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Eliminado da Copa do Brasil e pressionado pela proximidade da zona do rebaixamento no Brasileirão, o São Paulo conseguiu respirar.

7bb71132c1e3ac57f7f603d6d0dde013Foto - Rubens Chiri / saopaulofc.net

Com uma vitória diante do Atlético Goianiense por 2 a 1, neste domingo, no Morumbi, a equipe conseguiu abrir quatro pontos para a zona de rebaixamento. Os gols do São Paulo foram de Luciano e Rigoni; Mateus Barbosa descontou.

O São Paulo chegou a 25 pontos contra 21 do América-MG, primeiro clube na zona da degola e que ainda enfrenta o Corinthians neste domingo. Foi apenas a sexta vitória do time tricolor no torneio

A partida foi difícil. Depois de abrir 2 a 0 com segurança, o São Paulo recuou, permitiu o primeiro gol do Atlético e terminou o jogo no sufoco. O time venceu, mas a luta contra as últimas colocações deve continuar nas próximas rodadas.

Foi a primeira partida do São Paulo após a eliminação na Copa do Brasil diante do Fortaleza. Com o triunfo, o São Paulo encerrou uma invencibilidade de sete partidas dos goianos, que somavam seis empates e uma vitória.

Sem Miranda, suspenso, o técnico Hernán Crespo abriu mão da escalação com três zagueiros. Em contrapartida, reforçou o meio-campo com três volantes. Os laterais, principalmente Reinaldo, tiveram maior presença ofensiva.

Sem Benítez e Igor Gomes, a armação das jogadas ficou com Rodrigo Nestor e Gabriel Sara. As peças se movimentaram mais e o time conseguiu um jogo mais dinâmico que as últimas partidas.

Paralelamente à mudança tática, o time esteve mais "ligado" no jogo. Esse termo subjetivo significa uma troca de passes mais rápida da defesa para o ataque. Talvez quer dizer que os meias estavam chegando mais ao ataque, o que não aconteceu nos últimos jogos. Briga em cada dividida.

Com esse espírito, o São Paulo conseguiu sair do desconforto inicial, quando o Atlético marcou sob pressão a saída de bola. Neste começo, o visitante quase abriu o placar aos 2 minutos.

Após Tiago Volpi espalmar um cruzamento, André Luis driblou Reinaldo dentro da área e chutou para fora. Foi quase.

Depois desse susto, o São Paulo "acordou". A chave foi a movimentação dos meias e dos volantes, que tiveram espaço para jogar. O Atlético marcava mal.

O time teve boas chances com Rigoni, que tocou para fora após saída do goleiro Fernando Miguel, e Rodrigo Nestor.

Faltava acertar a pontaria. Isso aconteceu aos 35. Após belo cruzamento de Rodrigo Nestor, que foi na verdade um passe, Emiliano Rigoni marcou de cabeça.

Foi seu 3º gol no torneio e o 10º em 24 jogos na temporada. São números que confirmam como ele é o principal atacante do São Paulo na temporada.

Acuado, o Atlético avançou e levou perigo na jogada aérea, e Natanael desperdiçou grande chance no final do primeiro tempo. Após desvio de André Luís, o camisa 11 estava livre na pequena área, mas cabeceou mal. Ele parecia impedido, mas Arboleda dava condição.

A necessidade de buscar o empate fez o Atlético abrir espaços. E o São Paulo aproveitou a primeira chance que teve. Galeano fez jogada de ponta e cruzou para Luciano marcar o segundo gol.

Destaque para a jogada do atacante paraguaio que entrou bem pela direita, no lugar de Igor Vinicius, contundido.

Depois de uma atuação segura da defesa em grande parte do jogo, o São Paulo sofreu na reta final do jogo. A primeira falha aconteceu no gol do Atlético.

Pressionado por quatro jogadores, André Luis conseguiu cruzar para Mateus Barbosa finalizar e diminuir: 2 a 1.

O peso da má campanha no torneio e a necessidade de vencer fizeram o técnico Crespo optar por uma substituição conservadora: a entrada de Bruno Alves no lugar de Gabriel Sara. Era a volta do esquema com três zagueiros.

Crespo também promoveu a estreia de Jonathan Calleri. O argentino voltou após cinco anos de uma passagem marcante. Em 2016, o atacante se destacou na campanha semifinalista na Libertadores e anotou 16 gols em 31 jogos.

A estreia foi discreta. Ainda sem ritmo, conseguiu uma boa jogada quando cruzou, mas Rigoni chegou atrasado.

Nos minutos finais, o São Paulo sofreu para segurar o placar e mostrou como a equipe ainda vive um momento difícil no Campeonato Brasileiro.

Fonte: Estadão Conteúdo

A seleção brasileira segue soberana no Mundial de Futsal disputado na Lituânia. Neste domingo, na Klaipeda Arena, a equipe nacional goleou o Panamá por 5 a 1 e vai disputar as oitavas de final com 100% de aproveitamento no Grupo D e somando três vitórias com placar elástico.

f62a3d5479459f27c5f2f55140710b38Créditos: Thais Magalhães/CBF

Depois de fazer 9 a 1 no Vietnã e 4 a 0 na República Checa, os comandados de Marquinhos Xavier fecharam a fase de grupos com show diante dos panamenhos. São 18 gols anotados e somente dois sofridos.

A vitória deste domingo veio com gols de Rocha, Gadeia, Leozinho, Arthur e Piro. O gol de honra do Panamá foi de Maquensi. O resultado custou a ser construído por causa de boas defesas de Peñaloza no começo do jogo. O Brasil ainda passou aperto em certos momentos.

Rocha só abriu o placar aos 15 minutos do primeiro tempo, após o goleiro Guitta salvar duas oportunidades seguidas do Panamá. Gadeia ampliou antes do intervalo. Os panamenhos ainda assustaram outras vezes antes de Leozinho ampliar, já na etapa final.

De tanto insistir, o Panamá fez seu gol, merecidamente, após chute de longe de Maquensi. Mas o dia era mesmo da seleção brasileira, que transformou o triunfo em goleada com gols de Arthur e Piro.

O Brasil volta a jogar na quinta-feira, às 14 horas de Brasília. O adversário das oitavas de final ainda está indefinido. Mas a seleção segue favorito e terá alguns dias para buscar um melhor aprimoramento, sobretudo para evitar que os oponentes cheguem tanto no gol de Guitta.

Fonte: Estadão Conteúdo

O Santos teve a chance de colocar um ponto final na crise no Ceará, mas esbarrou em um pênalti perdido pelo atacante Marinho, que escorregou na hora da cobrança.

881152f287914aaa621fe8b20dce452fFoto - Ivan Storti - Santos

Com o empate por 0 a 0, neste sábado, no Castelão, o time da Vila Belmiro completou sete jogos sem vencer (cinco empates e duas derrotas) no Brasileirão. Considerando todas as competição, são nove partidas seguidas sem vitória.

Com 23 pontos, a equipe está apenas dois acima do América-MG, time que abre a zona da degola e que enfrenta o Corinthians neste domingo. A igualdade também foi ruim para o time da casa, que acumula seis jogos sem vitória.

Em seu terceiro jogo, o técnico Fábio Carille ainda não venceu e a equipe não marcou gols sob seu comando. Além do 0 a 0 deste sábado, o treinador que substituiu Fernando Diniz coleciona um empate com o Bahia (0 a 0) e um revés para o Athletico Paranaense na queda na Copa do Brasil (1 a 0).

O empate exemplifica as dificuldades do time fora de casa. No Campeonato Brasileiro, o Santos só conseguiu ganhar da Chapecoense como visitante. Em nove jogos fora de casa, a equipe segurou três empates e sofreu cinco derrotas.

Carille adotou o esquema 3-4-3, promovendo a estreia do zagueiro uruguaio Emiliano Velásquez, ao lado de Danilo Boza e Wagner Leonardo. O time sofreu menos do que vinha sofrendo nos outros jogos. Marinho, Léo Baptistão e Marcos Guilherme formam o trio ofensivo, mas faltava velocidade na transição.

A formação deixou o time encorpado, com mais posse de bola e possibilidade de pressionar a saída de bola. Era um time mais intenso, preocupado com a crise. Mesmo com menor posse de bola, o time da casa foi mais objetivo, finalizando mais.

Mesmo com muita vontade dos dois lados, o jogo foi truncado e fraco tecnicamente, com muitos erros de passe e enorme dificuldade para construção de jogadas de ataque. A necessidade de vitória também pesava no lado emocional.

Na melhor chance do Santos, aos 26 do primeiro tempo, Jean Mota chutou de longe, a bola desviou em Messias, e o árbitro Anderson Daronco marcou pênalti após consulta ao VAR. Marinho desperdiçou a cobrança.

O atacante escorregou na hora da batida, em um lance idêntico ao que ocorreu com o atacante Pedro, do Flamengo, em partida diante do Fortaleza, no mesmo estádio, no Campeonato Brasileiro do ano passado.

Carille tentou deixar o time mais ofensivo ao trocar o lateral Pará pelo atacante Ângelo. Não funcionou. A exemplo do primeiro tempo, as equipes continuaram com dificuldade para criar jogadas de perigo.

O Ceará pressionou na reta final. A melhor chance foi um chute de Gabriel Dias que o goleiro João Paulo espalmou aos 37.

Fonte: Estadão Conteúdo

Na partida 200 de Cuca pelo Atlético-MG, o time jogou bem e não encontrou dificuldade para derrotar o Sport no Mineirão pelo placar de 3 a 0, na noite deste sábado, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com isso, já são 13 jogos de invencibilidade na competição que lidera com folga.

01758ca99d358e4d4859f39a35d2a732Foto: Pedro Souza / Clube Atlético Mineiro

Líder isolado, agora com 45 pontos, o Atlético mantém a vantagem de sete pontos para o vice-líder Palmeiras, que venceu na rodada São 11 pontos de vantagem para o Flamengo, que enfrenta o Grêmio neste domingo e ainda tem outros dois jogos a menos.

O Sport segue adiando sua recuperação e está cada vez mais estagnado na zona de rebaixamento. O time é o 19º colocado, com 17 pontos, uma diferença de cinco para o São Paulo (dois jogos a menos), primeiro time fora do Z4.

A fase do Sport na temporada é complicada, este foi o sétimo jogo seguido sem vencer e sem marcar gols, o que explicou a mudança na escalação para o confronto, com a volta de Paulinho Moccelin no lugar de André.

O clube pernambucano levou um susto na primeira chance da partida, salvando a bola em cima da linha, mas até esboçou uma reação. A melhor chance dos visitantes na etapa inicial foi com Hernanes, que voltou de suspensão, cobrando falta.

O Sport recuou e o Atlético-MG se impôs, conseguindo encaixar a marcação no campo de ataque. Com o domínio da partida, os mandantes fizeram o primeiro gol aos 34 minutos. O lateral Guilherme Arana fez boa jogada pela esquerda e cruzou para Diego Costa cabecear para fazer o gol de número 200 do Novo Mineirão.

O Atlético seguiu em cima e novamente Guilherme Arana deu assistência para o segundo gol. O lateral roubou a bola no ataque e tocou para Hulk fazer 2 a 0 aos 45 minutos. O atacante agora é um dos artilheiros do Brasileirão, com oito gols, e chega a 21 pelo Atlético.

Após a volta dos vestiários, as grandes chances demoraram a reaparecer. Ainda na primeira metade do segundo tempo, Cuca substituiu Hulk e Diego Costa, pensando no jogo de ida contra o Palmeiras pela semifinal da Libertadores, já na próxima terça-feira.

Guilherme Arana assustou a torcida mineira e deixou o campo com dores minutos depois.

Com as alterações, o Atlético-MG ganhou um gás e o novo trio ofensivo, formado por Vargas, Sasha e Nacho, obrigou Maílson a trabalhar algumas vezes.

O Sport até chegou a marcar dois gols, com Thiago Neves e André, que entraram no decorrer do jogo, mas ambos foram anulados por impedimento do atacante André nos lances.

Ainda deu tempo do Atlético-MG fazer o terceiro em cobrança de pênalti, nos acréscimos. O time partiu em contra-ataque no último lance do jogo.

Com a defesa adversária bagunçada, Vargas chutou e a bola pegou no braço de Rafael Thyere, que recebeu cartão amarelo e estará suspenso no próximo jogo. Na cobrança, aos 53 minutos, o próprio Vargas, com maestria, acertou o ângulo com força, fechando o placar.

O foco do Atlético agora passa a ser o jogo da Libertadores, em São Paulo, no Allianz Parque. Pelo Brasileirão, o próximo compromisso é sábado, contra o São Paulo, também na capital paulista, pela 22ª rodada.

Precisando de uma reação cada vez mais urgente, o Sport terá mais um adversário da parte de cima da tabela pela frente na próxima rodada. Os pernambucanos recebem o Fortaleza na Ilha do Retiro, domingo.

Fonte: Estadão Conteúdo