O Campeonato Carioca terá o clássico Fla-Flu na decisão. Depois do Fluminense passar pelo Vasco no último sábado, neste domingo foi a vez do Flamengo garantir presença na final do Estadual.

935a7a69c6beef38df492df10c67960aCom 2 de Guerrero, Fla bate Botafogo e faz final com Flu.(Imagem:Diculgação)

Com dois gols do peruano Paolo Guerrero, o Flamengo derrotou o Botafogo por 2 a 1, no Maracanã, se classificando para a grande decisão do Carioca. Sassá, de pênalti, descontou para o Botafogo.

Após um primeiro tempo sem gols, o clássico ficou mais movimentado na segunda etapa. Logo aos 3 minutos, Éverton mandou a bola na área, Victor Luis tirou mal, e Guerrero pegou a sobra, finalizando para o fundo do gol.

Aos 20 minutos, o Flamengo chegou ao segundo gol. Éverton finalizou de dentro da área, a bola bateu na mão de Fernandes e o árbitro marcou a penalidade. Na cobrança, Guerrero chutou forte no meio do gol, deixando o Flamengo bem perto da decisão.

Na reta final do confronto, o Botafogo conseguiu descontar. Aos 40 minutos, Réver empurrou Sassá dentro da área e o árbitro assinalou a penalidade. O mesmo Sassá cobrou com categoria e diminuiu.

O clássico Fla-Flu ocorrerá na final do Campeonato Carioca pela primeira vez desde 1991. As decisões acontecem nos próximos dois domingos, sem vantagem para nenhuma das equipes.


Fonte: ESPN

Jô só enfrentou o São Paulo neste domingo porque o zagueiro Rodrigo Caio inocentou o rival em uma jogada de cartão amarelo, há uma semana, no Morumbi.

E foi justamente o centroavante, em um lance com suspeita de impedimento, quem abriu caminho para o empate por 1 a 1 em Itaquera e a consequente classificação do Corinthians à decisão do Campeonato Paulista. O argentino Lucas Pratto igualou o placar.

75fabd1da8cba4eb254027e85a88fa7fCorinthians empata com o São Paulo e vai reeditar a final de 1977.(Imagem:Divulgação)

A adversária da final será a Ponte Preta, algoz de Santos e Palmeiras nas fases anteriores, em uma histórica reedição dos três confrontos que decidiram o Campeonato Paulista de 1977. Há 40 anos, o Corinthians superou o time de Campinas com um gol do ídolo Basílio e encerrou um jejum de quase 23 anos sem a conquista de um título expressivo.

Para alcançar a decisão e acabar com estigma de quarta força do Estado, crítica decorrente da temporada ruim de 2016 e dos investimentos escassos no elenco de 2017, O Corinthians já havia derrotado o São Paulo na primeira partida das semifinais. No último domingo, fez 2 a 0 no Morumbi, com gols de Jô, de novo, e do meia Rodriguinho.

Ao São Paulo, restará esperar o jogo de volta da Copa Sul-Americana para disputar um novo mata-mata. O reencontro com o Defensa y Justicia, com o qual o time de Rogério Ceni empatou por 0 a 0 na Argentina, será em 11 de maio, no Morumbi. Um dia antes, o Corinthians visitará a Universidad de Chile, que bateu por 2 a 0 em Itaquera, em Santiago.

A vantagem construída pelo Corinthians no Morumbi já fazia muitos projetarem a reedição da final do Campeonato Paulista de 1977. Presente em um dos setores de imprensa de Itaquera, pois comentaria o clássico para uma emissora de rádio, Basílio era um dos poucos cautelosos. Ao menos quando estava no ar. “Não posso falar que já está definido”, sorriu o autor do gol do título corintiano de quatro décadas atrás.

Nas arquibancadas, preenchidas apenas por torcedores do Corinthians, também prevalecia o otimismo. Um mosaico foi formado no setor leste de Itaquera quando o time da casa e o São Paulo pisaram no gramado: “Tu és orgulho”.

Eliminado da Copa do Brasil pelo Internacional na última vez em que esteve em Itaquera, o Corinthians tinha a missão de realmente orgulhar o seu público. Para tanto, adotou a sua postura tática habitualmente cautelosa, apesar de Guilherme Arana ter empolgado os torcedores com uma tentativa de passar a bola entre as pernas de Gilberto em sua primeira participação no clássico.

Era o São Paulo, contudo, que precisava se mostrar ousado na Zona Leste paulistana. Rogério Ceni apostou justamente em Gilberto para compor um trio ofensivo com o argentino Lucas Pratto e o peruano Cueva, com quem o atacante se alternava entre os lados direito e esquerdo do ataque, e viu a sua equipe acuar a rival.

Logo aos três minutos, o São Paulo criou grande chance para abrir o placar. Pratto recebeu a bola na direita da grande área e bateu cruzado, para fora, iniciando a pressão são-paulina. O Corinthians ainda colaborava com a iniciativa dos visitantes, com uma série de passes errados.

Quando enfim acertou algumas triangulações, os donos da casa incomodaram o goleiro Renan Ribeiro. Aos 24 minutos, Rodriguinho se inspirou no gol marcado no Majestoso passado e arriscou a conclusão de fora da área, para a linha de fundo. Mais tarde, aos 38, ele preferiu acionar Romero na esquerda, e o paraguaio chutou na trave.

A bola entrou na última oportunidade do Corinthians no primeiro tempo. Aos 46 minutos, Jadson cobrou falta na área, e Pratto subiu junto com a defesa são-paulina para tentar afastar. Jô dominou na entrada da pequena área e arrematou para dentro em posição duvidosa – logo ele, que só estava em campo porque Rodrigo Caio teve fair play no jogo de ida. O assistente Alex Ang Ribeiro não correu para o meio-campo, mas o árbitro Flávio Rodrigues de Souza confirmou o gol.

Impedido ou não, Jô permitiu que o Corinthians retornasse do vestiário com ainda mais tranquilidade para disputar o segundo tempo. Do outro lado, a paciência de Rogério Ceni durou pouco além de dez minutos, quando decidiu trocar Gilberto e Júnior Tavares por Chávez e Luiz Araújo.

O São Paulo, então, lançou-se ao ataque de maneira desesperada. Embora tivesse volume de jogo, quase não chutava a gol, tal qual no primeiro tempo. Para piorar, deixava-se irritar pela marcação corintiana. Uma confusão na ponta esquerda do ataque visitante, por exemplo, resultou em cartões amarelos para Thiago Mendes e Guilherme Arana.

O cenário agradou à torcida do Corinthians, entusiasmada nas arquibancadas, que vibrava com cada desarme e enchia-se de esperança nos contra-ataques. Caminhando de um lado a outro da área técnica, desolado, Ceni resolveu apostar sua última ficha na tentativa de reverter o panorama da semifinal com a entrada de Thomaz na vaga de Cueva.

No Corinthians, os torcedores pediram a entrada de Pedrinho. Carille preferiu mandar a campo primeiro Léo Jabá, no lugar do ovacionado Romero. Depois, Moisés substituiu Arana. Àquela altura, o público da casa já gritava “olé” para a troca de passes corintiana.

A euforia só foi brevemente interrompida aos 38, quando Pratto recebeu lançamento e finalizou na saída de Cássio para empatar o jogo. As esperanças são-paulinas de atingir uma virada heroica, entretanto, duraram pouco. Três minutos depois, quando Kazim já ocupava o posto de Jô no comando do ataque do Corinthians, Thiago Mendes foi punido com um segundo cartão amarelo e despediu-se do Campeonato Paulista mais cedo do que os seus companheiros.


Fonte: Gazeta Esportiva


O Parnahyba receberá o River às 16h00 deste domingo(23) no Estádio Pedro Alelaf. O jogo tem importância para a classificação às semifinais. O tricolor é o vice-líder da competição com 8 pontos, abaixo do Altos que tem 10. Uma vitória signicará a conquista da liderança. O Tubarão do Litoral tem 5 pontos, ocupando a quinta posição.

8321029ec1eff82dab23555110eba152Campeonato Piauiense terá River x Parnahyba no Pedro Alelaf.(Imagem: Eduardo Frota - Cidadeverde.com - Arquivo)

No decorrer da semana o River venceu o clássico com o Flamengo por 2 x 1 no Lindolfo Monteiro e o Parnahyba empatou com Altos por 2 x 2, ao empreender uma boa reação quando perdia por 2 x 0. No comfronto do primeiro, em Teresina, o River derrotou o Parnahyba por 2 x 0.

PICOS 2 x 0 PIAUÍ

Em jogo realizado em Picos, na noite deste sábado, Picos venceu o Piauí por 2 x 0, com dois gols de Rafael Freitas. O time picoense somou os três primeiros pontos no segundo turno e agora vai aguardar o resultado de Piauí x 4 de Julho para saber se escapa do rebaixamento. Na soma dos dois turnos, Picos está com 10 pontos e o Piauí também com 10.

O jogo em Picos começou com atraso porque não havia ambulância no Estádio Helvídio Nunes. No segundo tempo chegou uma ordem para que a ambulância fosse levada para um atendimento na cidade e o jogo parou. O público, a arbitragem e os jogadores ficaram esperando a volta da ambulância para que a partida fosse reiniciada.

FLAMENGO X 4 DE JULHO

O jogo Flamengo x Altos, inicialmente marcado para este domingo, foi transferido para a segunda-feira(24), às 20h00 no Estádio Lindolfo Monteiro. O rubro-negro vai lutar pela vitória, a fim de tentar uma vaga nas semifinais na última rodada, quando receberá o Parnahyba.

Foram mais de 39 mil torcedores no Allianz Parque e, assim como o prometido, eles apoiaram "até o apito final". O apoio ajudou o Palmeiras a acabar com a invencibilidade da Ponte Preta no novo estádio, mas o placar de 1 a 0 não foi o suficiente para manter vivo o sonho alviverde no Campeonato Paulista.

7a63756eece064809063a7dc7b11e29dPalmeiras vence, mas Ponte vai para a final do Paulista.(Imagem:Divulgação)

A Ponte Preta, que havia conquistado grande vantagem no jogo no Moisés Lucarelli, chega à sua quinta final no Estadual. Nove anos depois de sua última decisão, quando foi derrotada justamente pelo Palmeiras, a equipe de Campinas agora aguarda seu adversário vindo do confronto entre Corinthians e São Paulo, que acontece neste domingo.

Já ao Palmeiras resta voltar suas atenções para a disputa da Copa Libertadores, além da preparação para defender o título do Campeonato Brasileiro.

Desde os primeiros minutos a Ponte Preta deixou claro que jogaria com a grande vantagem conquistada em Campinas. A "cera" do time irritou os jogadores do Palmeiras, e algumas confusões aconteceram.

Com a bola rolando, o Palmeiras foi muito superior. Exceto pelo chute de Pottker, aos 13 minutos, apenas os donos da casa tiveram chances de marcar, e chegaram a balançar a rede com Dudu, aos 31, mas o lance foi bem anulado por impedimento do atacante.

Aranha teve que aparecer logo aos três minutos, espalmando uma tentativa de cabeça de Borja, e também se esticou para garantir o placar zerado aos 40, quando Guerra tentou duas vezes e acabou exigindo uma grande defesa do goleiro ponte pretano.

Mas Aranha também falhou e, aos 35, quase entregou o primeiro gol para o Palmeiras. Ao subir para ficar com uma bola espirrada, o goleiro acabou soltando nos pés de Borja que, quase sem ângulo, finalizou no travessão.

Se a Ponte Preta reclamou de um pênalti não marcado em Pottker no Moisés Lucarelli, os palmeirenses também tiveram o que reclamar no Allianz Parque. Ainda no primeiro tempo, Jean invadiu a área pela esquerda e acabou sendo derrubado por Fernando Bob, mas o árbitro Raphael Claus mandou o jogo seguir.

Na volta do intervalo, o cenário parecia que iria se repetir. Aos 7, Edu Dracena levou perigo para o gol de Aranha, mas logo a Ponte Preta começaria a se soltar um pouco e também ocupar um pouco mais seu campo ofensivo, criando algumas chances de perigo para o gol defendido por Prass.

Eduardo Baptista colocou Michel Bastos no lugar de Tchê Tchê, depois colocou Willian na vaga de Borja, que deixou o campo vaiado, chutou um copo d'água e reclamou: "Sempre eu".

Keno, que entrou no lugar de Egídio, fez Aranha trabalhar logo em sua primeira jogada, batendo cruzado aos 27 minutos.

Quando muitos já estavam ficando sem esperança no estádio, um lance recolocou o Palmeiras no jogo. Aos 38, Michel Bastos cobrou escanteio, Aranha saiu mal mais uma vez e a bola desviou em Felipe Melo para colocar o Palmeiras na frente.

Aos 43, mais uma reclamação de pênalti. A bola alçada na área ia chegando para a finalização de Dudu, mas Lins chegou por trás e o atacante palmeirense caiu mais uma vez pedindo a marcação, que não foi atendida pela arbitragem.

A última chance foi de Pottker, que saiu na cara de Prass, tentou o drible e perdeu o gol. Mas o confronto estava decidido.


Fonte: ESPN

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