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A Seleção Brasileira que enfrenta o Chile, às 20h30 de terça-feira, deverá ter duas mudanças em relação ao empate sem gols contra a Bolívia: o goleiro Ederson vai substituir Alisson, em troca já anunciada por Tite, e Marquinhos retomará sua vaga no lugar de Thiago Silva, que se lesionou em La Paz. 
5efcf748e18d3d11967b16db71b5aa83Gabriel Jesus voltará ao Allianz Parque e será titular - FOTO: Fellipe Lucena
O time que Tite ensaiou neste domingo, na Academia de Futebol, tinha Ederson, Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Alex Sandro; Casemiro; Philippe Coutinho, Paulinho, Renato Augusto e Neymar; Gabriel Jesus. 
Será a primeira partida de Gabriel Jesus no local depois de sua saída do Palmeiras. O jovem já reencontrou velhos amigos no CT palmeirense antes da atividade deste domingo. 
A Seleção Brasileira volta a treinar na tarde desta segunda-feira, no Allianz Parque. O Brasil já está classificado para a Copa do Mundo da Rússia. O Chile ocupa neste momento a terceira colocação nas Eliminatórias e pode se classificar até com um empate.
Fonte: Terra
Está chegando ao fim a carreira de um dos mais importantes meias das últimas décadas. Neste domingo, em entrevista ao jornal italiano La Gazzetta dello Sport, Andrea Pirlo anunciou que vai se aposentar dos gramados no final do ano.
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O meia italiano defende o New York City desde 2015 e terá o seu contrato encerrado em dezembro. Cansado da rotina do futebol e sentindo o corpo desgastado no dia-a-dia, Andrea Pirlo contou que "vai fazer outra coisa" a partir de 2018.
"Uma hora você se dá conta de que o seu tempo chegou. Todo dia você tem problemas físicos e não consegue treinar como gostaria porque sempre tem alguma coisa chata. Na minha idade, dá para dizer que foi o bastante. Não dá para seguir nessa vida até os 50. Vou fazer outra coisa", contou o jogador.
FUTURO EM ABERTO
Questionado sobre o futuro, contudo, Andrea Pirlo disse que não sabe ainda o que fará. E desconversou sobre os boatos de que poderia se tornar auxiliar de Antonio Conte, técnico do Chelsea.
"Ainda não sei o que vou fazer. Vou voltar à Itália em dezembro. Se posso ser assistente técnico de Antonio Conte? Dizem muitas coisas. Tenho minhas ideias, mas me darei tempo para decidir", acrescentou.
Andrea Pirlo teve destacada passagem de quase 10 anos pelo Milan e se tornou um dos principais jogadores da seleção italiana. Foi, inclusive, um dos destaques da equipe campeã do mundo em 2006, na Alemanha. Depois, em 2011, foi para a Juventus e conquistou seguidos títulos nacionais com o novo clube, até se transferir para a Major League Soccer (MLS) em 2015.
Fonte: Futebol do Interior

Com contrato com o Orlando City se encerrando ao final desta temporada, o meia Kaká ainda não definiu seu futuro para 2018, mas já começa a pensar em encerrar a sua carreira. Em entrevista ao Esporte Espetacular, da TV Globo, o jogador admitiu estar cansado e que não sente mais tanto prazer em atuar.

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“Acaba um jogo você sente muita dor, o corpo começa a sentir, então, já não é tanto mais prazer, tem muito a parte de ser o trabalho mesmo... Moleque joga hoje, amanhã joga de novo. Estou com 35, demora mais pra recuperar, já é outro ritmo. Isso você vai sentindo que tá chegando a hora”, afirmou.

Kaká pensa em descansar um ano após pendurar as chuteiras antes de decidir o que seguirá fazendo da carreira. Uma das opções pensadas, inclusive, é de começar a carreira de treinador.

“Fazer como Zidane é uma boa ideia. Ele parou, deu um tempo, viu mesmo se era realmente o que ele gostava, estudou, fez um curso, começou numa categoria de base. Eu sou mais por esse lado também. Agora, tem gente que acha que já tá pronto”, declarou.

Para 2018, Kaká trabalha hoje com três possibilidades. Renovar com o Orlando City, voltar ao futebol brasileiro para jogar por mais uma temporada pelo São Paulo ou já encerrar sua carreira.


Fonte: Goal

O britânico Lewis Hamilton (Mercedes) venceu o Grande Prêmio do Japão de Fórmula 1 de ponta a ponta, neste domingo, e abriu 59 pontos de vantagem para o alemão Sebastian Vettel (Ferrari), que abandonou na quinta volta com problemas na bateria.

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Os carros da Red Bull completaram o pódio do circuito de Suzuka, com o jovem holandês Max Verstappen em segundo e o australiano Daniel Ricciardo em terceiro. Foi a oitava vitória de Hamilton na temporada, a 61ª da carreira.

Nas últimas voltas, o britânico sofreu com vibrações anormais no bloco propulsor e precisou resistir ao ataque do garoto prodígio holandês. Verstappen chegou a ficar a 600 milésimos de uma ultrapassagem, mas Hamilton conseguiu segurar o ímpeto do jovem piloto.

"Foi uma corrida incrível e não foi fácil, já que os carros da Red Bull foram muito rápidos hoje", explicou Hamilton, que indicou que "os pneus estavam frios no fim da corrida e eu tive que gerenciar o tráfego".

Hamilton pode se sagrar tetracampeão mundial na próxima corrida, no Grande Prêmio dos Estados Unidos, daqui a duas semanas. Para isso, precisa se impor no circuito de Austin e contar que Vettel termine no máximo na sexta colocação.

"Eu jamais imaginei ter essa vantagem fenomenal depois dessa corrida. Eu preciso agradecer minha equipe pela confiança que depositaram em mim nesta temporada", parabenizou Hamilton.

Parte do sucesso contou com o azar de Vettel, que começou a notar problemas no carro na volta de apresentação. O piloto alemão ainda tentou deixar o motor no modo original, sem resultado, e não teve alternativa senão abandonar a corrida.

A Ferrari sofreu com problemas mecânicos no último GP da Malásia, quando Vettel largou na última posição e fez corrida de recuperação para terminar em quarto. Em Cingapura, o alemão deixou a corrida na largada após colisão com Verstappen e Kimi Raikkonen (Ferrari).

Companheiro de Hamilton, o finlandês Valtteri Bottas completou a corrida na quarta colocação à frente do compatriota Raikkonen, que terminou em quinto. Os dois carros da Force India ficaram em sexto e sétimo lugar, com o francês Esteban Ocón e o mexicano Sergio Pérez, respectivamente.

O brasileiro Felipe Massa (Williams) terminou a corrida dentro da zona de pontuação, em 10º, atrás do dinamarquês Kevin Magnussen (8º) e do francês Romain Grosjean (9º), ambos da escuderia Haas.

Classificação final do Grande Prêmio do Japão de Fórmula 1:

1. Lewis Hamilton (GBR/Mercedes) os 307,471 km em 1h 27:31.193

2. Max Verstappen (HOL/Red Bull) à 1.211

3. Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull) à 9.679

4. Valtteri Bottas (FIN/Mercedes) à 10.580

5. Kimi Räikkönen (FIN/Ferrari) à 32.622

6. Esteban Ocon (FRA/Force India) à 1:07.788

7. Sergio Pérez (MEX/Force India) à 1:11.424

8. Kevin Magnussen (DIN/Haas) à 1:28.953

9. Romain Grosjean (FRA/Haas) à 1:29.883

10. Felipe Massa (BRA/Williams) à 1 volta

11. Fernando Alonso (ESP/McLaren-Honda) à 1 volta

12. Jolyon Palmer (GBR/Renault) à 1 volta

13. Pierre Gasly (FRA/Toro Rosso) à 1 volta

14. Stoffel Vandoorne (BEL/McLaren-Honda) à 1 volta

15. Pascal Wehrlein (ALE/Sauber) à 2 voltas


Fonte: AFP

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