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Após fazer o percurso de 30 KMs nadando do povoado Manga até o cais da beira rio, o Professor Eloneide Gomes foi recebido pelos familiares, amigos e integrantes do grupo Posso Ajudar, grande beneficiado dessa aventura beneficente do atleta sexagenário que serve de exemplo para muita gente.
O Repórter Carlos Iran fez questão de registrar a fala de todos os presentes que enalteceram a ação beneficente do nosso amigo Eloneide Gomes que fez o trajeto acompanhado pelo paratleta Luiz Alves.

eloneide

Da redação

Seis jogos, 100% de aproveitamento, 20 gols anotados e nenhum sofrido. Não há rivais para a seleção brasileira feminina na América do Sul.

5c843124f2549e3bf92a4d16905dc162Créditos: Thais Magalhães/CBF

Com campanha perfeita coroada com 1 a 0 sobre a anfitriã Colômbia, neste sábado, no Estádio Alfonso López, em Bucaramanga, a equipe de Pia Sundhage ergueu a taça da Copa América pela oitava vez em nove edições. Apenas em 2006 o troféu foi para outro país, com a Argentina.

Em seu jogo mais complicado na competição, a seleção brasileira passou alguns sustos e precisou de um pênalti para garantir nova conquista.

Debynha foi derrubada e bateu com estilo para colocar o Brasil na frente - gol solitário da partida. Pela primeira vez, um jogo no continente teve a arbitragem de vídeo.

Foi a primeira conquista sob a direção de Pia Sundhage. Justamente no dia em que a treinadora sueca completou três anos no comando verde amarelo.

Um prêmio justo para a treinadora que levou uma equipe renovada para a competição na Colômbia. Ainda garantiu vaga na Copa do Mundo de 2023, na Austrália e na Nova Zelândia, e nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.

Na cerimônia que antecedeu a final, a ex-jogadora Formiga entrou com a taça no estádio. Ídolo e pioneira da seleção brasileira, a eterna camisa 8 acompanhou a conquista das tribunas.

O JOGO

Atrás de sua oitava taça em nove edições da copa América de Futebol Feminino, a seleção brasileira entrou em campo com o clima todo adverso. Além de toda a torcida colombiana contra, havia ainda a cobrança de um melhor futebol após não se postar bem diante do Paraguai, na semifinal.

Do lado positivo, o fato de ter vencido seus cinco jogos sem sofrer gols na competição e com ataque arrasador de 19 gols (4 a 0 na Argentina, 3 a 0 no Uruguai, 4 a 0 na Venezuela, 6 a 0 no Peru e 2 a 0 contra o Paraguai). As oponentes também tinham 100% de aproveitamento.

A técnica Pia Sundhage prometeu uma melhor apresentação na decisão e manutenção na posse de bola. Mas um lance logo aos seis minutos deixou as brasileiras abaladas.

Angelina lesionou o joelho em dividida no meio-campo e acabou substituída. No banco de reservas, chorava muito até ser retirada de maçã.

Foram minutos de domínio das donas da casa, empurradas pelas arquibancadas lotadas. A prodígio Caicedo, de 17 anos, assustou. A Colômbia ainda balançou a rede pelo lado de fora com Ramirez e viu a cobrança de falta de Ushe parar em defesaça de Lorena até o Brasil equilibrar a decisão.

A primeira grande chance das brasileiras ocorreu na metade da primeira etapa, com Antonia batendo para fora. A forte marcação dificultava as ações, irritando Pia, que pedia calma e gesticulava com as jogadoras.

A cobrança deu resultado. Adriana assustou em batida raspando para aplauso da treinadora. Aos poucos, o Brasil começava a impor seu jogo e assustar as colombianas.

Em linda troca de passes, Debynha só foi parada com pênalti. A camisa 9 pegou a bola e deslocou a goleira para abrir o marcador. Antes do intervalo, ainda perdeu chance preciosa de aumentar.

Depois de um primeiro tempo muito abaixo do esperado, o Brasil voltou com nova postura na etapa final, sufocando a equipe local Antes dos dez minutos, a vantagem poderia ser maior com boas oportunidades desperdiçadas por Antonia, Bia Zaneratto e Debynha

Perdidas em campo e sem esconder o nervosismo, as colombianas só conseguiam parar as brasileiras nas faltas, algumas com excesso de força. Apenas aos 27 minutos elas conseguiram chegar no gol de Lorena.

Em chute fraco. O Brasil já não tinha o mesmo ímpeto do início e novamente começou a levar sustos. A intransponível defesa, contudo, se fez valer e a taça acabou com as favoritas.

Fonte: Estadão Conteúdo

Os amantes do pedal da cidade de Floriano e região estão comemorando o aniversário de alguns integrantes do grupo de cliclistas de uma forma bastante saudável, criativa e divertida. Nas primeiras horas da manhã deste domingo, eles saíram em grupo fazendo uma trilha de Floriano até o povoado Manga, num percurso de aproximadamente 37 KMs. A programação consta ainda de churrasco e almoço para todos quando chegaram no balneário que é um dos pontos turísticos de nossa cidade.
Nossa reportagem conversou com alguns dos aniversariantes e em seguida com o empresário Alex, da Ciclipeças, ele e a sua empresa representam a maior referência no ciclismo em nossa região, porque além de praticar o esporte em família, incentiva e apoia essa prática pelos profissionais e amadores que buscam no pedal, uma forma de ter uma vida saudável, feliz e harmônica com os amigos. Outro entrevistado pelo Carlos Iran foi o Professor Eloneide Gomes, que escolheu as águas do Velho Monge pra comemorar o seu aniversário, nadando da Manga até o cais de Floriano. Confira as imagens e entrevistas feitas pelo Repórter Carlos Iran.

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Da redação

Depois de conquistar o título simbólico do primeiro turno do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras comprova que é um time difícil de ser batido dentro e fora de casa.

957c5dbf0914630c6fbbaf23e4b643b4Foto - Cesar Greco - Palmeiras

A equipe de Abel Ferreira venceu o Ceará neste sábado, por 2 a 1, na Arena Castelão, e permanece como o único visitante invicto do Brasileirão. Agora, são seis vitórias e quatro empates.

O Palmeiras chega aos 42 pontos e se mantém tranquilo no topo da tabela. A vitória em Fortaleza foi uma vingança simbólica depois de ter sido batido pelo Ceará na estreia no Brasileirão no Allianz Parque.

Com um jogador a mais desde o início do segundo tempo (o volante Richardson foi expulso), o time alviverde fez alterações pensando na batalha das quartas de final da Libertadores diante do Atlético-MG, na quarta-feira, fora de casa.

O time poderia ter controlado melhor a posse de bola e chegou a ser pressionado mesmo com um jogador a mais. O Ceará não perdia há 12 jogos como mandante, com sete vitórias e cinco empates até o jogo deste sábado.

O Ceará começou marcando os volantes palmeirenses, Danilo e Zé Rafael, primeiros responsáveis pela criação das jogadas. Isso criou dificuldades para o atual líder do torneio.

Com a bola roubada, a ideia do time da casa era lançar o atacante Mendoza pelo lado esquerdo, aproveitando os avanços de Piquerez. O time da casa bloqueava tudo o Palmeiras tentava criar. Além disso, completava o cenário de dificuldades para a boa marcação sobre Dudu e Raphael Veiga.

A equipe só começou a equilibrar a partida, ficando mais com a bola, a partir da movimentação de Scarpa, que saiu da esquerda e começou a jogar mais centralizado.

Isso confundiu a marcação e abriu espaços. Após a mudança, uma boa chegada surgiu após um cruzamento de Danilo que José López cabeceou por cima aos 22.

O gol saiu quando o time finalmente conseguiu agrupar seus jogadores de frente pelo lado direito. Após finalização de Scarpa, Dudu marcou no rebote do goleiro. Foi o primeiro gol do atacante desde 12 de junho.

Depois de superar o sufoco inicial, o Palmeiras equilibrou a posse de bola e conseguiu abrir o placar em função da qualidade técnica dos jogadores de ataque.

Scarpa também teve participação importante no segundo gol. Jogando centralizado, ele recebeu bola roubada de Danilo e deu bela enfiada para José López, tocar com categoria. Foi o primeiro gol do reforço palmeirense em sua terceira partida.

O lance que praticamente definiu a vitória palmeirense aconteceu no início do segundo tempo. Em um contra-ataque, Dudu foi derrubado por Richardson na entrada da área.

O volante cearense foi expulso após recomendação do árbiro de vídeo. Com a vantagem no placar e um homem a mais, o líder do torneio teve tranquilidade para construir seus ataques. Aos 11 minutos, Scarpa acertou um belo chute no travessão. Merecia o gol.

Um lance isolado recolocou o Ceará no jogo e fez com que o Palmeiras perdesse o controle da partida. Após disputa entre Vina e Danilo dentro da área, o árbitro Anderson Daronco marcou pênalti, gerando muita reclamação dos palmeirenses. Mendoza converteu.

Corajoso, o Ceará conseguiu pressionar nos minutos finais, principalmente na bola parada. Faltou posse de bola ao líder do torneio para não sofrer tanto diante de um rival com dez jogadores.

Fonte: Estadão Conteúdo

  • Cabedo
  • Ada Atten
  • Espeto e Cia