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Um aplicativo está em testes no país pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para orientar egressos na retomada da "vida extramuros" para evitar o reencarceramento, reduzindo os índices de criminalidade no Brasil. O Escritório Social Virtual é um projeto piloto, inicialmente pensado para o Distrito Federal, que deve se expandir para o Piauí e demais estados da Federação no segundo semestre de 2020.

1e78c2618508022dce049ccc80da39efFoto: Luiz Silveira/Agência CNJ

O aplicativo se destinará às pessoas egressas e familiares, objetivando atender as especificidades deste público, de forma a auxiliá-los em seus processos de retorno à vida em liberdade. O Piauí já possuem sede física do Escritório Social, o que facilitará a implementação do aplicativo no estado.

A coordenadora técnica adjunta do Eixo de Promoção e Garantia de Direitos do Programa Justiça Presente, Pollyanna Bezerra Lima Alves, afirma que a relação que criamos com nossos telefones ilustra como tais recursos estão cada vez mais presentes. Não diferente seria com a população egressa do sistema prisional. "Desta forma, identificamos que a tecnologia poderia facilitar a inclusão social desta importante parcela da população".

"A experiência nos ensina que muitos daqueles que estão retomando à uma realidade extramuros, por muitas vezes, não sabem quais as políticas e equipamentos públicos que podem apoiá-lo neste difícil retorno. Nesta linha, prover a esta população informações sobre as políticas públicas existentes como o CAPS-AD, por exemplo, se torna um importante passo no autocuidado, especialmente para aqueles que fazem uso abusivo de álcool e outras drogas. A ressignificação de trajetórias passa pelo conhecimento de direitos e de oportunidades".

Sobre a possível dificuldade dos egressos de não possuírem um smartphone, a coordenadora não acredita que seja um obstáculo. "Não entendemos que será uma barreira visto a existência do equipamento público físico que atenderá a todos. A intenção é que o aplicativo seja uma ferramenta que se some e apóie às importantes atividades do Escritório Social físico".

Trabalho e Educação

O aplicativo possui como destaque, além da localização de hospitais e moradias temporária, direcionamento para a localização de redes de ensino, cursos profissionalizantes gratuitos, empregabilidade e dicas de atuação no mundo do trabalho devido a dificuldade relata por muitos egressos em conseguir estabilização financeira.

"A intenção é facilitar e sistematizar informações relevantes para inserção no mercado de trabalho, quando desejada. Como dito pelo coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do CNJ, Luís Lanfredi 'o aplicativo se propõe a usar a tecnologia para facilitar um atendimento individualizado sobre as necessidades do egresso, considerando que cada pessoa tem uma trajetória de vida própria. Ao mesmo tempo, a ferramenta simplifica a reintegração social, poupando o egresso de estigmas e processos marcados por burocracia e restrições'”.

Programa Justiça Presente

Iniciado em janeiro de 2019, o programa Justiça Presente abordar problemas estruturais no sistema prisional e no sistema socioeducativo. Ele surgiu de uma parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

"A ressocialização é um dos quatro eixos do programa, que também trata dos problemas do superencarceramento, do sistema socioeducativo e da modernização da execução penal em todo o país. Como uma das entregas prioritárias do Eixo supracitado, eixo este o qual faço parte da coordenação, fomentamos a criação de Escritórios Sociais no país", explicou Pollyanna Alves.

Escritório Social

Criado pelo CNJ em 2016, Pollyana Alves explica que o Escritório Social funciona em esquema de gestão compartilhada entre o Poder Judiciário e o Executivo. Após sair do sistema prisional, quem tiver interesse pode ir ao Escritório Social e ter acesso a uma rede de serviços de apoio, tanto públicos quanto da sociedade civil, em áreas como qualificação profissional, moradia, documentação e saúde.

"A criação de um aplicativo permitirá levar ao ambiente virtual parte dos serviços oferecidos nas versões físicas do Escritório Social, política fomentada pelo CNJ e atualmente presente nesta importante unidade da federação. A um clique, a pessoa egressa terá informações em linguagem simples e direta, sobre a rede de serviços públicos aos quais podem recorrer para buscar oportunidades e inserção em políticas públicas adequadas como educação, cultura, saúde, trabalho, entre outras".

A coordenadora acrescenta que "para garantir a maximização de uso, a produção do aplicativo está passando por validação com um grupo de egressos. Vale dizer que o aplicativo vem sendo desenvolvido em parceria com o Governo do Distrito Federal e a Universidade de Brasília e deve ser lançado no primeiro semestre de 2020".

 

Fonte:cidadeverde.com

A menina Juliana, de 12 anos, desenvolveu medo de chuva, de muito barulho. Quando está nervosa, vomita compulsivamente. Letícia, de 7 anos, se tornou uma menina agressiva e fica apavorada toda vez que a avó e o pai saem para trabalhar com medo de que eles estejam "indo para a lama". Rafael, de 12 anos, escreve cartas sobre como está triste, com saudades do tio, e passa por tratamento psiquiátrico e psicológico depois que começou a se mutilar, cortando os próprios braços.

9d8d8177a864654e47414452ae2f1ec6Foto: Arquivo Greenpeace

As crianças (os nomes são fictícios) refletem, talvez de modo mais expressivo, um quadro que afeta toda a população de Brumadinho (MG). Um ano após o rompimento da barragem de rejeitos da Vale que deixou 270 mortos, a cidade está adoecida. E mal se reconhece.

"Só de estar aqui a gente já relembra a tragédia. A sede da Associação de Moradores do Córrego do Feijão foi usada para guardar os corpos até eles serem encaminhados para o IML. O salão comunitário, onde fazíamos as festas da comunidade, passou a ser o ponto de atendimento da Vale e de doações. A escola foi dormitório dos bombeiros. A igreja católica foi usada como base de operação, o campo, pelos helicópteros como heliponto, tudo isso por mais de três meses", afirma Jeferson Santos Vieira, de 21 anos, presidente da associação.

O estudante de Direito perdeu na tragédia uma tia e a avó, que lhe criou como mãe. A avó era cozinheira da pousada Nova Estância, que foi arrastada pelo mar de lama. "Ficar nesse lugar é difícil. O tempo todo tem caminhão passando, tem ônibus, o barulho é intenso o dia todo. Isso deixa a gente muito irritado. Aqui era super tranquilo, até os passarinhos estão diminuindo", diz. "Mas nos primeiros meses era pior. Eu não posso ouvir barulho de helicóptero que fico estressado."

O que Jeferson relata é algo que está sendo sentido por toda Brumadinho. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, houve um aumento da procura por atendimento psicológico e psiquiátrico, a ponto de a prefeitura ter de contratar mais desses profissionais.

Remédios. Da equipe de saúde mental que hoje tem 39 profissionais, 24 foram contratados depois da tragédia. De janeiro a novembro do ano passado, o consumo de antidepressivos cresceu 56% e o de ansiolíticos, 79%, ante o mesmo período de 2018. As tentativas de suicídio foram de 41 para 51.

A menina Juliana, moradora do Córrego do Feijão, perdeu uma tia na tragédia e muitos vizinhos. A avó dela não consegue "sair do dia 25", como contou a mãe de Juliana, e a garota começou a passar mal logo depois da tragédia. Dois dias após o rompimento da barragem, uma sirene foi acionada de madrugada na região, por ter sido detectado um risco de rompimento de mais uma barragem. Os moradores, já assustados, tiveram de sair correndo de suas casas.

Naquele dia, conta a mãe, ela vomitou sem parar. E o problema voltou a se repetir com frequência. Os pais chegaram a procurar um gastropediatra e fizeram uma endoscopia na garota, mas não encontraram nenhuma explicação física. "É tudo psicológico", resigna-se a mãe.

Em outra comunidade, o Tejuco, que absorveu toda a movimentação de tráfego de Brumadinho nos dias seguintes à tragédia, depois que a principal via da cidade, que liga a zona rural à zona urbana foi destruída pela lama, vive o garoto Rafael.

Da varanda de casa, ele consegue ver onde ficava a barragem e apontar a direção do sítio do tio, totalmente soterrado com a lama. A mãe de Rafael era muito próxima de um primo, criado com ela como um irmão, e ainda está profundamente abalada com a perda. Ela depende de comprimidos para dormir e se manter de pé ao longo do dia.

Com o tempo, o menino também começou a adoecer e a cortar os braços. "Um dia, ele pôs uma blusa de manga comprida, mas estava um calorão, eu estranhei. Dali um pouco, a diretora da escola me chamou e corri lá. Cheguei lá e ele estava sangrando", conta.

A população teme que as pessoas de fora da cidade já não entendam o que eles estão passando. "A gente sente que as pessoas já esqueceram. É um adoecimento que não tem parâmetro e a gente não sabe onde vai chegar", diz Christiane Passos, secretária de Desenvolvimento Social de Brumadinho.

A angústia da espera pelos 11 não localizados

"Quando o povo de Mariana morreu, nós não demos a devida importância. Se a gente tivesse gritado por Mariana, Brumadinho não teria acontecido. Por isso hoje caminhamos com essa luta, porque para a gente essas pessoas eram muito especiais."

A declaração é da professora Nathália de Oliveira, membro da Avabrum, associação que foi criada pelos familiares das vítimas e atingidos pelo rompimento da barragem. Ela é irmã de Lecilda de Oliveira, que era analista de operações da Vale e estava dentro do refeitório quando a barragem se rompeu. Lecilda tinha 49 anos, quase 30 de empresa, e faz parte do grupo de 11 vítimas que ainda não foram localizadas ou identificadas.

Desde o início do ano, com as chuvas intensas que atingem a região, o desespero aumentou. Chegou-se a cogitar uma redução nas operações de busca. "Isso aí foi a morte para a gente. O seu Geraldo morreu mais um pouquinho nesse dia. Ele ajoelhou no chão, pôs a mão para o céu e comoveu todo mundo em uma sala, ao falar: ‘não pare de procurar a minha Ju’. Foi muito difícil esse momento", lembra.

Geraldo é pai de Juliana Resende, que era analista administrativa da Vale. Ela, então com 33 anos, e o marido, Dênis da Silva, com 37, morreram na tragédia, deixando dois gêmeos, de apenas dez meses. Dênis foi achado logo no começo, mas ela, ainda não. "A angústia da espera chega a ser enlouquecedora. Momentos de choro, tristeza, esse turbilhão de sentimentos, são praticamente diários", afirma Josiana Resende, irmã de Juliana. Ela também trabalhava na Vale, na enfermagem, e estava de folga no dia.

"Esses 11... As pessoas pensam que é um número pequeno. Os bombeiros não estão salvando eles, não há mais o que fazer por eles. Os bombeiros estão nos salvando", diz Nathalia.

Entre as vítimas não encontradas, a única que não trabalhava na Vale era Maria de Lurdes da Costa Bueno. Quando a barragem se rompeu, ela estava na pousada Nova Estância com a família - o marido, Adriano Ribeiro da Silva; os filhos dele, Luiz e Camila Taliberti; e a mulher de Luiz, Fernanda Damian de Almeida, grávida de cinco meses de Lorenzo. Todos foram achados, menos ela.

A filha de Maria de Lurdes, Patrícia Borelli, de 37 anos, acompanha as buscas com um nível a mais de angústia, à distância, de Nova York, onde mora. Patrícia veio ao Brasil com o irmão, na esperança de que logo a mãe também seria achada. "Consegui ver a marca onde a onda de lama veio, alta, mais de dez metros. Aí consegui visualizar a força do que ocorreu e por que encontraram os outros, mas não ela", diz.

Fonte: Estadão Conteúdo por Giovana Girardi, enviada especial

O presidente Jair Bolsonaro informou neste domingo, 26, que o Ministério da Saúde do Brasil e as Forças Armadas estão cientes dos riscos do coronavírus. "Estamos preocupados obviamente, mas não é uma situação alarmante. Não existe nenhum caso confirmado no Brasil", disse o presidente a jornalistas ao chegar de um compromisso oficial em Nova Délhi, na Índia, onde está em uma missão de quatro dias. "Estamos nos preparando para que, se tivermos (contágio) no Brasil, que seja atenuado."

77102939f153a8d29f1a8d3b12384c8cFoto: reprodução Instagram / @jairmessiasbolsonaro

O presidente disse também que o Ministério da Saúde publicou um vídeo nas redes sociais para conscientizar a população e afirmou que há, sim, preocupação. O vídeo foi publicado no fim da tarde de sábado e traz o ministro da pasta em exercício, João Gabbardo, apresentando informações sobre o coronavírus e as maneiras de se prevenir.

No sábado, o governo da China informou que 56 pessoas morreram no país por complicações decorrentes do vírus. Outros 1.975 teriam sido diagnosticados. Há informações de que o vírus também já chegou a países como Estados Unidos, Tailândia, Austrália, Canadá e França, de acordo com agências de notícias internacionais.

O presidente está em uma missão de quatro dias na Índia, onde assinou 15 acordos bilaterais, participou como convidado de honra do Dia da República e tem encontro com empresários na segunda. O último compromisso da agenda é uma visita ao Taj Mahal.

Fonte: Estadão Conteúdo

Os estudantes que fizeram o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) têm até 23h59 deste domingo (26) para fazer a inscrição (clique aqui).

a89fa432f51934c174bdffc61ef1bd91Foto: Roberta Aline / Cidadeverde.com

O prazo se encerraria na sexta-feira (24), mas devido os problemas na correção das provas, o Ministério da Educação decidiu prorrogá-lo para evitar mais prejuízos.

No Piauí, 95.424 candidatos fizeram a prova do Enem. A Universidade Federal do Piauí tem mais de 3 mil vagas distribuídas em mais de 70 cursos de graduação. A Universidade Estadual do Piauí oferta 3.460 vagas para 91 cursos.

O IFPI tem 2.225 vagas nos campi Angical, Campo Maior, Cocal, Corrente, Floriano, Oeiras,Parnaíba, Paulistana, Pedro II, Picos, Piripiri, São João do Piauí, São Raimundo Nonato, Teresina Central, Teresina Zona Sul, Uruçuí e Valença, para 57 cursos de Licenciatura, Bacharelado ou Tecnológicos.

Até a última sexta-feira, o curso mais concorrido na UFPI era o de medicina, seguido de educação física.

O que é o Sisu

O Sisu é a principal maneira de acessar o ensino superior público com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Para participar da seleção, o candidato não pode ter zerado a redação na edição de 2019 do exame. A inscrição é gratuita e deve ser feita na página do participante.

No momento da inscrição o candidato deve escolher até duas opções de cursos ofertados pelas instituições participantes, e o sistema seleciona os mais bem classificados em cada curso, de acordo com as notas no Enem e eventuais ponderações, como pesos atribuídos às notas ou bônus.

Caso o desempenho do candidato permita o ingresso nos dois cursos, prevalecerá a primeira opção, com apenas uma chamada para matrícula.

Resultado

Os resultados das inscrições do Sisu serão divulgados no dia 28 de janeiro.

A partir do resultado, a matrícula ou o registro acadêmico nas instituições participantes devem ser feitos até o dia 4 de fevereiro. O lançamento da ocupação das vagas pelas instituições participantes será até 7 de fevereiro, e a manifestação de interesse para constar na lista de espera é até as 23h59 de 4 de fevereiro.

 

Fonte:cidadeverde.com

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