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O Flamengo segue firme e forte rumo ao título do Campeonato Brasileiro. Neste domingo (17), mesmo com apenas três titulares em campo, o time de Jorge Jesus venceu o Grêmio em Porto Alegre por 1 a 0. O gol da partida válida pela 33ª rodada foi marcado por Gabigol, de pênalti, mas o atacante acabou expulso no segundo tempo ao ironizar o árbitro Raphael Claus.

46252d58d7dc9f39c98ea12e28a0899aFoto: Alexandre Vidal / Flamengo

Com o placar, o time rubro-negro fica a uma vitória do título brasileiro.

A partida na Arena do Grêmio ainda teve polêmica pelo pênalti a favor do Flamengo. A arbitragem assinalou penalidade sem margem de dúvida, não consultou o VAR e gerou revolta nos donos da casa.

A vitória do Fla termina com o 100% de aproveitamento do Grêmio desde o confronto entre os clubes na semifinal da Libertadores, que terminou com o fatídico 5 a 0 no Maracanã.

O Grêmio acumulava cinco vitórias seguidas, mas mesmo em casa não conseguiu fazer frente. O Flamengo teve as melhores chances e foi mais incisivo.

O time rubro-negro agora soma 81 pontos e o próximo jogo pelo Brasileirão é diante do Ceará, no Rio de Janeiro, no dia 27. O Grêmio para nos 56 pontos.

Na próxima rodada o Grêmio visita o Palmeiras, domingo. O Flamengo antecipou o duelo com o Vasco, que terminou 4 a 4, e entra em campo de novo no sábado (23), contra o River Plate pela final da Libertadores. A decisão será em Lima, no Peru.

O personagem do jogo em Porto Alegre foi óbvio. Gabigol chegou a 22 gols no Brasileirão de pênalti, deslocando Paulo Victor. Foi ele quem protagonizou a jogada que originou o pênalti. E também foi ele que se envolveu em bate-boca com Bruno Cortez, no intervalo. O lateral do Grêmio reclamou das pedaladas do camisa nove. No segundo tempo, Gabriel Barbosa reclamou da arbitragem três vezes e acabou expulso pelo segundo amarelo. Na saída de campo, ele provocou os torcedores gremistas.

Mesmo com escalação diferente em relação ao jogo no Maracanã, que terminou com goleada do Fla e eliminação, o Grêmio foi dominado de novo. A maior posse de bola não garantiu ao time gaúcho contundência e muito menos controle do adversário. Fechou o primeiro tempo sem nenhuma chance real de gol.

Na etapa final, Pepê entrou no lugar de Diego Tardelli e depois vieram André e Felipe Vizeu. O time gaúcho terminou a partida com incríveis seis atacantes. E ainda assim sem pontaria.

Apenas três titulares foram suficientes para referendar os conceitos de jogo do time. O Flamengo se manteve atento, com pressão alta e verticalidade. A defesa avançada tirou espaços do ataque gremista e o meio-campo aplicou intensidade para ganhar o setor.

Depois do intervalo o Fla passou a controlar a partida a partir dos espaços. Ou seja, deu campo ao Grêmio e esperou erros para avançar. A expulsão de Gabigol fez o time gaúcho avançar e a defesa rubro-negra se compactou mais para resistir.

GRÊMIO
Paulo Victor; Léo Moura (Felipe Vizeu), Geromel, David Braz e Bruno Cortez; Maicon, Michel (André), Alisson, Diego Tardelli (Pepê) e Everton; Luciano
Técnico: Renato Gaúcho
FLAMENGO
Diego Alves; Rodinei, Thuler (Rodrigo Caio), Rodholfo e Renê; Piris, Diego (Vinícius Souza) e Lucas Silva (Everton Ribeiro); Arrascaeta, Reinier e Gabigol
Técnico: Jorge Jesus
FICHA TÉCNICA
GRÊMIO 0X1 FLAMENGO
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Auxiliares: Danilo Manis (SP) e Anderson Coelho (SP)
Árbitro de vídeo: José Claudio Rocha Filho (SP)
Público/Renda: 30.980 pessoas (28.541 pagantes)/R$ 1.175.820,00
Cartões amarelos: Piris da Motta, Rodinei (FLA)
Cartão vermelho: Gabigol (FLA)
Gols: Gabigol aos 37 minutos do primeiro tempo (FLA)
Fonte: UOL/FOLHAPRESS

O Brasil, jogando em casa, conquistou o título do Mundial sub-17 masculino de 2019, neste domingo (17). Disputando a final no Estádio Bezerrão, no Gama (DF), o time comandado por Guilherme Dalla Déa venceu o México de virada por 2 a 1. O gol do título foi marcado por Lázaro, aos 47 minutos do segundo tempo.

5b7a3766f01ece5aca15859a8fcc8122Fotos: Alexandre Loureiro/CBF

Com a conquista, os brasileiros chegam ao quarto título no torneio, no qual já havia conquistado o título em 1997, 1999 e 2003. Os mexicanos foram campeões em 2005 e 2011. A Nigéria, maior campeã da competição, tem cinco edições do Mundial.

Ao longo da companha, o Brasil venceu todos os jogos antes da final. Na primeira fase, passou por Canadá (4 a 1), Nova Zelândia (3 a 0) e Angola (2 a 0) pelo Grupo A; depois, eliminou o Chile nas oitavas de final (3 a 2), a Itália nas quartas (2 a 0) e a França nas semifinais (3 a 2).

O México, por sua vez, cresceu no torneio. No Grupo F, empatou com o Paraguai (0 a 0), perdeu para a Itália (2 a 1) e venceu as Ilhas Salomão (8 a 0). No mata-mata, passou por Japão nas oitavas (2 a 0), Coreia do Sul nas quartas (1 a 0) e Holanda nas semis (1 a 1, com 4 a 3 nos pênaltis.

No começo do jogo, o México procurava mais o campo de ataque, mas o Brasil tentava responder com chances de fora da área. Aos 13 minutos do primeiro tempo, Yan recebeu na direita e cruzou para a área; Gabriel Veron chegou, mas escorou por cima do gol. Três minutos depois, João Peglow recebeu da esquerda e mandou da entrada da área, acertando o travessão.

O México cresceu e assustou aos 24 minutos, em falta que Efrain Alvarez bateu pela esquerda e mandou para fora. O Brasil, que dominava até então, viu os rivais equilibrarem o jogo e só ameaçou de novo aos 41: da intermediária, Patrick arriscou pela esquerda e parou na defesa de Eduardo García.

Logo aos 6 minutos da etapa final, João Peglow foi lançado na esquerda, ganhou da marcação e cruzou para a área, mas Kaio Jorge bateu por cima e perdeu a chance de fazer 1 a 0. Depois, aos 16, o próprio Peglow dominou no peito pela direita e bateu forte, acertando a rede pelo lado de fora.

O Brasil era melhor, mas quando vacilou, precisou de pouco tempo para ser castigado. Aos 20 minutos, Eugenio Pizzuto cruzou pela esquerda para a área e Bryan Gonzalez cabeceou para o chão, no contrapé do goleiro Matheus Donelli, abrindo o placar.

Em busca da reação, o técnico Guilherme Dalla Dea tirou Peglow aos 26 e colocou Lázaro. Em sua primeira chance, aos 28, o camisa 20 recebeu da direita e, livre dentro da área, bateu de primeira - por cima do gol.

O empate passou perto aos 35 minutos, sufocando o México. Primeiro, após bela troca de passes, Lázaro chutou em cima da defesa. Depois, Daniel Cabral arriscou da intermediária e mandou mais uma no travessão. Na sequência, Gabriel Veron cabeceou por cima.

Só que a arbitragem consultou o VAR e encontrou um carrinho de Alejandro Gomez sobre Gabriel Veron no início da jogada. Na cobrança, aos 38, Kaio Jorge bateu no canto direito do goleiro García e empatou. Ufa! No final, aos 47 minutos, Lázaro marcou o segundo e deu o título ao Brasil.

 

Fonte: UOL/FOLHAPRESS

O Fluminense esteve perto de dar um importante passo na luta contra o rebaixamento à Série B neste sábado, mas não conseguiu segurar a vantagem no jogo e empatou por 1 a 1 contra o Atlético-MG no Maracanã, em duelo da 33.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

720d8feecaf6387472a6ac09fac26ac8Fotos - Lucas Merçon - Fluminense

O empate tira momentaneamente o Fluminense da zona de rebaixamento. Agora, o time carioca está no 16.º lugar, com os mesmos 35 pontos que o Cruzeiro, que caiu para o 17.º posto, na frente por ter mais vitórias (9 a 7). Entretanto, o rival mineiro ainda joga na rodada e pode devolver os cariocas à zona do descenso.

O resultado é melhor para o Atlético-MG em razão da circunstância, já que o time mineiro perdia até os 44 minutos, e também em termos de pontuação, uma vez que o ponto somado deixa a equipe com 41, na 12.ª colocação, mais perto de evitar o rebaixamento.

O Fluminense foi superior ao Atlético-MG no primeiro tempo, especialmente na primeira parte da etapa inicial, mas abriu mão de jogar na etapa final e foi castigado. Nos primeiros minutos, a equipe carioca exerceu uma pressão no rival mineiro e viu a sua estratégia dar resultado aos 15, quando Patric marcou contra

O gol não foi fruto de um lance fortuito, mas sim de uma construção coletiva. Paulo Henrique Ganso tocou para Yuri, que avançou e lançou para Yony González na direita. O atacante colombiano finalizou, a bola desviou no goleiro Cleiton e Patric, pressionado por Marcos Paulo, jogou contra o próprio gol

O Fluminense só não abriu o placar ainda mais cedo, aos três minutos, porque Cleiton fez linda defesa no cabeceio de Gilberto Rápido e insinuante, Yony González também teve chances para ampliar na primeira etapa, mas não o fez.

Nos últimos 45 minutos, a equipe treinada por Marcão se retraiu demais e abriu mão de atacar. O Atlético-MG, naturalmente, foi ao ataque em busca do empate e, mesmo sem ter uma grande performance, conseguiu ter êxito e castigou o rival com um gol aos 44 minutos.

No lance, o atacante argentino Franco Di Santo, completamente livre, recebeu dentro da área e bateu cruzado, sem chances para o jovem goleiro Marcos Felipe. No final, os erros das frágeis defesas - cada uma levou 44 gols no torneio - foram determinantes para o resultado.

Por Ricardo Magatti
Estadão Conteúdo

O zagueiro Thiago Silva criticou a postura de Lionel Messi na derrota do Brasil para a Argentina nesta sexta-feira, em Riad, na Arábia Saudita. Para o capitão da seleção brasileira, o melhor jogador do mundo agiu mal diante do técnico Tite e tentou manipular a arbitragem durante todo o jogo.

f60136c7d0e382cc5a2c1d169e3a7fa9Foto: Thiagosilva/Instagram

A atual campeã da Copa América foi derrotada por 1 a 0 em amistoso contra o rival sul-americano, com o gol único do duelo marcado pelo camisa 10 argentino, que, segundo o próprio treinador brasileiro, teria lhe mandando calar a boca durante a partida. Foi a quinta partida seguida sem vitória da seleção brasileira.

"É difícil de entender quando se fala em educação em campo e um dos jogadores mais admirados do mundo faz isso... Eu não faria isso a uma pessoa mais velha, ainda mais um treinador… Por maior que seja a rivalidade, a educação deve vir primeiro", desabafou o jogador do PSG.

Thiago Silva também não poupou críticas ao árbitro do amistoso, o neozelandês Matthew Conger. "Ele (Messi) quis mandar o tempo inteiro no jogo. Discutia com o árbitro e o árbitro apenas ria. Devemos deixar de lado a admiração", disparou o zagueiro.

Irritado, o capitão da seleção brasileira revelou ainda ter ouvido reclamações de colegas a respeito de maus hábitos de Messi. "Ele sempre procura forçar o árbitro a marcar faltas perigosas, sempre atua dessa maneira. Tenho falado com alguns jogadores que atuam na Espanha e acontece o mesmo, ele busca controlar o jogo e influir nas decisões do árbitro", completou.

O defensor brasileiro insistiu que, embora haja exceções na Europa, há uma certa intimidação dos árbitros diante de grandes jogadores. "Na Liga dos Campeões, não há essa vantagem porque os árbitros são mais duros. Não se vê alguém lhes controlando tanto Mas há árbitros que, por admiração, começam a ficar do seu lado Como não tínhamos Neymar do nosso lado, estávamos em desvantagem".

Após a partida desta sexta-feira, a delegação brasileira viajou de volta a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, onde vinha treinando na semana que passou. A cidade recebe o jogo contra a Coreia do Sul na próxima terça-feira, às 10h30 (horário de Brasília), último amistoso do ano da equipe comandada por Tite.

Fonte: Estadão Conteúdo

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