Ao liberar R$ 2,7 milhões para o Programa de Aquisição de Alimentos(PAA), em Teresina, na tarde de quinta-feira (3), o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, disse que previsões mais realistas apontam que vacinação contra Covid-19 começa em abril no Brasil e as previsões mais otimistas acham que a vacina começa a ser aplicada em fevereiro.

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"Primeiro, a gente tem que ter a vacina. Ninguém tem ainda. Segundo, o produtor da vacina tem que mostrar para Anvisa que aquela vacina não traz problemas a saúde humana e tem capacidade. Acredito, pelas perspectivas, que vamos começar a ter a vacina em fevereiro, numa projeção otimista. Mas as mais realistas falam em abril. O cronograma de vacinação apresentado pelo governo é racional. O que eu li do organograma do Ministério da Saúde eu gostei, porque ele é racional.Ele começa com as pessoas mais expostas e vem crescendo. Não vai aparecer 50 milhões de doses do dia pra noite", disse o ministro Onix Lorenzoni.

Ele declarou que o presidente da República Jair Bolsonaro ( sem partido) apanhou muito no combate à pandemia da Covid-19 no Brasil.

 

"Ele apanhou muito. O presidente sempre dizia que fome, miséria e desemprego mataram nos últimos 20 anos na América Latina mais do que qualquer doença. Então, tínhamos que cuidar da vida humana e nos preocupar com quem trabalha de dia para comer de noite. Com o auxílio emergencial chegou a 68 milhões de brasileiros", falou Onyx Lorenzoni.

Onyx Lorenzoni declarou que são especulações as notícias sobre o futuro partidário do presidente da República Jair Bolsonaro, que está sem partido desde que se desfiliou do PSL.

 

“Eu vou conversar com ele agora na segunda-feira. Vou perguntar para ele onde ele vai. Eu tenho dito sempre que converso com ele que é preciso ter calma e paciência. Tivemos uma eleição municipal que ensina muita coisa para todos nós, como que eleição municipal não tem muito a ver com eleição para presidente e governador. Eleição municipal é uma eleição mais próxima, que divide pessoas, que trata dos problemas mais próximos. O presidente vai tomar a sua decisão. Acho que não vai ser logo, mas deve ser ao longo do primeiro semestre. Eu tenho a minha torcida, mas tenho uma lealdade com ele que, de maneira alguma, exponho qualquer coisa desse sentido”, falou Onyx Lorenzoni.

Onyx Lorenzoni liberou na Superintendência Regional da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) R$ 2,7 milhões para o Programa de Aquisição de Alimentos(PAA).

 


O recurso vai ser utilizado para a compra da produção de pequenos agricultores que será revertida em alimentação para famílias em situação de vulnerabilidade social.

 

 

Fonte: Meio Norte

O humorista Luiz Carlos Ribeiro, conhecido como Rodela, morreu nesta quarta-feira (2) aos 66 anos. Ele estava internado havia duas semanas no Hospital Geral de Guarulhos (SP) e, na última terça-feira (1º), recebeu diagnóstico positivo para a Covid-19.

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No começo da noite de ontem, ele foi submetido a hemodiálise e sofreu paradas cardíacas. O SBT, emissora em que ele participou de diversos programas, lamentou a morte do humorista em nota enviada à imprensa. No texto, "presta solidariedade e deseja que Deus conforte sua família".

Rodela apareceu pela primeira vez na emissora no programa Show de Variedades, em 1992, fazendo performances de humor. Depois, ganhou destaque no Ratinho Livre, da Record, em 1997.

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No ano seguinte, com a ida de Ratinho para o SBT, o humorista passou a integrar o elenco do Programa do Ratinho. Ele ficou na atração por vários anos, fazendo intervenções nos casos mostrados pelo programa.

Além de funcionar como alívio cômico para situações pesadas mostradas no palco, ele levava a plateia às gargalhadas quando "telefonava" com um "celular gigante" para uma suposta irmã que morava no Recife (PE).

Após deixar o programa, Rodela também participou do humorístico A Praça é Nossa, onde fez diversos quadros e contracenou com vários comediantes. Na sequência, participou do programa Show do Tom, na Record.

O hurmorista costumava se apresentar nas ruas de São Paulo, onde agrupava dezenas de pessoas em praças, ruas e calçadas para acompanhar suas performances.

 

 

Fonte: Cidade Verde

Procurador geral de Justiça por dois mandatos, Antônio Gonçalves Vieira, de 71 anos, morreu, na tarde de quarta-feira (2) em decorrência de complicações da Covid-19. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em São Paulo.

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Antônio Gonçalves Vieira nasceu no município de Castelo do Piauí, em 13 de agosto de 1949. Formou-se no curso de Bacharelado em Direito, pela Universidade Federal do Piauí. Ingressou na carreira ministerial através de concurso público de provas e títulos no ano de 1981 assumindo o cargo de Promotor de Justiça Adjunto da 16ª. Zona Judiciária em São Raimundo Nonato. Antes Dr. Viera, como é conhecido, foi Policial Rodoviário Federal.

 

Como Promotor de Justiça atuou, com afinco, nas comarcas de Miguel Alves, União, Batalha, Porto, Beneditinos, Luzilândia, Oeiras, São João do PI, Altos, dentre outras. Em 1987 foi promovido por antiguidade para a comarca de Teresina, 6ª Vara Cível. Em 1991 foi designado pelo então Procurador-Geral de Justiça , José de Oliveira Lins, para exercer o cargo de Chefe de Gabinete da PGJ. No mesmo ano foi promovido, por merecimento, ao cargo de Procurador de Justiça. Em 1993 foi Procurador-Geral de Justiça do MP-PI. Em 1997 foi Corregedor-Geral do Ministério Público.

Em 2010, foi escolhido para procurador geral de Justiça do Piauí para um mandato de dois anos, nomeado pelo ex-governador Wilson Martins.

Associação do MP lamenta morte do procurador Antônio Gonçalves

A Associação Piauiense do Ministério Público (APMP) lamentou, em nota, com profundo pesar, a morte, na quarta-feira (2), procurador de Justiça Antônio Gonçalves Vieira.

 

Procurador-Geral de Justiça do Piauí por dois mandatos, corregedor-geral do Ministério Público por dois mandatos, presidente da APMP por quatro mandatos, tento sido fundador da nossa Associação, Antônio Gonçalves Vieira foi Promotor e Procurador de Justiça de notoriedade, tendo ingressado no Ministério Público em 1980 e, segundo a entidade, construído uma brilhante e irretocável carreira, deixando, ao longo desses 40 anos de dedicação e amor pelo MP, grande legado para a instituição e para o engrandecimento classe ministerial piauiense.

 


"Deixou esposa e três filhos. Diante dessa inestimável perda, a APMP se solidariza à família e amigos de Dr. Vieira, rogando para que encontrem resignação e resiliência, nesse momento de dor e tristeza", diz a nota assinada pela diretoria da APMP.

Ministério Público do Piauí diz que procurador Antônio Gonçalves Vieira era patrimônio da instituição

Informando que é com imenso e profundo pesar, o Ministério Público do Estado do Piauí comunicou a morte, em decorrência de complicações de Covid-19, do procurador de Justiça Antônio Gonçalves Vieira, segundo decano entre os integrantes da instituição.

"Patrimônio da história do parquet piauiense, profissional de excelência, querido e admirado entre seus pares e junto à sociedade", diz a nota do Ministério Público Estadual.

Como Promotor de Justiça atuou, com afinco, nas comarcas de Miguel Alves, União, Batalha, Porto, Beneditinos, Luzilândia, Oeiras, São João do PI, Altos, dentre outras. Em 1987 foi promovido por antiguidade para a comarca de Teresina, 6ª Vara Cível. Em 1991 foi designado pelo então Procurador-Geral de Justiça , José de Oliveira Lins, para exercer o cargo de Chefe de Gabinete da PGJ. No mesmo ano foi promovido, por merecimento, ao cargo de Procurador de Justiça. Em 1993 foi Procurador-Geral de Justiça do MP-PI. Em 1997 foi Corregedor-Geral do Ministério Público.

Em 2010, foi escolhido para procurador geral de Justiça do Piauí para um mandato de dois anos, nomeado pelo ex-governador Wilson Martins.

Associação do MP lamenta morte do procurador Antônio Gonçalves

A Associação Piauiense do Ministério Público (APMP) lamentou, em nota, com profundo pesar, a morte, na quarta-feira (2), procurador de Justiça Antônio Gonçalves Vieira.

 

 

 

Fonte:

Processado pelo guarda-municipal de Santos que o chamou de “analfabeto”, o desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira apresentou contestação em que afirma que o ofendido está querendo "enriquecer à custa do réu".

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O caso ganhou repercussão nacional graças às imagens que mostram o magistrado humilhando o guarda civil municipal Cícero Hilário Roza, ligando para o secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel, e rasgando uma multa. A confusão se deu pelo fato do desembargador simplesmente se recusar a usar máscara de proteção.

A ConJur mostrou o histórico problemático de Siqueira. Os abusos passam por contato pessoal inconveniente; quebra de uma cancela de pedágio por ele não ter paciência de esperar; e uma descompostura em uma colega de magistratura por ela simplesmente se interessar pelo estado de saúde de uma ascensorista.

 

Na contestação apresentada ao juízo da 10ª Vara Cível da Comarca de Santos, Siqueira alega que foi vítima de uma armação. A defesa do magistrado argumenta que ele sucumbiu à provocação do guarda municipal e sofre de "mal psiquiátrico, sendo acompanhado por médico de alta capacidade há alguns anos, que lhe prescreveu medicamentos para controle de seu estado emocional". Na ocasião, no entanto, Siqueira estava "há algum tempo privado de adequada medicação, causando-lhe descompensação".

Na peça, a defesa do desembargador também contesta o benefício de Justiça gratuita concedida ao reclamante.

"Com o devido respeito, apesar de Vossa Excelência já ter deferido o benefício, não há nos autos um elemento de prova sequer a comprovar a insuficiência de recursos do guarda municipal autor para pagar as custas, as despesas processuais e os honorários advocatícios", diz trecho do documento.

Siqueira argumenta que o reclamante conta com auxílio de advogado particular e que possui dois empregos. Ainda sustenta que o ofendido mora em um condomínio de excelente padrão construído pela construtora Cyrela.

"Ademais, não podemos deixar de consignar que, tanto o Réu não agiu com dolo (animus injuriandi) que, apesar da armação (flagrante preparado), emitiu uma nota pública desculpando-se com o guarda municipal Autor, sua família e todas as pessoas que se sentiram ofendidas, o que também foi amplamente divulgado pela imprensa e nas redes sociais. Não bastou! Além da notoriedade, da medalha que ganhou da Prefeitura Municipal de Santos, o guarda municipal Autor agora quer enriquecer à custa do Réu...", argumenta a defesa.

No processo, o guarda municipal de Santos pede uma indenização de R$ 114 mil, o equivalente a dois meses de salário do magistrado que, segundo o Portal da Transparência do TJ-SP, tem contracheque médio de R$ 57 mil.

 

 

Fonte: Meio Norte

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