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De uns tempos para cá, o torcedor do Vasco se acostumou a não saber o time que entraria em campo. Mesmo com muitas dificuldades, o técnico Jorginho conseguiu montar uma espinha dorsal durante o Campeonato Brasileiro, mas que parecia ter prazo de validade. Com o time rebaixado, o vascaíno passou a perguntar se Nenê ficaria, se Luan seria negociado e se os jogadores com contrato próximos do fim renovariam seus vínculos com o clube.

566b43154d9c3Eurico Miranda garantiu manutenção da base por um bom tempo em São Januário (foto:Paulo Fernandes/Vasco)

As contratações não foram empolgantes e nem numerosas. Apenas dois jogadores chegaram: Yago Pikachu e Marcelo Mattos. O ano começou e logo de cara vieram as renovações com Nenê e Luan. Um alívio para os torcedores, mas ainda faltava mais. Na última semana, Martin Silva, Andrezinho e Julio Cesar também estenderam seus vínculos e a base do time titular foi mantida.

 

– Só renovo com jogador ao chegar a conclusão que ele é importante para o Vasco. Se não, eu não renovo. Vou esperar. A renovação de um contrato é um investimento. Esses jogadores que teriam contratos vencendo agora em 2016, outros terminando no início de 2017, nós procuramos para renovar – disse o presidente do Vasco, Eurico Miranda.

 

Dos titulares, apenas Riascos (emprestado pelo Cruzeiro até maio), Marcelo Mattos e Jorge Henrique (contrato até o fim do ano), estão com vínculos curtos. Os outros nomes ficam pelo menos até dezembro de 2017. Como a maioria deles já passou dos 30 anos, alguns já até admitem encerrar a carreira em São Januário. Mas antes, querem marcar seus nomes na história do clube.

 

– Espero ficar até o fim da minha carreira. Estou realizado com a renovação. Muito feliz com isso. Todos me apoiaram muito, no começo ruim. Espero retribuir muito e com títulos esse ano – disse o lateral-esquerdo Julio Cesar.

 

Riascos fica?
Artilheiro do time na temporada, o colombiano Riascos vive uma lua de mel com a torcida do Vasco. Depois de conviver com as vaias em 2015, ele ganhou a confiança de Jorginho, fez seis gols em sete jogos neste ano. Mesmo com o bom desempenho, o futuro está indefinido. O Cruzeiro quer vender o jogador e o Vasco não pretende pagar os cerca de R$ 8 milhões pedidos pelos mineiros.

 

– O Riascos não é jogador do Vasco. Ele pertence ao Cruzeiro, emprestado ao Vasco. Não há o porquê perguntar se vai renovar ou não - esquivou-se Eurico Miranda.

 

Fonte: Lancenet

Durante a maior parte de sua carreira, Jean acostumou-se a jogar em grandes clubes e a disputar competições de destaque. Apesar desta bagagem, o camisa 17 ainda se mostra impressionado com o que tem vivido nos quase dois meses de Palmeiras. Nesta quarta-feira, às 21h45, contra o Nacional (URU), o volante faz seu nono jogo no Verdão para manter-se líder no Grupo B da Libertadores e acelerar a busca pela “cara” desta equipe.

56df69cc47f87Jean, de bem com a vida no Palmeiras

A inconstância apresentada nos primeiros jogos do ano ainda é um motivo de incômodo para o jogador. Além de exigente, Jean sente a necessidade de corresponder bem diante de tudo aquilo que o Verdão tem lhe proporcionado depois de dois anos de paquera e uma negociação complicada no fim do ano.


– É algo que está acima do que a gente imagina. Sempre tive uma visão do Palmeiras de fora muito boa, que era grande realmente, mas quando você passa a conviver e vê a grandeza do Palmeiras... Aqui não se acomoda nunca – disse o jogador, em entrevista ao LANCE!.

 

– Pela estrutura e pelo respaldo que se tem por fora, você automaticamente se cobra. Aqui é tudo certinho, até a mais do que você precisa ou necessita, então fica até chato quando você não consegue o resultado positivo – acrescentou.

 

Se as duas últimas vitórias, em cima de Rosario Central (ARG) e Capivariano, aliviaram o ambiente na Academia de Futebol, a preocupação no Palmeiras agora é outra. Segundo Jean, o Verdão precisa tornar-se um time mais confiável.

 

– A gente precisa criar uma cara positiva, de um time consistente, que consegue ter uma posse de bola boa, diferença boa para os adversários, principalmente jogando em casa. Além do Palmeiras ser uma equipe muito grande, os jogadores têm condição disso – completou.

 

Disputando a sua quinta edição de Libertadores, Jean é um dos atletas mais “cascudos” do elenco, mas ainda busca o primeiro título na competição. Para fazer o clube ser o melhor da América mais uma vez, o palmeirense já ouviu da torcida o que precisará fazer:

 

– Eles não pedem gols, pedem raça, determinação. Essa é a cara do Palmeiras – completou o jogador.

 

Fonte: Lancenet

Levir Culpi não deve ter gostado muito do que viu neste domingo. Mas, pelo menos, a classificação do Fluminense foi garantida para a segunda fase do Campeonato Carioca. E graças ao veterano Magno Alves.

56dca64459f51Magno Alves comemora gol com os companheiros (Foto: Paulo Sérgio/LANCE!Press)

O atacante de 40 anos, que havia marcado o gol da vitória sobre o Friburguense, na quinta-feira, por 2 a 1, voltou a ser decisivo. Entrou no intervalo e, com um belo gol, aos 20 minutos, garantiu mais um triunfo tricolor, desta vez sobre o América, por 1 a 0, no Estádio De Los Larios, em Xerém.

 

Mas a atuação do Flu não encheu os olhos. O novo técnico tricolor deverá começar o seu trabalho pela defesa, um setor que ainda não se encaixou na temporada. Foram 11 gols sofridos em oito jogos pelo Estadual, disparado o pior número entre os grandes. Henrique, que chegou como solução, ainda está devendo. Contra o arrumado time do América, levou cartão amarelo logo aos 15 minutos do primeiro tempo. Diego Cavalieri precisou praticar um dos seus milagres para evitar o gol americano aos 22, após conclusão do argentino Sosa já dentro da área. E não dá para falar em falta de proteção, já que os volantes Pierre e Edson, bem mais marcadores do que habilidosos, foram escalados.

 

O Fluminense passou a ter o domínio das ações após o susto. Na melhor oportunidade da primeira etapa, Felipe fez uma defesa digna de prêmio. Após a bola tocar no travessão na disputa entre Fabio Braz e Diego Souza, o camisa 10 do Tricolor pegou o rebote e, à queima-roupa, cabeceou para a excelente intervenção do goleiro do América. Pode colocar logo na abertura do DVD, Felipe!

 

No segundo tempo, o América tinha outra preocupação: os resultados dos rivais na briga pela classificação. O Volta Redonda vencia e o Madureira empatava, resultados que mantinham o Diabo no G4. E a situação por pouco não melhorou aos sete minutos, quando PH acertou a trave após chute de longa distância. Mas o sonho se transformou em pesadelo aos 20, após o gol do Magnata. Daí em diante, o Flu conseguiu controlar as ações, quase não dando chances ao América. E o torcedor rubro ainda torcia por Resende ou Cabofriense. Em vão. Já o Tricolor segue em frente, precisando muito de Levir Culpi para se encontrar.

 

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 1 X 0 AMÉRICA

​Local: Los Larios, em Duque de Caxias (RJ)
Data/Hora: 6/3/2016, às 16h00
Árbitro: João Batista de Arruda
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moisés e Luiz Antônio Muniz de Oliveira
Cartões amarelos: Pierre, Edson, Diego Cavalieri, Jonathan e Henrique (FLU); Darlan, Ramon e Gabriel Vasconcelos (AME)
Renda/Público: R$53.180 - 2215 pagantes e 2609 presentes
Gols: Magno Alves (19'/2ºT)

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Henrique, Marlon e Giovanni (Jonathan - Intervalo); Pierre (Magno Alves - Intervalo), Edson e Cícero; Gustavo Scarpa, Marcos Júnior (Osvaldo - 21'/2ºT) e Diego Souza - Técnico: Marcão

AMÉRICA: Felipe, Erick (Wander - 34'/2ºT), Fábio Braz, Marcão e Marlon; Muniz, PH, Darlan (Renato - Intervalo) e Matías Sosa (Ramon - 31'/2ºT); Leandro Aguiar e Gabriel Vasconcelos - Técnico: Ricardo Cruz

 

Fonte: Lancenet

O Palmeiras pode até não encantar, mas aos poucos vai entrando nos trilhos. E com um toque bem argentino. Allione e Cristaldo, autores dos gols da vitória sobre o Rosario Central (ARG), na quinta-feira, voltaram a marcar neste domingo e se destacaram na goleada por 4 a 1 sobre o Capivariano, no Allianz Parque, pelo Paulistão. O zagueiro Thiago Martins e o atacante Alecsandro, este já no fim, também anotaram.

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Foi a primeira vez que o Verdão engatou duas vitórias consecutivas na temporada. De volta à liderança do Grupo B do Estadual, agora com 12 pontos, o time chega embalado para dois compromissos importantes: contra o Nacional (URU), quarta, em casa, pela Libertadores, e contra o São Paulo, domingo, no Pacaembu, pelo Paulista. O Capivariano, com quatro pontos, segue com a pior campanha do torneio.

 

O início de jogo do Palmeiras, como já virou costume, foi animador. O time de Marcelo Oliveira pulou à frente aos logo sete minutos, com gol de Allione aproveitando o pivô de Cristaldo, e passou a primeira meia hora de jogo sem permitir que o adversário sequer entrasse na área de Fernando Prass.


O Capivariano empatou justamente na primeira vez em que se aproximou do goleiro palmeirense. Egídio até percebeu Rodolfo invadindo a área para receber o cruzamento da esquerda e estufar as redes com um belo chute de primeira, mas preferiu torcer pelo erro do atacante - que havia substituído o volante Wigor havia poucos minutos. Não deu certo.

 

O Palmeiras controlava o jogo com facilidade até aquele momento. Talvez por isso, não tenha apertado tanto o adversário em busca do segundo gol, que poderia ter saído no cabeceio que Thiago Santos mandou no travessão ou no chute rasteiro de Dudu que fez o goleiro Pedro Henrique trabalhar. O empate do Capivariano causou uma instabilidade momentânea, mas fez o time aumentar a intensidade das investidas ofensivas.

 

Aos 40 minutos do primeiro tempo, quando a bola cruzada por Egídio em cobrança de falta bateu em Thiago Martins e entrou, o domínio da partida voltou às mãos do Palmeiras. Prova disso é que a etapa final nem bem havia começado e Cristaldo já estava cobrando o pênalti que Maguinho cometeu ao cortar um cruzamento de Dudu com a mão para fazer 3 a 1.

 

Com o Verdão mais leve e chegando fácil à área de um adversário que não conseguia passar da intermediária - ainda mais depois que o zagueiro Bonfim levou o segundo amarelo e foi expulso, aos 23 do segundo tempo -, a expectativa da torcida passou a ser pela entrada do volante Gabriel, relacionado pela primeira vez após sete meses fora. Mas Marcelo Oliveira preferiu colocar Arouca, Erik e Alecsandro nos lugares de Lucas, Rafael Marques e Cristaldo. Jean virou lateral-direito.

 

O último gol veio aos 41 minutos, em mais uma participação de Allione: ele recebeu de Dudu, bateu cruzado e parou no goleiro, mas Alecsandro conferiu no rebote e igualou-se a Gabriel Jesus, com quatro gols, na artilharia do elenco no ano.

 

PALMEIRAS 4X1 CAPIVARIANO

Data: 6/3/16 - 16h
Local: Allianz Parque, São Paulo (SP)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araújo
Público/renda: 21.499 / R$ 915.440,54
Cartões amarelos: Lucas (PAL); Bonfim, Maguinho (CAP)
Cartão vermelho: Bonfim (CAP)
Gols: Allione, aos 7'/1ºT (1-0); Rodolfo, aos 29'/1ºT (1-1); Thiago Martins, aos 40'/1ºT (2-1); Cristaldo, aos 3'/2ºT (3-1); Alecsandro, aos 41'/2ºT (4-1)

PALMEIRAS: Fernando Prass, Lucas (Lucas, aos 17'/2ºT), Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio; Thiago Santos, Jean, Dudu, Allione e Rafael Marques (Erik, aos 27'/2ºT); Cristaldo (Alecsandro, aos 30'/2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira.

CAPIVARIANO: Pedro Henrique, Oliveira (Kleiton Domingues, aos 12'/2ºT), Bonfim, Bruno Maia e Alex Barros; Maguinho, Samuel Souza, Wigor (Roldolfo, aos 22'/1ºT), Jácio e Chico; Jeam (Everton Dias, aos 26'/2ºT). Técnico: Roberto Fernandes

 

Fonte: Lancenet

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