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O Atlético-MG jogou um balde de água fria na torcida do Inter, no Beira-Rio. O Galo marcou um gol-relâmpago, sofreu o empate do Internacional e foi buscar o triunfo por 2 a 1 aos 44 minutos da segunda etapa do jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil. Na próxima semana, no Independência, em Belo Horizonte, os alvinegros jogam por qualquer empate e até por uma derrota por 1 a 0 para carimbar a vaga na decisão. Ao time gaúcho, vale qualquer triunfo por dois gols de diferença ou por um desde que marque ao menos três gols. Caso vença por 2 a 1, a decisão será nos pênaltis.

58114bdccbe22Galo derrota o Inter pelas semifinais da Copa do Brasil (Foto: Jeferson Guareze/AGIF)

Logo de cara, aos dois minutos de jogo, na raça, Pratto ganhou a bola pelo lado direito e tocou para Otero completar. Galo na frente. O Internacional se recompôs, recuperou a bola no ataque e passou a frequentar o campo de defesa dos mineiros, sempre investindo pelo lado esquerdo. Antes do intervalo, o Colorado teve três boas chances para deixar o placar igualado. Faltou um pouco mais de capricho nas conclusões.

Se atacou, às vezes, de forma desordenada, o Inter teve nos pés de Willian um pouco mais de técnica e racionalidade. Já o Galo buscou sair com inteligência, sem se precipitar, atuando de forma prudente e utilizando a experiência do elenco.

O jogo não mudou com o segundo tempo. O Internacional trabalhava mais, controlava o jogo e chegava o tempo todo no gol adversário, sempre errando no arremate final. Quando a bola tinha direção certa, Victor salvava os mineiros. A torcida colorada clamou por Vitinho, poupado para a próxima rodada do Campeonato Brasileiro. Celso Roth ignorou o apelo e lançou Sasha no lugar de Alex, além de trocar Fabinho por Valdívia. O atacante da galera só foi chamado aos 33 minutos.

O Galo não ficou apenas atrás. Danilo Fernandes, com grande defesa, evitou o segundo gol de Otero.

Aos 25 minutos, Fábio Santos cometeu pênalti infantil sobre Anderson. William acertou a cobrança, deixou tudo igual e marcou o primeiro gol da carreira.

A pressão do Inter cessou no decorrer da partida. O Galo cresceu, ganhou em velocidade com a entrada de Cazares e foi buscar o triunfo com Pratto, no fim da partida. O Beira-Rio ficou em silêncio. O Galo cantou mais alto nos Pampas.


FICHA TÉCNICA

INTERNACIONAL 1 x 2 ATLÉTICO-MG

Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data e hora: 26 de outubro de 2016, às 21h45 (horário de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Henrique Correa (RJ) e Bruno Boschilia (RJ)
Cartões Amarelos: Leandro Donizete e Rafael Carioca (ATL)
Cartões Vermelhos:
Gols: Otero, 2'/1ºT (0-1); William, 25'/2ºT (1-1); Pratto, 44'/2ºT (1-2)

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes, Fabinho (Valdívia, 19'/2ºT), Paulão, Alan Costa e Geferson; Rodrigo Dourado, Eduardo Henrique, Anderson (Vitinho, 33'/2ºT), Willian e Alex (Eduardo Sasha, 14'/2ºT); Aylon. Técnico: Celso Roth.

ATLÉTICO-MG: Victor, Carlos César, Gabriel, Erazo e Fábio Santos; Rafael Carioca (Lucas Cândido, 29'/2ºT), Leandro Donizete, Júnior Urso e Otero (Luan, 14'/2ºT); Robinho (Cazares, 33'/2ºT) e Pratto. Técnico: Marcelo Oliveira.

 

Fonte: Lancenet

Um turno sem entrar em campo. Esta é a condição do atacante Osvaldo no Fluminense. O camisa 17 não é acionado pelo técnico Levir Culpi desde o dia 10 de julho, na partida contra o Vitória pelo Campeonato Brasileiro. Na sexta, o Tricolor reencontra o rival baiano no Maracanã, pela 33ª rodada do torneio, mas não há grande expectativa pela participação do jogador de 29 anos, revelado pelo Fortaleza e com passagens pelo São Paulo e Ceará.

58040fa8991b8Osvaldo não vem sendo aproveitado (Foto: MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC)

Ao LANCE!, Osvaldo afirmou estar vivendo uma situação inédita em sua carreira. Apesar da dificuldade em manter-se motivado, o atacante afirmar respeitar a decisão do treinador, os companheiros de grupos e que continua trabalhando para voltar a ter oportunidades no Tricolor.

– Tinha passado por isso apenas no primeiro ano entre os profissionais. É normal, você demora um pouco a ter oportunidades. Tem sido complicado, difícil, mas a gente não pode desanimar – declarou Osvaldo, autor de quatro gols em 30 partidas na temporada, antes de completar:

– Tenho respeitado (as decisões de Levir Culpi). Sou um cara de bom ambiente. Por onde passei mostrei ser um cara de grupo. Tenho que respeitar os meus companheiros dentro de campo, mas tem sido difícil. Sou funcionário do clube e tenho que continuar fazendo meu trabalho. É o que estou fazendo. Às vezes, eu tenho ido para jogos apenas por ir. Já vou sabendo, na minha cabeça, que não vou entrar. Então, tem hora que prefiro ficar até em casa do que ir para jogo e não ter oportunidade – explicou o atacante ao LANCE!.

Contratado em julho de 2015, Osvaldo tem vínculo com o Fluminense até dezembro de 2017, mas o futuro do jogador está indefinido. Insatisfeito com a situação no clube, o atacante diz que não deseja ficar nas Laranjeiras se seguir sem oportunidades de entrar em campo.

Além de brigar pela classificação para a Libertadores do ano que vem, o Fluminense terá eleição presidencial no mês de novembro. O desfecho das duas situações podem definir o futuro não só de Osvaldo, mas também da atual comissão técnica e do treinador Levir Culpi.

– O futebol é muito dinâmico. Um dia você está por baixo, no outro está por cima. Ainda não tem nada decidido, mas se for para ficar assim prefiro tentar a chance em outro clube – comentou Osvaldo.

Flávio Adauto é o novo diretor de futebol do Corinthians. O jornalista de 68 anos aceitou o convite do presidente do clube, Roberto de Andrade, e assumiu o cargo já nesta quarta-feira. Conselheiro vitalício do Timão, ele foi vice de Comunicação na gestão de Alberto Dualib e chegou a assumir tarefas no futebol durante a parceria com a MSI, tendo entregado o cargo em 2007, após desentendimentos.

580e404b0a5e0Flavio Adauto, diretor de futebol do Timão (Foto: Reginaldo Castro/Lancepress)

Na manhã desta quarta-feira, Adauto foi ao centro de treinamento Joaquim Grava, onde conversou com o técnico Oswaldo de Oliveira e o presidente Roberto de Andrade.

Eles terão novos encontros em breve para dar continuidade ao planejamento da próxima temporada, que foi iniciado com o antigo diretor de futebol, Eduardo Ferreira.

O Corinthians também terá um diretor adjunto para o departamento, que ainda não foi definido. Ele trabalhará juntamente com Flávio Adauto e o gerente de futebol, Alessandro Nunes.

O último diretor de futebol que o Corinthians teve foi Sergio Janikian, exonerado em maio do ano passado. Desde então, o diretor adjunto, Eduardo Ferreira, vinha acumulando funções. Contudo, ele entregou o cargo há dez dias, incomodado com a contratação do técnico Oswaldo de Oliveira sem a sua participação.

O Timão vinha enfrentando dificuldades para encontrar o novo diretor de futebol. Antes de convidar Adauto, Roberto de Andrade ouviu negativas de Duílio Monteiro Alves e Carlos Nujud. Nos bastidores comenta-se também que Sergio Janikian foi convidado a voltar, mas também declinou.

 

Fonte: Lancenet

O palmeirense pediu incansavelmente a contratação de um “camisa 10” para o Brasileiro, que não veio. Se a torcida ficou sem o armador que tanto desejava, viu Moisés suprir esta ausência, não como meia, mas como um meio-campista versátil e perigoso dos pés à cabeça – incluindo as mãos.

580fea4da5fd4Moisés recebeu elogios de Cuca: 'Técnica refinada' (Foto: Cesar Greco)

O camisa 28 já jogou neste Brasileiro como volante mais preso, segundo volante, meia... Cuca o utiliza conforme sua necessidade e vem conseguindo bons resultados.

De cabeça, ele marcou duas vezes (o último contra o Corinthians) e com as mãos é o cobrador oficial de laterais próximos à área. O Verdão é a equipe que melhor aproveita esta jogada e já fez cinco gols a partir de lances assim.

Mas ainda é com a bola nos pés que Moisés chama mais a atenção. O jogador lidera o time em desarmes, é o segundo que mais finaliza, o segundo com mais tempo de posse, e o quarto jogador do Verdão em passes certos. Números que comprovam sua versatilidade.

No domingo, Moisés recebeu elogios pela assistência para Dudu abrir o placar, sem nem olhar para o camisa 7. O lançamento para o lado esquerdo foi fruto dos treinos na Academia de Futebol e da boa fase de um atleta que prefere não se rotular como volante ou meia.

– Já joguei muitas vezes na carreira (como volante), eu gosto de jogar assim, às vezes revezo com o Tchê Tchê mais na frente. Não me vejo como meia ou volante, não tem sacrifício nenhum. São posições que executo bem – resumiu.

Para o LANCE!, o camisa 28 é volante apenas por conta da escolha da seleção do campeonato. Com 30 jogos no Brasileiro, ele tem nota média de 6,3 e está entre os 11 melhores da competição. Independentemente de onde for colocá-lo, é de fato difícil imaginar o meio-campo ideal da competição sem o “faz-tudo” do Verdão.

 

Fonte: Lancenet