A 6ª rodada do Campeonato Brasileiro teve o clássico carioca com o Fluminense derrotando o Vasco da Gama por 2 x 1, interrompendo a boa campanha vascaína e levando o tricolor ao G-4.

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Outro tricolor venceu e também deu um salto importante na classificação. Trata-se do São Paulo com o placar de 2 x 1 no Corinthians e agora segundo colocado.

Internacional e Flamengo venceram os seus jogos e os derrotados reclamam até hoje da atuação da arbitragem de vídeo. O Colorado, líder do Campeonato com 15 pontos, bateu o Botafogo em pleno Estádio Nílton Santos por 2 x 0, porém os botafoguenses protestam contra a atuação do VAR que anulou os seus dois gols que valeriam o empate.

Na Vila Belmiro o Santos Futebol falou alto contra o VAR, que não considerou válidos dois gols do Peixe quando o placar era de 0 x 0. Aí o Flamengo foi lá e marcou 1 x 0, faturando os 3 pontos.

O futebol cearense fez bonito na rodada com duas vitórias. No Castelão o Fortaleza dominou o Bragantino e venceu por 3 x 0. O Ceará foi ao Estádio Olímpico de Goiânia e marcou 2 x 0 no Atlético Goianiense. Fortaleza e Ceará deram uma escapada da zona de rebaixamento.

O chamado G-6 do Campeonato Brasileiro ficou assim:

- Internacional, líder com 15 pontos; O São Paulo passou a ocupar a segunda posição com 13, vindo a seguir: Vasco da Gama - 10; Fluminense - 10; Atlético Mineiro - 09 e Palmeiras também com 09 pontos.

No bloco intermediário estão:

- Fortaleza - 08 pontos; Bahia - 08; Flamengo - 08; Santos - 07; Grêmio - 07; Ceará - 07; Atlético Paranaense - 07; Coritiba - 06; Botafogo - 06; Corinthians - 05 pontos.

Posições na zona de rebaixamento:

- Bragantino - 05 pontos; Goiás - 04. Sport Recife - 04 e Atlético Goianiense também com 04 pontos.

Nas seis rodadas, como geralmente acontece no Campeonato Brasileiro, o destaque é o Internacional, líder e mostrando um futebol bem aguerrido.

No mais, temos distâncias pequenas dentro dos três blocos: G-6, intermediário e zona de rebaixamento. Na próxima rodada as posições poderão ser bem alteradas.

 

Fonte:cidadeverde.com

Lionel Messi não se apresentou para exames médicos e testes de coronavírus agendados para todo o time do Barcelona neste domingo, reforçando os sinais de que o craque argentino não quer permanecer no clube catalão. Os jogadores se reapresentam nesta segunda-feira.

e287bd221a1f6d91f9dbc914bbccb5bdFoto: Joma Garcia/Action Plus/DiaEsportivo/Folhapress

O Barcelona disse que Messi foi o único jogador do elenco que não foi submetido a exames médicos e aos testes de covid-19 no centro de treinamento do clube. A equipe deve retomar os treinos na segunda-feira, em preparação para o início da próxima temporada.

Houve rumores no início da semana de que Messi compareceria aos testes para evitar quebrar as regras do time durante a negociação de sua saída, mas pessoas próximas ao jogador teriam avisado ao clube no sábado que ele não iria aparecer.

Mesmo fora dos planos do técnico Ronald Koeman, Luis Suárez, Ivan Rakitic, Arturo Vidal e Samuel Umtiti compareceram ao centro de treinamento e passaram pelos testes obrigatórios de RT-PCR de coronavírus neste domingo.

Suárez é companheiro de equipe de longa data e amigo de Messi, e acredita-se que a decisão de se livrar do atacante uruguaio tenha incomodado o argentino e impulsionado seu desejo de sair.

O Barcelona vai retomar os treinos com o técnico Ronald Koeman, que substituiu Quique Setién, demitido após a histórica derrota da equipe por 8 a 2 para o Bayern de Munique nas quartas de final da Liga dos Campeões, em 14 de agosto. O revés, um dos piores da carreira de Messi e da história do clube, levou o Barcelona a anunciar mudanças "profundas" no time titular e uma reestruturação "ampla" internamente.

O clube também reiterou sua posição de não negociar a liberação antecipada de Messi, dizendo que o presidente Josep Bartomeu só se sentará para conversar com o jogador se o assunto for a extensão de seu contrato além da próxima temporada.

Messi expressou na semana passada o desejo de deixar o clube, mas o Barcelona quer que ele cumpra o contrato que termina em junho de 2021. O clube também disse que não está negociando uma possível transferência com qualquer outro time. Manchester City e Paris Saint-Germain sonham com o melhor do mundo.

Messi anunciou sua decisão de sair na terça-feira, enviando ao clube um burofax, um documento certificado semelhante a um telegrama. Ele invocou uma cláusula contratual que lhe permitia sair de graça até 10 dias depois do final da temporada, mas o clube afirma que esse artigo do contrato já expirou, se baseando no fim da temporada pelo calendário oficial (31 de maio).

Espera-se que uma guerra judicial se desenrole, já que Messi argumentará que a temporada foi estendida além da data em que a cláusula expirou por causa da pandemia do coronavírus, terminando no dia 23 de agosto, data da final da Liga dos Campeões. Ele quer sair de forma unilateral, sem pagar a multa rescisória.

O craque argentino teria dito que queria negociar com o clube, mas o Barcelona faz jogo duro e não está disposto a facilitar sua saída. O clube catalão reforçou o desejo de que Messi encerre a carreira no lugar em que passou toda a sua trajetória

Geralmente discreto, Messi, de 33 anos, chegou a desabafar abertamente sobre as más decisões da equipe neste ano, a primeira sem um troféu desde a temporada 2007/2008.

POSIÇÃO DA LA LIGA - A La Liga, responsável pelo Campeonato Espanhol, fez seus primeiros comentários públicos sobre o caso neste domingo. Em comunicado, a entidade se posicionou a favor do Barcelona, dizendo que o contrato de Messi está em vigor e só pode ser rescindido com o pagamento da multa, fixada em 700 milhões de euros (R$ 4,5 bilhões).

O presidente da La Liga, Javier Tebas, disse há alguns meses que a liga espanhola não foi realmente afetada financeiramente depois que Cristiano Ronaldo deixou o Real Madrid e foi contratado pela Juventus, não vendo uma redução nas audiências de televisão ou contratos de direitos autorais. Mas ele considera que se Messi sair a o cenário pode ser diferente, e o campeonato deve ser prejudicado financeiramente.

Fonte: Estadão Conteúdo

Gabriel Barbosa festejou os 24 anos, completados neste domingo, com o gol que garantiu a vitória do Flamengo sobre o Santos, na Vila Belmiro, por 1 a 0, em jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Formado no time santista, o atacante poderia ter feito pelo menos mais três gols na partida

793f72c1772d390fbbe97e829bd4dbeeFoto: Alexandre Vidal / Flamengo

Com a vitória, o Flamengo chegou aos oito pontos e supeerou o Santos, que permaneceu com sete. O jogo pode ser considerado de bom nível para o fraco desempenho das equipes brasileiras atualmente.

O Flamengo, de Domènec Torrent, não tem nada a ver com o de Jorge Jesus, mas mostra uma velocidade muito grande e organização para aproveitar os contra-ataques, enquanto o Santos, de Cuca, apesar da derrota, contou mais uma vez com a boa fase de Marinho e com o talento de Raniel.

O primeiro tempo foi um dos melhores do futebol brasileiro após paralisação por causa da pandemia do novo coronavírus. O Santos teve mais o domínio do jogo, com destaque para Marinho, articulador e finalizador de várias jogadas. Ele teve a boa companhia de Raniel e Felipe Jonathan.

No Flamengo, Domènec Torrent, mais uma vez, mostrou que não aprova Arrascaeta e Everton Ribeiro juntos em campo e, por isso, deixou o segundo no banco. O rubro-negro, ao contrário do ano passado, atuou uma postura de iniciar a marcação em seu campo e atuar apenas nos contra-ataques.

Foram várias as chances de ambos os lados. Em menos de dez minutos, três boas chances. Duas para o Santos, mas a mais perigosa com Michael, que poderia ter aberto o placar, aos seis minutos, mas mesmo sem goleiro, chutou para fora.

O Santos chegou a marcar duas vezes: com Raniel e Marinho, mas o VAR foi acionado e anulou os gols, irritando os jogadores e o técnico Cuca. O time de Vila Belmiro seguiu melhor e obrigou o goleiro Diego Alves a fazer pelo menos três boas defesas. Chute de Michael também parou nas mãos de João Paulo.

Além do bom futebol a primeira etapa também foi marcada por lances ríspidos, que levaram o árbitro goiano Wilton Pereira Sampaio usar cinco vezes o cartão amarelo e dar nove minutos de acréscimo. Foi nesse período que o Flamengo fez o seu gol.

Aos 50 minutos, Felipe Jonathan perdeu a bola para Gabriel na intermediária de ataque do Santos. Michael puxou contra-ataque muito veloz e tocou para Gabriel, dentro da área, bater firme: 1 a 0. Na comemoração, o atacante homenageou o ator norte-americano Chadwick Boseman, morto na última sexta-feira, vítima de um câncer de cólon. Na sequência, falou alguma coisa para Marinho e a confusão foi estabelecida. Até Cuca levou cartão amarelo.

No intervalo, Pedro Doria, membro do Comitê de Gestão do Santos, entrou no gramado para reclamar da arbitragem.

O jogo iniciou o segundo tempo igual. Chances para os dois lados, com o Santos na pressão e o Flamengo nos contra-ataques. Aos 17 minutos, Raniel bateu bonito da entrada da área e Diego Alves fez linda defesa, mas caiu de mal jeito, machucou o ombro e precisou ser substituído por César.

Mas a partir dos 20 minutos, os jogadores sentiram a parte física, que ainda não é a ideal após tantos meses de paralisação por causa da pandemia. Talvez este possa ter sido o motivo para Gabriel perder duas enormes oportunidades. Aos 22, recebeu de Everton Ribeiro na corrida e bateu para fora. Aos 23, o estreante Isla cruzou da direita e o atacante fez até pose para tocar na bola, mas errou o alvo.

Santos e Flamengo não repetiram o jogo históricos de 2011, vencido pelos cariocas por 5 a 4, com show de Ronaldinho Gaúcho e Neymar, mas proporcionaram algo melhor que as últimas atuações no Campeonato Brasileiro.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 0 X 1 FLAMENGO
SANTOS - João Paulo; Pará, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Ivonei); Jobson (Jean Mota), Carlos Sánchez (Lucas Braga) e Diego Pituca; Marinho; Raniel (Kaio Jorge) e Soteldo. Técnico: Cuca.
FLAMENGO - Diego Alves (César); Renê (Isla), Rodrigo Caio, Gustavo Henrique e Filipe Luís; Thiago Maia, Gerson (Willian Arão) e Arrascaeta; Michael, Gabriel (Diego) e Bruno Henrique (Everton Ribeiro). Técnico - Domènec Torrent.
GOLS - Gabriel aos 50 minutos do primeiro tempo.
ÁRBITRO - Wilton Pereira Sampaio (GO).
CARTÕES AMARELOS - Pará, Jobson, Renê, Gerson, Michael, Gabriel, Bruno Henrique, Willian Arão, Isla, Ivonei, Soteldo.
RENDA E PÚBLICO - Jogo disputado com portões fechados.
LOCAL - Vila Belmiro.
Por Wilson Baldini Jr.
Estadão Conteúdo

É, campeão! Quem manda no futebol mineiro é o Atlético. Sem dar chances ao atrevido Tombense, o time voltou a vencer o time do interior, desta vez por 1 a 0 (fez 2 a 1 na ida), para erguer a taça do Campeonato Mineiro pela 45° vez em sua história. Agora são sete canecos de vantagem sobre o Cruzeiro.

3bb092ceed9ad3b7e4837fb2f7d461a6Fotos: Bruno Cantini e Pedro Souza / Agência Galo / Atlético

O título vem pela primeira vez sob o comando de um treinador argentino. Decepcionado por ver o arquirrival Cruzeiro conquistar as duas últimas edições, o Atlético-MG foi atrás de Jorge Sampaoli para voltar a ser protagonista no cenário estadual e, quem sabe, também no nacional.

O alto investimento em Sampaoli tinha um recado: erguer taças. E o agitado e inovador argentino vai fazendo jus ao investimento. Início bom no Brasileirão, apesar de oscilação nos últimos jogos, e faixa mineira no peito.

A conquista veio com uma apresentação até de certa maneira tranquila. O Tombense, que precisava de uma vitória simples para ser campeão pela primeira vez, foi um mero coadjuvante na segunda partida da final, no Mineirão.

O time do interior precisava do resultado positivo e viu o Atlético sufocar desde o início. Em 10 minutos, Eduarda Sasha, Keno e Cia tiveram chances claras de gol.

Rubens, artilheiro do Mineiro com sete gols, não viu a cor da bola. O experiente Ibson também em nada pôde ajudar. O Atlético-MG era muito mais forte.

E daria passo imenso para a conquista no último lance da etapa inicial. Em um gol cheio de curiosidades. O volante Jair fez de cabeça, após escanteio cobrado por Guilherme Arana, o que seria o único gol da partida.

Na última conquista do Atlético, em 2017, o gol do título também foi de um volante, na ocasião, Elias, que vestia a camisa 8, como a de Jair.

Em vantagem, o Atlético-MG fez o que mais sabe no segundo tempo. Trocar passes com precisão, uma das exigências de Sampaoli. Com a bola nos pés, o rival não teria chances. Grande verdade. Quem mais teve oportunidades de gol foi o time do argentino.

Apreensão só quando Allan, que já tinha cartão amarelo, foi expulso aos 45 minutos após reclamar de uma entrada desleal de Rodrigo. Amarelo para o rival e vermelho a um irritado atleticano que chegou a empurrar o árbitro.

Com um a mais, o Tombense, dono da melhor campanha da competição, teria os 10 minutos dos acréscimos para tentar fazer o que não fez em 90 de bola rolando. Ameaçar o gol de Rafael.

Não o fez e ainda viu Marrony perder o gol na cara de seu goleiro. Avançou sozinho para liquidar a fatura, aos 47, mas chutou nos pés de Felipe Garcia. Goleador não pode perder chance assim. Mas, felizmente aos atleticanos, não fez falta.

Exatos 50 anos após a sua primeira conquista do Mineirão, o Gigante da Pampulha, o Atlético-MG volta às conquistas no palco. O capitão Réver ergueu a taça e o time soltou o grito de "é, campeão".

FICHA TÉCNICA
TOMBENSE 0 x 1 ATLÉTICO-MG
TOMBENSE - Felipe Garcia; David, Admilton, Matheus Lopes (Ramon) e João Paulo; Rodrigo, Serginho (Gabriel Lima), Ibson (Jhemsrson) e Marquinhos (Gerson Júnior); Cássio Ortega (Maycon Douglas) e Rubens. Técnico: Eugênio Souza.
ATLÉTICO-MG - Rafael; Mariano, Réver, Júnior Alonso e Guilherme Arana; Allan, Jair e Franco; Savarino (Hyoran), Keno (Marquinhos) e Eduardo Sasha (Marrony). Técnico: Jorge Sampaoli
GOL: Jair, aos 48 minutos do primeiro tempo.
ÁRBITRO - Ronei Cândido Alves (MG).
CARTÕES AMARELOS - Gabriel Lima, Serginho, Rodrigo e Marquinhos (Tombense), Guilherme Arana, Jair e Allan (Atlético-MG).
CARTÃO VERMELHO - Allan (Atlético-MG)
RENDA E PÚBLICO: Jogo disputado com portões fechados.
LOCAL - Mineirão.
Fonte: Estadão Conteúdo

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