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Os frágeis adversários enfrentados nos jogos preparatórios para a Copa América não chegaram a testar a seleção brasileira. A vitória por 2 a 0 sobre o Qatar e o triunfo por 7 a 0 diante de Honduras, porém, serviram para o time colocar em prática aquela que será uma de suas estratégias na competição, sobretudo contra rivais de menor expressão.

dfcc4e691c1ebaa684135a86e8dfd3eeCréditos: Lucas Figueiredo/CBF

Tite quer ver seus atletas marcando no campo de ataque, roubando a bola perto do gol do oponente. A ideia é utilizar os jogadores rápidos de que dispõe, como Richarlison e David Neres, para aproveitar contragolpes bastante velozes, curtos, sem que haja a necessidade de transportar a bola de um setor defensivo até a meta.

"São opções. Tu tem que ver o que gera e o preço", disse o treinador, alertando que o esforço na tentativa de roubar a bola na frente deve ser bem coordenado. "Exige um nível de concentração maior. Se tu negligenciar, vai estourar, vai ter que correr para trás. Exige uma coisa e te dá outra", acrescentou.

O plano é manter o jogo longe do gol de Alisson o máximo possível. Além de organização na marcação por pressão, isso geralmente exige fôlego, algo desafiador em um torneio com poucos dias de recuperação entre as partidas. Mas, de acordo com a avaliação da comissão técnica, gás para executar a tarefa não é o problema.

"Em termos físicos, marcando onde se perde a posse da bola, tu corre menos. Estatisticamente mesmo", afirmou Tite, que observou um pressuposto básico fora de seu alcance. "Se a equipe adversária não quer sair jogando, não dá para marcar ali. Se a proposta é quebrar a bola na frente, você precisa brigar no meio, o jogo fica mais truncado."

De qualquer maneira, há uma ideia clara de não deixar o rival controlar a bola. Sempre que estiver sem a posse, a equipe verde-amarela pretende retomá-la agressivamente. Com ela, a seleção quer também ser agressiva, trocando passes, mas buscando a "verticalidade" mencionada pelo comandante - ou seja, menos toques de lado, mais investidas na direção do gol.

O plano vale, em tese, para qualquer jogo, mas é particularmente apropriado diante de times tecnicamente inferiores. No Grupo A da Copa América, o Brasil vai enfrentar Bolívia, Venezuela e Peru. Jogando sempre em casa, já que é sede do torneio, quer passar com folga e ganhar confiança para os desafios maiores esperados a partir das quartas de final.

"O comportamento vai ser parecido com o dos últimos jogos. Queremos ter a bola no pé e jogar no campo do adversário. O que a gente quer é isto: ter a bola perto do gol do rival. É levar a bola para os nossos atacantes, porque a gente sabe que eles fazem a diferença", disse o lateral esquerdo Filipe Luís.

A estratégia será observada em um jogo para valer na próxima sexta (14), data de abertura da Copa América. No estádio do Morumbi, em São Paulo, a partir das 21h30 (de Brasília), os comandados de Tite tentarão encurralar os bolivianos e dar o primeiro passo naquele que é visto como um campeonato importante para a seleção e para seu treinador.

MARCOS GUEDES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Fora dos treinos da seleção brasileira na segunda (10) e também nesta terça-feira (11), Arthur, 22, preocupa a comissão técnica. O volante sofreu uma lesão no joelho direito na goleada por 7 a 0 sobre Honduras, no último domingo (9), e vem passando por tratamento na concentração da equipe nacional em São Paulo.

b8496f89ab38435511789d96852f3eceCrédito da foto: Lucas Figueiredo/ CBF

O jogador passou por exames de imagem, cujos resultados não foram divulgados pela CBF, mas neste momento sua presença na abertura da Copa América, na sexta-feira (14), contra a Bolívia, está praticamente descartada.

A possibilidade de corte ainda não foi afastada, e a substituição de seu nome na lista teria de ser efetuada até 24 horas antes da estreia, com o aval da Conmebol.

O problema ocorreu no primeiro tempo do duelo com Honduras, em Porto Alegre, o último preparatório para a competição continental. Depois de dar um passe no círculo central, o volante sofreu uma dura entrada de Quioto, que acabou recebendo o cartão vermelho pelo violento carrinho com os pés erguidos.

Logo após a partida, passado o susto inicial, havia otimismo no vestiário verde-amarelo. O departamento médico da equipe nacional chegou a descartar a necessidade de exames complementares, e o técnico Tite dizia ter se tranquilizado por um papo com o próprio jogador na capital gaúcha.

"O Arthur está bem, conversei com ele agora. Ele disse: 'Foi só uma pancada". Vi no semblante, sem passar por cima do doutor [que não há preocupação]. O doutor vai passar para vocês, mas, só pelo estado anímico dele, foi só uma pancada", afirmou o treinador, logo após a goleada do fim de semana.

Na segunda-feira, porém, a CBF informou que o atleta havia sido reavaliado e que o corpo médico tinha decidido realizar os exames de imagem que foram descartados anteriormente.

Enquanto seus companheiros vêm treinando no Pacaembu, ele recebe atenção dos médicos no hotel Pullman, no Ibirapuera, onde está hospedada a delegação.

Quase certamente sem Arthur na estreia, Tite terá de optar entre Allan, 28, e Fernandinho, 34. O primeiro foi o escolhido no momento da contusão do titular contra Honduras, mas o segundo conta com a confiança do chefe, apesar das falhas cometidas nas últimas duas edições da Copa do Mundo, que o marcaram para boa parte dos torcedores.

Allan, do Napoli, é hoje considerado pelo técnico um jogador mais dinâmico, que transita com maior facilidade entre as duas áreas. Já Fernandinho, do Manchester City, tem um passe preciso -que encanta seu chefe na Inglaterra, Pep Guardiola- e pode adotar um posicionamento mais conservador, ao lado de Casemiro.

A primeira opção, de maior vigor, encaixa-se no plano de Tite de marcar no campo de ataque a saída do adversário, procurando sufocar o rival.

Com o atleta mais experiente, porém, o gaúcho poderia dar maior liberdade aos laterais, sobretudo a Daniel Alves pela direita. Nessa segunda alternativa, Philippe Coutinho também ficaria mais livre, perto dos atacantes.

"O Fernandinho faz muito bem a função com a bola pertinho, com passe curto, com uma característica parecida com a do Arthur, de passe, posse, embora o Arthur se movimente mais. E o Allan é aquela transição ofensiva e defensiva com mais força, com mais movimentação. Temos essas possibilidades", disse o auxiliar técnico Cleber Xavier.

Caso Arthur venha a ser cortado, essa será a segunda baixa da seleção na preparação para a Copa América. A primeira foi Neymar, que lesionou o tornozelo direito no amisto contra o Qatar, na última quarta (5), e foi cortado horas depois. Willian, do Chelsea, foi chamado para o seu lugar.

MARCOS GUEDES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

No dia 08/06 (sexta-feira) na comunidade Bom Sucesso próximo a Vereda Grande foi encerrada a segunda Copa Sul de futebol, com a organização de Hernandes Miranda (Nandão). A competição contou com o apoio da prefeitura municipal de Floriano: Prefeito Joel Rodrigues e Secretaria de Esportes: Secretária Elineuza Ramos e o diretor Júnior Bocão. O campo escolhido para a grande final foi o campo do Bom Sucesso.

WhatsApp Image 2019 06 11 at 20.02.45Copa Sul. (Imagem: Divulgação/ Jc24horas)

Em tempo normal o jogo teve o placar de 0x0, a equipe do Náutico ganhou a competição com o placar de 4x2 em pênaltis. O time campeão (Naútico) composto por jogadores da Rede Nova, no entanto representando a comunidade L3 foi premiado com o troféu e R$ 2.000 reais.  O time vice-campeão (Internacional) da comunidade Porteiras é considerado um time muito bom, mas teve sua derrota nos pênaltis . Os artilheiros e goleiros foram premiados com o valor de R$ 100,00 reais.A competição teve duração de dois meses e meio, considerada boa e equilibrada e contou com a participação de muitos torcedores.

WhatsApp Image 2019 06 11 at 20.02.47Copa Sul (Naútico). (Imagem: Divulgação/ Jc24horas)

WhatsApp Image 2019 06 11 at 20.02.46Copa Sul (Internacional). (Imagem: Divulgação/ Jc24horas)

De Carlos Iran para o Portal Jc24horas.

Por Karolina Santos.

Não foi desta vez que o São Paulo voltou a vencer na temporada. Pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro, o Tricolor visitou o Avaí na Ressacada, em Florianópolis, e apenas empatou por 0 a 0 na noite deste sábado (8). Já são seis jogos sem que o time do Morumbi consiga um triunfo.

cf419fa6d24c93865771553cced04c56Foto - Rubens Chiri - saopaulofc.net

O último foi em 12 de maio, contra o Fortaleza, na quarta rodada. Os comandados de Cuca passaram todo o primeiro tempo sem conseguir acertar um chute em direção ao gol.

A estatística só foi alterada na segunda metade da etapa final, quando Vladimir precisou espalmar uma cabeçada de Bruno Alves e um chute de Reinaldo. E foi só na atuação sem graça dos tricolores, agora com 13 pontos no Brasileirão.

Os avaianos tiveram jornada ainda pior e agora amargam 11 partidas sem vitórias e apenas quatro pontos na lanterna do torneio.

Na nona rodada, a última antes da pausa para a disputa da Copa América, as duas equipes se enfrentam no mesmo dia e horário e como visitantes: na quinta-feira, às 20h, o São Paulo vai até Belo Horizonte encarar o Atlético-MG, no Independência, enquanto o Avaí viaja para a capital paulista e enfrenta o Palmeiras no Allianz Parque.

O São Paulo teve uma partida insossa em Santa Catarina, muito pela jornada ruim do ataque. Mas, por outro lado, a defesa mostrou bastante segurança. Muito pela presença de Luan à frente da zaga.

O volante criado em Cotia ganhou a maioria das disputas individuais e tornou a saída de bola do Tricolor mais rápida e qualificada.

Nos contra-ataques ensaiados pelo Avaí, foi impecável nas coberturas. Não foi a mais brilhante das atuações de Alexandre Pato. Ainda assim, foi quem conseguiu se salvar entre os jogadores de ataque. Bateu uma falta perigosa e teve duas chances frustradas de cabeçadas.

Suas tentativas de recuar e tabelar geraram os únicos resquícios de criatividade da equipe visitante.

Quando o Avaí percebeu que essa movimentação poderia render problemas, Pato passou a sofrer seguidas faltas e ficou sem espaço. Nos acréscimos, criou boa chance, mas isolou o chute de fora da área.

A irritação da torcida na Ressacada explica como o Avaí tem se saído mal nesse longo jejum de vitórias. São 11 partidas sem vencer na temporada e, hoje, mais uma atuação ruim foi registrada.

A equipe de Geninho queria buscar os contragolpes diante de um rival bem adiantado em campo, mas faltou velocidade e coragem dos jogadores. Nos lances de mano a mano, o Avaí nem sequer arriscava e a partida terminou sem gols.

Fonte: UOL/FOLHAPRESS

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