversa fiada. Realmente Romário foi importante para a vitória, mas nada de extraordinário. Foi o jogador que todo mundo aplaudiu e que marcou 5 gols nos 7 jogos. Aliás, Vavá marcou 5 gols em 4 jogos da Copa de 1958 na Suécia e ninguém disse que ele ganhou a Copa.

Estou voltando ao assunto após assistir pela terceira ou quarta vez a reprise de jogos de 1994 e 2002 ( as duas conquistas mais recentes do Brasil), cujas campanhas foram as seguinte:

1994 nos Estados Unidos: Brasil 2 x 0 Rússia, Brasil 3 x 0 Camarões, Brasil 1 x 1 Suécia, Brasil 1 x 0 Estados Unidos, Brasil 3 x 2 Holanda, Brasil 1 x 0 Suécia e Brasil 0 x 0 Itália. Na final com os italianos o Brasil foi dono absoluto do jogo, mas Romário, Bebeto e Mazinho perderam "gols feitos".

2002 o Japão: Brasil 2 x1 Turquia, Brasil 4 x 0 China, Brasil 5 x 2 Costa Rica, Brasil 2 x 0 Bélgica, Brasil 2 x 1 Inglaterra, Brasil 1 x 0 Turquia e Brasil 2 x 0 Alemanha.

Comparem as duas seleções, posição por posição:

1994 - Tafarel; Jorginho (Cafu entrou apenas durante o jogo final com a Itália), Aldair, Márcio Santos e Leonardo(Branco jogou nas partidas com Holanda, Suécia e Itália); Mauro Silva, Dunga, Raí e Mazinho se revesaram na posição) e Zinho; Romário e Bebeto. Técnico - Carlos Alberto Parreira.

2002 - Marcos; Cafu, Lúcio, Roque Júnior e Roberto Carlos; Gilberto Silva, Kléberson, Edmílson e Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo e Rivaldo. Técnico - Felipão.

Foram duas seleções que brilharam e conquistaram os mundiais para o futebol brasileiro. Merecem sempre o reconhecimento e os aplausos de todos.

 

Fonte:cidadeverde.com

O atacante Fred deu mais uma prova de que realmente deve retornar ao Fluminense em breve. O atacante, que conseguiu deixar o Cruzeiro após entrar na Justiça, prometeu na noite de quarta-feira que irá voltar ao clube carioca. A confissão foi feita durante uma entrevista feita por uma "live" no Instagram.

309276798df8b459ea7853a746c9431bFoto: Ralff Santos/Fluminense F.C.

Ao ser questionado se retornaria ao Fluminense, o atacante respondeu de imediato. "Eu vou voltar, eu vou voltar". O jogador, entretanto, não chegou a estipular uma data, mas a tendência é que isso aconteça já na disputa do Campeonato Brasileiro.

Logo após a declaração de que retornaria, dezenas de mensagens de torcedores do Fluminense apareceram na "live", pedindo para que a promessa fosse cumprida. A tendência é que Fred realmente retorne ao clube carioca, mas para isso acontecer ele precisa acertar a situação com o Cruzeiro, que não pretende contar com seu futebol, mas tem pendências financeiras para resolver com o atleta.

O atacante conseguiu rescindir o contrato com o Cruzeiro no dia 29 de fevereiro, através de uma liminar na Justiça. Mas os representantes do jogador e o Fluminense ainda não se sentem seguros de firmar um novo acordo e preferem aguardar por uma nova audiência, ainda sem data marcada. O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) está fechado até o final de março, em razão da pandemia do novo coronavírus, e isso pode retardar um pouco mais o acerto.

No último dia 13, o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, já havia deixado claro o interesse do clube em contratar o jogador. "A gente vai trazer o nosso ídolo de volta para casa. É o que a gente quer, a torcida quer e tenho certeza que ele quer também. Imagino que ele possa retornar, mas só para o Campeonato Brasileiro. Estamos na expectativa de que ele se resolva com o Cruzeiro", disse o dirigente.

Fonte: Estadão Conteúdo

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