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Novo treinador do São Paulo, Rogério Ceni está esperançoso com as novas promessas do clube, principalmente na categoria sub-20, que ganhou praticamente tudo em 2016. No entanto, um garoto em especial chamou a atenção do treinador: atende pelo nome de Araruna e impressiona quem trabalha com ele pela facilidade de aprender.

5856e0e69776fVolante Araruna chamou a atenção de Rogério Ceni (Foto: saopaulofc.net)

Felipe Araruna Hoffmann tem 20 anos e é natural de Porto Alegre, filho de uma família de classe média. Além da disciplina em campo, apontada como uma de suas principais virtudes, tem ótimo desempenho fora. Araruna passou em 1º lugar para o curso de administração na FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) e está indo para o último ano na faculdade. Gosto pelo conhecimento que se reflete em campo.

Diego Cabrera, que trabalhou como coordenador da base do São Paulo do início de 2015 até semana passada, quando aceitou proposta para chefiar a base do Internacional, destaca as principais virtudes do garoto.

- É natural o Rogério ter se encantado pelo Araruna. Quem trabalha com o Araruna se encanta por ele. É um menino que assimila tudo muito rápido, que tem uma disciplina acima da média. No campo, consegue aplicar as coisas com muita facilidade, fazendo diferente funções. Ele tem uma qualidade impressionante. E chama a atenção porque tudo aquilo que ele trabalha durante a semana nos treinos, ele consegue aplicar igual no jogo. Vai dar muitas alegrias ao São Paulo - afirmou Cabrera, em entrevista ao LANCE!.

A versatilidade de Araruna agradou em cheio a Rogério Ceni, que a partir do ano que vem priorizará jogadores que exerçam mais de uma função em campo. Atualmente jogando como volante, o garoto já foi titular na lateral-direita e assim integrou o grupo profissional por um curto período este ano. Chegou a ser relacionado para a estreia no Campeonato Brasileiro, contra o Botafogo, no Rio de Janeiro.

Rogério Ceni tem dado uma atenção especial à base do São Paulo. Assim que acertou contrato de dois anos para dirigir o time a partir de 2017, ele começou a acompanhar os jogos das inferiores. Foi ao Morumbi acompanhar a final da Copa do Brasil Sub-20 contra o Bahia e algumas vezes a Cotia observar jogos e treinos de outras categorias. Com ele, trouxe o auxiliar inglês Michel Beale, especialista em base e que estava treinando o time Sub-23 do Liverpool.

Além de Araruna, o lateral-direito Foguete, os zagueiros Lucas Kal e Tormena, o lateral-esquerdo Júnior Tavarez, o meia Shaylon e os atacantes Caíque e Gabriel Rodrigues devem ganhar chances no profissional em 2017. Lembrando que o elenco já conta com o lateral-direito Auro, o zagueiro Lyanco, o volante Artur, o meia Lucas Fernandes e os atacantes Luiz Araújo, David Neres e Pedro no profissional. Todos da geração 96, do time sub-20 que ganhou tudo.

 

Fonte: Lancenet

Camisa 10 do Botafogo, Camilo foi um dos pilares do clube na campanha que culminou na classificação para a Libertadores de 2017. Com seis gols e seis assistências no Brasileirão, o meia se manteve em evidência, e, naturalmente, atrai neste final de ano o interesse de alguns clubes. Contudo, o longo vínculo com o Glorioso e o desejo de jogar a Libertadores reforçam pela permanência.

57eabfc5588bcCamilo tem contrato com o Botafogo até 2018 e deve seguir no clube para o ano que vem (Foto:Vitor Silva)

- Meu representante recebe várias ligações, mas não tem nada concreto, são muitas sondagens do exterior, Ásia, alguns clubes do Brasil… Quero aproveitar minhas férias, essas situações ele sabe conduzir, já trabalhamos há mais de cinco anos juntos. Quando tem algo concreto ele vem a mim. Fico tranquilo - disse o jogador, em entrevista exclusiva para a Rádio Tupi. Ele ainda completa:

- Tenho contrato até 2018, estou focado em fazer uma ótima temporada novamente. A Libertadores é um torneio muito difícil, o primeiro obstáculo já mostra isso, temos que fazer um belo trabalho para passar por esse objetivo primeiro e pensar alto lá na frente - afirmou Camilo.

Com contrato até o meio de 2018, o Botafogo segue muito tranquilo quanto a manutenção do jogador. Se depender de Camilo, este vínculo pode ser ainda maior. Ele agradeceu ao clube pela chance dada a ele este ano e fez projeções.

- Não teve uma reunião em relação a isso. A gente fala isso em questão de segurança, no caso da família, da gente se sentir tranquilo para poder trabalhar. Levo o profissionalismo ao mais alto padrão possível. Vou continuar fazendo meu trabalho até onde tiver meu contrato, depois a gente vê o que pode acontecer. Me sinto muito à vontade no clube, são seis meses muito intensos, que criamos muita identificação e um carinho muito grandes. Vou procurar manter isso com minhas atuações e quem sabe com alguma conquista em 2017 - encerrou Camilo, em entrevista para à Rádio Tupi.

 

Fonte: Lancenet

A vida de Zé Ricardo deu uma guinada profissional excepcional em 2016. O técnico responsável por garantir o terceiro caneco do Flamengo na Copa São Paulo de Futebol Júnior em janeiro, termina a temporada como comandante da equipe principal do Rubro-Negro, trabalho valorizado e dever cumprido.

586028faef4fbZé Ricardo, técnico do Flamengo, fala sobre os desafios para 2017 (Foto: Roberto Veloso)

Após superar a desconfiança inicial (quando era apontado apenas como interino), as poucas horas de sono e o frio na barriga, o treinador já projeta um 2017 repleto de grandes desafios. No entanto, não se intimida.

Sereno, humilde e com os pés no chão, respondeu a todas as perguntas feitas pela reportagem do LANCE!, realizada no FlaMemória, com a segurança que adquiriu após superar desafios iniciais. Com a Libertadores e o Mundial de fundo, ele crê em conquistas e voos altos no ano que vem.

Qual o balanço que você faz de seus primeiros meses de trabalho como técnico efetivo do Flamengo?
Acredito que consegui fazer um trabalho bem consistente. O nosso grande objetivo foi o título brasileiro, mas ele infelizmente não veio. Por outro lado, asseguramos a vaga direta na Libertadores, que é algo que vai nos ajudar na programação do nosso planejamento para 2017. As dificuldades existiram, mas com a ajuda de todos do departamento de futebol e dos atletas, conseguimos estabelecer uma relação de trabalho muito boa e isso resultou em um bom ambiente e crescimento coletivo. Confira o bate-papo abaixo:

Qual foi o principal impacto sentido nessa transição da base para o profissional?
Sem dúvida nenhuma, mesmo com a longa experiência com trabalhos na base, que dá uma boa bagagem, assumir de uma hora para outra uma equipe do tamanho do Flamengo, com 40 milhões de torcedores, bate um nervosismo. As primeiras noites foram difíceis de se dormir, até porque minha primeira partida seria dois dias depois que fui chamado. As primeiras quinze noites foram de pouco sono (risos). Mas valeu a pena todo o sacrifício. Foi importante todo o apoio que recebi do departamento do clube para que pudesse iniciar minha trajetória. A energia que recebi dos profissionais das categorias de base, não só do Flamengo, foi muito importante.

De que maneira recebeu a notícia da sua ida para o profissional? Te surpreendeu, mesmo com o bom trabalho já realizado na base?
Depois da conquista da Copinha, a direção do clube sinalizou que gostaria de investir na continuidade no clube. Em um primeiro momento me colocaria como auxiliar do profissional. Estava em uma competição (Brasileiro), em uma partida contra o Sport. Na véspera do jogo eu recebi o telefonema do Flávio Godinho sobre essa possibilidade de assumir a equipe de forma interina contra a Ponte Preta. No dia seguinte, a informação foi confirmada durante nosso voo de volta do Recife. O engraçado que foram os atletas do sub-20, que ao ligarem os celulares, viram a notícia e me parabenizaram. Não foi uma surpresa absoluta, mas com certeza deu um frio na barriga gostoso. Sabia que naquele momento tudo poderia mudar na minha vida.

Qual era o seu maior receio no primeiro momento?
Acredito que era fazer com que o grupo de atletas entendesse nossa filosofia de trabalho, além da própria recepção dele. As exigências no futebol profissional são muito maiores. Só tinha uma certeza naquele momento: colocar em prática tudo o que aprendi ao longo da minha caminhada e passar ao grupo que isso poderia dar certo. O primeiro desafio foi tentar devolver a confiança deles, que no primeiro contato que tive percebi que estava abalada. Vi que era um grupo muito técnico, com jogadores inteligentes e que não tinha como dar errado se as ideias fossem alinhadas. Me coloquei sempre ao lado deles, nunca a cima. Em determinado momento do Brasileiro tive a convicção que apresentamos um grande futebol.

Em qual momento ou jogo sentiu que as pessoas já não te viam mais como interino e sim como técnico do Flamengo de fato?
Teve uma partida que me marcou, que foi contra o Sport, na abertura do returno. Fizemos um final de turno em um bom nível e tivemos dez dias para trabalhar para esse compromisso. Foi a partida sob meu comando que a gente tenha produzido menos. Aquilo me deixou em dúvida do motivo de não ter dado certo. Conversamos, os atletas entenderam que aquele jogo não era a maneira como o Flamengo deveria se apresentar, não só pelo resultado em si. Na partida seguinte, contra o Grêmio, já apresentamos um nível muito interessante. Dominamos boa parte das ações e foi a estreia do Diego e do Leandro Damião. A partir dali fizemos uns 12 ou 13 jogos sem perder. Posso te dizer que esse momento foi emblemático.

 

Fonte: Lancenet

O atacante Neymar disse em entrevista ao site oficial da La Liga que gostaria de ganhar a Bola de Ouro, mas que isso não é uma obsessão na sua carreira.

“Estou muito feliz aqui no Barcelona, com a família e com a equipe. Claro que é uma motivação, mas não vou morrer para conquistar a Bola de Ouro. Acima de tudo quero estar feliz e no Barcelona sou feliz.

b12ac3c4f3b04f0c3638ae3e65f47eeaNeymar: 'Não vou morrer para conquistar a Bola de Ouro'.(Imagem:Divulgação)

Se não ganhar a Bola de Ouro não acontece nada. Não jogo futebol para ganhar a Bola de Ouro, jogo para ser feliz. Ganhar a Bola de Ouro é consequência do trabalho. Só um pode ganhar”, afirmou.

O craque brasileiro também falou sobre a disputa do Campeonato Espanhol: “Ainda falta muita Liga. Faltam muitos jogos e vamos estar concentrados nos nossos. Não temos que olhar para o Real Madrid. Há um ano estivemos há onze pontos do segundo e ganhamos a La Liga praticamente no último jogo. É um campeonato difícil: o primeiro, o segundo ou o terceiro nunca podem estar tranquilos, porque são sempre jogos difíceis. Temos de fazer a nossa parte: jogar e tentar ganhar todos os jogos”.

Neymar também falou sobre a relação que tem com Messi e Suárez: “É difícil falar de si próprio, não gosto de falar de mim. Estamos fazendo história, sabemos disso, e estamos cada vez melhores. Queremos estar felizes em campo, nos treinos e estarmos juntos.

É um grande prazer e uma coisa rara porque sou brasileiro, outro é argentino e outro uruguaio: somos rivais nos nossos países. Temos uma grande amizade, estamos sempre brincando uns com os outros. Para mim é uma felicidade encontrar pessoas assim no futebol”.

O atacante também elogiou bastante Iniesta: “Andrés para mim é o melhor meia que já vi jogar. Pela sua qualidade, por tudo, nem é preciso dizer aqui... É incomparável, porque é muito, muito diferente. O Andrés tem uma elegância, uma classe incrível que o distingue dos demais”.

Por fim, Neymar disse que quer ganhar tudo com Barcelona: “O Barcelona tem a sua filosofia, que não mudou nada. Viemos de uns jogos que não fomos bem e todos começaram a falar, mas não é assim. O Barça continua sendo o Barça, e seguirá assim. Temos que voltar a estar no nosso nível máximo. Quando ganhamos o triplete, fomos ao Anoeta e perdemos, mas depois ganhamos tudo. Queremos ganhar tudo”.


Fonte: GOAL

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