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Após quase quarenta kms de trilha em direção ao povoado Manga, é natural que as bicicletas usadas pelos participantes do passeio que aconteceu no último domingo, sofram algum desajuste na parte de sua mecânica, furos nos pneus, etc. Por conta disso, dentre os mais variados tipos de apoios que o empresário Alex da Ciclopeças providencia, uma equipe de mecânicos que vai curtindo o passeio fica encarregada em armazenar as bicicletas para que sejam transportadas no caminho de volta.

WhatsApp Image 2019 08 06 at 16.16.39Bicicletas transportadas com segurança. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Nossa reportagem registrou o momento em que o Daniel e o Assuélio trabalhavam no sentido de colocar as bibicletas no caminhão, devidamente amarradas para que não sogram avarias no percurso. Confira o que dizem os dois integrantes da equipe técnica.

Da redação

Quando as atletas da seleção brasileira feminina de basquete chegam ao ginásio para treinar, às vésperas da estreia nos Jogos Pan-Americanos de Lima, Stephanie Soares é um ponto de referência.

274f7d40ebe916647d5159acbcb0bd04Foto - Reprodução

Mesmo num esporte acostumado com a presença de gigantes, a ala-pivô de 1,98 m chama a atenção por ser bem mais alta do que a maioria de suas companheiras. A média de altura das brasileiras convocadas para o Pan é 1,80 m.

Mas esse não é o único trunfo da caçula da equipe. Aos 19 anos, ela disputa a Naia, segunda liga universitária em relevância nos EUA –atrás da NCAA– pela The Master's University, da Califórnia. Em sua primeira temporada, Stephanie registrou média de 16,2 pontos, 13,4 rebotes e quase cinco tocos por partida.

Os números a fizeram entrar numa lista da ESPN americana com os principais nomes prospectados para o futuro na WNBA (principal liga profissional dos EUA).

Também chamaram a atenção da seleção brasileira, para a qual ela foi convocada pela primeira vez no ano passado.

Natural de Americana (SP), Stephanie começou a praticar basquete por influência dos pais, o brasileiro Rogério e a americana Susan, ambos ex-jogadores.

Nem Paula nem Hortência, mas sim os pais, além do avô, outro ex-atleta da modalidade, são citados pela jovem como suas referências no esporte. "Eu não era muito de ver basquete, era mais de jogar mesmo", diz.

A família faz parte do Atletas em Ação, grupo religioso que existe desde 1966 e tem atuação mundial por meio de projetos esportivos.

Rogério, que também defendeu a The Master's University no passado, é amigo do atual treinador de Stephanie no time da universidade.

O comandante logo foi conquistado pela gigante brasileira, capaz de enterrar com certa facilidade, algo que a maioria de suas companheiras de profissão não consegue. A cesta fica a 3,05 metros de altura tanto para homens quanto para mulheres.

Apesar de ter as ferramentas para isso, a brasileira conta que nunca enterrou durante um jogo oficial, apenas em treinamentos, e que hoje muitas meninas mais novas do que ela já o fazem nos EUA.

Para Stephanie, a altura é um diferencial não apenas para ver as adversárias de cima, mas também na vida pessoal.

"É uma boa oportunidade de conhecer pessoas novas, porque elas sempre vêm e perguntam a minha altura e o que eu faço. É um jeito de fazer novas amizades", afirma. "A parte ruim é ter que pagar mais para ter uma cadeira melhor no avião".

Após receber algumas oportunidades de entrar em quadra no Sul-Americano do ano passado, Stephanie se manteve entre as convocadas para um capítulo importante da cada vez mais longa tentativa de reconstrução da seleção feminina brasileira.

A equipe nacional estreia no Pan de Lima nesta terça (6), às 15h30 (de Brasília), contra o Canadá. Esse será o primeiro torneio do Brasil sob o comando de José Neto, um dos técnicos mais vitoriosos no basquete masculino do país e que faz sua estreia no comando de um time feminino.

Porto Rico e Paraguai serão os outros adversários da primeira fase, que vai até quinta (8). As semifinais estão programadas para a sexta, e as disputas de medalha, para o sábado.

As jogadoras mais conhecidas do grupo que está em Lima são as pivôs Clarissa, 31, bronze no Pan de Guadalajara, e Érika, 37, também presente na conquista da medalha há oito anos e que defende a seleção há quase duas décadas.

Principal nome do país na modalidade atualmente e única representante nacional na WNBA, a pivô Damiris, 26, não foi liberada para a competição.

DANIEL E. DE CASTRO
LIMA, PERU (FOLHAPRESS)

Em noite fria em São Paulo e de pouca inspiração ofensiva, o goleiro Cássio, com defesas importantes, garantiu empate por 1 a 1 entre Corinthians e Palmeiras, neste domingo, na Arena Corinthians, válido pela 13.ª rodada do Campeonato Brasileiro. A última vez que as equipes ficaram em igualdade no placar foi em 2015, há 12 partidas. Com o resultado, o time da casa chega aos 20 pontos, enquanto que rival soma 28 e se mantém na vice-liderança, mas vê o Santos abrir quatro na ponta da tabela de classificação.

c200874e2f7904b50a36111539f48815Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians

A bola começou a rolar para os donos dos últimos quatro títulos do Brasileirão (Corinthians, em 2015 e em 2017, e Palmeiras, em 2016 e em 2018) em um horário pouco usual para clássicos: às 19 horas de domingo. Como jogou na última quinta-feira pela Copa Sul-Americana, às 21h30, o time alvinegro não podia voltar a atuar com um intervalo menor que 72 horas.

Já o Palmeiras chegou para o confronto pressionado. Nem mesmo a goleada por 4 a 0 sobre o Godoy Cruz e a classificação às quartas de final da Copa Libertadores acalmou os ânimos da torcida. No sábado, membros da principal organizada fizeram um protesto na Academia de Futebol, onde a equipe treinava, exigindo uma vitória no clássico. O principal alvo foi o técnico Felipão.

Dentro de campo, um roteiro já conhecido pelos torcedores das duas equipes dos últimos confrontos se repetiu. O Palmeiras começou dominando todas as ações nos 10 primeiros minutos e exigiu pelo menos uma boa defesa de Cássio. Mas no primeiro ataque de perigo do Corinthians, Manoel abriu o placar. O zagueiro aproveitou uma bola cruzada na área por Sornoza e cabeceou forte, no canto direito de Weverton. A bola ainda tocou na trave antes de entrar.

Com a vantagem no marcador, o Corinthians começou a jogar no melhor estilo Fábio Carille. Duas linhas bem fechadas na defesa e apenas um atacante isolado no ataque. Seguro atrás, o time alvinegro ainda conseguiu assustar algumas vezes no primeiro tempo em contra-ataques e nas bolas paradas, especialidade do equatoriano Sornoza.

Visivelmente irritados, principalmente com a grande quantidade de faltas marcadas pelo árbitro gaúcho Anderson Daronco, os palmeirenses não conseguiam se organizar para atacar, mesmo com mais tempo de posse de bola. Com Henrique Dourado e Borja no departamento médico, Deyverson foi escalado como centroavante, mas foi pouco acionado. E nas poucas vezes que conseguiu participar dos lances ofensivos, acabou errando. Outra aposta de Felipão que teve atuação apagada na primeira etapa foi Raphael Veiga, que acabou nem voltando para o segundo tempo, dando lugar para Gustavo Scarpa.

Antes mesmo da mudança ser sentida em campo, o Palmeiras conseguiu empatar. Dyeverson conseguiu recuperar uma bola cruzada errada e, da ponta esquerda, levantou para a área e encontrou Felipe Melo. Sem marcação, o volante só teve o trabalho de mandar a bola para o fundo do gol.

Com a igualdade no placar, os dois times passaram a atuar de forma mais cautelosa. As duplas de volantes Gabriel/Junior Urso e Felipe Melo/Bruno Henrique se preocupavam mais com as ações defensivas e deixavam os jogadores de ataque isolados.

Pelo lado corintiano, novamente a falta de poder ofensivo ficou evidenciada. Pedrinho, Clayson e Vagner Love pouco conseguiram assustar Weverton. Nem mesmo as entradas de Mateus Vital e Matheus Jesus, destaques nas últimas partidas, surtiram efeito.

Já o Palmeiras conseguiu assustar algumas vezes, principalmente com contra-ataques puxados por Dudu e Zé Rafael. Em uma das chances mais claras de gol, a defesa do Corinthians errou a tentativa de linha de impedimento e Gustavo Gómez apareceu sozinho na frente de Cássio, que conseguiu a defesa.

Nos acréscimos, o goleiro corintiano voltou a aparecer. Dudu acertou cruzamento para Deyverson, que cabeceou no ângulo direito. Cássio conseguiu buscar de forma espetacular no ângulo e impediu a virada.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 x 1 PALMEIRAS
CORINTHIANS - Cássio; Fagner, Manoel, Gil e Danilo Avelar; Gabriel (Matheus Jesus), Junior Urso e Sornoza (Mateus Vital); Pedrinho, Clayson (Everaldo) e Vagner Love. Técnico: Fábio Carille.
PALMEIRAS - Weverton; Marcos Rocha, Gustavo Gómez, Luan e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique e Raphael Veiga (Gustavo Scarpa); Dudu, Willian (Zé Rafael) e Deyverson. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
GOLS - Manoel, aos 13 minutos do primeiro tempo; Felipe Melo, aos 4 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Gil (Corinthians); Gustavo Gómez, Diogo Barbosa e Felipe Melo (Palmeiras).
ÁRBITRO - Anderson Daronco (Fifa/RS).
RENDA - R$ 2.998.991,00.
PÚBLICO - 43.045 pagantes.
LOCAL - Arena Corinthians, em São Paulo (SP).
Por Renan Fernandes
Estadão Conteúdo

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