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Na manhã de hoje, uma equipe do Corpo de Bombeiros da cidade de Floriano foi acionada para atender uma ocorrência de incêndio em residência no Conjunto Gabriel Kalume, no bairro Taboca e ao sair do quartel, o caminhão Auto Bomba Tanque apresentou problemas mecânicos e os bombeiros tiveram que usar um veículo menor sem depósito de água. 

Screenshot 2016 05 13 15 06 34Viatura do Corpo de Bombeiros em pane. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Há cerca de três anos, uma reportagem veiculada no fantástico revelou a situação caótica do Corpo de Bombeiros em nossa cidade, nesse espaço de tempo aconteceu a mudança de endereço da unidade, aquisição de algumas viaturas e motos, mas um veículo ABT novo que estava na frota de Floriano, foi levado para uma revisão em Teresina e nunca mais retornou. Nossa reportagem esteve no quartel onde encontrava-se a Tenente Beatriz, mas a oficial não gravou entrevista. Confira o vídeo.

 

Da redação.

O post da "tia do café" vai custar para Danilo Gentili, que deverá ser processado pela senadora Regina Sousa (PT), que sentiu-se ofendida com as palavras do apresentador no Twitter.

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"Vou processar pelas faxineiras e pelas tias do café, viu seu bobo que pensa que é humorista”, postou a senadora em seu perfil na rede social

A frase de Gentili gerou grande repercussão entre os internautas, a maioria afirmando sobre o suposto teor preconceituoso da mensagem.

Em vídeo gravado ao lado da vereadora Jôve Oliveira, de Piripiri, a senadora afirmou que não ficou ofendida com a comparação com as tias do café e disse que considerou um preconceito porque, para o apresentador, senador tem que ter "cara de alguma coisa" e que uma senadora não poderia se parecer com uma mulher que serve café.

Segundo ela, seus advogados já estão estudando a possibilidade de processo contra o apresentador.

Em sua defesa, o apresentador disse que fez a brincadeira porque a senadora mal conseguia se expressar, parecendo perdida na tribuna do Senado.

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Fonte:180 graus

No mês seguinte à suspensão da concessão de bônus para quem economizou água e a aplicação da multa para os que aumentaram o consumo na Grande São Paulo, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) vai reajustar as tarifas de água e esgoto em 8,4% a partir desta quinta-feira (12). A medida vale para todos os clientes da empresa - residencial, comercial, industrial e pública com contrato, além das tarifas sociais.

contaTarifas de água e esgoto da Sabesp vão subir 8,4% a partir desta quinta-feira (Foto: Reprodução TV Globo)
O aumento corresponde à inflação anual medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre março de 2015 e o mesmo mês em 2016, que chegou a 9,3%, menos um percentual de eficiência (0,9%).
Com o reajuste, o cliente residencial da Região Metropolitana de São Paulo que consome, por exemplo, até 10 metros cúbicos (m³) de água pagará taxa fixa de R$ 22,38. Entre 11 m³ e 20 m³, o valor do metro cúbico será de R$ 3,50. Já com o consumo acima de 21 m³, o cliente pagará R$ 8,75 o metro cúbico. Um metro cúbico equivale a 1 mil litros.
Em junho do ano passado, as tarifas já tinham sido reajustadas em 15,24%. Neste caso, foi considerado não só a variação do IPCA, mas também um aumento extra por causa das perdas que a Sabesp alegou sofrer em razão da crise hídrica em São Paulo. Os reajustes, no entanto, não conseguiram livrar a Sabesp da queda de 40,6% no lucro líquido entre 2014 e o ano passado.
Do começo de 2015 até fevereiro deste ano, a Sabesp conseguiu arrecadar R$ 600,1 milhões só com a cobrança de multa para quem consumisse mais água que a média, antes da crise hídrica que atingiu o estado. Já com o bônus, R$ 1 bilhão deixou de ser faturado no mesmo período, segundo dados da companhia divulgados aos investidores. Em fevereiro de 2016, pela primeira vez desde o início do programa, a companhia arrecadou mais do que gastou com o bônus. Os valores referentes ao mês de maio ainda não foram divulgados.
A decisão de encerrar o programa, segundo a Sabesp em pedido enviado à Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), foi tomada depois que "a situação hídrica atual permite uma maior previsibilidade sobre as condições dos mananciais". O diretor econômico-financeiro e de relações com investidores da Sabesp, Rui de Britto Affonso, disse durante conferência com investidores no fim de março que a cobrança de multa para os clientes que tivessem aumento no consumo de água nunca teve caráter arrecadatório.
"O objetivo tanto de um quanto de outro [bônus e multa] era ajustar a demanda de água com a oferta. Em nenhum momento nós tivemos o objetivo arrecadatório com a tarifa de contingência. Tanto não é assim que no primeiro mês que a tarifa de contingência supera o bônus, nós protocolamos o pedido de suspensão de ambos", afirmou Rui de Britto Affonso.
Bônus e crise hídrica
O bônus e a multa foram algumas das medidas adotadas pelo governo paulista a partir de 2014 para o combate à crise hídrica no estado. O Sistema Cantareira, responsável por abastecer 7,4 milhões de consumidores no estado, operou no volume morto por 19 meses e só saiu do "vermelho" em dezembro de 2015. O fim da concessão de bônus e aplicação de multa ocorreu no primeiro mês do período de estiagem no estado.
Abril de 2016 foi o mais seco dos últimos 21 anos na cidade de São Paulo, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergência (CGE), órgão vinculado à Prefeitura. O Sistema Cantareira, o mais afetado pela crise hídrica, registrou 5% do volume de chuva esperado para todo o mês passado. Maio também começou com pouca chuva nas represas. Até quarta-feira (11), a Sabesp registrou 1 mm de chuva. A previsão para o Cantareira durante este mês são 78,2 mm.
Ainda em março deste ano, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que a questão da água estava "resolvida" no estado. "a situação hídrica atual permite uma maior previsibilidade sobre as condições dos mananciais". Desde abril, quem consumiu menos ou mais água não tem desconto na conta ou cobrança de sobretaxa.
Mesmo com o anúncio feito pelo governador sobre a situação de normalidade no estado, a Sabesp não vai pedir revisão, em 2016, da tarifa "extra" cobrada na conta de água por causa da seca.
O presidente da empresa, Jerson Kelman, disse ao G1 que a Sabesp fatura 18 metros cúbicos por segundo a menos, desde o início da estiagem. "As razões que nos motivaram a solicitar a revisão tarifaria extraordinária em abril de 2015 permanecem, porque de fato o consumo está reduzido, e isso não é mal, isso de fato deve ser comemorado. Esses temas [sobre a revisão extraordinária] serão discutidos na ocasião da revisão de abril de 2017", disse Kelman, em março deste ano.

 

Fonte: G1

O Senado aceitou, no início da manhã desta quinta-feira (12), o pedido de abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Ela deixa a Presidência um ano e quatro meses depois de assumir seu segundo mandato. O vice-presidente Michel Temer (PMDB) assume interinamente assim que Dilma for comunicada oficialmente sobre o afastamento. Ela terá de assinar um documento e, a partir daí, será obrigada a deixar o Planalto. A sessão durou 20 horas e meia.

 

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Pela bancada do Piauí, o senador Elmano Férrer (PTB) e a senadora Regina Sousa (PT) votaram contra a admissibilidade do processo. Já o senador Ciro Nogueira (PP) votou a favor.

Dilma pode ficar afastada por até 180 dias, mas o processo no Senado pode ser mais rápido. Se for considerada culpada, sai do cargo definitivamente e perde os direitos políticos por oito anos (não pode se candidatar a nenhum cargo). Temer será o presidente até o fim de 2018. Se for inocentada, volta à Presidência.
Para que o processo que resulta no afastamento da presidente fosse instaurado, eram necessários ao menos 41 votos (maioria simples) favoráveis.

Os senadores discursaram por quase 20 horas. A primeira a falar, Ana Amélia (PP-RS), começou às 11h20 da quarta-feira. O último, Raimundo Lira (PMDB-PB), terminou às 5h45 da quinta-feira. Depois de encerrado o debate, o relator da comissão do impeachment no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG) falou por 15 minutos, seguido pelo ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, que falou pela defesa de Dilma.

Esta é a segunda vez em 24 anos que um presidente da República é afastado temporariamente para julgamento após uma decisão do Senado. Em outubro de 1992, o Senado abriu o julgamento do então presidente Fernando Collor de Mello, na época filiado ao PRN.

Collor renunciou antes de ser julgado. Mesmo assim, teve seus direitos políticos cassados pelo Senado por oito anos. Em 2014, o STF (Supremo Tribunal Federal) o absolveu por falta de provas.

Sem cartazes, votação no Senado foi tranquila
O clima no Senado foi de mais tranquilidade em relação ao dia em que a Câmara votou a admissibilidade do impeachment. Durante as longas horas de sessão, o aspecto era de um dia normal do Senado, sem faixas no plenário, ao contrário da Câmara, onde havia cartazes com os dizeres "tchau, querida" e deputados usando cachecóis com inscrições contra ou a favor do impeachment.
Enquanto os oradores subiam à tribuna para falar, o plenário, distraído, mantinha conversas amistosas entre os senadores. O barulho do bate-papo levou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a pedir silêncio mais de uma vez.

Apesar da segurança reforçada e da repetição do muro no gramado do Congresso Nacional para conter protestos, o número de manifestantes foi bem menor que no dia 17 de abril, quando a Câmara aprovou o impeachment. Do lado de fora, a Polícia Militar do Distrito Federal jogou bombas de gás em manifestantes contrários ao impeachment. Foram pelo menos dois confrontos em momentos distintos e dezenas de pessoas passaram mal. Dois manifestantes tiveram de ser atendidos em ambulâncias no local.

A SSP-DF (Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal) estimou em 4.000 o número de manifestantes contrários ao impeachment e em 1.000 o de favoráveis ao afastamento de Dilma. Os grupos começaram a se dispersar por volta das 22h40.

Dentro do Senado, a circulação nos corredores foi restrita e assessores e jornalistas precisaram de credenciamento especial para assistir à sessão.

Mas a tensão entre governo e oposição que marcou os debates na Câmara não se repetiu. Não houve vaias ou gritos de guerra no plenário, que em alguns momentos chegou a ficar esvaziado enquanto senadores discursavam.
Enquanto na Câmara os deputados tiveram 30 segundos para anunciar seu voto, no Senado foram 15 minutos de discurso. Ainda assim, foram ínfimas as citações a Deus, aos familiares e à respectiva terra natal dos senadores, diferentemente do ocorrido entre os deputados.

Enquanto senadores da oposição reforçaram o discurso de que Dilma de fato cometeu crimes de responsabilidade que aprofundaram a crise econômica, parlamentares contrários ao impeachment voltaram à acusação de que a deposição da presidente seria um "golpe de Estado" pois os fatos narrados pela acusação não configuram crimes puníveis com o impeachment.

Primeira a discursar na sessão, Ana Amélia (PP-RS) também foi a primeira a anunciar voto favorável ao impeachment. "São graves, portanto, os fatos imputados contra a Senhora Presidente da República", disse. "O que isso provoca? A sociedade já poderia responder: 11 milhões de desempregados, a taxa básica de juros está em quase 15%, a inflação está em 9,28%", afirmou a senadora.

Presidente do PSDB, principal partido de oposição, o senador Aécio Neves (MG), derrotado por Dilma nas eleiições de 2014, disse que o vice-presidente Michel Temer "não tem que se preocupar com a popularidade", ao tomar medidas que possam não agradar a população.
Em discurso durante a sessão do Senado, Aécio defendeu que Temer faça um ajuste fiscal e "enfrente questões" como a previdenciária, a "modernização da legislação trabalhista" e uma reforma política que limite o número de partidos. Ao encerrar, o tucano afirmou que o Senado inicia nesta quinta-feira um "futuro melhor para o país".

O primeiro senador a defender o mandato de Dilma, Telmário Mota (PDT-RR) defendeu que os movimentos contrários ao impeachment continuem a realizar manifestações, mesmo após o afastamento da presidente. "Vamos voltar às ruas. Não vamos deixar o povo brasileiro ser enganado". Mota falou ainda em "golpe branco" contra a presidente, "por não usar armas de fogo, mas a caneta, os conchavos, os oportunismos, as traições", disse.

 

Fonte: Com informações do Uol