O Palmeiras cumpriu sua meta nos 3.600 metros de La Paz. Em seu retorno à Copa Libertadores, paralisada por seis meses pela pandemia do novo coronavírus, a equipe alviverde levou a melhor por 2 a 1 sobre o Bolívar, gols marcados por Willian, de pênalti, e Gabriel Menino.

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O resultado na noite de quarta-feira (16) manteve o aproveitamento total dos comandados de Vanderlei Luxemburgo na competição. Com nove pontos em três jogos, eles lideram com folga o Grupo B, já com a classificação às oitavas de final bem encaminhada.

O triunfo no estádio Hernando Siles foi o primeiro de um brasileiro sobre o Bolívar em La Paz desde uma jornada feliz do Grêmio na cidade em 1983. Após 37 anos, o time local voltou a ser superado por um adversário do Brasil.

Contribuiu para isso o fato de que os jogadores da formação da Bolívia não atuavam desde março. Os torneios não foram retomados no país, por restrições ligadas à luta contra a Covid-19.

Sem ritmo, o Bolívar não conseguiu criar maiores chances no primeiro tempo, levando algum perigo apenas em cruzamentos. Já o Palmeiras conseguia aparecer razoavelmente no campo de ataque, em chutes de fora da área ou em lances de bola parada.

Os visitantes chegaram ao gol aos 34 minutos, em pênalti sofrido por Rony, que se mostrou mais esperto do que Jusino. Willian se apresentou para a cobrança e fez uma boa batida, por baixo, no canto direito do goleiro Rojas.

A vantagem foi ampliada aos 15 minutos da etapa final. Gabriel Menino recebeu de Rony no meio de campo, resolveu arriscar de longe e acertou um chute muito bonito para deixar o triunfo bem encaminhado.

O Bolívar, no entanto, diante de um adversário que foi se desgastando na altitude, voltou à partida em uma batida de escanteio. Aos 22, Gutiérrez desviou a cobrança, e Riquelme completou de cabeça.

Luxemburgo, como tem feito no Campeonato Brasileiro, gastou suas cinco substituições para dar novo fôlego à equipe. Nos minutos finais, o Palmeiras se fechou na defesa, cortando cruzamentos para assegurar um bom triunfo em La Paz.

BOLÍVAR
Javier Rojas; Diego Bejarano, Adrían Jusino, Luiz Gutierrez e Jorque Flores; Cristhian Machado, Fidencio Oviedo, Roberto Fernandez (Ábrego) e Erwin Saavedra (Anderson); Juan Carlos Arce e Marcos Riquelme. T.: Claudio Vivas
PALMEIRAS
Weverton, Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Matías Viña; Ramires (Bruno Henrique), Gabriel Menino, Zé Rafael (Gustavo Scarpa) e Raphael Veiga (Danilo); Rony (Gabriel Veron) e Willian (Vitor Hugo). T.: Vanderlei Luxemburgo
Estádio: Hernando Siles, em La Paz (BOL)
Árbitro: Piero Maza (Fifa/CHI)
Assistentes: José Retamal e Edson Cisternas (CHI)
Cartões amarelos: Claudio Vivas (BOL); Zé Rafael, Gabriel Menino, Bruno Henrique e Danilo (PAL)
Gols: Willian (PAL), aos 34min do 1ºT; Gabriel Menino (PAL), aos 15min, e Marcos Riquelme (BOL), aos 22min do 2ºT

 

 

Fonte: Cidade Verde

Não é de hoje que Nenê vem sendo decisivo pelos gramados brasileiros. Aliás, aos 39 anos de idade, com mais de 200 gols no currículo e boa passagem pela Europa, dá pra afirmar que o meia escreveu uma carreira de sucesso ao longo de sua trajetória, sendo peça-chave na maioria dos times em que atuou. E no Fluminense não tem sido diferente.

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Em 2020, Nenê ostenta a impressionante marca de 17 gols em apenas 28 jogos. Uma média de 0,60 tentos por partida, a maior de sua carreira. Nem mesmo quando foi o camisa 10 do Paris Saint-Germain, onde se tornou ídolo, o jogador teve um rendimento ofensivo tão alto.

Na sua melhor temporada na França, em 2011/2012, o apoiador marcou 27 vezes em 47 atuações, seu recorde até então em volume e também em média (0,57). Esse último, no entanto, já vem sendo superado. E se mantiver esse ritmo até o fim do Brasileiro, certamente também baterá em números gerais.

TEMPORADAS ARTILHEIRAS DE NENÊ
- Por ordem de gols marcados

11/12 - PSG - 27 gols em 47 jogos - 0,57 g/j
2016 - Vasco - 21 gols em 55 jogos - 0,38 g/j
10/11 - PSG - 20 gols em 51 jogos - 0,39 g/j
2020 - Fluminense - 17 gols em 28 jogos - 0,60 g/j
09/10 - Monaco - 15 gols em 41 jogos - 0,36 g/j

 

 

Fonte: Lance.com.br.

Em jogo marcado pela tensão, o Paris Saint-Germain foi derrotado pelo Olympique de Marselha, por 1 a 0, neste domingo. Além do revés no clássico, em jogo válido pela terceira rodada do Campeonato Francês, o time parisiense teve vários expulsos em confusão no final, incluindo a principal estrela da equipe, Neymar. O atacante brasileiro teve uma forte discussão com o zagueiro espanhol Álvaro González e chegou a acusá-lo de racista

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Ainda no primeiro tempo, Neymar foi até o quarto árbitro para dizer "racismo não!", se referindo a González, embora não seja possível saber se ele havia sido o alvo da ofensa ou outro jogador do PSG. González disse ter sido alvo de uma cusparada de Di María, que afirmou ter sido ofendido pelo espanhol. O zagueiro negou que havia sido racista e pediu que o VAR fosse utilizado - o árbitro Jêrome Brissard não puniu ninguém.

No final da segunda etapa, Kurzawa se desentendeu com Amavi, agrediu o jogador do Olympique e foi expulso. Paredes e Benedetto receberam o segundo amarelo e, logo, também o vermelho Por fim, o árbitro viu Neymar dar um tapa na cabeça de González e também o expulsou. O brasileiro saiu de campo muito nervoso e dizendo que o espanhol era racista e o teria chamado de "macaco"

O jogo terminou com um recorde negativo no Francês. Foram distribuídos 17 cartões, sendo cinco vermelhos.

Com a bola rolando, o único gol da partida foi marcado por Thauvin, que completou cruzamento de Payet em cobrança de falta. O PSG pressionou, mas não conseguiu chegar ao empate. Com o resultado, a equipe de Neymar segue sem pontuar no Campeonato Francês, com duas derrotas em dois jogos. Já o Olympique tem seis pontos, tendo vencido as duas partidas que disputou.

A partida deste domingo marcou o retorno de Neymar, Di María e Paredes ao time de Paris. Eles ainda não haviam estreado no Francês. Estavam afastados, segundo a imprensa francesa, por terem contraído covid-19. Outros três jogadores seguem afastados por conta do novo coronavírus: o zagueiro brasileiro Marquinhos e os atacantes Mbappé e Icardi.

Confira os demais resultados da rodada do Francês:

Lille 1 x 0 Metz

Angers 1 x 0 Reims

Dijon 0 x 2 Brest

Lorient 2 x 3 Lens

Nîmes 2 x 4 Rennes

Monaco 2 x 1 Nantes

 

Fonte: Cidade Verde.

Santos e São Paulo fizeram um bom clássico na Vila Belmiro na noite deste sábado e empataram por 2 a 2, resultado justo para os times que buscaram o ataque a todo momento. Gabriel Sara calou os críticos ao marcar os dois gols dos visitantes, e Marinho provou estar em fase iluminada ao sair do banco de reservas e dar o empate à equipe alvinegra em duelo válido pela décima rodada do Brasileirão.

0d1f22aa3b001a9135c36223f011f748Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

O São Paulo permanece invicto em clássicos nesta temporada, agora com duas vitórias e três empates. Soma 18 pontos e ocupa a vice-liderança da tabela, atrás apenas do líder Internacional, que soma 20. O Santos, por sua vez, segue sem vencer os rivais, com três derrotas e dois empates. Tem 15 pontos e figura no sexto lugar.

Por causa da sequência de partidas e por voltar a jogar pela Copa Libertadores na terça-feira, contra o Olimpia, do Paraguai, o Santos não começou com seu principal jogador: Marinho foi poupado pelo técnico Cuca. O ataque alvinegro teve o jovem Marcos Leonardo, de 17 anos, pela primeira vez como titular e que nem voltou para o segundo tempo. Mas o problema também estava na defesa: com Felipe Jonatan suspenso e sem lateral-esquerdo reserva, o volante Pituca atuou improvisado no setor e sofreu para marcar os adversários.

Já o São Paulo, que enfrentará o River Plate, da Argentina, na quinta-feira, foi a campo com o que tinha de melhor à disposição E logo no começo do jogo a equipe tricolor aproveitou a desorganização defensiva do Santos. Sem opção de passe, Luan Peres tentou sair driblando, Gabriel Sara roubou a bola e abriu o placar.

Depois do gol, o São Paulo continuou a pressão e teve chances para ampliar. O Santos só foi equilibrar o clássico a partir da segunda metade do primeiro tempo e chegou ao empate com Madson, que subiu livre após cobrança de escanteio e mandou de cabeça para o fundo da rede.

O jogo ficou lá e cá, um festival de contra-ataques. O Santos não virou a partida porque Tiago Volpi salvou. E quem se deu melhor foi o São Paulo, que voltou a marcar com Gabriel Sara, após boa jogada de Igor Vinícius, explorando a desorganização do lado esquerdo alvinegro.

Para o segundo tempo, Cuca tentou organizar o sistema defensivo ao colocar o zagueiro Wagner e também dar novo gás ao ataque, com a entrada de Lucas Lourenço. O Santos até voltou melhor e pressionava a saída do São Paulo, mas faltava criatividade na hora que tinha a bola nos pés.

Marinho, então, entrou no lugar de Sanchez e logo depois o jogo ficou 17 minutos paralisado por causa da queda de energia na Vila Belmiro. Na retomada, o artilheiro santista cobrou falta e contou com falha dupla de Volpi para marcar seu sétimo gol no Brasileirão e empatar o clássico.

Na finalização decisiva, Marinho aproveitou que o goleiro do São Paulo montou mal a barreira, praticamente permitindo facilmente a finalização pelo meio, e ainda falhou ao tentar fazer a defesa

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 2 x 2 SÃO PAULO
SANTOS - João Paulo; Madson, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Pituca; Alison, Sánchez (Marinho) e Arthur Gomes; Lucas Braga, Soteldo (Jean Mota) e Marcos Leonardo (Lucas Lourenço). Técnico: Cuca.
SÃO PAULO - Tiago Volpi; Igor Vinicius, Diego Costa, Léo e Reinaldo; Tchê Tchê (Luan), Gabriel Sara, Hernanes (Brenner) e Igor Gomes; Vitor Bueno (Paulinho Bóia) e Luciano. Técnico: Fernando Diniz.
GOLS - Sara, aos 7, Madson, aos 29, Sara, aos 37 minutos do primeiro tempo. Marinho, aos 26 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Soteldo, Luan Peres, Igor Vinícius, Hernanes.
ÁRBITRO - Luiz Flavio de Oliveira (SP).
RENDA E PÚBLICO - Jogo sem torcida.
LOCAL - Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP).

 

Fonte: Cidade Verde.

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