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O Vasco precisou suar muito para vencer o Criciúma, em São Januário, no Rio de Janeiro. O placar de 2 a 1, contudo, foi suficiente para isolar ainda mais o Gigante da Colina na liderança da Série B, com 38 pontos.

d2507c51f1fe80089045ebf32e80f09d Paulo Fernandes / vasco.com.br.(Imagem:Divulgação)

Quatro a mais que o vice Ceará e 11 à frente do Náutico, o quinto colocado. Já o Tigre estaciona nos 26 pontos, na sétima posição, e perde grande chance de chegar perto do G4.

O Bragantino, enfim, deixou a zona de rebaixamento. E isso só foi possível com a vitória para cima do Bahia pelo placar de 1 a 0,no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista. Com o resultado, o Braga pulou para a 16ª colocação, com 20 pontos, um a mais do Goiás, primeiro dentro da zona de rebaixamento. O Tricolor, por sua vez, que segue sem engrenar, caiu para décima colocação, com 24, longe do G4.

Demonstrando muito nervosismo por estar dentro da zona de rebaixamento, o Joinville perdeu para o Oeste, por 1 a 0. Esta foi a sexta derrota do JEC em casa, ficando com os mesmos 17 pontos, em 18º lugar e dentro do Z4. Com a terceira vitória como visitante o time paulista atinge os 24 pontos e ocupa o 11º lugar.

O Ceará continua com o tabu de nunca ter vencido o Paraná atuando em Curitiba. Os dois times empataram, por 1 a 1, no estádio Durival de Britto. Este foi o nono duelo entre os dois times na capital paranaense, com três vitórias do Paraná e seis empates.

O resultado, porém, foi melhor para o Vozão, que segue tranquilo com 34 pontos, na vice-liderança. O Tricolor chega ao quarto jogo sem vitórias, com três empates e uma derrota. De quebra, ocupa a oitava posição, com 26 pontos.

O Paysandu completou 11 jogos invicto – com quatro vitórias e sete empates -, mas voltou a empatar dentro da Curuzu, em Belém. O Papão cedeu o empate ao Vila Nova na etapa final, por 2 a 2. O que culminou na queda de Gilmar Dal Pozzo. O resultado fez justiça aos times, que continuam muito perto da zona de rebaixamento, com 22 pontos – três na frente do Goiás, primeiro na degola, com 19. O Bicolor é 15.º e o Vila 14.º por ter vantagem no número de vitórias: 6 a 4.


Fonte: Futebol do Interior

Durante a semana o técnico Vica manifestou a sua satisfação pelo que chamou evolução da equipe na partida com o Fortaleza. Realmente, mesmo ficando no empate de 1 x 1, o River jogou um bom futebol.Foi eficiente na marcação e esteve bem mais perto da vitória do que o tricolor cearense.

b16b8a150891848490837158eeb6b2bfTécnico riverino tem opções para mudar o time diante do América.(Imagem:Divulgação)

Vica teve mais uma semana para preparar a equipe, porém viajou para o Rio Grande do Norte sem revelar a formação riverina para o confronto com o América neste domingo(31). Com as novas contratações devidamente inscritos na CBF, as opções aumentaram.

O goleiro deverá ser Naylson, mantido como titular, assim como os laterais Tote e Rafinha. A dupla de zaga, com base no que foi visto nos treinos, é para ser formada por Dão e Roberto Dias, este fazendo a sua estreia. O central Dão jogou contra o Fortaleza. O meio-campo na partida com os cearenses começou com Amarildo, Luciano Sorriso(depois Gilmax), Cleitinho e Edu Amparo(depois Andrezinho). O meia Rogério voltou aos treinamentos e está à disposição para o jogo.

No ataque riverino a dupla tem sido formada por Eduardo e Fabinho, este substituido por Diego Lira no decorrer do jogo com o Fortaleza.

Vica agora tem Vinícius e Rodriguinho prontos para o ataque. Caso seja mantida a dupla Eduardo e Fabinho, os dois poderão ser lançados de acordo com as necessidades no andamento do jogo em Goianinha. A expectativa é de que o campeão piauiense esteja mais bem preparado para a jornada deste domingo.

O América do Rio Grande do Norte está com 12 pontos ganhos na classificação do Grupo A da Série C. Se ocorrer vitória do River, os dois times ficarão empatados, uma vez que os riverinos estão com 9 pontos. No jogo do primeiro turno, disputado no Albertão, o América venceu por 3 x 2 e chegou a fazer 3 x 0. Houve a reação piauiense, porém esbarrou no segundo gol.

 

Fonte:cidadeverde.com

Na última quarta-feira (28 de julho), o Flamengo ficou sabendo quem será seu primeiro adversário na Copa Sul-Americana.

Eliminado na terceira fase da Copa do Brasil, após derrota por 5 a 0 para a Ponte Preta, o Figueirense garantiu vaga na competição continental e enfrentará o Rubro-Negro para ser um dos representantes nas oitavas de final do torneio.

9ad43b85e4dad4fdbeef260d3a3d4db1Presidente do Fla projeta participação na Sul-Americana, e vê retorno de Adriano difícil.(Imagem:Divulgação)

Em entrevista exclusiva para o FOXSports.com.br, o presidente Eduardo Bandeira de Mello projetou a participação da equipe, e preferiu não apontar possíveis favoritos.

“O Flamengo sempre entra para disputar o título, em qualquer competição. Desta vez, os principais clubes do continente estarão participando. No Brasil, os times que seguem na Copa do Brasil, e os que jogaram a Libertadores, estão fora, mas os concorrentes de Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia e Peru são de altíssimo nível”, afirmou.

Caso consiga se classificar para a fase internacional da Sul-Americana, o Flamengo já sabe quem são os possíveis adversários: Aucas (EQU), Real Garcilaso (PER), Libertad (PAR) e Palestino (CHI). Na primeira fase, equatorianos e peruanos duelam, assim como paraguaios e chilenos, e os vencedores farão um novo mata-mata para definir quem terá o clube brasileiro pela frente na briga por uma vaga nas quartas de final.

Quando o assunto passou para o extra-campo, mais especificamente sobre o tema contratações, um nome que a torcida rubro-negra gostaria de ver vestindo novamente a camisa do clube acabou sendo abordado: Adriano Imperador. Sobre o jogador, o dirigente não se mostrou tão animado com a chance de um retorno, mas não descartou completamente a possibilidade.

“Acho muito difícil, embora ele seja ídolo da torcida do Flamengo toda, meu ídolo, mas não vejo como uma coisa que possa se concretizar em curto ou médio prazo. Torço muito por ele, para que volte a jogar bem, porque é um excelente garoto, e todo mundo gosta muito dele. Porém, no momento, não acredito em uma volta”, sacramentou o mandatário.


Fonte: Fox Sports

A violência nos jogos de futebol no Brasil é crescente, sem que sejam adotadas as providências necessárias pelas autoridades. Aqui no Piauí vivemos anos e anos sem fatos graves nos estádios. O espetáculo das torcidas era muíto especial.

8e31bfbe8a608adda5754fe238c660b1O Estádio Albertão não é responsável por violências de torcedores.(Imagem:Divulgação)

Nos anos de ouro do futebol piauiense tivemos dezenas de jogos com 10 mil, 20, 30,40 mil torcedores em clássicos locais e em jornadas interestaduais. O show nas arquibancadas era uma beleza.

E assim foi até que formaram uma torcida do River em Teresina para desafiar os adversários, agredir, provocar. Nem os policiais escaparam das agressões.

Foram realizadas algumas reuniões e passadas à imprensa informações de que "as medidas estão sendo tomadas". E nada.Após os acontecimentos registrados no jogo River 1 x 1 Fortaleza, dia 24.07, ocorreu mais uma reunião, após a qual a senhora Promotora Graça Monte Teixeira declarou que 'O Ministério Público entra na Justiça com ação de banimento de torcidas organizadas por 5 anos".

Declarou ainda a dra. Graça Monte Teixeira que "a Federação será responsabilizada pelo cumprimento da medida, na condição de realizadora dos jogos".

Para a próxima terça-feira(2) a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros farão uma visita ao Estádio Albertão e certamente vão exigir medidas imediatas "contra a violência". Possivelmente vão interditar o Albertão mais uma vez ao tempo em que viram as costas para a violência absurda que acontece em todos os pontos da cidade e do Estado do Piauí de um modo geral.

Não estou dizendo que o Albertão está ótimo. Tenho feito comentários duros sobre o descaso do Governo, através da FUNDESPI, aos serviços que deveriam ser executados aos poucos até uma conclusão aceitável.co.

Todos nós que militamos no esporte sabemos que as brigas são previamente marcadas para as avenidas da cidade, antes dos jogos. A Polícia também sabe. A violência nada tem a ver com as condições do estádio. E a Polícia também sabe.

A VIOLÊNCIA NO FUTEBOL DE SÃO PAULO

Recentemente uma das revistas semanais(salvo engano foi a Veja) publicou uma matédia da jornalista Renata Luccchesi, com o título BOLA FORA: proibir entrada da torcida adversária nos estádios não acabará com a violência no futebol. Algumas partes do texto:

- No domingo(3), dia de clássico paulista entre Palmeiras e Corinthians, confrontos entre torcedores se espalharam pela região metropolitana de São Paulo, antes e depois da partida. Em um deles, um homem que não participava de briga foi atingido por um tiro no coração e morreu.

A tragédia motivou a Secretaria de Segurança Pública do Estado de instituir três novas medidas, válidas até 31 de dezembro deste ano: os clássicos terão torcida única, os clubes não poderão fornecer ingressos aos grupos organizados( casos da Mancha Alviverde,do Palmeiras, e da Gaviões da Fiel, do Corinthians) e será proibida a entrada de adereços, camisas ou faixas que os identifiquem como tais.

- As medidas são inócuas, e mais que isso: elas iluminam a incapacidade do Estado de evitar a violência. Uma pesquisa coordenada pelo sociólogo Maurício Murad, da Universidade Salgado de Oliveira, revela que 80% dos conflitos entre torcidas organizadas ocorrem fora dos estádios.

Uma medida que se restringe ao ambiente do estádio é imediatista, simplista. Diz Murad. É irreal imaginar que as brigas entre torcedores desaparecerão. Há três saída: punição, a curto prazo; prevenção, a médio; e reeducação, a longo.

- Na Inglaterra, o torcedor flagrado em briga tem de ficar de três a dez anos afastado dos estádios. Para que se garanta o cumprimento da pena, ele deve permanecer em uma delegacia enquanto o seu time joga ou entregar o passaporte cinco dias antes da partida, caso ela seja fora do país. Uma lei semelhante existe no Brasil, mas não é cumprida.

É bom que as autoridades piauienses saibam o que vem acontecendo no Brasil e agora no Piauí também envolvendo torcidas organizadas no futebol.

Vale lembrar também que dezenas de policiais são escalados para fazerem a proteção de grupos de torcedores nas ruas a caminho dos estádios ou na saída após os jogos. Fica claro : fora dos estádios os tais grupos são escoltados. Que torcedores são esses ? A Polícia sabe.

 

Fonte:cidadeverde.com

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