Santos e São Paulo fizeram um bom clássico na Vila Belmiro na noite deste sábado e empataram por 2 a 2, resultado justo para os times que buscaram o ataque a todo momento. Gabriel Sara calou os críticos ao marcar os dois gols dos visitantes, e Marinho provou estar em fase iluminada ao sair do banco de reservas e dar o empate à equipe alvinegra em duelo válido pela décima rodada do Brasileirão.

0d1f22aa3b001a9135c36223f011f748Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

O São Paulo permanece invicto em clássicos nesta temporada, agora com duas vitórias e três empates. Soma 18 pontos e ocupa a vice-liderança da tabela, atrás apenas do líder Internacional, que soma 20. O Santos, por sua vez, segue sem vencer os rivais, com três derrotas e dois empates. Tem 15 pontos e figura no sexto lugar.

Por causa da sequência de partidas e por voltar a jogar pela Copa Libertadores na terça-feira, contra o Olimpia, do Paraguai, o Santos não começou com seu principal jogador: Marinho foi poupado pelo técnico Cuca. O ataque alvinegro teve o jovem Marcos Leonardo, de 17 anos, pela primeira vez como titular e que nem voltou para o segundo tempo. Mas o problema também estava na defesa: com Felipe Jonatan suspenso e sem lateral-esquerdo reserva, o volante Pituca atuou improvisado no setor e sofreu para marcar os adversários.

Já o São Paulo, que enfrentará o River Plate, da Argentina, na quinta-feira, foi a campo com o que tinha de melhor à disposição E logo no começo do jogo a equipe tricolor aproveitou a desorganização defensiva do Santos. Sem opção de passe, Luan Peres tentou sair driblando, Gabriel Sara roubou a bola e abriu o placar.

Depois do gol, o São Paulo continuou a pressão e teve chances para ampliar. O Santos só foi equilibrar o clássico a partir da segunda metade do primeiro tempo e chegou ao empate com Madson, que subiu livre após cobrança de escanteio e mandou de cabeça para o fundo da rede.

O jogo ficou lá e cá, um festival de contra-ataques. O Santos não virou a partida porque Tiago Volpi salvou. E quem se deu melhor foi o São Paulo, que voltou a marcar com Gabriel Sara, após boa jogada de Igor Vinícius, explorando a desorganização do lado esquerdo alvinegro.

Para o segundo tempo, Cuca tentou organizar o sistema defensivo ao colocar o zagueiro Wagner e também dar novo gás ao ataque, com a entrada de Lucas Lourenço. O Santos até voltou melhor e pressionava a saída do São Paulo, mas faltava criatividade na hora que tinha a bola nos pés.

Marinho, então, entrou no lugar de Sanchez e logo depois o jogo ficou 17 minutos paralisado por causa da queda de energia na Vila Belmiro. Na retomada, o artilheiro santista cobrou falta e contou com falha dupla de Volpi para marcar seu sétimo gol no Brasileirão e empatar o clássico.

Na finalização decisiva, Marinho aproveitou que o goleiro do São Paulo montou mal a barreira, praticamente permitindo facilmente a finalização pelo meio, e ainda falhou ao tentar fazer a defesa

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 2 x 2 SÃO PAULO
SANTOS - João Paulo; Madson, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Pituca; Alison, Sánchez (Marinho) e Arthur Gomes; Lucas Braga, Soteldo (Jean Mota) e Marcos Leonardo (Lucas Lourenço). Técnico: Cuca.
SÃO PAULO - Tiago Volpi; Igor Vinicius, Diego Costa, Léo e Reinaldo; Tchê Tchê (Luan), Gabriel Sara, Hernanes (Brenner) e Igor Gomes; Vitor Bueno (Paulinho Bóia) e Luciano. Técnico: Fernando Diniz.
GOLS - Sara, aos 7, Madson, aos 29, Sara, aos 37 minutos do primeiro tempo. Marinho, aos 26 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Soteldo, Luan Peres, Igor Vinícius, Hernanes.
ÁRBITRO - Luiz Flavio de Oliveira (SP).
RENDA E PÚBLICO - Jogo sem torcida.
LOCAL - Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP).

 

Fonte: Cidade Verde.

O técnico Tiago Nunes foi demitido do Corinthians nesta sexta-feira. Ele deixa o clube com 28 jogos: dez vitórias, dez empates e oito derrotas, com 45,6% de aproveitamento. Além dos maus resultados, o treinador teve problemas com jogadores do elenco, o que foi determinante para o presidente Andrés Sanchez decidir pela demissão. O técnico do sub-20 do Corinthians, Dyego Coelho, comandará a equipe principal na partida contra o Fluminense, neste domingo, no Maracanã.

8293254db2c437607cfc308d0e8785cfFotos: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Andrés Sanchez havia bancado Tiago Nunes mesmo com a pressão da torcida. A decisão de mudar o comando do time ocorre após a derrota por 2 a 0 no clássico contra o Palmeiras, na última quinta, na Neo Química Arena. A entrevista coletiva do treinador depois do dérbi incomodou elenco e diretoria, porque ele voltou a reclamar do desempenho dos jogadores.

No Campeonato Brasileiro, o Corinthians soma apenas nove pontos em oito partidas disputadas. Questionado sobre a pressão após a derrota para o Palmeiras, Tiago Nunes havia falado que não "tinha por hábito desistir".

"Eu sou um profissional que não tenho por hábito desistir. Estou me esforçando ao máximo para conquistar a confiança de todos. Confio no que a direção falou (sobre não trocar de técnico). Mas não quer dizer que não possa existir uma mudança. Temos que focar no próximo jogo. Vou olhar para as soluções caseiras para encontrar melhora comportamental para representar a camisa do Corinthians", disse o treinador na última quinta-feira.

Tiago Nunes foi contrato no fim do ano passado para comandar a equipe nesta temporada. A chegada dele era uma tentativa de ruptura do Corinthians com o futebol defensivo, pouco vistoso, mas que rendeu três conquistas do Campeonato Paulista e uma do Brasileirão, sob o comando do técnico Fábio Carille. Antes de Carille, os técnicos Mano Menezes e Tite também tiveram sucesso no clube com o perfil mais defensivo.

Tiago Nunes teve início ruim ao ser eliminado na fase preliminar da Copa Libertadores da América, pelo Guaraní do Paraguai. No Paulistão, a equipe voltou a demonstrar problemas e só avançou ao mata-mata porque o Guarani tropeçou nas rodadas finais da fase de grupos. O time passou pelo Red Bull Bragantino e Mirassol e perdeu a final para o Palmeiras.

Fonte: Estadão Conteúdo

O Atlético-GO surpreendeu o Vasco em São Januário na noite desta quinta-feira (10) e venceu por 2 a 1, com dois gols de Renato Kayzer, cria do próprio time cruz-maltino.

ec09d90e082fbe68210051c337114052Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

Os tentos da partida saíram todos na segunda etapa. Cano abriu o placar aos 16, mas, no minuto seguinte, Kayzer empatou. Pouco depois, o atacante do Atlético fez o gol da virada, em novo cabeceio.

O camisa 14 do Vasco chegou a balançar as redes novamente, nos minutos finais, mas o VAR (árbitro de vídeo) anulou o que seria o gol de empate dos vascaínos. Pouco depois, nos acréscimos, a tecnologia indicou agressão de Bruno Gomes, que acabou expulso.

Com o resultado, o time goiano foi a nove pontos e saiu da zona de rebaixamento, empurrando o Athletico-PR para a degola. Foi a primeira vitória do time de Vagner Mancini fora de casa na competição.

A equipe do técnico Ramon Menezes, por sua vez, permaneceu com 14 pontos e caiu para a sexta posição.

VASCO
Fernando Miguel, Yago Pikachu, Marcelo Alves, Miranda e Henrique; Andrey (Marcos Jr, 5'/2ºT), Fellipe Bastos (Bruno Gomes, intervalo), Carlinhos (Vinicius, intervalo), Bruno César (Ribamar, 20'/2ºT) e Talles Magno (Ygor Catatau, 35'/2ºT); Germán Cano. T.: Ramon Menezes
ATLÉTICO-GO
Jean; Dudu, João Victor, Éder e Nicolas; Edson, Marlon Freitas (Matheus Vargas, intervalo), Janderson (Matheuzinho, 17'/2ºT)e Ferrareis (Everton Felipe, 15'/2ºT); Chico (Oliveira, 32'/2ºT) e Renato Kayzer. T.: Vagner Mancini
Estádio: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Alex dos Santos (SC) e Thiaggo Americano Labes (SC)
VAR: Rafael Traci (Fifa/SC)
Cartões amarelos: Talles Magno e Vinicius (VAS); João Victor (AGO)
Cartão vermelho: Bruno Gomes (VAS)
Gols: Germán Cano (VAS), aos 16min, e Renato Kayser (AGO), aos 17min e aos 28min do 2ºT
Fonte: UOL/FOLHAPRESS

O Internacional venceu o Ceará por 2 a 0 nesta quinta-feira (10), no Beira-Rio, em jogo pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, e se isolou na liderança da competição.

f516421e8696ddbcf89ec309d5263cd4Foto: Ricardo Duarte/S.C.Internacional

Os dois gols da partida foram marcados por Thiago Galhardo, artilheiro no Brasileiro, com 8 gols. O meia-atacante chegou a 13 gols no ano, sua melhor marca em uma temporada durante toda carreira.

Com a vitória, o Inter abriu vantagem na liderança do Brasileiro: agora soma 20 pontos, três a mais que o segundo colocado, o Flamengo, que tem 17. O Ceará, por sua vez, se manteve com dez, na parte de baixo da tabela.

INTERNACIONAL
Marcelo Lomba; Saravia, Zé Gabriel, Victor Cuesta e Moisés; Johnny, Edenílson, Nonato (Patrick), Boschilia (Rodrigo Moledo); Peglow (Sarrafiore (Abel Hernández)) e Thiago Galhardo (D'Alessandro). T.: Eduardo Coudet
CEARÁ
Fernando Prass; Eduardo, Tiago Pagnussat, Gabriel Lacerda e Alyson; William Oliveira (Lima), Charles, Vina (Rick) e Fernando Sobral (Ricardinho); Mateus Gonçalves (Felipe Baxola) e Cléber (Rafael Sóbis). T.: Alexandre Faganello
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Cartões amarelos: Alyson e William Oliveira (CEA)
Gols: Thiago Galhardo (INT), aos 43min do 1ºT e aos 30min do 2ºT

Fonte: UOL/FOLHAPRESS

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