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Com um gol aos 44 minutos do segundo tempo, o Athletico-PR derrotou o São Paulo por 1 a 0, neste domingo, no Morumbi, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. Marcelo Cirino balançou as redes se aproveitando de uma falha do goleiro Tiago Volpi no lance: "Assumo a responsabilidade. Completamente minha. Fui tentar segurar a bola, mas acabou passando. Acabamos perdendo por esse lance", lamentou o jogador tricolor.

e1dc66e88f7dd4d3216bbdfbb44bb264Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

Foi a segunda derrota consecutiva do São Paulo no Morumbi, onde na última quinta-feira o time havia sido superado pelo Fluminense por 2 a 0, pela rodada anterior do Brasileirão. Após a partida, a torcida são-paulina ecoou uma sonora vaia protestando contra os jogadores.

Com a derrota, o São Paulo estaciona nos 52 pontos, na quinta colocação, perde a oportunidade de ultrapassar o Grêmio e termina a rodada fora do G4, zona de classificação que garante uma vaga diretamente à fase de grupos da Copa Libertadores.

O Athletico-PR chegou aos 50 pontos, na sexta colocação, mas já tem vaga garantida na competição continental por ter faturado o título da Copa do Brasil nesta temporada. Essa também foi a oitava derrota do São Paulo no Campeonato Brasileiro, sendo a terceira sofrida no Morumbi. O time do Paraná chega ao 14º triunfo na competição, e o quinto como visitante.

Na 33ª rodada, o São Paulo tenta a reabilitação no clássico paulista contra o Santos, sábado, na Vila Belmiro. No domingo, o Athletico-PR recebe o Botafogo, na Arena da Baixada, em Curitiba

São Paulo e Athletico-PR fizeram um primeiro tempo movimentado, aberto, no qual as melhores chances foram criadas pelo time paulista. O visitante optou por se defender e saiu rapidamente nos contra-ataques, puxados por Nikão e Marcelo Cirino. Apesar da correria imposta aos zagueiros do São Paulo, o time paranaense falhou no último lance, e não conseguiu concluir com perigo ao gol Tiago Volpi.

O São Paulo se arriscou mais, tomou a iniciativa do jogo, mas encontrou dificuldade de penetração quando esteve próximo da área do Athletico-PR. Quando conseguiu concluir a gol, parou em Santos, que fez três defesas importantes.

A primeira delas foi aos 7, quando Reinaldo chutou da entrada da área, a bola desviou em Robson Bambu, mas Santos conseguiu espalmar para escanteio. Aos 21, o goleiro do Athletico saiu jogando errado com os pés, mas se recuperou no lance e defendeu o chute de Pablo que, na marca de pênalti, não aproveitou a chance para abrir o placar.

A última boa chance são-paulina na primeira etapa aconteceu aos 34, quando Antony arriscou de fora da área e o goleiro atlheticano fez a defesa no centro do gol.

O segundo tempo apresentou o mesmo panorama da etapa inicial, com o São Paulo no ataque e o Athletico buscando os espaços deixados no setor defensivo do adversário. Mas, desta vez, o time paranaense melhorou a marcação e não permitiu ao São Paulo chegar com o perigo.

Aos 21, o time paranaense criou a sua melhor oportunidade até então, quando Lucho González recebeu passe de Nikão dentro da área e chutou com muito perigo à esquerda do gol de Volpi.

O São Paulo esteve próximo do gol aos 26, quando a defesa do Athletico bobeou e Gabriel Sara dividiu dentro da pequena área. A bola passou com perigo à direita do gol de Santos.

Fernando Diniz ainda tentou, através de alterações, deixar o São Paulo mais ofensivo, mas o Athletico-PR se postou bem e não permitiu uma pressão nos minutos finais.

E quando a partida caminhava para o empate, uma falha de Tiago Volpi deu a vitória ao Athletico. Aos 44, após boa jogada individual de Vitinho pela esquerda, Marcelo Cirino arriscou de fora da área, o goleiro são-paulino caiu para fazer a defesa, mas a bola tocou na sua mão esquerda e foi parar nas redes.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 x 1 ATHLETICO-PR
SÃO PAULO - Tiago Volpi; Daniel Alves, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Jucilei (Gabriel Sara), Antony, Tchê Tchê, Igor Gomes (Hernanes) e Vitor Bueno; Pablo (Raniel). Técnico: Fernando Diniz
ATHLETICO-PR - Santos; Madson, Robson Bambu, Thiago Heleno e Márcio Azevedo; Wellington, Camacho (Erick) e Bruno Nazário (Lucho González); Nikão, Marcelo Cirino e Rony (Vitinho). Técnico: Eduardo Barros.
GOLS - Marcelo Cirino, aos 44 minutos do segundo tempo.
ÁRBITRO - Wagner do Nascimento Magalhães (RJ).
CARTÕES AMARELOS - Camacho, Reinaldo, Wellington e Antony.
RENDA - R$ 397.902,00.
PÚBLICO - 13.795 pagantes.
LOCAL - Estádio do Morumbi, em São Paulo.
Por Dani Arruda, especial para a AE
Estadão Conteúdo

O empate foi ruim para o Palmeiras, mas não fosse Bruno Henrique, teria sido ainda pior. Foi o volante quem, aos 48 min do 2º tempo, fez o gol que evitou a derrota para o Corinthians neste sábado (9), no Pacaembu.

6487d687917e5906b65c6f086c76b53eFoto: Cesar Greco/Agência Palmeiras

O gol do Corinthians foi marcado por Michel, aos 46 min do segundo tempo, com um forte chute no ângulo;

Mas o resultado em 1 a 1 não foi bom para os rivais. O empate colocou em risco os objetivos das duas equipes no Campeonato Brasileiro.

Se derrotar o Bahia neste domingo (10), no Maracanã, o Flamengo vai abrir 10 pontos de vantagem na liderança sobre o Palmeiras, segundo colocado.

Faltarão seis rodadas ainda a serem disputadas.

Já o time alvinegro vê ameaçada sua vaga no G-6, zona de classificação para a Libertadores.

Com o ponto somado, os corintianos chegaram a 49 e podem ser ultrapassados por Athletico-PR (47) e Internacional (46). O time paranaense, já classificado ao continental por ser o atual campeão da Copa do Brasil, encara o São Paulo. Os gaúchos enfrentam o Fluminense, ambos neste domingo.

Foi o primeiro clássico da equipe alvinegra desde a saída do técnico Fábio Carille, demitido pelo clube. No banco de reservas, o interino Dyego Coelho voltou a armar o Corinthians com uma postura mais ofensiva, a exemplo do que havia ocorrido na vitória sobre o Fortaleza, por 3 a 2.

A boa marcação alviverde, porém, foi mais eficiente para impedir que as principais chances criadas pelo rival fossem convertidas em gol.

Mandante da partida, o Palmeiras sofreu com os erros de Dyeverson e Gustavo Scarpa e contava apenas com a qualidade de Dudu para chegar ao ataque.

Bem marcado, o camisa 7 teve poucos espaços na etapa inicial, mas foi mais perigoso depois do intervalo.

Na chance mais clara do mandantes, porém, Gustavo Scarpa perdeu um pênalti, cobrado aos 31 minutos do segundo tempo e defendido por Walter, autor de mais quatro defesas difíceis na partida, que ajudaram os corintianos a segurar o empate.

A penalidade foi marcada após o árbitro consultar o VAR e considerar um toque de mão involuntário de Manoel, dentro da área, como infração.

Nos últimos dez encontros entre as equipes até este sábado, o Corinthians teve mais sorte. Foram sete vitórias, um empate e duas vitórias dos palmeirenses.

Neste ano, os corintianos venceram o rival em duelo pelo Campeonato Paulista e houve um empate no primeiro turno do Nacional.

PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Vitor Hugo e Diogo Barbosa; Thiago Santos, Bruno Henrique e Gustavo Scarpa (Carlos Eduardo); Zé Rafael (Willian), Dudu e Deyverson (Borja). T.: Mano Menezes
CORINTHIANS
Walter, Michel Macedo, Manoel, Gil, Danilo Avelar; Gabriel, Júnior Urso, Ramiro (Vagner Love), Pedrinho (Mateus Vital) e Janderson (Clayson); Mauro Boselli. T.: Dyego Coelho
Estádio: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Público/renda: 34.283 pagantes / R$ 1.420.520,00
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo (SP)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (SP-Fifa) e Miguel Ribeiro da Costa (SP)
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Cartões amarelos: Marcos Rocha e Thiago Santos (Palmeiras); Gabriel (Corinthians)
Gols: Michel Macedo, aos 46, e Bruno Henrique, aos 48 minutos do segundo tempo
Fonte: FOLHAPRESS

Com uma grande atuação de Soteldo e Marinho, o Santos não teve grandes problemas para superar o Goiás por 3 a 0 neste sábado, em Goiânia, na abertura da 32.ª rodada do Campeonato Brasileiro. A quarta vitória seguida da equipe da Baixada Santista na competição deixa o time de Jorge Sampaoli muito próximo de garantir uma vaga na Copa Libertadores em 2020.

5807f50558730fb5d85f1197e04cf49dFoto: Ivan Storti/Santos FC

Foi também a oitava vez que a equipe da Vila Belmiro triunfou fora de casa na competição, o que fez com que chegasse aos 64 pontos ganhos, ainda na terceira posição na tabela, mas praticamente com lugar no torneio continental, uma vez que se afasta do Internacional, primeiro time fora da zona de classificação, tem 18 pontos a menos. Já o Goiás, que sofreu seu segundo revés em sequência, permanece com 42 pontos, em 10º lugar, e ficou mais longe do sonho de voltar à Libertadores.

No duelo na capital goiana, a equipe visitante foi simplesmente avassaladora nos primeiros 25 minutos de partida, especialmente com Soteldo. O ponta infernizou a vida do lateral Breno pelo lado direito da defesa esmeraldina e o placar só não foi mais elástico na saída para o intervalo devido à boa atuação do goleiro Tadeu.

Inicialmente com muito mais posse de bola, o Santos tentava girar a bola de um lado a outro da defesa goiana para tentar abrir espaço, enquanto o Goiás apostava mais numa estratégia reativa. Aos poucos, o time paulista foi aumentando a velocidade, sempre com as jogadas passando pelos pés de Soteldo, e em lances seguidos começou a ameaçar bastante o gol do time da casa.

Aos 11, foi um chute de fora da área de Carlos Sánchez espalmando por Tadeu. Aos 13, após bela triangulação de Marinho, Sánchez e Soteldo, a conclusão do venezuelano foi salva por Fábio Sanches. Um minuto depois, o camisa 1 do Goiás voltou a brilhar em cabeçada de Sánchez e teve a mesma eficiência aos 17, em jogada semelhante de Sasha.

O gol parecia questão de tempo e acabou mesmo saindo dos pés do pequeno camisa 10 santista. Eram passados 24 minutos no calor de Goiânia quando Marinho cruzou da direita para o desvio de Jean Mota. Yago Felipe rebateu, de cabeça, para o lado de Soteldo. Este teve toda a tranquilidade para realizar o movimento perfeito do voleio, mandando uma bomba para o ângulo esquerdo de Tadeu, que nem saiu do chão: 1 a 0.

Depois do gol e da parada técnica da primeira etapa, o Santos reduziu o ritmo. Ainda assim, sem criatividade nem a referência de Rafael Moura, suspenso, e com Michael apagado, os goianos não conseguiam dominar as ações ofensivas e foram para o túnel com apenas 35% da posse de bola e apenas três conclusões a gol contra dez dos santistas.

Ney Franco buscou ajustar esse setor na volta para a etapa final, colocando o atacante Papagaio no lugar do meia Léo Sena. O treinador também tentou dar mais força ao apoio pelo lado esquerdo com a entrada de Alan Ruschel na lateral no posto de Jefferson.

As alterações não fizeram efeito imediato e a melhor chance do Goiás foi numa cobrança de falta de Rafael Vaz, próxima à área e rechaçada por Everson, pela primeira vez acionado no jogo.

O Santos, por sua vez, não preservava nem sombra do ímpeto de boa parte do primeiro tempo, mas Soteldo ainda estava em campo. Na primeira bola limpa que recebeu para atacar de frente, nas costas da defesa goiana, ele foi à linha de fundo pela esquerda e tocou para trás, na medida para Marinho. O camisa 11, na cara do gol, bateu na saída de Tadeu e ampliou a vantagem para 2 a 0 aos 14 minutos.

Enquanto o time anfitrião continuava inofensivo em suas investidas, os paulistas tinham todo o imenso gramado do Serra Dourada para espetar seus dois pontas em contra-ataques velozes. E foi novamente de um para outro que nasceu o terceiro gol, aos 27. Marinho levou a bola até a linha de fundo, tirou da marcação de Gilberto e deu um passe preciso, no segundo pau, para Soteldo, que bateu de primeira para marcar seu segundo gol e fechar a conta no duelo.

O Santos volta a campo pelo Brasileirão no clássico diante do São Paulo, em jogo marcado para a Vila Belmiro, no próximo sábado, às 17 horas. Já o Goiás visita o Vasco dois dias depois, às 19h30, em São Januário.

FICHA TÉCNICA:
GOIÁS 0 X 3 SANTOS
GOIÁS - Tadeu; Breno, Fábio Sanches, Rafael Vaz e Jefferson (Alan Ruschel); Gilberto, Yago Felipe (Kaio) e Léo Sena (Papagaio), Thales, Leandro Barcia e Michael. Técnico: Ney Franco.
SANTOS - Everson; Victor Ferraz, Luan Peres, Lucas Veríssimo e Jorge; Alison (Felipe Jonatan), Jean Mota (Diego Pituca) e Carlos Sánchez; Marinho, Eduardo Sasha e Soteldo. Técnico: Jorge Sampaoli.
GOLS - Soteldo, aos 24 do primeiro e aos 27 do segundo tempo, e Marinho, aos 14 da etapa final.
ÁRBITRO - Bruno Arleu de Araújo (RJ).
CARTÕES AMARELOS - Rafael Vaz, Michael e Alan Ruschel (Goiás); Alison e Jorge (Santos).
RENDA - R$ 265.830,00.
PÚBLICO - 12.453 pagantes (13.226 no total).
LOCAL - Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO).
Por Pery Negreiros, especial para AE
Estadão Conteúdo

O Vasco recebeu nesta sexta-feira um "reforço" em São Januário, mas ele não poderá entrar em campo tão cedo. O atacante Talles Magno, que sofreu uma grave lesão muscular durante a partida contra o Chile, na última quarta, em Brasília, pelo Mundial Sub-17, foi liberado pela CBF e já iniciou tratamento no CT do Almirante, na zona norte do Rio de Janeiro.

0fd9975478e8738e5f693431ecc7cca1Foto: Flickr CBF Oficial

Ainda não há definição por parte dos médicos do Vasco de quanto tempo vai durar o tratamento, mas especula-se que Talles Magno ficará cerca de 45 dias de molho. Sua volta poderá acontecer ainda neste ano, nas rodadas finais do Campeonato Brasileiro, ou no início da temporada de 2020.

Amigo do atacante, o volante Bruno Gomes torce para a melhor recuperação. "Ele está aí hoje (sexta-feira), consegui dar um abraço nele. Ele está triste de não poder estar aqui com a gente, mas está tentando voltar esse ano. Se não conseguir, ano que vem ele está aí com a gente. Desejo só as coisas melhores para ele", declarou o meio-campista, em entrevista coletiva.

Depois do treino pela manhã no CT do Almirante, a delegação vascaína viajou à tarde para Maceió, onde neste domingo enfrentará o CSA, no estádio Rei Pelé, pela 32.ª rodada do Brasileirão.

Torcedores locais receberam os jogadores no aeroporto e fizeram bastante festa. "Cada jogo é uma final para a gente. Esperamos fazer um grande jogo. Sabemos que o CSA é um adversário muito difícil, ainda mais jogando em casa, mas o Vasco veio preparado para tentar a vitória", disse o atacante Rossi.

A novidade foi a presença do zagueiro Werley, que voltou a ser relacionado após se recuperar de uma lesão na panturrilha. Ele é uma das opções para substituir o capitão Leandro Castan, que cumpre suspensão por ter sido expulso contra o Palmeiras, na última quarta-feira.

Fonte: Estadão Conteúdo

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