Diante das consequências financeiras da pandemia do novo coronavírus, o Flamengo recorreu a um empréstimo junto ao Banco Santander para conseguir manter o fluxo de caixa projetado anteriormente para a temporada.

27de1c86ab7072482679784e9bb68125Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

A iniciativa foi divulgada inicialmente pelo jornalista Gustavo Henrique em seu canal no YouTube. A reportagem, que confirmou a informação, apurou ainda que o valor envolvido será de R$ 50 milhões.

Recentemente, o time rubro-negro teve um dos primeiros impactos do atual momento. A Adidas, fornecedora de material esportivo do clube, não depositou, no último dia 1º, uma das parcelas semestrais de R$ 8.862.875. Por contrato, a empresa paga ao clube R$ 17.725.750,00 por ano.

O presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, inclusive, tomou à frente das negociações com a fornecedora. Há a expectativa de que uma reunião aconteça em breve para que o pagamento seja liberado e encerre o atrito.

A questão financeira é um dos grandes motivos de preocupação da diretoria e foi um dos pontos que fizeram a cúpula se esforçar para manter a reapresentação do elenco para o dia 21 e buscar, o mais rapidamente possível, um recomeço do Campeonato Carioca.

A pressão, porém, não surtiu efeito, e o Flamengo anunciou, na sexta (17), que as férias do departamento de futebol estão estendidas até o dia 30.

Vale ressaltar que o time rubro-negro ainda negocia uma renovação de contrato com o técnico Jorge Jesus, que tem vínculo com o clube até maio e as negociações já haviam começado antes do atual período.

Durante este tempo de férias e cuidados com o contágio da Covid-19, o treinador está em Portugal, junto à família.

Fonte: Folhapress

Tradicional casa do Cruzeiro, o Mineirão se tornou um palco incerto para os jogos da Raposa em 2020. Em sua maior crise financeira, o clube chegou a cogitar abandonar o Gigante da Pampulha em jogos de menor apelo, embora a preferência sempre tenha sido por permanecer no estádio. Agora, a atual diretoria tenta chegar a um denominador comum com a Minas Arena para fazer um contrato mais vantajoso. O sucesso das negociações pode passar também pelo acerto dos naming rights para o estádio.

43474ded955e13c11529749300753b65Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Na reunião por videoconferência que os atuais gestores realizaram nesta semana, foi exposto a situação financeira do clube e outros temas importantes, dentre eles a negociação das dívidas com a Minas Arena, administradora do Mineirão. A cobrança feita ao clube celeste gira em torno de R$ 46 milhões, somando a dívida, multas e juros. No entanto, a gestora já aceita negociar R$ 19,3 milhões. Desse montante, R$ 10 milhões seriam depositados em juízo e o restante quitado em até dez anos. O Cruzeiro ainda teria dois anos de carência.

O que está travando as conversas no momento segue sendo o modelo para dividir os custos de operações do estádio. O Cruzeiro propõe arcar com 70% das despesas, como fazia até parte do ano passado. Já o Mineirão não considera o percentual satisfatório e quer que a Raposa fique com 100% dos custos a partir de agora.

De acordo com o Cruzeiro, o clube também está apalavrado com a Minas Arena para explorar os naming rights do estádio. Para formalizar o acordo, o clube precisa encontrar parceiros disposto a colocar dinheiro para expor suas marcas no estádio. Se isso acontecer, a Raposa teria direito a uma fatia dos lucros e utilizaria seu montante para quitar as pendências com o Mineirão.

Antes da paralisação do calendário nacional, o Cruzeiro optou por sair do Mineirão por causa da falta de um acordo. Isso aconteceu em 15 de março, quando recebeu o Coimbra e atuou como mandante no Independência depois de seis meses. Aquele foi o último jogo do Campeonato Mineiro antes da parada. A Raposa, porém, não descartava voltar ao Horto para encarar a URT, pela 10ª rodada, confronto que ainda não foi disputado.

Fonte: Folhapress

Willian, meia do Chelsea, pediu cautela para o retorno dos jogos na Premier League durante a pandemia do coronavírus. O jogador está em isolamento em São Paulo e aguarda o momento para voltar para Londres.

daf49658ed65edde8adc2c59130081e6Foto - Rafael Ribeiro - CBF

"Se reiniciarmos o jogo sem os fãs mas houver contato no campo, poderemos espalhar o vírus entre nós", afirmou o atleta. "Não é uma má ideia, mas é preciso saber com muito cuidado o que vai acontecer. Talvez um jogador possa ter o vírus e nós jogamos um contra o outro. Eu jogo contra alguém e pego o vírus, depois vou para casa e passou para minha família. Temos que ter cuidado."

Callum Hudson-Odoi, companheiro de Willian na equipe londrina, deu positivo para o coronavírus em 11 de março e seu caso contribuiu para a decisão da Premier League de interromper a temporada indefinidamente. O último jogo do Chelsea foi três dias antes contra o Everton.

"Apertamos as mãos e nos abraçamos após esse jogo", lembrou Willian. "Então, depois disso, quando Odoi testou positivo para o coronavírus, acho que todo mundo estava preocupado, mas ninguém apresentou sintomas."

Ainda assim, Willian, junto com o restante da equipe, teve que entrar em isolamento em seu apartamento em Londres antes de finalmente voar para se juntar a sua mulher e filhos que haviam retornado ao Brasil. O contrato dele com o Chelsea Avaí até 30 de junho.

"Quero dar tudo pelo Chelsea até o fim, como sempre fiz, até o final do meu contrato, até o final da liga", disse o meio-campista. "Eu tenho de discutir com o clube para ver o que vamos fazer. Mas para mim, do meu

lado, não tenho problemas para jogar até o final da temporada."

O isolamento na Grã-Bretanha foi estendido por pelo menos mais três semanas. As autoridades acreditam que o surto está próximo de seu pico. Até quinta-feira, 13.729 pessoas morreram em hospitais britânicos após testes positivos para o coronavírus, um aumento de 861 em relação ao dia anterior.

Fonte: Estadão Conteúdo

Neste dia 15 de abril estamos completando um mês sem futebol, como consequência do coronavírus no Brasil. A onda chegou ao Brasil em janeiro, procedente da China onde já estava instalado em dezembro do ano passado.

a34033ff928cb483db298107ae9d565bFoto - Campeonato Piauiense - Roberta Aline - Cidadeverde.com

No dia 4 de fevereiro o Presidente Jair Bolsonaro declarou estado de emergência na saúde pública, em ato publicado no Diário Oficial da União. No dia 9 de fevereiro aviões da FAB chegaram à Base Aérea de Anápolis, no Estado de Goiás, trazendo brasileiros que estavam na China, apavorados com a possibilidade de serem vítimas da doença. Ainda assim, tudo parecia normal no território nacional.

Afinal, teríamos o carnaval ( dias 23, 24 e 25 de fevereiro ) além das chamadas prévias. As ruas e avenidas estavam lotadas; navios e aviões chegavam ao Brasil trazendo milhares de turistas do mundo todo. Teríamos chuva de dinheiro, notadamente em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará e Pernambuco. Estava tudo uma beleza. Havia disputa pelo "maior carnaval do Brasil". Havia disputa até para sabermos quem "recolheu mais toneladas de lixo". Pelo menos o assunto era manchete.

Terminado o carnaval a situação foi se agravando. Começamos a ver jogadores se cumprimentando com os cotovelos nos jogos de futebol e logo o pior aconteceu: o Brasil parou, inclusive o esporte. Foram paralisadas todas as competições esportivas nacionais e as internacionais. Os Jogos Olímpicos do Japão foram transferidos para o ano de 2021.

CAMPEONATO PIAUIENSE

O Campeonato Piauiense parou com os jogos Flamengo 3 x 1 Timon e Altos 2 x 0 Piauí, realizados dia 14.03, no Estádio Lindolfo Monteiro; 4 de Julho 1 x 0 Picos, dia 15.03, em Piripiri. No dia 18.03 o Parnahyba chegou a Teresina para enfrentar o River, mas não houve o jogo. O Campeonato do Estado do Piauí estava suspenso.

MAIS DUAS PARADAS

Na mesma semana Fluminense do Piauí e Bahia jogariam em Teresina pela Copa do Brasil Sub-20 e o Tiradentes receberia o Ceará, também em Teresina, pela Série A-2 do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Tudo ficou para depois.

COPA DO NORDESTE

E parou também a Copa do Nordeste, logo após os jogos Vitória 4 x 1 River, em Salvador, e CSA 4 x 0 Frei Paulistano, em Maceió, ambos realizados no dia 15 de março. Ficaram faltando uma rodada para o encerramento da primeira fase de classificação e mais as quartas de final, as semifinais e as finais.

E agora, decorrido um mês de paralisação, quando volta o futebol ? Primeiramente precisamos saber quem acerta o palpite sobre o "pico do coronavírus no Brasil".

 

Fonte:cidadeverde.com

  • Ada Atten
  • Cabedo
  • Paraiba
  • Espeto e Cia
  • Blossom