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Com a vaga de treinador deixada em aberto após a saída de Edgardo Bauza, alguns nomes são veiculados ao comando do São Paulo.

82a0bc21a56d9345c656bd3b4bf6186fBotafogo blinda possível volta de Ricardo Gomes para o São Paulo.(Imagem: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

Um dos cotados é para o cargo é o ex-Tricolor Ricardo Gomes, atualmente no Botafogo. O fato ainda não é do conhecimento, pelo menos de maneira oficial, do presidente da equipe carioca, Carlos Eduardo Pereira, e dos demais membros da diretoria. Uma coisa, porém, é certa: o Glorioso não vai liberar seu treinador.

Em maio, assim que terminou o Campeonato Carioca, o Cruzeiro tentou tirar Ricardo Gomes do Botafogo. O clube carioca agiu rapidamente, ofereceu um aumento salarial ao treinador e prorrogou seu contrato até dezembro de 2017.

O novo vínculo passou a conter uma multa rescisória, considerada alta para o mercado brasileiro. Naquela ocasião, Carlos Eduardo Pereira demonstrou irritação com o assédio cruzeirense e deu entrevista deixando claro que o Glorioso não vai liberar seus profissionais sem multa.

“Aquela época em que chegavam no Botafogo e pegavam quem queriam acabou. O Botafogo hoje é um clube muito mais estruturado do que no passado. Apesar de lutarmos contra dificuldades financeiras, hoje temos condições de segurar nossos profissionais e que isso possa servir de alerta para os demais clubes. Não vai ser mais fácil tirar os nosso pessoal”, disse Carlos Eduardo, deixando claro o grau de dificuldade que o São Paulo terá.

Ricardo Gomes dirigiu o Tricolor paulista no segundo entre os anos de 2009 e 2010. Seu nome conta com o respeito da diretoria do Tricolor, que já teria, sem sucesso, tentado tirar Roger Carvalho do Grêmio e Paulo Autuori do Atlético-PR.

Curiosamente, São Paulo e Botafogo se enfrentam no próximo domingo, às 16h15 (de Brasília), no Morumbi, em São Paulo pela vigésima rodada do Campeonato Brasileiro. Neste jogo o Tricolor paulista será dirigido pelo interino André Jardine.

Já o Botafogo treinou na manhã desta quarta-feira sem abertura para a imprensa de olho no confronto. Nesta quinta, o plantel volta a treinar na parte da tarde e Ricardo Gomes deverá esboçar a escalação que pretende utilizar. O volante Aírton, com dores na coxa direita, é dúvida, apesar de nenhuma lesão ter sido diagnosticada. Já o zagueiro argentino Joel Carli e o atacante Sassá trabalharam normalmente após se recuperarem de lesão e estão à disposição.

Fora de campo a diretoria recebeu os R$ 9 milhões referentes à negociação do atacante Ribamar com o Munique 1860, da Alemanha, e vai enviar o atestado de liberação para que o atleta possa estrear no clube alemão.

Fonte: Gazeta Esportiva

Joanna Maranhão desabafou, chorou, mas não desabou. Após sua última participação na Olimpíada do Rio de Janeiro, a nadadora externou toda a sua angústia. Um dia depois de ver críticas pesadas nas redes sociais, a pernambucana aproveitou a passagem pela zona mista do Estádio Olímpico de Esportes Aquáticos para externar toda a sua angústia. Citou companheiros de natação, lembrou do que a judoca Rafaela Silva passou em Londres, falou do futuro e, na defesa dos atletas brasileiros, pediu respeito.

– Eu queria falar em nome de todo mundo. Eu lembro quando a Rafaela pegou na perna, há quatro anos, em Londres, e a galera esculachou com ela. Macaca, não sei o quê…Quatro anos agora e a Rafaela se torna heroína. Mas a Rafaela já era heroína. Desde o momento em que ela pegou a oportunidade de fazer judô. Do jeito dela, daquele jeito que ela diz que é. Eu não subi no bloco para piorar meu tempo. Kitadai não entrou no tatame para perder medalha, a Sarah não subiu no tatame para não ganhar medalha, a Erika não medalhou o ciclo olímpico inteiro e foi tão constante para não ganhar medalha, o Luciano não treinou todos esses anos para perder a vaga no final, o Cielo não escolheu ficar de fora dos Jogos Olímpicos, o 4x100m livre do Brasil não ficou em quinto porque fez corpo mole. A gente dá duro todo dia. Vocês sabem disso, mas o Brasil é um país machista, um país racista, um país homofóbico, um país xenofóbico. Não estou generalizando, mas essas pessoas existem, infelizmente. E aí, quando elas estão atrás de um computador, elas se acham no direito de fazer essas coisas. Todo mundo tem direito de discordar de meus posicionamentos políticos que são da minoria. Eu não faço parte da maioria. Mas a minha formação, a minha história, fez com que sentisse uma necessidade de me posicionar politicamente. E eu não vou parear. O que eu puder fazer para melhorar meu país de alguma forma, eu vou fazer – desabafou a nadadora com os olhos marejados.

20160809 141833 1Joanna Maranhão. (Imagem:Divulgação)
Na manhã desta terça-feira, a atleta afirmou, em suas redes sociais, que vai processar autores de ofensas feitas contra ela nas redes sociais. No último sábado, depois de fazer sua estreia na Rio 2016, Joanna escreveu uma mensagem de agradecimento à torcida em sua página no Facebook. Entre os comentários, muitos foram ofensivos à atleta, que tem como costume manifestar na internet opiniões ligadas a política, além de ter um conhecido trabalho de apoio a crianças vítimas de abuso sexual.

Durante pouco mais de dez minutos, a nadadora rebateu os agressores. Não foram poucas as vezes em que teve que parar de falar para enxugar as lágrimas e se recompor. Disse ter ficado espantada com os comentários que viu e que, por isso, teve dificuldade para dormir. Entretanto, descartou qualquer influência do episódio em seu rendimento nos 200m borboleta, quando fez 2m10s69, ficou na 24ª colocação e não conseguiu vaga para a semifinal.

– Não acho que tenha refletido na prova. Eu nadei mal e ponto final. A culpa é minha. Eu travei no final. A culpa é 100% minha. Não estou usando isso para justificar, de jeito nenhum. Mas desejar que eu seja estuprada, desejar que minha mãe morra, comemorar porque eu não peguei uma final por cinco centésimos, eu acho isso uma covardia, uma falta de caráter. Isso não se faz com ninguém. Todo mundo já passou por alguma decepção na vida. Eu já ganhei por cinco centésimos, já perdi por cinco centésimos. Eu já pensei em tirar minha própria vida. Eu lutei pra caramba (choro). Eu conquistei quatro vezes o índice olímpico para estar aqui. Eu sou a melhor atleta do medley do Brasil desde os 14 anos de idade. Eu não preciso que isso tenha valor para os outros. Eu preciso que tenha valor para mim. Pra mim tem valor. Eu me orgulho muito da minha trajetória, da minha história. Não é que esse tipo de mensagem vai me fazer parar de nadar ou desistir. Mas machuca, dói. A Rafaela não merecia ter escutado o que ela escutou há quatro anos. A Sarah não merece escutar. Eu lembro que o Leandro Guilheiro teve um ciclo até Londres brilhante. E aí, quando ele não ganhou medalha as pessoas começaram a chamar ele de Leandro Pipoqueiro. Um cara que é campeão mundial júnior, tem duas medalhas em campeonatos mundiais, duas medalhas em Jogos Olímpicos, um cara que tira golpe dos dois lados, ser chamado assim, é muito cruel. Eu não sei se o fato de a gente vir de um país com uma cultura futebolística faz com que as pessoas se sintam no direito de fazer isso – acrescentou.

 

Fonte:cidadeverde.com

A Seleção Brasileira feminina entrou em campo para enfrentar a África do Sul nesta terça-feira na Arena da Amazônia, pelo Grupo A das Olimpíadas, já classificada e poupando seis titulares - entre elas a craque Marta e experiente Formiga - além de Cristiane, machucada. Depois de um insosso primeiro tempo, Marta entrou em campo, mas o resultado ficou inalterado e o 0 a 0 decepcionou o excelente público.

57aa831dbefffAmdressa Alves tenta levar o Brasil ao ataque (AFP)

Apesar do empate, o Brasil terminou em primeiro lugar no Grupo A, com sete pontos e enfrentará nas quartas de final a seleção da Austrália, na sexta-feira, às 22h (de Brasília) no Mineirão. A África do Sul fez seu primeiro ponto e está eliminada.

 

O JOGO
Embora tivesse boas chances no primeiro tempo, num chute de Tamires que Barker mandou para escanteio e em uma bomba de Debinha na trave, o Brasil encontrou dificuldades para o arremate, já que a África do Sul esteve sempre bem fechada, com duas laterais que não saíam e fechando o miolo com três apoiadoras. Mesmo trocando bem a bola, ficava claro que o time sentia as muitas ausências, com Andressa Alves sendo a principal articuladora, mas sem muita inspiração ao buscar espaços.

A torcida manauara fazia a parte dela, aplaudindo as jogadoras e entrando em delírio sempre que Marta, no banco, era filmada e aparecia no telão.

A África do Sul não era só retranca. Tentava ligações diretas e por muito pouco não fez um gol com Kgatlana. Não rolou porque a goleira Aline foi corajosa numa saída de gol.


No segundo tempo o Brasil voltou com Marta no lugar de Tamires. A camisa 10 se movimentou, manteve o time sempre no ataque, teve uma grande chance, mas a Seleção Brasileira seguiu com pouca inspiração e mais uma vez levou um susto quando Kgatlana chutou e Aline fez a defesa mais bonita do jogo.

No fim, a África do Sul cansou, o Brasil teve quatro chances, a melhor com Fabiana, mas a bola não entrou. Porém, por causa de seu espírito de luta, o time foi aplaudido pela torcida.


BRASIL 0 X 0 ÁFRICA DO SUL
JOGOS OLÍMPICOS
DATA E HORA: 9/8/2016 - 22h (de Brasília)
LOCAL Arena da Amazônia, Manaus (AM)
ÁRBITRA: Stephannie Frappart (FRA)
AUXILIARES: Manuela Nicolosi (FRA) e Yolanda Parga (ESP)
CARTÕES AMARELOS: Bruna e Andressinha (BRA), Vilakaze (AFS)

BRASIL: Aline, Poliana, Bruna Benites, Mônica e Thaísa (Fabiana, 37'/2ºT); Tamires (Marta, Intervalo), Érika e Andressinha; Debinha, Raquel e Andressa Alves. TEC: Vadão

ÁFRICA DO SUL: Barker; Smeda, Van Wyk, Vilakaze, e Jane; Matlou, Malherbe, Makhabane e Mothalo (Mollo, 19'/2ºT); Seoposenwe e Kgatlana (Dlamini, 37'/2ºT). TEC: Vera Pauw

 

Fonte: Lancenet

O corintiano Elias provocou a torcida do São Paulo e nesta terça-feira foi a vez de o são-paulino Thiago Mendes responder. Em entrevista coletiva, o volante do Tricolor foi perguntado sobre o que achou da declaração do volante do Corinthians, após a partida contra o Cruzeiro, na última segunda. Elias criticou a torcida corintiana com o seguinte argumento: "Parece que está virando a do São Paulo, só critica". Thiago, então, rebateu e acabou se embaraçando na resposta:

57aa473aac82eTitular contra o Santa Cruz, Thiago Mendes respondeu crítica do corintiano Elias (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)

- Quem tem boca fala o que quer. Ele não está aqui no dia a dia para saber o que a gente passa. A gente não chegou numa semifinal da Libertadores por acaso. A torcida do São Paulo, quando quer, é a melhor do Brasil. Acho que ele foi infeliz no que ele falou. Não tem muito o que dizer dele, porque só quem sabe é a gente o que passa - afirmou Thiago.

A declaração de Elias foi uma crítica à torcida corintiana, que segundo ele não estaria apoiando como devia. Já a resposta de Thiago Mendes encontra base nos números obtidos pela torcida do São Paulo este ano. Tanto na Libertadores quanto no Campeonato Brasileiro, o Tricolor possui o recorde de público.

Na competição sul-americana, o São Paulo colocou 61.297 pessoas no Morumbi para o duelo da semifinal da Libertadores, contra o Atlético Nacional (COL): perdeu por 2 a 1. Já no Campeonato Brasileiro, 54.996 estiveram no duelo contra a Chapecoense, no empate por 2 a 2, em uma manhã de domingo, registrando o recorde da competição.

 

Fonte: Lancenet

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