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Com gols de Yony González e Natanael (contra), o Fluminense venceu o Internacional, que jogou mais uma vez com seu time cheio de reservas, por 2 a 1, neste sábado, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, em jogo válido pela 13.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após sair do banco, Edenílson fez o gol de honra dos visitantes no final da partida.

7febab7e7a0668aeb320de6924e94e56FOTO: LUCAS MERÇON/ FLUMINENSE F.C.

O resultado tira o time da casa da zona de rebaixamento. Com o triunfo, o clube tricolor carioca sobe para a 16.ª posição, uma acima da degola, com 12 pontos, dois a mais que o Cruzeiro. O clube celeste, porém, ainda joga nesta rodada contra o Atlético-MG neste domingo. Já o Internacional estaciona nos 20 pontos e fica na sexta posição.

Os visitantes tiveram os seus titulares poupados tendo em vista o confronto diante do Cruzeiro, na próxima quarta-feira, em Belo Horizonte, pelo jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil. O Internacional também está na Copa Libertadores, mas só enfrenta o Flamengo pelas quartas de final no final deste mês, mesma época em que o Fluminense pega o Corinthians nas quartas da Copa Sul-Americana.

O primeiro tempo da partida deste sábado foi morno. Foram raros os lances com emoção. Um deles veio aos 12 minutos com Pedro, do Fluminense. Igor Julião roubou a bola e encontrou o camisa 9, que chutou rasteiro na base da trave direita do goleiro Marcelo Lomba. Três minutos depois, nova chance do time da casa. Caio Henrique fez boa jogada e tocou para Pedro, que fez o corta-luz para o chute de Paulo Henrique Ganso, defendido por Lomba.

Aos 21 minutos, os mandantes voltaram a assustar com boa cobrança de falta de Allan, por cima da meta colorada. No minuto seguinte, o Internacional apareceu bem pela primeira vez: Bruno Fuchs dominou no meio da rua e buscou o ângulo, mas o goleiro Muriel fez grande defesa.

Depois de uma boa tentativa de Yony González pelo Fluminense, os gaúchos tiveram outra chance aos 36 minutos com Wellington Silva Ex-jogador do time da casa, o ponta recebeu na esquerda, limpou a marcação e chutou. Muriel voou para desviar a bola, mas a arbitragem entendeu que o goleiro não bateu nela.

Antes do intervalo, mais uma oportunidade para cada lado. Aos 42 minutos, Rafael Sóbis cobrou escanteio na cabeça de Tréllez, que testou para mais um milagre de Muriel. Três minutos depois, Paulo Henrique Ganso tocou para Pedro, que bateu para defesa de Marcelo Lomba na ponta dos dedos. De todo modo, placar zerado na etapa inicial.

A metade complementar também não foi das mais emocionantes. Entretanto, a primeira chance de gol já resultou na alteração do placar. Aos 12 minutos, Yony González aproveitou cruzamento, superou a marcação e mandou para o fundo da rede de Marcelo Lomba.

O Fluminense quase ampliaria dois minutos depois, quando Marcos Paulo mandou por cima da meta colorada. Aos 16, Yony tentou o segundo, mas Marcelo Lomba salvou o Internacional. Aos 22, porém, o arqueiro nada pôde fazer. Pedro tocou para Paulo Henrique Ganso dentro da área e Bruno Fuchs cortou, mas a bola acertou Natanael com força e entrou. Gol contra: 2 a 0.

Atrás no placar, o Internacional foi para cima e até conseguiu descontar, mas não o suficiente para marcar pontos no Rio de Janeiro. Aos 46 minutos, Rafael Sóbis cruzou, Muriel espalmou para frente e Edenílson deu os números finais do confronto. O Fluminense não vencia pelo Brasileirão desde 18 de maio, quando atropelou o Cruzeiro por 4 a 1 na quinta rodada.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 2 x 1 INTERNACIONAL
FLUMINENSE - Muriel; Igor Julião, Digão, Nino e Caio Henrique; Allan (Airton), Daniel (Wellington Nem) e Ganso; Yony González, Marcos Paulo (Nenê) e Pedro. Técnico: Fernando Diniz.
INTERNACIONAL - Marcelo Lomba; Zeca, Klaus, Bruno Fuchs e Natanael; Rithely, Zé Gabriel (D'Alessandro) e Nonato (Edenílson); Wellington Silva, Rafael Sóbis e Tréllez (Pottker). Técnico: Odair Hellmann.
GOLS - Yony González, aos 12, Natanael (contra), aos 22, e Edenílson, aos 46 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Paulo Henrique Ganso (Fluminense); Nonato e Edenílson (Internacional).
ÁRBITRO - Rodolpho Toski Marques (Fifa/PR).
RENDA - R$ 395.355,00.
PÚBLICO - 15.239 pagantes (16.485 no total).
LOCAL - Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).
Por Carlos Costa, especial para a AE
Estadão Conteúdo

No primeiro Clássico Rei na Série A do Campeonato Brasileiro desde 1993, o Ceará derrotou o rival Fortaleza por 2 a 1. O resultado deixa o Ceará momentaneamente na nona colocação da tabela, enquanto o Fortaleza permanece em 14º.

8d96f4512dc3abfbff0da5a7d82582c0Foto: Stephan Eilert/cearasc.com

O Fortaleza teve um momento de apagão entre os 10 e 16 minutos e viu o Ceará marcando seus dois gols praticamente em seguida. O primeiro saiu no chute de Thiago Galhardo e o segundo na cabeçada de Felippe Cardoso. No fim do primeiro tempo, o Fortaleza diminuiu com Juninho, num controverso pênalti, marcado com auxílio do VAR.

FOI BEM: FELIPPE CARDOSO
O atacante participou da maioria das boas oportunidades feitas pelo Ceará, principalmente nas chances criadas com Thiago Galhardo. De cabeça, marcou o seu primeiro gol a camisa alvinegra do Ceará.

FOI MAL: CARLINHOS
O lateral do Fortaleza foi um dos mais esquentados do time no segundo tempo. Tomou cartão amarelo após entrar com tudo em Samuel Xavier e tomou o segundo numa briga com Wescley, sendo expulso aos 43 minutos.

DESEMPENHO DO CEARÁ
O Ceará foi incontrolável nos primeiros minutos de jogo. Com 16 minutos de jogo, o time já havia somado quatro grandes chances, duas delas resultadas em gols. O time manteve a ofensividade no segundo tempo, mas não conseguiu oferecer tanto perigo quanto na etapa inicial.

DESEMPENHO DO FORTALEZA
O time do técnico Rogério Ceni não conseguiu reagir diante da ofensividade do Ceará. O Fortaleza até teve uma maior posse de bola durante todo o jogo, mas o time não conseguiu transformar isso em oportunidades, chegando ao gol graças a um pênalti bem controverso.

CRONOLOGIA DO JOGO
O Ceará mostrou ao que veio desde os primeiros momentos do jogo. Com apenas um minuto de jogo, Felippe Cardoso mandou de cabeça para a trave. Valdo chegou a pegar o rebote, mas Felipe Alves fez grande defesa. O Ceará chegou ao seu primeiro gol aos 14, com Thiago Galhardo. Ele recebeu a bola cruzada por Leandro Carvalho e tocou para as redes. Dois minutos depois, Galhardo tentou novamente, mas Felipe Alves conseguiu evitar. O Ceará continuou apertando e, na cobrança de escanteio, conseguiu ampliar a vantagem, com Felippe Cardoso, de cabeça.

O Fortaleza conseguiu diminuir a vantagem do rival já nos acréscimos do primeiro tempo, com Juninho marcando de pênalti. O lance foi confirmado após revisão do VAR, mas ainda assim gerou indignação entre os jogadores do Ceará. Isso porque, no início da jogada, houve um toque de mão do próprio Juninho. Também houve questionamentos se realmente foi falta de Luiz Otávio em André Luís.

No segundo tempo, o clima continuou quente entre os dois times e o jogo foi mais faltoso que jogado. O Fortaleza continuou com mais posse de bola, mas sua melhor oportunidade surgiu apenas aos 41 minutos, na cabeçada de Wellington Paulista.

DUELO DE MOSAICOS
O clima de rivalidade no Clássico Rei começou antes mesmo de a bola rolar, mas nas arquibancadas. 70% da torcida presente no Castelão era do Ceará, que ergueu um mosaico em homenagem aos 30 anos do falecimento de Luiz Gonzaga. Já o Fortaleza havia prometido em suas redes sociais que os torcedores seriam "os 30% mais barulhentos do país" e eles realmente fizeram uma grande festa, com direito a bandeirão e mosaico do personagem Bart Simpson.

O QUINTO CLÁSSICO DE 2019, O PRIMEIRO NA SÉRIE A
Este foi o primeiro Clássico Rei na Série A do Campeonato Brasileiro em 26 anos, mas o jogo deste sábado (3) foi o quinto confronto entre os dois rivais nesta temporada. E o primeiro com vitória do Ceará. Antes disso, foram dois empates (no Cearense e na Copa do Nordeste) e duas vitórias para o Fortaleza, ambas na decisão do Campeonato Cearense. Esta também foi a primeira derrota de Rogério Ceni no clássico.

CEARÁ: Diogo Silva, Samuel Xavier, Valdo, Luiz Otávio e João Lucas; Fabinho, Ricardinho, Lima (Fernando Sobral), Thiago Galhardo (Pedro Ken); Felippe Cardoso e Leandro Carvalho (Wescley). T. Enderson Moreira.
FORTALEZA: Felipe Alves, Tinga, Quintero, Roger Carvalho e Carlinhos; Felipe, Juninho, Romarinho (Edinho) e Osvaldo (Mariano Vázquez); André Luís (Kieza) e Wellington Paulista. T.: Rogério Ceni.
Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Henrique Neu Ribeiro (SC) e Éder Alexandre (SC)
Árbitro de vídeo: Grazianni Maciel Rocha (RJ)
Cartões amarelos: Samuel Xavier, Valdo e Wescley (Ceará); Carlinhos (Fortaleza)
Cartão vermelho: Carlinhos (Fortaleza)
Gols: Thiago Galhardo, aos 14, e Felippe Cardoso, aos 16, para o Ceará; Juninho aos 47 do primeiro tempo para o Fortaleza.
Fonte: UOL/FOLHAPRESS

Em um jogo mais duro do que o previsto, o seu terceiro no Pré-Olímpico, a seleção brasileira feminina de vôlei derrotou a República Dominicana por 3 sets a 2, com parciais de 25/22, 25/19, 23/25, 18/25 e 15/10, e carimbou a passagem para os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

24e05d167e420f245a3156561dfff035Foto: FIVB

Foi a terceira vitória em três jogos das brasileiras no Pré-Olímpico, o que fez a seleção encerrar a participação na competição como líder do Grupo D, com sete pontos. Além das dominicanas, a seleção treinada por José Roberto Guimarães também venceu Azerbaijão e Camarões. Os jogos foram realizados em Uberlândia (MG), no Ginásio Sabiazinho. A seleção caribenha ficou em segundo da chave, também com sete pontos, mas com uma vitória a menos.

O Brasil não fica fora de uma edição das Olimpíadas desde a primeira participação em Moscou, em 1980. Em Tóquio, a seleção brasileira feminina vai em busca de seu terceiro ouro olímpico - as duas medalhas douradas foram conquistadas em Pequim (2008) e Londres (2012). No Rio-2016, as comandadas de José Roberto Guimarães pararam nas quartas de final ao caírem para a China.

Neste sábado, a exemplo do que aconteceu no duelo diante anterior, as brasileiras começaram bem a partida ao vencer as duas primeiras parciais com facilidade, mas sofreram um apagão, desta vez no terceiro e quarto sets, e quase deixaram o triunfo escapar.

No entanto, depois de perder a terceira e quarta parciais, o Brasil reagiu no momento mais importante do jogo, a disputa do tie-break, freou o ímpeto das rivais e assegurou a vitória e a vaga em Tóquio, muito celebrada pelas jogadoras ao final da partida.

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Zé Roberto repetiu as últimas escalações e mando à quadra um time formado por Mara, Macris, Gabi, Tandara, Bia, Lorenne e a líbero Léia. Ao longo do duelo, entraram Roberta, Paula Borgo, Natália e Amanda.

A oposto Lorenne foi a principal pontuadora do confronto, com 22 pontos marcados. Gabi teve participação fundamental no bloqueio e no ataque e Tandara e Natália também tiveram destaque, funcionando como válvulas de escape no tie-break.

Nesta semana, a Federação Internacional de Voleibol organiza seis quadrangulares intercontinentais pelo mundo, com vagas aos seus vencedores sendo distribuídas para a Olimpíada, sendo que esses torneios são realizados em três rodadas, com as equipes se enfrentando dentro dos grupos. Das 12 vagas, duas foram preenchidas. Além do Brasil, o Japão também já está garantido por ser o país-sede do evento.
Fonte: Estadao Conteudo

O carioca Ygor Coelho, de 22 anos, derrotou o canadense Brian Yang por 2 jogos a 0 (parciais de 21/19 e 21/10) e subirá ao lugar mais alto do pódio no Pan de Lima.

794869c8b7c7cfadeb417de14fdda639Foto - Alexandre Loureiro/COB

A medalha do jovem carioca, revelado num projeto social da favela da Chacrinha, é a quinta do país na modalidade nesta edição do evento.

Soma-se a quatro bronzes obtidos na quinta (1). Após o ponto decisivo, ele se atirou no chão e vibrou muito com a principal conquista de sua carreira.

Antes do título, ele foi bicampeão pan-americano (simples) em 2017 e 2018 e medalhista de ouro nos Jogos Sul-americanos Cochabamba em 2018 (simples, dupla masculina e equipe).

Carol Meligeni aplica 'pneu' vai às semis

Com parciais de 6/2 e 6/0 (chamado de 'pneu' no tênis), a brasileira (número 342 no ranking da WTA) derrotou a mexicana Renata Zarazua (296) pelo placar de 2 a 0 em partida com duração de 50min.

Próxima fase da disputa de simples começa a ser disputada no sábado (3), a partir das 12h (horário de Brasília).

Ainda nesta sexta (2), Carol Meligeni disputará o torneio de duplas, ao lado de Luisa Stefani. Elas enfrentam as paraguaias Veronica Cepede-Royg e Montserrat Gonzalez.

Masculino e feminino classificados na canoagem slalom

Pedro Gonçalves derrotou o canadense Keenan Simpson e o boliviano Juan Singuri na categoria Extreme Slalom K1 masculina.

No feminino, Ana Satila desbancou a paraguaia Ana Paula Fernandez e a chilena Constanza Nobis na mesma prova. As semifinais ocorrem no domingo, a partir das 16h45 (horário de Brasília).

Fonte: Folhapress

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