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Para muitos, o peso-leve (até 70kg) é a categoria mais difícil do Ultimate. Conquistar uma sequência de sete vitórias consecutivas nesta divisão é, certamente, missão das mais espinhosas. Na noite deste sábado, Francisco Massaranduba conquistou tal feito e com autoridade. O brasileiro venceu Paul Felder por nocaute técnico (interrupção médica) aos 2m25s do terceiro round, no card principal do UFC Brasília, após um grande ferimento no supercílio direito do americano, fruto de uma cotovelada recebida no ground and pound no segundo assalto.

0cbeee70dc152f1fd1b4a89aa43a84b8Massaranduba bate Felder e emplaca sua sétima vitória consecutiva.(Imagem:Divulgação)

E não é uma sequência de vitórias contra rivais inexpressivos. Além de Felder, Massara já venceu nomes como Yancy Medeiros, Ross Pearson e Chad Laprise neste período. O resultado interrompeu a série de dois resultados positivos do americano. Após o anúncio do triunfo, o brasileiro ainda revelou que vai ser pai em breve e emocionou o público que lotou o ginásio Nilson Nelson.

- Eu vou treinar para ser um dos melhores. Eu vou treinar! E outra coisa: eu vou ser pai. E vou ser o melhor pai do mundo. Não contei isso pra ninguém, só pros meus irmãos. Eu vou ser pai! - afirmou, recebendo muitos aplausos do público.

A luta

O início foi de muito estudo. Dois chutes de Felder, um na perna e um no corpo, entraram. Massara respondeu com chute na linha de cintura, mas recebeu o troco na mesma moeda. O brasileiro tentava encurralar o rival e combinou direto e chute na linha de cintura. No contragolpe, levou um soco rodado. Ele soltou uma bomba de esquerda no rosto do rival. Outra esquerda tocou Felder, que clinchou. Massaranduba ganhou a posição de domínio na grade e aplicou algumas joelhadas. Ao se desvencilhar, precisou defender um single leg e foi colocado com as costas na grade, mas inverteu a posição. Felder usava bem os pisões frontais na linha de cintura e chutes altos, mas Massaranduba conseguiu responder bem ás investidas do oponente.

Os dois voltaram para o segundo round trocando golpes na curta distância. Massaranduba seguiu andando para a frente e encontrou o rosto de Felder algumas vezes. O americano se livrou da primeira blitz e entrou com um jab, direto e uppercut na sequência. Os chutes de Felder eram sua maior arma, mas Massara sempre tentava responder na saída.

Faltando três minutos para o fim do assalto, o brasileiro conseguiu a queda e caiu na guarda de Felder, que tentou escalar a guarda, mas Massaranduba impediu ao jogar com o quadril bem alto. Uma cotovelada abriu um grande corte no rosto do americano. Massara ganhou a meia-guarda, ensaiou uma americana, golpeou e, ao tentar passa a guarda, deu espaço para o rival. Ele dominou as costas, cinturou, mas perdeu a posição. Felder pressionou na grade, deu uma cotovelada giratória, mas não teve muito tempo para reagir na parcial.

Atrás após dois rounds, Felder tentou tomar mais a iniciativa e passou a controlar o centro do octógono. Massaranduba apenas circulava e recebeu um gancho na linha de cintura. O brasileiro se movimentava bastante, mas não era ativo. Ele recebeu um direto de encontro ao tentar um chute alto, mas absorveu bem. Outro chute alto parou na guarda do brasileiro, que clinchou. Felder chegou a ter a posição de domínio na grade, mas sofreu outra inversão. Com um grande sangramento no rosto, o árbitro central interrompeu o duelo para Felder ser atendido, e o médico não permitiu que ele retornasse.

Fonte: SporTV

Sem festejos de lançamento e nem sequer um anúncio oficial, o Corinthians estreou no clássico contra o Palmeiras, no último sábado, o patrocínio nas costas da camisa do Café Bom Dia. Por trás deste negócio está uma estratégia que faz o clube sonhar em quebrar paradigmas e garantiu R$ 10 milhões ao caixa alvinegro.

O acordo com a marca de café não foi fechado pelo Timão, que “terceirizou” o espaço no uniforme e outras propriedades, como placas de publicidade e redes sociais. Tais ativos foram adquiridos por três anos pela Apollo Sports Capital, fundo de investimentos brasileiro, mas que tem recursos do exterior.

57e47a0120540Camisa do Corinthians com novo patrocinador (Foto: Daniel Augusto Jr)

Em resumo, a parceria funciona deste modo: o Corinthians garante os R$ 10 milhões e a Apollo comercializa os espaços da forma e pelo preço que quiser. E qual a vantagem? Para o clube, a garantia do valor. Para o fundo, a chance de ganhar mais do que o investido com uma estratégia ousada. A Apollo recebe não só para ceder as propriedades do Timão, mas também ganha bônus de resultados dos anunciantes. Por exemplo: se o Café Bom Dia aumentar seu faturamento e bater metas, a Apollo recebe um percentual.


Mas por que o próprio Corinthians não faz isso? Com a resposta, Gustavo Herbetta, superintendente de marketing do Corinthians:

– Não podemos negociar o espaço por 5, podendo chegar a 12, mas correndo o risco de não atingir esse número. Para nós, é mais vantajoso garantir 10. Além disso, o clube precisaria ter uma estrutura adequada para dar essa resposta. O Barcelona, que é um exemplo, tem 300 pessoas na equipe de marketing, enquanto o Corinthians, que é referência no Brasil, tem 20 – afirmou, ao LANCE!.

Tal modelo já é utilizado em outros países, como Estados Unidos, e o Timão acredita que pode torná-lo referência no futebol brasileiro. Independentemente disto, o acordo já é muito festejado no Parque São Jorge, pois garantiu aumento de 33% nas receitas em relação ao ano passado. Antes, o espaço nas costas da camisa era negociado juntamente com o patrocínio master. Já nesta temporada, a Caixa Econômico Federal seguiu pagando R$ 30 milhões pelo peito do uniforme alvinegro, mas permitiu o clube ganhar mais R$ 10 milhões com a parte traseira.

Do lado da Apollo, o clima também é de otimismo com a parceria.

– O risco do negócio é todo nosso, mas confiamos no sucesso. Oferecemos às empresas segurança jurídica, longevidade contratual mesmo com mudanças no comando do clube e estratégia de marketing sob medida – explicou Michael Gruen, diretor-presidente do grupo, ao LANCE!.

Nas próximas semanas as partes planejam anunciar a parceria e realizar uma grande ação promocional.

Bate-bola com Michael Gruen, diretor-presidente da Apollo Sports, ao LANCE:

O que a Apollo espera da parceria?

Após mais de um ano conversando e prospectando o mercado, com a colaboração de várias pessoas envolvidas, achamos que temos a oportunidade melhorar a relação dos clubes e as comunidades esportivas com patrocinadores que formam este ciclo que alimenta o esporte. Viemos atuar como um investidor em propriedades esportivas, como neste contrato com o Corinthians, compartilhando o risco com o clube, adiantando capital, que pode ser investido e gerido pelo clube como ele achar melhor, e oferecendo aos patrocinadores uma segurança jurídica, longevidade contratual, estabilidade, algo que pode ser melhorado no futebol do Brasil.

Vocês já tem definidas as marcas que irão explorar as costas do uniforme ou ainda vão em busca delas?
Nós adquirimos a propriedade do Corinthians antes. Nossos contratos são todos de médio a longo prazo, é algo que transmitimos de benefícios aos patrocinadores. Dessa forma eliminamos o risco do clube, adiantamos os recursos, e depois temos que buscar a valoração da propriedade. Vale ressaltar que adquirimos não só o uniforme, mas outros canais de comunicação, como placas de publicidade, backdrop, redes sociais... São atuações mais amplas do que tem sido feito no Brasil, com planejamento mais estratégico para as marcas.

Mas por que as empresas vão negociar com a Apollo e não direto com o clube?
Uma das coisas principais é a segurança jurídica. Hoje no Brasil as gestões são um pouco mercuriais, existem problemas de performance dos clubes que afetam o relacionamento, e nós, por meio desses contratos longos, temos relacionamento mais forte com os clubes e transmitimos segurança jurídica para o patrocinador, que se sente mais seguro, sabendo que pode fazer uma campanha que vai durar vários anos. Outro cenário: hoje muitos clubes não querem negociar seis meses de patrocínio, uma participação fracionada. A gente tem essa possibilidade, ou mesmo de fazer só trabalho na mídia social ou camisa, temos flexibilidade.

Já para o clube...
A questão do risco. Uma vez com o dinheiro garantido, o clube tem grande benefício, pode fazer planejamento a médio e longo prazo.

Vocês podem negociar só o patrocínio da camisa com uma empresa e as demais propriedades com outras empresas?

Estamos abertos a conversar com a marca sobre uma propriedade só, mas hoje as empresas querem montar ações de conversão de vendas. Não adianta só para uma indústria, por exemplo, colocar o patrocínio na camisa. Ela não tem mais um efeito tangível disso, é claro que reforça marca, mas ela já tem isso consolidado. Hoje ela precisa se conectar à comunidade, oferecer produtos de interesse e a partir desse relacionamento fazer conversão de vendas.

Os clubes têm tido dificuldades para conseguir patrocínios. Por que a Apollo acredita que terá lucro nesta operação?
Tem aquela história: não adianta colocar o time com dez zagueiros, é preciso manter a marca conectada com o mercado, não adianta retrair e perder mercado na crise. As crises vêm e passam. Estamos tentando trazer um benefício e um pouco de fôlego aos clubes nessas crises. Certamente as coisas vão melhorar e as marcas têm que investir, manter mercado e ir para frente.

A Apollo é nacional?
A Apollo é uma empresa brasileira, mas houve aporte de um fundo, que captou investimento de brasileiros e estrangeiros, e esse fundo aporta dinheiro à Apollo. Temos que fazer investimentos razoáveis e prudentes usando esse capital do fundo, mas a empresa é brasileira. A constituição da empresa foi nos últimos meses, creio que quase seis meses dos trâmites legais, e estamos operando de forma mais ativa há dois meses.

Por que começar pelo Corinthians?
O Corinthians é um expoente, uma grande equipe, um clube com uma penetração imensa em todo o Brasil, graças ao profissionalismo da diretoria foi o que nos permitiu caminhar de forma mais ágil no contrato. Mas também estamos falando com o Internacional, o Flamengo...

Haverá rodízio de marcas na camisa ou patrocínios pontuais?

A gente quer montar algo coerente, de médio e longo prazo, não adianta aparecer na camisa uma ou duas vezes. Provavelmente a maioria dos casos não teremos só o patrocínio, vamos trabalhar junto com o clube sobre a melhor maneira de apresentar a marca, trazer benefícios para as comunidades dos clubes, benefícios exclusivos para o torcedor. Apesar de termos flexibilidade, vamos ter coerência.

O Corinthians ganha bônus se atingir metas ou se classificar para torneios, como a Libertadores?
Existe um benefício para o clube se as metas forem alcançadas, é algo que vamos tentar trabalhar com os clubes. Eu não posso detalhar, mas se forem alcançadas certas metas o clube também se beneficia. Só posso dizer que se o clube for bem, temos benefícios que vamos compartilhar.

A Apollo pode negociar com marcas concorrentes dos patrocinadores do Corinthians?
Não, queremos proteger os outros patrocinadores do clube.

No site oficial, a Apollo diz que também participa de negociações por naming rights. Você pretendem entrar na negociação da Arena Corinthians?
Temos interesse, é um negócio maior, temos interesse em fazer parte da negociação no futuro. Por ora, nada ativamente em andamento... Corrigindo. "Nada em andamento" é falar de uma forma absoluta demais, a gente continua conversando, temos uma conversa aberta sobre outros potenciais negócios.

 

Fonte: Lancenet

A vantagem obtida pelo Internacional em Porto Alegre fez a diferença. O valente Fortaleza foi melhor atuando diante do seu torcedor na Arena Castelão, mas vitória por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, foi insuficiente para a classificação às quartas de final da Copa do Brasil. Graças aos 3 a 0 no Beira-Rio, o Colorado avançou e, agora, aguarda o rival na próxima fase – o sorteio será realizado nesta sexta.

57e46cbe8f1b8 Felipe e Seijas disputam a bola na Arena Castelão. Fortaleza venceu, mas vaga ficou com o Inter (Foto: LC Moreira)

PRÓXIMOS JOGOS

Eliminado da Copa do Brasil, o Fortaleza terá seu próximo compromisso apenas no próximo dia 3, quando visitará o Juventude, pela ida das oitavas de final. O Internacional voltará a atuar no próximo domingo, quando visitará o Atlético-MG, na Arena Independência, às 18h30. O jogo, o terceiro seguido do Colorado fora de Porto Alegre, é válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.

SUPERIOR, FORTALEZA SAI NA FRENTE

O Fortaleza, como era esperado, tratou de pressionar o Inter desde o início do jogo, tentando envolver o adversário já em seu campo de ataque. Inter que, por sua vez, tinha como objetivo controlar o ímpeto tricolor e, trabalhando a bola, buscar o gol que dificultaria ainda mais a missão do Fortaleza na Arena Castelão. Mas o Colorado não teve êxito em tal tática. Juninho já havia tido duas chances e, aos 13, William Simões acertou a trave. Era um prenúncio. Um minuto depois, o cruzamento de Everton encontrou Daniel Sobralense na área. Fortaleza 1 a 0.

Melhor em campo, o Fortaleza seguiu sendo mais objetivo quando conseguiu transpor a marcação colorada. Danilo Fernandes passou a ser um dos principais personagens do jogo, tendo trabalho para manter o Colorado em boa situação projetando a classificação. O Inter até ensaiou uma certa pressão, mas não teve tranquilidade para acertar o último passe na maioria das vezes. A melhor chance veio com Seijas, aos 32, quando o venezuelano passou por Berna, mas não por Lima.

POUCAS CHANCES, NADA DE GOL E VAGA COLORADA

O Fortaleza teve como meta diminuir a vantagem colorada na soma dos dois jogos na volta do intervalo e trabalhou para isso. As chances, no entanto, não foram bem aproveitadas. Faltava qualidade no momento de concluir. Com o passar dos minutos, o receio tricolor em ser surpreendido, sofrer um gol e se complicar de vez fez o ritmo da partida cair consideravelmente.

O marasmo visto em alguns momentos terminou aos 36 minutos. Cruzamento da direita, cabeceio perigosíssimo de Anselmo, e ótima defesa de Danilo Fernandes. Fabinho tentou levar o Inter ao ataque e, levando os torcedores ao delírio, trombou com o árbitro Thiago Duarte Peixoto, que também foi ao chão. Já nos minutos finais, o Colorado teve duas chances com Sasha, mas não teve competência para buscar o empate. A vaga veio para o Inter graças ao ótimo resultado no Beira-Rio. O Fortaleza não se classificou, mas a torcida reconheceu o esforço do time, aplaudindo os atletas.

 

FICHA TÉCNICA
FORTALEZA 1 X 0 INTERNACIONAL

Local: Arena Castelão, Fortaleza (CE)
Data-hora: 22/9/2016 – 19h30
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto (SP)
Auxiliares: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Público/Renda: Não divulgados.
Cartão amarelo: Fernando Bob (INT)
Cartões vermelhos: Não houve.

Gol: Daniel Sobralense, 14'/1ºT(1-0).

FORTALEZA: Ricardo Berna, Felipe, Lima, Edimar e Willian Simões; Juliano, Corrêa, Éverton (Ronaldo, 36'/2ºT) e Daniel Sobralense (João Paulo Penha, 22'/2ºT); Juninho e Anselmo (Pio, 25'/2ºT) – Técnico: Hemerson Maria.

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Ceará (William, 34'/2ºT), Paulão, Eduardo e Alex; Fernando Bob, Fabinho, Anderson (Eduardo Sasha, 38'/2ºT), Seijas e Gustavo Ferrareis; Brenner (Aylon, 16'/2ºT) – Técnico: Celso Roth.

 

Fonte: Lancenet

Uma regra básica em torneios eliminatórios, com jogos de ida e volta, é a que exige competitividade durante os 180 minutos. Vacilar na metade do confronto é um convite ao fracasso. Foi o caso do São Paulo. A equipe paulista venceu por 1 a 0 o Juventude nesta quinta-feira, em Caxias do Sul, mas foi eliminado da Copa do Brasil pelo que deixou de fazer no jogo de ida, quando perdeu por 2 a 1 no Morumbi (valeu o critério de gol fora de casa). Pagou caro por 90 minutos inaceitáveis e agora terá de conviver com um cenário preocupante: chega ao quarto ano consecutivo sem títulos, já que não tem mais chances no Campeonato Brasileiro.

57e4849ccc7daSão Paulo vence o Juventude, mas está fora da Copa do Brasil (Foto: Itamar Aguiar/Agencia Freelancer)

O Juventude, é preciso dizer, chega às quartas de final merecidamente. Nos dois confrontos, equilibrou as forças com o gigante Tricolor, ignorando o fato de estar disputando a Série C do Nacional. Foi até superior em boa parte do confronto, como no Morumbi e no primeiro tempo no Alfredo Jaconi. Com dois gols na ida, o bom atacante Roberson sai como herói na surpreendente classificação.

Já o São Paulo repetiu erros constantes, os mesmos que deixam o time em situação delicada no Campeonato Brasileiro. Dificuldade na transição com os volantes, falta de poderio ofensivo diante de ineficiência de Chavez e Gilberto, lentidão, falta de inspiração. Falta muito ao time de Ricardo Gomes, que precisou de uma investida de Rodrigo Caio ao ataque para abrir o placar já no segundo tempo. O tento saiu aos 23 minutos da etapa final, mas o Tricolor não teve mais repertório para fazer o gol que impediria mais um vexame.

O Juventude agora entra para a galeria de algozes do Tricolor nos últimos anos. Não perca a conta: caiu na semifinal da Copa Sul-Americana de 2013 para a Ponte Preta, nas quartas do Paulista de 2014 para o Penapolense, na terceira fase da Copa do Brasil de 2014 para o Bragantino, nas quartas do Paulista deste ano para o Osasco Audax. E ainda teve o 6 a 1 para o Corinthians no Brasileiro do ano passado. Isso não condiz com a história gloriosa do clube do Morumbi.

Os gaúchos tomarão conhecimento de seu adversário nas quartas de final nesta sexta-feira, em sorteio a ser realizado às 9h na CBF. Ao Tricolor de Ricardo Gomes caberá terminar o Brasileiro de forma digna e pensar 2017. Para que vexames não se repitam, o desempenho precisa passar longe do apresentado nos últimos dias, meses, anos. O ataque precisa ser melhorado, apesar da boa fase de Chavez. Cueva precisa de companheiros inteligentes para armar o time, o que não tem sido o caso de Thiago Mendes, Wesley, Hudson, o trio de volantes de Gomes. Falta brio. Falta ser vencedor e tirar o torcedor da saudade.

No domingo, a equipe visita o Vitória, às 16h, no Barradão, pelo Campeonato Brasileiro. O time ainda precisa seguir pontuando para não voltar a brigar contra o rebaixamento.

 

FICHA TÉCNICA

JUVENTUDE 0 X 1 SÃO PAULO

Local: Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Data/horário: 22/9/16 - às 21h30
​Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro - MG (FIFA)
Auxiliares: Pablo Almeida da Costa - MG (ASP-FIFA) e Sidmar dos Santos Meurer - MG (CBF-1)
Público/renda: não disponíveis
Cartões amarelos: Neguete (Juventude); Mena, Gilberto, Luiz Araújo e Lugano (São Paulo)
Gol: Rodrigo Caio, 23'/2ºT (0-1)

JUVENTUDE: Elias, Neguete, Klaus, Micael e Pará; Vacaria (Wanderson - 34'/2ºT), Felipe Lima, Lucas (Wallacer - intervalo) e Bruninho; Roberson e Hugo (Caion - 27'/2ºT). Técnico: Antônio Carlos Zago.

SÃO PAULO: Denis, Bruno, Lugano, Rodrigo Caio e Mena (Carlinhos - 27'/2ºT); Hudson; Kelvin (Luiz Araújo - 4'/2ºT), Wesley (Gilberto - intervalo), Thiago Mendes e Cueva; Chavez. Técnico: Ricardo Gomes.

 

Fonte: Lancenet

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