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O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), que lidera o partido na Câmara, falou em sua conta no Twitter sobre uma suposta manobra de alguns partidos que articulam contra a votação da PEC 410. A PEC deixaria claro a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

5f8a679d8da4e29471a744b35ccfa13bFoto: Alan Santos/PR

A votação da PEC estava marcada para às 14h desta segunda-feira, 11, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

"Está tendo um boato no corredor que tem partido trocando deputado na CCJ para atrasar o projeto", escreveu o deputado. Segundo Eduardo, o PSL está unido pela aprovação da PEC. "Todos os 7 deputados do PSL titulares da CCJ já deram presença; Objetivo é botar PEC 410/2018 (prisão em 2ª instância) adiante."

Fonte: Estadão Conteúdo

A crise interna do PSL pode chegar a um desfecho nesta terça-feira, 12. O presidente Jair Bolsonaro enviou nesta segunda-feira, 11, uma mensagem a parlamentares aliados no grupo de Whatsapp "Time Bolsonaro". Informou apenas horário e local. Às 16h, no Palácio do Planalto. Ele não especificou o assunto, mas deputados convidados para essa reunião preveem um anúncio da saída de Bolsonaro do PSL, depois de uma crise que tomou os holofotes da política nacional no último mês.

ea536b25aa0ca296c040b5e6e69540ffFoto: Marcos Corrêa/PR

"Creio que sim (que Bolsonaro deve deixar o PSL). E eu saio de fato também, em apoio ao Presidente. Breve saio de direito", afirmou o deputado Bibo Nunes (PSL-RS). Bolsonaro poderia levar com ele quase que a metade da bancada do PSL na Câmara, composta por 53 deputados, caso não houvesse entraves jurídicos que podem implicar na perda dos mandatos.

A disputa interna da legenda veio à tona no dia 8 de outubro. Na porta do Palácio da Alvorada, Bolsonaro fez críticas ao presidente do partido, Luciano Bivar (PE), a um pré-candidato a vereador do Recife. "O cara (Bivar) está queimado para caramba lá. Vai queimar o meu filme também. Esquece esse cara, esquece o partido", prosseguiu. A partir daí, houve uma série de farpas trocadas entre dois grupos que se formaram entre os correligionários.

De um lado, os 'bolsonaristas', aliados a Bolsonaro que articularam para colocar o filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como líder da bancada na Câmara. Do outro, os 'bivaristas', ligados a Luciano Bivar, que perderam o controle da bancada, com a destituição do deputado Delegado Waldir (PSL-GO), mas ficaram com o controle do partido e abriram processos no Conselho de Ética contra ao menos 19 colegas do grupo oposto.

Nessa cizânia, está em jogo o controle do partido, que se tornou uma superpotência após eleger 52 deputados no ano passado e angariar a maior fatia dos recursos públicos destinados às siglas. Apenas neste ano, o PSL deve receber R$ 110 milhões de fundo partidário.

Para reunião de amanhã, Bolsonaro chegou a convidar alguns bivaristas, mas segundo fontes, deixou de fora Bivar, a ex-líder do Congresso, deputada Joice Hasselman (SP), deputado Julian Lemos (PB), Heitor Freire (CE) e Delegado Waldir (GO). Deputado por São Paulo, Coronel Tadeu também não foi convidado. "Não posso acompanha-lo (na saída do PSL). A legislação não permite. Se for para dar fim a essa confusão, apoio integralmente a decisão do presidente", disse.

Segundo deputados do PSL ouvidos pela reportagem, Bolsonaro deve se manter, por enquanto, independente, até encontrar um novo partido. A intenção é migrar para uma legenda que "não tenha dono", disse um parlamentar.

Fonte: Estadão Conteúdo

Após encerrar o tratamento de um câncer nas glândulas salivares, Heloísa Périssé afirma que está pronta para voltar aos trabalhos na televisão. Em entrevista ao Fantástico neste domingo, 10, a atriz de 53 anos contou mais detalhes sobre o diagnóstico da doença.

4dfd9c7653325bab409a6db0e2fd70a9Foto: Reprodução Instagram @heloisaperisse

"Agora minha vida está voltando, o trem está voltando para o trilho, já voltou para o trilho, agora o trem vai só ganhar velocidade. Meu sentimento é esse: 'eu estou pronta pra voar'", disse em conversa com o médico Drauzio Varella.

Heloísa contou quais foram os primeiros sinais da doença, de cujo diagnóstico ela falou no começo de agosto. "[Eu tinha] uma lesão interna [na boca] que quando eu mostrava para as pessoas, eu tinha uma bolinha, e as pessoas diziam que não era nada", disse. A lesão, segundo ela, não doía nem sangrava.

Em consulta com dentista, a bolinha foi retirada e enviada, por padrão, para biópsia, mas a especialista a tranquilizou, dizendo que era "1% de chance de ser alguma coisa". Após o resultado do exame, confirmando que era algo a mais, a atriz passou por uma raspagem na região afetada.

Depois do procedimento, Heloísa resolveu fazer um checkup. Conversando com a médica e apalpando a parte inferior da mandíbula, a artista sentiu outra bolinha. A especialista solicitou uma ressonância magnética e a punção do linfonodo para fazer nova biópsia.

Tendo passado por uma nova cirurgia para retirada desse nódulo, a atriz recebeu a notícias de que precisaria fazer quimioterapia e radioterapia ao mesmo tempo. "Aí começou a guerra nuclear", afirmou.

O procedimento para retirada do nódulo durou sete horas e meia. Além disso, ela fez cinco sessões de quimioterapia e mais de 30 sessões de radioterapia. Heloísa contou que, na primeira semana de tratamento, o corpo dela reagiu muito bem porque ainda estava forte. Na segunda semana, foi mais difícil. "Fui no chão. Cansaço extremo, aquele desânimo", disse.

Antes da terceira semana de tratamento, que estava sendo feito em São Paulo, a atriz foi passar o fim de semana em casa, no Rio de Janeiro, e disse que recobrou as energias. "Virei para o meu marido e disse assim: 'a partir dessa terceira semana, coisas maravilhosas vão acontecer' e passaram a acontecer". Ela relembrou o apoio dos amigos, como de Ingrid Guimarães, os quais ela chamou de "anjos".

"Não é o que te acontece, é o teu olhar em relação ao que está te acontecendo, é isso que muda. Quando você decide ver a beleza, decide ver...", começa a atriz antes de se emocionar e parar de falar por um instante. "Eu não vou dizer que não tive altos e baixos, que é uma mentira. Eu tive um carrossel de emoções, mas o que era mesmo carro-chefe era a minha fé, era o crer que aquilo seria resolvido e eu optei pela vida. Eu sempre optei pela vida."

Ao ser perguntada sobre o que mudou após todo esse processo, Heloísa falou sobre leveza. "Hoje em dia, eu tenho vontade de viver com muito mais delicadeza do que eu já vivi até então. Acho que quando a gente começa a ter mais delicadeza com a gente, começa a ter mais acolhimento, a nos acolhermos mais e, consequentemente, começa a fazer isso com os outros. Meu bordão desse momento - todo comediante tem um bordão - é 'nada a pedir e muito a agradecer. Só agradecimento."

Fonte: Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça, Sergio Moro, entrou no embate em defesa do governo Jair Bolsonaro (PSL), reagiu ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e se contrapôs ao STF (Supremo Tribunal Federal) ao sugerir pressão sobre o Congresso para a volta da prisão logo após condenação em segunda instância. Moro virou peça fundamental na estratégia do Palácio do Planalto no enfrentamento às críticas de Lula. Desde a decisão do Supremo pelo veto à prisão em segunda instância na quinta-feira (7), com a consequente soltura do petista na sexta (8), o tom dos ataques e contra-ataques tem subido. Essa escalada não deve parar.

338541f9481501dba2dc93e041165638Foto: Marcos Correa/PR

Bolsonaro e seus ministros, por orientação do Planalto, não deveriam se manifestar sobre o julgamento que determinou o início do cumprimento da pena somente após esgotados todos os recursos –o chamado trânsito em julgado. O presidente, a princípio, ainda ignoraria as declarações do petista. Lula ficou 580 dias na prisão por decisão de Moro, então juiz da Lava Jato que o condenou por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP).

Em discursos, tanto em Curitiba como em São Bernardo do Campo (SP), seu reduto político, o petista direcionou sua artilharia a Bolsonaro, Moro e ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Com a repercussão das declarações de Lula, Bolsonaro tem reavaliado a forma de reagir. Inicialmente, as respostas ficariam a cargo de ministros, como o próprio Moro e o general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), em um tom controlado, além de congressistas bolsonaristas, livres para responder ao petista.

O plano, porém, não obteve o resultado esperado. Agora, Bolsonaro vai ampliar a resposta e seus ministros também. Moro então entra em cena com posicionamentos mais fortes e assumindo a posição de algoz de Lula e duro crítico da corrupção.

"A resposta aos avanços efêmeros de criminosos não pode ser a frustração, mas, sim, a reação, com a votação e aprovação no Congresso das PECs [propostas de emendas à Constituição] para permitir a execução em segunda instância e do pacote anticrime", escreveu Moro neste domingo (10) em rede social.

A mensagem do ministro foi publicada com uma foto de um outdoor com apoio às suas iniciativas –de um lado aparece Moro e de outro, Bolsonaro. "Toledo e o Brasil apoiam o pacote anticrime do ministro Sergio Moro", diz o cartaz. Apesar do silêncio de Bolsonaro sobre a decisão do STF, Moro lamentou o "revés" do resultado do julgamento –que terminou em 6 a 5 contra a execução antecipada da pena–, ao dizer que "lutar pela Justiça e pela segurança pública não é tarefa fácil".

O ministro da Justiça afirmou que a jurisprudência da corte deve ser respeitada, por isso virou seu foco para o Congresso. No sábado (9), Lula havia chamado Moro de "canalha". Ele dissera também que o procurador Deltan" Dallagnol montou uma "quadrilha" no comando da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. Moro, em seguida, foi ao Twitter: "Aos que me pedem respostas a ofensas, esclareço: não respondo a criminosos, presos ou soltos. Algumas pessoas só merecem ser ignoradas".

Essa atuação de Moro é de grande importância para o Planalto. Interlocutores do presidente avaliam que, além de ser mais popular do que Bolsonaro, como mostram pesquisas de opinião, Moro tem mais legitimidade para mobilizar protestos contra Lula e a alegada suspeição do ex-juiz nos casos envolvendo o petista.

A defesa do ex-presidente questiona a imparcialidade de Moro na condução da Lava Jato. O caso deve ser julgado neste mês na Segunda Turma do Supremo. Esse julgamento, que pode anular a condenação do tríplex, tornaria Lula novamente elegível, o que representaria uma ameaça a Bolsonaro em 2022.

O entorno do presidente diz acreditar que a pressão popular pode convencer o ministro Celso de Mello, cuja posição ainda é uma incógnita, a não votar pela suspeição de Moro.

Para o Planalto, no entanto, os sinais emitidos recentemente pelo decano não são animadores. No final do mês passado, ele afirmou que o vídeo publicado por Bolsonaro em uma rede social, no qual compara o STF a uma hiena, evidencia que "o atrevimento presidencial parece não encontrar limites".

Além de Moro, Heleno, por exemplo, tem saído em defesa do governo. Esses movimentos são a resposta, segundo interlocutores do presidente, a uma perda de espaço de Bolsonaro. No fim de semana, com o discurso inflamado, Lula ocupou espaço majoritário nos veículos de comunicação e conseguiu, segundo análises internas do Planalto, maior adesão que Bolsonaro em sua arena favorita: as redes sociais.

A defesa é que o presidente não pode abrir mão de capitanear a narrativa sobre seu próprio governo. O plano de ação é defendido principalmente por integrantes do núcleo ideológico, formado por seguidores do escritor Olavo de Carvalho. Ele, porém, tem ganhado apoio também no grupo moderado, formado por integrantes da cúpula militar, para os quais as críticas do petista "ameaçam a ordem social".

No sábado, o Planalto começou a monitorar o risco de protestos pelo país. Bolsonaro recebeu no Palácio da Alvorada integrantes da cúpula das Forças Armadas para discutir o assunto.

Fonte: Folhapress

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