Apesar de não ser no mesmo passo que dá na procura por um centroavante, o Vasco segue na busca de nomes para outras posições e enfim fechar o elenco de 2016. Atuais peças no gol, lateral e meio de campo são consideradas satisfatórias pelo técnico Jorginho, que espera apenas pela chegada de um zagueiro para compor o grupo. Encerrando desta maneira com seis reforços ao longo da temporada (Yago Pikachu, Marcelo Mattos, William Oliveira e Fellype Gabriel, já contratados, além da busca pelo 9 e está perto do Leandro Damião).

5773330766a47Jorginho pensa em mais um reforço para a zaga do Vasco (Foto: Jorge Rodrigues/Eleven)

Não é de agora que o Vasco procura um nome para a posição. Desde a saída de Rafael Vaz para o Flamengo, mês passado, a cúpula de São Januário sob o comando de Eurico Miranda está de olho no mercado. Mas as oportunidades que apareceram acabaram não agradando. A atenção do Vasco deve aumentar nos próximos dias por conta de uma combinação de pontos.

 

O primeiro é a ausência do titular Luan, convocado para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, por até um mês. Jomar, reserva imediato, está machucado e deve retornar somente no fim do mês. Aislan, o único zagueiro profissional que sobrou, vem falhando e sendo muito vaiado pela torcida. O técnico Jorginho falou sobre esta situação.

 

– Temos que estar bem atentos em relação à nossa necessidade. O Rafael Vaz saiu. Vamos perder o Luan para a Seleção e a operação do Jomar. Se acharmos junto com a diretoria que há necessidade, vamos em busca de um nome para fechar – salientou o comandante.


Enquanto não acha um zagueiro que se adeque à realidade do Vasco no mercado, nomes das categorias de base serão chamados para compor o grupo profissional de forma momentânea. Lucas Barboza, do sub-20, treinou na quinta-feira e tem chances de ser relacionado para contra o Avaí, neste sábado, caso Luan não esteja apto. A busca continuará e o alvo será definido apenas quando for certeiro.

 

Fonte: Lancenet

Diretor-executivo do São Paulo, Gustavo Vieira de Oliveira voltou nesta quinta-feira de Portugal, de onde trouxe a notícia mais esperada pelos são-paulinos nos últimos tempos: a contratação do zagueiro Maicon. O dirigente foi quem conduziu todo o desgastante processo de negociar com o Porto, famoso por fazer jogo duro. O sucesso na empreitada rendeu montagens bem humoradas dos torcedores destacando seu poder de negociação. Mas Gustavo, irritantemente discreto, não se empolga.

5775cc6cc4f92Gustavo Vieira de Oliveira (Foto: Angelo Martins)

O homem que pensa o futebol do São Paulo falou de Maicon, da renovação de Ganso, da expectativa para a semifinal da Libertadores e deixou aberta a possibilidade da chegada de reforços até lá. Confira abaixo os principais trechos.

Você acabou de fechar uma negociação que aliviou o torcedor. Como saiu dela?
Para mim e para as pessoas envolvidas foi uma negociação importante, que pelo tempo que se colocou, faltando alguns dias, e tendo uma semifinal e eventual final de Libertadores, causou certa angústia. Mas o modo como a gente encara negociações de menos repercussão, às vezes zero, foi o mesmo. Nessa teve mais visibilidade, pela situação do atleta e logicamente o anseio da torcida. Foi feito por atender a expectativa do torcedor.

E as condições satisfizeram ao São Paulo?
Se não tivesse satisfeito, o negócio não teria saído (risos). A gente encontrou um modelo interessante. Tão importante e proporcional ao jogo mais importante do ano e tão próximo. E também de encontrar soluções onde elas não são evidentes. Ter ganhos indiretos. Futebol tem que ser criativo e encontrar soluções. Você tem que ter convicção e a gente estava muito convicto de que a permanência nos traz um ganho como atleta, personagem da torcida.

Até que ponto esse investimento alto (cerca de R$ 22 milhões) compromete a situação financeira do São Paulo?
Temos muito clara as limitações financeiras. São restrições importantes e que limitam muitos movimentos. Mas também acredito que o futebol do São Paulo, o engajamento, o envolvimento do torcedor, nos permitiu sair do zero no início do ano e gerar resultados. Renda direta, seja com bilheteria ou premiação, a torcida nos empurrando foi capaz desse movimento de gerar recurso para investir. Resultado esportivo e esse apoio do torcedor foi revertido na contratação do atleta que a própria torcida queria.

Esse investimento ainda deixa potencial para tratar de outras coisas, como a renovação do Ganso, por exemplo?
Administrar futebol é conduzir as coisas. Agora, para nós, nesse semestre, vejo uma satisfação muito grande na nossa equipe de trabalho. Satisfação é por se ter apontado para um caminho bom. É ter conceitos fortes, estratégias bem claras. Modelo de gestão eficiente que pode trazer o resultado esportivo. Fazer certo não quer dizer que você vai ganhar. Mas fazer certo aumenta suas chances de ganhar. Então é nisso que a gente aposta. Boa parte do trabalho é invisível ao torcedor, de dia a dia, das pessoas que aqui estão. Muito harmonizado, criando ambiente para o atleta entrar e representar a torcida.

Como está a renovação do Ganso?
Como qualquer negociação a gente se reserva, será tratada no seu tempo. Os interesses estão postos, já se tornaram públicos. Mas, como toda negociação, peço a licença de não falar nada, só no momento certo, porque isso gera falsas expectativas. É conduzido, com calma, com as pessoas envolvidas, e isso chega a um bom termo e espero que chegue.

A situação do Calleri está sacramentada? Ele sai?
Hoje temos um contrato com o Calleri, que por causa da Libertadores se estendeu até o fim de julho. Hoje é com essa realidade que trabalhamos.

Depois daí...
A partir de agosto não temos mais contratos com o Calleri. Óbvio que teríamos interesse em tê-lo, mas sabemos que é um desafio muito grande. Diante de todas as circunstâncias.

A menos de uma semana da semifinal, ainda podem chegar reforços?
Há trabalho sendo desenvolvido. Recompor o elenco é uma atividade permanente, nesse momento de mercado se acentua, as oportunidades surgem. Pode ocorrer, pode não ocorrer. Vai depender do amadurecimento de certos negócios, especialmente do aproveitamento de oportunidades. E tem situações imponderáveis que a gente não controla. Se eventualmente a gente concluir e houver tempo, ótimo. Senão, continuamos montando elenco. Se não conseguirmos, temos a consciência de que o time da Libertadores está e foi o que nos trouxe até aqui. A gente confia.

A lesão do Ganso faz com que a diretoria teme que esse problema coloque em risco o trabalho?
O futebol é feito de momentos imponderáveis e circunstâncias que a gente não controla. Quando você tem muitos recursos, você trabalha com mais opções. A gente aposta muito no elenco, nesse espírito de competitividade, na simbiose com a torcida. Tenho certeza de que na parte final da Libertadores teremos o Morumbi lotado e essa é nossa principal força. Os 11 que entrarão são os que vão representar o torcedor.

Qual é a participação do planejamento na campanha da Libertadores?
Mais importante do que a final da Libertadores acho que, desde que houve a gestão Leco, a gente deixou muito claro, internamente, quais eram as estratégias para o futebol do São Paulo. Passa por integração de base e profissional, engajamento de sistema e forma de jogo. Passa pela noção de coletividade e responsabilidade de todos. E o fortalecimento da comissão técnica fixa, do financeiro, do administrativo. Essa é a força do São Paulo. Essas quatro estratégias norteiam tudo e qualquer decisão que o clube vai tomar. Acertar e errar é natural. Até porque o acerto no futebol muitas vezes é influenciado pelo resultado. Mas temos uma certeza dentro dessas nossas estratégias.

 

Fonte: Lancenet

Envolvido em um escândalo nas categorias de base do Corinthians, o atacante Alyson Motta, de 16 anos, voltará a defender o clube. O jogador fez um acordo com o Timão na Justiça, já realiza exames médicos para a assinatura de seu primeiro contrato profissional e deve ser reintegrado ao elenco sub-17 na próxima semana.

 

5775aae774883Alyson em ação com a camisa do Corinthians (Foto: Reprodução/Facebook)

 

O jogador ganhou holofotes após vir a público a denúncia do empresário norte-americano Helmut Niki Apaza, há cerca de dois meses. Ele alega que pagou 110 mil dólares ao ex-gerente da base corintiana, Fábio Barrozo, por 20% dos direitos econômicos de Alyson e também por uma carta de procuração do Timão. Ambas as negociações não tem validade segundo o clube.

 

Reconhecido por sua habilidade, mas também pelo comportamento rebelde, Alyson estava sem treinar há cerca de dois meses. Desde o início do ano, porém, ele estava afastado dos companheiros e dos jogos oficiais. O Timão argumentava que o garoto estava punido por faltar a treinos, enquanto o estafe de Alyson via no ato uma forma de abafar as denúncias de Helmut Niki.

 

Na ação, o jogador pedia o pagamento de R$ 200 mil por assédio, além da rescisão imediata do vínculo para poder atuar em outra equipe. Já o clube queria ser ressarcido em R$ 9 milhões para liberá-lo. O garoto é representado pela advogada Gislaine Nunes, famosa por vencer causas contra clubes de futebol.

A Comissão de Ética do Corinthians apura o escândalo na base, que envolve dirigentes e conselheiros do clube. Após colher depoimentos, o órgão deve preparar um parecer em breve.

 

Fonte: Lancenet

O Palmeiras foi "na garganta" do Figueirense, como Gabriel Jesus havia prometido na quarta-feira, e fez mais uma vítima no Allianz Parque. Moisés, Dudu e o próprio Jesus (duas vezes) marcaram os gols da vitória por 4 a 0 que deixou o time na liderança isolada do Brasileirão, com três pontos de folga em relação ao Corinthians.

 

5775a458d303eImagens de Palmeiras 4 x 0 Figueirense (Foto: ALE CABRAL)

 

Os números de Cuca na arena seguem incríveis: oito vitórias em oito partidas, com 22 gols marcados e só um sofrido. No BR-16, o Verdão venceu os sete jogos que fez como mandante, incluindo um no Pacaembu.

A postura agressiva que a equipe adota diante de seu torcedor ajuda a entender as estatísticas. Quando um palmeirense rouba a bola, sempre vê Dudu, Róger Guedes e Gabriel Jesus prontos para receber em alta velocidade. Os três participam de absolutamente todos os movimentos ofensivos e contam sempre com o apoio de elementos-surpresa. Basta observar os gols feitos contra o Figueira.


O placar foi inaugurado com um cabeceio de Moisés, aproveitando cruzamento de Róger Guedes. No fim do primeiro tempo, Tchê Tchê surgiu na área e rolou para Dudu ampliar. No começo da etapa final, Zé Roberto foi acionado por Dudu e cruzou na cabeça de Gabriel Jesus, que anotou o terceiro do Palmeiras. Já no fim, Guedes cruzou para Jesus marcar seu nono gol no Brasileiro e virar artilheiro isolado.

Os catarinenses, que somam só 14 pontos e brigam contra as últimas posições, ainda não sabem o que é vencer como visitantes e não ameaçaram em hora nenhuma o triunfo do líder. Os poucos instantes de instabilidade do Verdão vieram enquanto o time tentava assimilar a entrada de Matheus Sales no lugar de Moisés. O camisa 28 dominou o meio de campo e foi substituído aos cinco minutos da etapa final porque sentiu dor no pé, fruto de um pisão sofrido no jogo contra o Cruzeiro.

Cuca aproveitou a calmaria para dar um fim na polêmica da semana e acionar Barrios na vaga de Cleiton Xavier. O camisa 8, que teve uma boa chance para marcar e iniciou a jogada do quarto gol, não jogava desde a primeira rodada. Também deu tempo para o garoto Vitinho fazer seu segundo jogo como profissional e ganhar minutos no lugar de Dudu, muito aplaudido.

O Palmeiras agora visita o Sport, segunda-feira, na Ilha do Retiro. O Figueirense joga no domingo, em casa, contra o Atlético-MG.

 

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 4 X 0 FIGUEIRENSE

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data/horário: 30 de junho de 2016, às 19h30, quinta-feira
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Clóvis Amaral da Silva (PE)
Público/renda: 32.834 pagantes/ R$ 1.935.544,72
Cartões amarelos: Rafael Moura (FIG); Róger Guedes (PAL)
Gols: Moisés 7'1ºT (1-0); Dudu 42'1ºT (2-0); Gabriel Jesus 10'2ºT (3-0) e Gabriel Jesus 45'2ºT (4-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; João Pedro, Edu Dracena, Vitor Hugo e Zé Roberto; Tchê Tchê e Moisés (Matheus Sales 7'2ºT); Róger Guedes, Cleiton Xavier (Lucas Barrios 19'2ºT) e Dudu (Vitinho 36'2ºT); Gabriel Jesus. Técnico: Cuca.

FIGUEIRENSE: Gatito Fernández; Ayrton, Marquinhos, Bruno Alves e Marquinhos Pedroso; Jackson Caucaia, Ferrugem (Josinei 29'2ºT) e Bady; Ermel (Yago 1'2ºT), Rafael Moura e Dudu (Everton Santos 29'2ºT). Técnico: Vinícius Eutrópio.

 

Fonte: Lancenet

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