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O internauta Eudys Matos enviou ao Portal jc24horas o vídeo onde mostra um grupo de amigos jogando uma partida de futebol no campo Mundeirão no bairro Matadouro, mas um fogo existente no terreno próximo do campo prejudica a diversão saudável dos amigos.

WhatsApp Image 2019 08 19 at 05.20.41Lazer prejudicado pelo fogo. (Imagem:Reprodução de vídeo)

Enquanto filmava, o internauta fazia uma narrativa da situação e pedia o apoio do nosso informativo no sentido de solucionar o problema. Confira.

Da redação

Passava das 20h quando o corpo do Antônio Luiz Teixeira Sobral Filho chegou na residência de sua irmã no bairro Guia para ser velado. ele faleceu na tarde de hoje(18) quando pilotava a motocicleta Biz, sentiu-se mal, perdeu o controle do veículo e caiu morrendo em seguida. Nossa reportagem esteve no local do ocorrido na Avenida Dirceu Arcoverde e fez a matéria que você confere no linkFilho do Piçarra morre ao cair da moto no Anel Viário

WhatsApp Image 2019 08 18 at 22.06.02Chegada do corpo do Antônio Filho. (Imagem:Reprodução)

Na residência, da irmã no bairro Nossa Senhora da Guia, muita gente entre familiares, parentes e amigos aguardavam a chegada do corpo. O clima de tristeza e consternação tomava conta de todos que ainda sem acreditar, acompanharam mais esse momento doloroso na família que perdeu recentemente o seu chefe. o saudoso piçarra. Confira o vídeo da chegada do corpo, registrado pelo jc24horas.

Da redação

O Portal jc24horas registrou a missa de sétimo de em sufrágio da alma do Antônio Luiz, o Piçarra e os vídeos mostram o clima de consternação que pairava em todos os presentes, principalmente nos familiares. Confira nas imagens feitas pelo colaborador Valdemir, a participação do Antônio Filho e talvez esse vídeo seja a sua última aparição em vida. Ninguém imaginava o que estava prestes a acontecer. O de Antônio Filho será velado na residência de sua irmã na Guia, a partir das 20h

WhatsApp Image 2019 08 18 at 18.45.28Antônio Luiz na missa de sétimo dia do seu pai. (Imagem:Reprodução)

Da redação

O procurador e chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, recorreu ao seu perfil no Twitter para rebater acusações de que procuradores da Operação Lava Jato driblaram a lei para obter dados sigilosos da Receita Federal. "Mais acusações falsas contra a Lava Jato. A Receita passou informações para o MP (Ministério Público) na Lava Jato em três situações, sempre com amparo na lei", escreveu.

8eea04cc783b1b57a3cdae72d34b8566Foto: Fernando Frazão/Abr

Mensagens obtidas pelo site Intercept Brasil e analisadas em conjunto pelo jornal Folha de S.Paulo mostram que integrantes da força-tarefa no Paraná buscaram informações junto à Receita Federal diversas vezes sem a autorização da Justiça para a quebra do sigilo fiscal das pessoas investigadas. Para isso, teriam contado com a cooperação do auditor fiscal Roberto Leonel, que comandou a área de inteligência do Fisco em Curitiba até 2018 e, este ano, assumiu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

De acordo com Dallagnol, a Receita passou informações para o Ministério Público no âmbito da Lava Jato nas seguintes situações: "Quando houve quebra de sigilo fiscal decidida por juiz; quando o MP requisitou informações fiscais, poder dado pela Lei Complementar 75/93 e reconhecido em atos e decisões da Administração Pública e do Judiciário e, por fim, quando a Receita identificou indícios de crimes, em apuração de iniciativa própria ou a partir de informações recebidas do Ministério Público, de outros órgãos ou de cidadãos".

O promotor afirmou ainda que a Receita Federal tem liberdade de apurar atos ilícitos a partir de notícias que recebe e de comunicá-los ao Ministério Público. "Uma função central dos Escritórios de Pesquisa e Inteligência, como aquele que o auditor Roberto Leonel chefiava, é exatamente fazer pesquisa e investigação. A obrigatoriedade da comunicação dos indícios de crimes ao MP está prevista no art. 5º da Portaria 671/14", acrescentou.

Por fim, Dallagnol mencionou post do procurador da República do MPF em Goiás, Helio Telho, para rebater críticas à relação da força tarefa com a Receita Federal. "O colega @HelioTelho explica que a cooperação entre Receita e Ministério Público é legal, legítima e desejável. Na Lava Jato, já resultou em mais de 24 bilhões em créditos tributários", disse.

Fonte: Estadão Conteúdo

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