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Em um jogo fraco tecnicamente, o Corinthians venceu o Cuiabá por 2 a 1 nesta segunda-feira, na Arenal Pantanal, em Cuiabá, e interrompeu a sequência de duas derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro.

63fe917a79ecc710854289a5ce817d59Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

O resultado positivo ajudará a amenizar a crise que o time enfrenta. Na semana passada houve protesto de torcedores no CT e o carro do atacante Jô foi apedrejado quando ele saía de um evento.

A vitória foi construída no primeiro tempo com gols de Roni e Adson e levou o Corinthians à décima colocação na tabela com 17 pontos. O Cuiabá, que diminuiu com o ex-palmeirense Rafael Papagaio, está a um ponto da zona de rebaixamento e ocupa o 15º lugar, com 12 pontos.

No domingo, o time alvinegro recebe na Neo Química Arena o embalado Flamengo, que vem de três goleadas consecutivas sob o comando do técnico Renato Gaúcho - 5 a 1 no São Paulo, 4 a 1 no Defensa y Justiça e 5 a 0 no Bahia.

Pressionado por ter conseguido apenas uma vitória nos últimos cinco jogos, o Corinthians começou mal a partida. Mas o Cuiabá parecia também não querer muito jogo e os 20 minutos iniciais demoraram para passar. Até que Fagner lançou para Gabriel na direita. Ele dominou e rolou para o meio da área. Adson ajeitou e Roni bateu colocado: 1 a 0.

O Corinthians, como tem acontecido nos últimos tempos, recuou após ficar à frente do placar. O Cuiabá esboçou uma pressão, mas deu vacilo no campo de defesa e os visitantes aproveitaram.

Uendel perdeu a bola para Fagner, que tocou para Jô. O centroavante deu para Roni, que fez o corta-luz e Adson marcou seu primeiro gol no profissional da equipe.

O Cuiabá voltou para o segundo tempo com duas alterações, mas tinha dificuldade para chegar ao gol do Corinthians. O time paulista pressionava a marcação na saída de bola do adversário e parecia mais próximo do terceiro gol. Aos 20, chegou a balançar as redes com Jô, mas o assistente assinalou corretamente impedimento.

Talvez por achar que o jogo já estava ganho, o Corinthians relaxou na partida. O Cuiabá aproveitou e diminuiu aos 25. Rafael Papagaio aproveitou cruzamento do ex-corintiano Clayson e mandou para as redes.

O susto serviu para acordar novamente o time. A partida ficou equilibrada. As duas equipes abusavam dos erros de passe.

O Cuiabá ainda teve bom chance em chute de Guilherme Pato, mas Cássio fez a defesa. Nos acréscimos, a equipe anfitriã ainda teve expulso Anderson Conceição por acertar uma cotovelada em Gabriel.

Fonte: Estadão Conteúdo

Fernando Scheffer, 23, chegou ao Japão para as Olimpíadas de Tóquio dizendo que a medalha era possível. O argumento era simples: a prova dos 200 m livre estava tão aberta que qualquer um poderia vencer. "Não existem favoritos, e os tempos mostram isso", afirmou o nadador.

3e72158924737aecaaa91d6e48946556Foto - Satiro Sodré/CBDA

Ele estava certo. Com 1min44s66, o brasileiro conquistou a medalha de bronze na noite desta segunda-feira (26), no Centro Aquático de Tóquio. Foi o primeiro pódio do país na natação desde Londres-2012, quando César Cielo foi bronze nos 50 m e Thiago Pereira ficou com a prata nos 400 m medley.

A medalha também foi a recompensa, com juros, pela decepção de 2016, quando não conseguiu o índice para os Jogos do Rio por 80 centésimos de segundo. "Só queria fazer a minha prova, colocar na água tudo o que treinei e nadar feliz. Parece que estou sonhando ainda", disse ele segundos após a terceira posição.

As medalhas de ouro e prata ficaram com os britânicos Tom Dean (1min44s22) e Duncan Scott (1min44s26), respectivamente. "O ranking dos 200 m mostra que temos condições de bater de frente com as potências", afirmou Scheffer, em mais uma previsão correta.

O brasileiro terá pouco tempo para comemorar. Na manhã de terça (27), às 8h07, ele vai nadar a semifinal do revezamento 4x200 m, prova na qual também tem chances de medalha. Ao jornal Folha de S.Paulo, antes dos Jogos, Scheffer indicou acreditar que o pódio era mais provável nesta prova do que nos 200 m individual.

Com a conquista, a natação brasileira chega à sua 14ª medalha em Olimpíadas. E ela veio com o gaúcho de Canoas que, aos 11 anos, começou a nadar apenas para não ficar sozinho em casa e em pouco tempo passou a ser apontado como uma das maiores revelações da modalidade no país.

Scheffer iniciou a prova na raia oito, em que geralmente não largam os favoritos. Não largou bem e não estava entre os três primeiros na batida dos 50 metros. Foi quando outra previsão, essa a integrantes da equipe nacional, confirmou-se. A partir dos 100 metros, se ele estivesse na briga, teria chances reais.

Nos 50 metros finais, chegou a flertar com o ouro e travou duelo com os britânicos até a batida derradeira. O bronze confirma a intenção manifestada à Folha de S.Paulo no mês passado.

Ele tinha condições de conquistar um resultado histórico em Tóquio. Calmo, sem jamais mostrar ansiedade, em característica que desde cedo impressionava seus treinadores, ele já sabia que as Olimpíadas seriam inesquecíveis.

"Foram tantos anos de treino que eu quero aproveitar cada segundo. Um passo de cada vez. Não tenho dúvidas de que vai ser uma experiência incrível", disse.

O pódio para Scheffer significa seguir os passos do ídolo César Cielo, o nadador cuja vitória, há nove anos, o gaúcho acompanhou pela TV.

À época, ainda criança, ele nem pensava estar nos Jogos, algo que só entrou na cabeça quando viu seu nome pela primeira vez no ranking nacional dos 200 m livre, a prova que agora lhe deu o maior momento da carreira, na piscina de Tóquio.

"Todo o espírito olímpico me chama muito a atenção. A ideia da união dos povos, os valores, os sonhos, o esporte como um todo. É o que faz os Jogos serem tão mágicos", disse o nadador do Minas Tênis Clube.

Fonte: Folhapress

Parecia o gol do Ronaldinho Gaúcho contra a Inglaterra na Copa do Mundo de 2002.

Enéas, 58, saiu descalço pela rua gritando. Os vizinhos saíram para abraçá-lo. A família, que ficou acordada até as 2h, comemorava na sala. Uma bandeira do Brasil tremulava na janela do segundo andar.

da4f384ce0d7a610044d9b3f82bc9069Foto: Fotoarena/Folhapress

Mas em vez de gol o grito era de "prata". Kelvin Hoefler havia acabado de conquistar o segundo lugar nas Olimpíadas de Tóquio, a primeira medalha do Brasil na estreia do skate em Jogos.

A família recebeu a reportagem na tarde deste domingo (25) após passar a noite quase em claro para celebrar o triunfo do atleta, nascido há 28 anos em Itanhaém e criado naquela mesma rua no Guarujá, no litoral de São Paulo, onde seu Enéas correu em êxtase.

A rua da infância de Kelvin era diferente. Agora asfaltada, era de paralelepípedo. E o skatista, que hoje tem fama de pacato e utiliza fones no ouvido só para não ser incomodado, não era tão calmo assim.

"Demos o skate para ele parar de ser tão elétrico. Ele ficava como um louco aqui na sala com um velotrol. Sabe aquele do 'Menino Maluquinho'? Ele chegava da escola, e eu já escutava aquele barulho na calçada", lembra Enéas, que, a certa altura, estava convencido de que o filho teria que trabalhar com algo que não exigisse concentração.

O skate chegou aos oito anos de idade, mas antes os pais tentaram colocar o pequeno santista no futebol –"ele pediu para sair porque não tocavam a bola para ele"– e no surfe –"ele achou a água muito gelada e ficou traumatizado com os diversos caldos que levou".

Sem bola nem água gelada, Kelvin obteve em Tóquio, na categoria street, 36.15 pontos na soma de suas quatro melhores notas na final. Disputando em casa, o japonês Yuto Horigome, 22, foi medalhista de ouro, com 37.18, e o americano Jagger Eaton, 20, foi bronze com 35.35.

Após duas boas voltas que lhe colocaram na liderança da decisão, ele tinha cinco tentativas para acertar manobras e precisava conseguir ao menos duas. Acertou a primeira com uma boa nota –8.99–, errou a segunda e a terceira. A pressão aumentou, mas ele respondeu com uma tentativa mais segura, que lhe rendeu 7.58, e finalizou com sua melhor manobra: 9.34.

"Se não fosse o vento, a gente poderia ter levado [o ouro]. Infelizmente, eu errei duas manobras devido ao vento, tive esse empecilho", disse. Mas a prata claramente não significou descontentamento.

"Essa medalha aqui... Acredito que é um ganho para o skate em geral do Brasil. A gente vem batalhando. É bem difícil a modalidade no Brasil, então eu cresci tendo muitas dificuldades. Isso aqui não é só meu, é de todos os skatistas do Brasil, de toda a galera que vem torcendo pela gente", afirmou.

Pelas paredes da casa da família, além de shapes e troféus, há pendurada uma bicicleta utilizada pelo medalhista para viajar com o pai e a irmã, que também gostava de skate, até Santos, local mais próximo onde havia pistas decentes. Espantado com o interesse dos filhos, Enéas, um policial da reserva, mergulhou no YouTube para aprender técnicas de skatistas consagrados e como construir obstáculos.

Em pouco tempo, a casa toda havia se tornado uma pista. Ainda hoje, os rodapés trincados carregam as marcas das andanças dos filhos. "Ele vinha da cozinha, passava pela sala e ia para o quintal. Eu ficava doida, ele passava na frente da TV, [eu estava] cozinhando e ele batia no fogão e derrubava as panelas", lembra a mãe, Roberta, 53. "E tínhamos dois cachorrinhos pequenos que corriam atrás dele."

Demorou pouco tempo para Kelvin despontar. Hoje, além da medalha olímpica, está no livro dos recordes como maior campeão mundial de seu esporte, com seis títulos. Também venceu dois X-Games.

A casa da família no Guarujá cresceu depois de o skatista comprar um dos imóveis vizinhos. Depois, o multicampeão foi morar em Los Angeles, em uma casa afastada perto de uma montanha, com a esposa Ana Paula Negrão, que ele conheceu em sua primeira viagem ao exterior, com 17 anos.

Após o título em Tóquio, Kelvin conseguiu conversar com a família no telefone apenas por volta do meio-dia, mais de 10 horas após a conquista, tamanha era sua lista de deveres. E sequer poderá visitar o Brasil para comemorar –já tem compromissos marcados nos Estados Unidos.

A família entende. Diz que são problemas de uma carreira vitoriosa. Mas sente saudade. Saudades que também trazem a esperança de que a medalha mude o panorama do skate local, que tem nomes fortes no cenário mundial. Além de Kelvin, Leticia Bufoni também foi criada no Guarujá.

"Quero que chegue um momento em que não aconteça o que aconteceu com meu filho: ter que sair do país. Vamos ver se agora essa mentalidade muda, se a nova geração fica aqui, com pistas boas para treinar, com patrocinadores que deem apoio no começo da carreira. Temos muita saudade", diz o pai.

A reportagem visitou cinco pistas de skate no Guarujá indicadas no Google Maps. Uma delas sequer existe. As outras, mesmo em um domingo de sol, estavam vazias –e não em razão da pandemia, já que o movimento nas praças, calçadas e bares existia, além do constante passar das bicicletas.

Em um das pistas, da Guaiuba, quatro amigos pensavam como reunir dinheiro para reformar o local.

Questionados onde era possível andar bem de skate na cidade, os rapazes acenaram negativamente. A avaliação é a de que Kelvin precisou ser muito fora de série para conseguir chegar aonde chegou.

 

Fonte: Folhapress

O Athletico-PR encerrou o jejum de três jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro ao vencer o Internacional por 2 a 1, neste domingo, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela 13.ª rodada.

d00d8889782d6ab29bb86fa18914c86dFoto - Ricardo Duarte - Internacional

Terans e Vitinho fizeram os gols dos paranaenses no primeiro tempo. Edenílson (em cobrança de pênalti) anotou para os gaúchos na etapa final.

O resultado manteve o Athletico-PR na quinta colocação com 23 pontos, a um do G4 - a zona da Copa Libertadores. O Internacional, por sua vez, viu a pressão aumentar, ainda mais após a eliminação na competição continental.

O time do técnico uruguaio Diego Aguirre está fora até mesmo da faixa de classificação à Copa Sul-Americana, no 13.º lugar com 14 pontos, a quatro da degola.

O Athletico-PR tomou conta do primeiro tempo. Antes da bola balançar as redes, Terans, em chute da intermediária, e Caio Vidal, de cabeça, assustaram o goleiro Daniel.

Aos 36 minutos, porém, não teve jeito. Terans bateu falta com perfeição e abriu o marcador. O arqueiro colorado só observou.

Quatro minutos depois, o Internacional acordou e empatou em chute de Caio Vidal, mas o VAR anulou o gol ao assinar falta de Heitor em Vitinho no início da jogada.

Como se isso não bastasse, o Athletico-PR ampliou nos acréscimos. Aos 48 minutos, Vitinho aproveitou bobeada do zagueiro Victor Cuesta e chutou sem chances para Daniel.

No segundo tempo, o Internacional foi em busca do empate. Logo aos dois minutos, Boschilia bateu da intermediária e acertou a trave do goleiro Bento. O Athletico-PR respondeu aos 10 em um petardo de Moisés, mas Daniel defendeu.

Disposto a empatar, o clube gaúcho chegou ao seu primeiro gol aos 20 minutos. Nicolas travou a bola de Yuri, mas botou a mão. Na cobrança de pênalti, Edenílson bateu no canto esquerdo e não deu chance ao goleiro rubro-negro.

Apesar do gol, o Internacional não se animou e não teve força para buscar o empate, enquanto que o Athletico-PR se fechou e garantiu a vitória.

Na 14.ª rodada, o Athletico-PR visitará o xará Atlético-MG no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, no próximo domingo, às 16 horas. No sábado, às 20 horas, o Internacional receberá o Cuiabá no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.

Antes da próxima rodada do Brasileirão, o Athletico-PR receberá o também xará Atlético Goianiense, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo será nesta quarta-feira, às 16 horas, na Arena da Baixada. O Internacional tem a semana livre porque foi eliminado na fase anterior pelo Vitória.

Fonte: Estadão Conteúdo