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O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira, 14, que vai demitir o presidente dos Correios, general Juarez Aparecido de Paula Cunha. Em café da manhã com jornalistas, o presidente justificou que ele "foi ao Congresso e agiu como sindicalista". O presidente informou, ainda, que convidou o general Santos Cruz para ocupar a vaga, mas adiantou que não tem o nome do substituto.

3eed36f2175df515fab70819b04d4ca2Foto: Marcos Correa/PR

Santos Cruz foi demitido na quinta-feira, 13, da Secretaria de Governo, ministério que cuida, por exemplo, da verba de publicidade do governo. O jornal O Estado de S. Paulo participou da entrevista do presidente nesta sexta-feira.

No último dia 5 de junho, o presidente dos Correios esteve no Congresso quando fez críticas ao processo de privatização da empresa. Segundo o jornal Gazeta do Povo, na ocasião, o presidente dos Correios disse: "Eu não queria falar de privatização, até porque não é problema meu, se privatizarem uma parte dos Correios, eu acredito que vai ser do lado bom, o que tirar daqui vai faltar lá. E quem vai pagar essa conta? Esse alguém será o Estado brasileiro ou o cidadão brasileiro que paga imposto. É um negócio complicado."

O discurso vai na contramão do próprio governo. O presidente Jair Bolsonaro é quem determinou a venda da empresa.

O presidente dos Correios, general Juarez Aparecido de Paula Cunha, assumiu a estatal ainda no governo do ex-presidente da República Michel Temer, quando a empresa estava sob o guarda-chuva do ex-ministro das Comunicações, Gilberto Kassab.

Diferente da posição do presidente Jair Bolsonaro, o general foi contrário à privatização dos Correios. Depois de resultados negativos bilionários em 2015 e 2016, os Correios registraram lucro de R$ 667 milhões em 2017. O número de 2018 ainda não foi divulgado, mas há indicativo de que será positivo.

Fonte: Estadão Conteúdo

O ministro Sergio Moro (Justiça) afirmou nesta sexta-feira (14) que foi um "descuido" repassar pistas de apuração contra o ex-presidente Lula por um aplicativo de mensagens ao procurador Deltan Dallagnol. As informações enviadas não foram formalizadas nos autos do inquérito, como prevê a lei.

f58f809a81a62aad29150de2fbc9512eFoto: Marcos Correa/PR

Mensagens atribuídas ao ex-juiz e ao procurador, divulgadas no domingo (9) pelo site The Intercept Brasil, mostram que os dois trocavam colaborações quando integravam a força-tarefa da Operação Lava Jato.

"Nós lá na 13ª Vara Federal, pela notoriedade das investigações, nós recebíamos várias dessas por dia. Eu recebi aquela informação e, aí assim, vamos dizer, foi até um descuido meu, apenas passei pelo aplicativo. Mas não tem nenhuma anormalidade nisso. Não havia nem ação penal em curso", disse, na sede da PRF (Polícia Rodoviária Federal), em Brasília, para anunciar o início da operação de segurança da Copa América, que começa nesta sexta.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Moro defendeu a legalidade do repasse de informações que aparece na troca de mensagens.

"Isso está previsto expressamente no Código de Processo Penal, artigo 40, e também no artigo 7 da Lei de Ação Civil Pública diz que 'quando o juiz tiver conhecimento de fatos que podem constituir crime ou improbidade administrativa ele comunica o Ministério Público'. Basicamente é isso, eu recebi e repassei. Porque eu não posso fazer essa investigação", disse o ministro.

Os dos artigos citados pelo ministro, no entanto, colocam a necessidade de que a notícia-crime seja formalizada nos autos, o que não ocorreu.
"Eu acho que simplesmente receber uma notícia-crime e repassar a informação não pode ser qualificado como uma conduta imprópria", disse o ex-juiz.

Fonte: Folhapress

O atacante Neymar afirmou que usou preservativo no encontro com a modelo Najila Trindade, em Paris, na França, de acordo com o Jornal Nacional, da Rede Globo. A declaração contraria a informação da modelo, que afirma que a falta de camisinha foi o ponto central da discussão entre os dois e que teria originado o estupro alegado por ela.

bc806e39fb0383c5fdf6aeb425480f64Foto: reprodução / instagram @neymarjr

O jogador afirmou que jogou a camisinha no vaso sanitário e usou proteção para não se expor, pois era um atleta. De acordo com Najila, o suposto crime começou no momento em que ela fala que não tem camisinha e Neymar continua o ato sexual sem preservativo.

O Estado apurou que Neymar confirmou que havia bebido no dia do primeiro encontro, mas, segundo ele, foi apenas uma dose. No segundo encontro, ele disse que pretendia levar Najila a uma balada, mas ela começou a agredi-lo e ele foi embora. Durante o encontro, Neymar estranhou o fato de a modelo dizer que o amava e queria se casar com ele. "Como ela pode me amar se nem me conhecia direito?", chegou a comentar o atacante para as delegadas da 6.ª Delegacia de Defesa da Mulher.

Após o depoimento, que durou cerca de 3h30, Neymar se emocionou sobre a acusação de estupro e relatou se drama pessoal. O atacante do Paris Saint-Germain afirmou que esse é o pior acontecimento de sua vida e chegou a afirmar que nenhuma lesão se compara ao momento que vem vivendo desde 31 de maio, quando a modelo registrou Boletim de Ocorrência por estupro. Neymar foi cortado da Copa América, que começa nesta sexta-feira, por ruptura do ligamento tornozelo direito. Por isso, ele chegou à delegacia com o auxílio de muletas.

Neymar confessou ainda que o escândalo afetou a vida de seu filho, David Lucca, tem faltado à escola, pois tem sido vítima de bullying. Ele contou que os amigos dizem que ele é filho de um estuprador.

Fonte: Estadão Conteúdo

A diabetes gestacional é um distúrbio caracterizado pelo aumento do nível de açúcar no sangue nas grávidas e que pode levar a futuros problemas de saúde, tanto para a mãe, quanto para o bebê.

4600cdc94419da1e961812e6458c91b2Foto: Pixabay/ fotos gratis

Um estudo realizado recentemente nos Estados Unidos com mais de 21 mil gestantes revelou que o consumo excessivo de batatas, antes da gravidez, pode ser um dos fatores que aumentam o risco das mulheres desenvolverem a diabetes gestacional.

O ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli, reforça que a diabetes gestacional geralmente ocorre em grávidas que têm tendência de desenvolver a doença, isto é, mulheres que já eram diabéticas ou que tiveram resistência periférica aumentada por conta da ação da insulina. “Durante a gestação a placenta produz um hormônio chamado Lactogênico Placentário, substância que faz com que aumente o risco de diabetes gestacional”, revela o médico.

O diagnóstico é feito por meio de dosagem de glicemia de jejum, além do teste oral de tolerância à glicose (TOTG), exame que mede a curva glicêmica da paciente.

Além de aumentar o peso do bebê, a diabetes faz com que uma quantidade maior de glicose fique no sangue da mãe e, consequentemente, obriga o pâncreas do bebê a produzir mais insulina para poder queimar essa glicose. Todavia, mesmo com o ganho de peso, os bebês ficam extremamente frágeis após nascimento, já que costumam ter crises de hipoglicemia pela alta produção de insulina.

Mantelli alerta que o fato da diabetes estar descontrolada pode trazer várias consequências para a saúde da mãe e do filho como, por exemplo, trabalho de parto prematuro, ruptura prematura de bolsa, risco maior de morte súbita, peso excessivo ao nascer, além de diversas alterações físicas prejudiciais.

Para o ginecologista, existem alguns cuidados e tratamentos que devem ser feitos de acordo com o grau de diabetes, podendo controlar por intermédio de dieta ou insulina. “Basicamente, o tratamento é feito com mudanças nos hábitos alimentares, atividades físicas e aplicação de insulina para regular a glicemia. Estes cuidados evitarão que o bebê sofra os efeitos deletérios de uma carga glicêmica tão alta”, conclui.

 

Fonte:cidadeverde.com

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