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O Portal jc24horas recebe e compartilha o convite enviado pelo Comandante do 3º Batalhão Policial Militar, para participar de um evento alusivo ao aniversário da Polícia Militar do Piauí que este ano completa 184 anos de existência. Confira o convite.

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Da redação

A safra piauiense de soja 2018/19 teve uma redução média de 15% da produtividade em relação a 2017/2018, segundo a Associação dos Produtores de Soja do Piauí (Aprosoja Piauí), mesmo com o aumento da área plantada no Estado.

7b23ff12cff9c28b2627dde5cf31095dFotos: Facebook/Aprosoja Brasil

De acordo com o diretor executivo da Aprosoja Piauí, Rafael Maschio, a colheita da soja já finalizou e teve um aumento de aproximadamente 7% de área plantada no estado do Piauí, passando de 724 mil para 758 mil hectares. Apesar desse aumento, a produtividade foi menor que o esperado.

"A produtividade foi quase 15% menor em função das dificuldades. Nós tivemos os meses de dezembro de 2018 e janeiro de 2019 com irregularidades na distribuição de chuvas. Algumas regiões foram mais afetadas que outras. Mas, na média, a produtividade será 15% menor em comparação ao ano passado", comentou Rafael Maschio.

Com o aumento de 7% da área plantada, o volume total de produção deve ficar uns 9% menor do que o ano passado. Da estimativa inicial de 2,5 milhões de toneladas de toneladas, a produção em 2019 deverá ficar em 2,3 milhões de toneladas, segundo a Aprosoja.

"Essa redução ocorre, mesmo com o aumento de área, por causa da redução da produtividade e da dificuldade com o clima que tivemos nos meses de dezembro e janeiro, principalmente. A região do entorno da sede do município de Uruçuí, Sebastião Leal e parte de Baixa Grande do Ribeiro e Ribeiro Gonçalves foram as mais afetadas".

Milho

O milho, por ser plantado depois da soja, não sofreu tantas dificuldades com a estiagem em dezembro. A safra de milho no Piauí provavelmente será maior do que a do ano passado nos cerrados. A produtividade do milho deverá ser boa.

"No ano passado nós tivemos 1 milhão e 300 mil toneladas e, esse ano, deverá chegar em 1 milhão e 500 mil toneladas. Temos uma área de safrinha que chegou a quase 70 mil hectares, que está em fase final de desenvolvimento e deve ter uma produtividade média razoável", destacou Maschio.
Articulação na Alepi

A Aprosoja Piauí articula com os deputados estaduais do Piauí a instalação da Comissão da Agricultura e a criação da Frente Parlamentar da Agricultura da Assembleia Legislativa do Piauí.

Essa comissão é importante, segundo a Aprosoja, para que qualquer matéria de interesse do setor agropecuário passa por ela. A associação reforça que não basta criar, ela precisa ser efetivada e atuante para o melhor desenvolvimento econômico do setor e, consequentemente, do próprio Piauí.

"Nós queremos que as matérias de interesse do setor agropecuário passem por essa Comissão para que nós não tenhamos surpresas, como a do ano passado, quando um projeto de Lei foi aprovado pela Alepi proibindo a pulverização aérea em parte do Estado", disse Maschio.

Ele explica que a pulverização aérea é uma das técnicas mais avançadas a ser utilizadas atualmente na agricultura. "O projeto já estava para ser enviado à sanção ou veto do governador (Wellington Dias). Nós tivemos uma reunião com o governador em janeiro e até agora não sancionou; ainda bem porque, caso contrário, seria um atraso para o estado do Piauí".

Já a Frente Parlamentar, de acordo com o diretor da Aprosoja Piauí, servirá para dar maior atuação e destaque ao agronegócio e subsidiar a Comissão na Alepi.

 

Fonte:cidadeverde.com

Após um período de luta e espera por uma cirurgia ortopédica por conta de um acidente que sofreu há aproximadamente dois anos, a Professora Cláudia Alvarenga foi submetida ao procedimento cirúrgico na manhã de hoje(16) no Hospital Regional Tibério Nunes, com um resultado mais do que exitoso, segundo palavras da profissional de educação em entrevista concedida ao Portal jc24horas.

WhatsApp Image 2019 06 16 at 19.32.46Cláudia Alvarenga. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Nossa reportagem esteve visitando a professora na manhã deste domingo, na oportunidade fez uma entrevista onde ela falou sobre os procedimentos e agradeceu aos profissionais do Hospital Regional Tibério Nunes, desde o pessoal responsável pelo acolhimento até os médicos que fizeram a cirurgia. 

Da redação 

Em meio ao pedido de demissão do presidente do BNDES, Joaquim Levy, funcionários do banco farão um ato no Rio de Janeiro, na próxima quarta (19), contra o que chamam de "antipatriótica desconstrução" da instituição. São esperados ao menos cinco ex-presidentes do banco.

e66381f93fa9ca67e62168e52f803932 1Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A manifestação já estava marcada desde a última quinta (13) pela associação que representa os funcionários (AFBNDES), em repúdio à proposta de acabar com repasses do PIS e Pasep para o BNDES –medida que está no texto do relator da reforma da Previdência apresentado à comissão especial da Câmara dos Deputados.
Na noite deste sábado (15), porém, após declarações do presidente Jair Bolsonaro de que estava "por aqui" com Levy por ter nomeado um executivo que atuou em governos do PT, a associação reforçou a convocação para o ato, saiu em defesa do presidente do banco e criticou Bolsonaro.

"Apesar de divergências sob alguns pontos da atual gestão, como o afastamento da chefe de departamento do Fundo Amazônia e declarações infelizes sobre operações de comércio exterior, a AFBNDES reconhece que Joaquim Levy nunca apoiou ou defendeu fantasias e calúnias que o presidente da República, sempre saudoso da campanha eleitoral, insiste em declarar sobre o BNDES", diz o comunicado.

Segundo o economista Arthur Koblitz, vice-presidente da AFBNDES, o que mais preocupa a entidade são os dois fatores que teriam levado à demissão de Levy. Um deles foi a não abertura da chamada "caixa-preta" do banco, com investigações de supostas propinas pagas a funcionários para que se concedesse empréstimos a empreiteiras no governo do PT.

O segundo é a resistência de Levy em devolver o dinheiro injetado pela União no BNDES no passado. O governo espera receber R$ 126 bilhões neste ano para ajudar no ajuste fiscal do país, mas Levy não se comprometeu com a cifra.
"Nunca lutamos para o Levy cair ou ficar, mas na nossa visão ele agiu corretamente nesses dois casos, ao não endossar o discurso da caixa-preta e ao não devolver os recursos. Não conseguimos imaginar qual presidente do BNDES teria uma posição diferente da que ele teve", afirmou Koblitz.
Para a associação, devolver os recursos que o governo pede infringiria a lei e insistir nessa medida mostra desconhecimento. "Resistências foram comuns a todos os presidentes do BNDES que tiveram que devolver os aportes do Tesouro. São executivos e técnicos do banco que colocam seus CPFs em risco com essas demandas", diz a nota.

'PERSEGUIÇÃO IDEOLÓGICA'

Outro ponto que preocupa a entidade é o que chamam de "perseguição ideológica" por parte de Bolsonaro. "As falas dele soam como caça às bruxas. O que ele quer com a caixa-preta? Que qualquer pessoa que atuou no banco na época do PT não trabalhe mais ali?", reclama Koblitz.

"Querem submeter o banco a um processo de gestão que considero temerário. Estão querendo dizer que houve uma ingerência política no BNDES, para praticar de fato a ingerência política. É diferente de dizer que tal politica foi certa ou errada", completa.

Antes da crise de sábado, a associação já havia dito que tinham presença confirmada na manifestação os dois últimos presidentes do banco –Dyogo de Oliveira (abril de 2018 a janeiro de 2019) e Paulo Rabello de Castro (maio de 2017 a abril de 2018)– e também Luciano Coutinho (2007 a 2016), Luiz Carlos Mendonça de Barros (1995 a 1998) e André Franco Montoro Filho (1985 e 1986).
Demian Fiocca, que presidiu o BNDES durante o governo Lula, havia dito que iria, mas desistiu por ter outros compromissos, segundo a associação de funcionários. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim e outras personalidades também devem assinar um documento de apoio ao ato.

Fonte: Folha Press

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