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A seleção sub-23 brasileira masculina, comandada por Rogério Micale, está na busca pelo inédito ouro olímpico nos Jogos Rio 2016 e isso é sabido por todos. Mas o que ninguém esperava é que o treinador tivesse que convocar a equipe sub-20 para a disputa de dois amistosos previstos para acontecer em setembro.

386430fd4d765a2406af2cdcfe360e8bTécnico Micale convoca seleção Brasileira sub-20 para amistosos.(Imagem:Divulgação)

As duas partidas acontecerão na Inglaterra, contra o time da casa do rival, nos dias 1º e quatro do mês que vem. Ao todo foram 20 convocados para formar a seleção sub-20. E talvez o maior destaque ficou por conta do defensor Lyanco, do São Paulo. Isso porque o zagueiro é neto de iugulasvos e tinha se naturalizado sérvio (antiga Iuguslávia).

Ele chegou a ser chamado por seleções de base da Sérvia, porém voltou atrás e solicitou à Fifa a reversão da nacionalização, sendo assim, permitido para ser convocado pelo Brasil.

Os outros destaques da equipe convocada por Rogério Micale são: o goleiro Caíque, titular da meta do Vitória durante algumas rodadas do Campeonato Brasileiro, o lateral esquerdo Guilherme Arana, atleta que foi significativo na conquista do torneio nacional no ano passado pelo Corinthians, o meia Gerson, ex-jogador do Fluminense, que joga atualmente na Roma, e os atacantes Felipe Vizeu, destaque do Flamengo, e Richarlison, que atualmente joga no tricolor carioca.

Ao todo, quatro jogadores que atuam fora do território nacional foram convocados. Fora o Gerson, o treinador chamou também os meias Allan, que surgiu no Internacional e está no momento no Hertha Berlin, da Alemanha, e Caio Henrique, que já foi jogador do Santos e atualmente está no Atlético de Madrid, da Espanha, e o atacante Malcom, um dos destaques da campanha vitoriosa do alvinegro da capital paulista na conquista do título Brasileiro em 2015, que no momento está no Bordeaux, da França.

A primeira partida diante da Inglaterra, no dia 1º será no CT da seleção inglesa, o St. George's Park, sem presença da torcida. O segundo duelo será com torcedores no Aggborough Stadium, em Kidderminster.

Veja abaixo todos os convocados:

Goleiros - Caíque (Vitória) e Daniel (Palmeiras);
Zagueiros - Gabriel (Avaí), Lyanco (São Paulo), Murilo Cerqueira (Cruzeiro) e Robson (Santos);
Laterais - Dodô (Coritiba), Guilherme Arana (Corinthians) e Raul (Grêmio);
Meio-campistas - Allan (Hertha Berlin), Caio Henrique (Atlético de Madrid), Douglas (Fluminense), Gerson (Roma), Lucas Paquetá (Flamengo) e Maycon (Ponte Preta);
Atacantes - Caio Monteiro (Vasco), Felipe Vizeu (Flamengo), Malcom (Bordeaux), Matheusinho (América-MG) e Richarlison (Fluminense).
Em janeiro de 2017, a seleção sub-20 disputará o Campeonato Sul-Americano da categoria, no Equador. O torneio vale como fase classificatória para o Mundial da Coreia do Sul. Para isso, o Brasil precisa ficar entre os quatro primeiros.


Fonte: IG

Principal jogador do Sport na atual temporada, o meia Diego Souza deverá desfalcar o Leão da Ilha por, no mínimo, duas semanas.

O jogador deixou o jogo contra o Flamengo, realizado no último sábado (13 de agosto), ainda no início do primeiro tempo da vitória por 1 a 0, após sentir dores na coxa esquerda.

553cb1917380ed49af4b93c144264990Futebol. (Imagem:Divulgação)

Por meio de uma nota oficial, a assessoria do clube comunicou que o jogador foi diagnosticado com uma lesão no músculo posterior. O departamento médico estima que Diego Souza volte a atuar em até duas semanas, mas afirmou que irá trabalhar para adiantar seu retorno.

Com Diego Souza fora de combate, o técnico Oswaldo de Oliveira deve optar pela centralização de Gabriel Xavier, camisa 10 do time ou improvisar um jogador de outra posição.

Caso o prazo de 15 dias estimado pelo Sport se confirme, Diego perderá três partidas muito importantes para o Leão. No próximo dia 20/08, a equipe enfrenta o Botafogo, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Já no dia 28/08, a equipe faz seu jogo de estreia na Copa Sul-Americana, fora de casa, contra o Santa Cruz. Quatro dias depois, recebe o Internacional, pela 22ª rodada do Brasileirão.


Fonte: Fox sports

Com um gol aos 45 minutos do segundo tempo a Chapecoense venceu o Internacional por 1 a 0, na noite desta segunda-feira, na Arena Condá. Martinuccio, que entrou nos segundo tempo, no lugar de Tiaguinho, fez o gol da vitória.

13dc638bd5544eeba22e5c7c0601eaf2Chapecoense e Internacional. (Imagem:Sirli Freitas )

Com o resultado o Verdão foi a 27 pontos e assumiu a décima colocação na tabela. Além disso manteve a escrita de sempre vencer o Inter dentro de casa.

Mas no primeiro tempo, talvez pelo dia da semana, os dois times fizeram um "espetáculo" abaixo do esperado para times de Série A. Na etapa inicial foram 44 passes errados.

Os melhores lances do time da casa foram um chute forte de Cleber Santana, que foi por cima do travessão, e uma cobrança de falta de Hyoran, que Marcelo Lomba espalmou.

O Colorado teve a melhor chance dom Sasha. Em cobrança de escanteio, o atacante do Inter cabeceou bem e Danilo conseguiu tocar na bola, que ainda bateu no travessão antes de ir para escanteio.

No início do segundo tempo não houve melhora. Teve bico para fora dos dois lados e até Cleber Santana, um dos jogadores mais técnicos e de melhor desempenho no jogo, deu chutão para afastar a bola. Paulão, pelo Inter, obrigou Danilo a fazer boa defesa. A Chapecoense respondeu com Filipe Machado e desta vez Marcelo Lomba brilhou.

Caio Jr tentou ainda colocar o artilheiro Bruno Rangel e o meia Martinuccio. E o argentino marcou o gol da vitória aos 45 minutos do segundo tempo.

- Não imaginava fazer o gol, Deus me abençou – relatou.

Na próxima sexta-feira a Chapecoense enfrenta o América-MG, às 21h30min, em Belo Horizonte. Vai precisar somar ponto para não verem os times que estão abaixo se aproximarem.


Fonte: Diário Catarinense

A voz tranquila podia até disfarçar à primeira vista, mas Thiago Braz travava uma guerra constante contra sua mente. Bem antes desta noite, o medo de fracassar vinha sendo a maior armadilha, na qual ele caiu algumas vezes. Mas quis o destino que a confiança viesse no momento e no local certos, justo diante da maior pressão de toda sua vida. Aquele menino inseguro, abandonado na infância pela mãe, acabou acolhido de forma calorosa pela torcida do Engenhão. Foi mágico ver o jovem de Marília superando o sarrafo como se estivesse respondendo a quem duvidou. Enterrou todos os fantasmas e se reinventou saltando impressionantes 6,03m para levar a medalha de ouro, com direito a novo recorde olímpico.

2016 08 16t024045z 1016359166 rioec8g07fvup rtrmadp 3 olympics rio athletics m polevaultThiago Braz é o novo campeão olímpico do Brasil (Foto: Reuters)
A conquista teve doses extras de emoção. O ouro só viria se o brasileiro passasse de seis metros, algo que nunca havia alcançado. Mas ele conseguiu ser o primeiro atleta do continente a fazê-lo, na segunda tentativa. Viu o até então campeão olímpico e recordista mundial indoor, o francês Renaud Lavillenie, errar duas vezes os 6,03m e uma os 6,08m, já no tudo ou nada. Sucumbiu com cara de espanto, levou a prata com 5,98m e reclamou das vaias da torcida. O bronze ficou com o americano Sam Kendricks, com 5,85m.
- Agradeço muito a Deus por tudo, por esse momento. É uma oportunidade incrível. As pessoas acreditaram em mim, estavam do meu lado me apoiando. Poder completar uma prova com recorde pessoal e recorde olímpico, ganhando medalha de ouro... É inexplicável - comemorou.
O ouro representa o fim de um peso. A pressão parecia um fantasma a acompanhar o brasileiro nas grandes competições. Quando não havia torcida ou câmeras por perto, ele brilhava. Melhorava as próprias marcas, ampliava o recorde sul-americano. Criava expectativa em todos e depois se frustrava. No Pan de Toronto, zerou todos os saltos. No Mundial de Pequim, um mês depois, ficou em apenas 19º lugar e não passou à final. No Mundial indoor de Portland, no início deste ano, acertou apenas um salto e deu adeus precocemente. O próprio Lavillenie colocou em xeque sua capacidade de vencer.
No Rio,o cenário trouxe outras tensões. Antes da prova, um forte vento balançou as bandeiras expostas na cobertura do Engenhão. Após 10 minutos do início da competição, uma pesada chuva tratou de interrompe-la e adiar a final. Como se não bastasse, o equipamento que muda a altura do sarrafo voltou a dar problema, e a prova foi novamente paralisada. Thiago esperou duas horas para dar seu primeiro salto.
A PROVA
Apenas o brasileiro e Renaud Lavillenie descartaram a marca 5,50m. O francês ainda foi além, abriu sua participação somente a 5,75m - passando sem sustos. Thiago iniciou a 5,65m e mostrou alívio ao passar de primeira. A partir daí, viu o atual campeão mundial Shawnacy Barber, do Canadá, errar suas três tentativas na marca e dar adeus. Aliás, viu que dali em diante só restavam mais seis competidores.
Ao tentar passar pelo sarrafo a 5,75m, derrubou na primeira tentativa. Fosse aquele Thiago que sucumbia diante da adversidade, talvez tivesse travado e se despedido. Mas a nova versão do brasileiro tentou o segundo salto pouco depois e, desta vez, passou.
O francês respondeu passando de cara por 5,93m. Muito incentivado pelo público, Thiago veio na sequência, mas derrubou o sarrafo. Andava de um lado para o outro enquanto esperava sua próxima chance. A pressão finalmente parecia alimentar Thiago de forma positiva. Na segunda chance, igualou a melhor marca de sua carreira. Para melhorar, viu Kendricks, Kudlica e Lisek darem adeus. A prata estava garantida.
Lavillenie sentiu então pela primeira vez a animosidade da torcida. Foi muito vaiado, mas ignorou a pressão a princípio. Passou pelo sarrafo a 5,98m, sem sustos, e quebrou o recorde olímpico. Para ter chance de ouro, Thiago decidiu pular essa altura. Tentaria saltar a 6,03m, o que representaria romper pela primeira vez na carreira a mítica barreira dos seis metros.
Lavillenie foi o primeiro a arriscar-se na altura. Errou a tentativa. Mas Thiago não teve potência para alcançar o sarrafo. Na segunda chance, o francês falhou. E se irritou. Parecia estar prevendo uma derrota amarga. Thiago não desperdiçou a brecha. Foi incrível. Impecável. Passou limpo a 6,03m e levantou o Engenhão. A torcida já comemorava a iminente vitória e vaiou Lavillenie, que reclamou fazendo sinal de negativo. O francês desafiou o brasileiro e quis ir mais alto. Tentou 6,08m, na última esperança. Não adiantou. Errou mais uma vez e teve que engolir. Thiago, a quem ele se referia como inconstante e suscetível à pressão nos grandes eventos, cresceu no maior dos palcos. O título era brasileiro.

 

Fonte:G1

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