• Jorge
  • Oticas Floriano
  • Dario PAX
  • chopp sabora
  • Garoto
  • Construforte
  • Posto Aliança
  • Paraiba
  • Garoto
  • Posto Aliança
  • Jorge
  • chopp sabora
  • Construforte
  • Paraiba
  • Dario PAX
  • Oticas Floriano

A defesa do deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) procurou investigadores da Operação Lava-Jato. Em encontro na semana passada, um emissário de Loures quis saber quais seriam as chances de uma delação premiada do deputado ser aceita. A abordagem surpreendeu os investigadores. Esse não era o objeto declarado da reunião. Depois de confabular com outros colegas, os investigadores responderam que, àquela altura dos acontecimentos, um eventual acordo de colaboração dependeria da disposição do parlamentar denunciar os demais cúmplices.

725b6ad06ae61243975372df1ebba692

As duas partes ficaram de voltar a conversar sobre o assunto. Uma eventual delação de deputado é bem vista na força-tarefa da Lava-Jato. Mas as eventuais confissões do deputado não são consideradas imprescindíveis para os desdobramentos do inquérito em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). Para eles, as delações dos executivos da JBS, que atingem o presidente Michel Temer, as ações controladas que já resultaram na recuperação de parte da propina paga recentemente e a análise do material apreendido até o momento já contêm indícios veementes de crimes.

Investigadores da Lava-Jato informaram a um emissário de Rocha Loures que, se ele realmente está interessado num acordo de delação premiada, terá que entregar todos os cúmplices da organização criminosa acusada de receber suborno dos donos da JBS e tentar obstruir as investigações sobre as supostas fraudes. Para investigadores, não bastaria uma admissão de culpa e a revelação de crimes já investigados pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal. Com base nos dados já obtidos até momento, o STF já abriu inquérito contra Temer, o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), contra o próprio Loures, entre outros envolvidos.


— Assumir que cometeu crimes não basta. Isso é confissão, não é delação. Se ele quiser acordo de colaboração terá que delatar toda a organização criminosa — disse um integrante da operação.

Os investigadores também consideram o caso do Rocha Loures um dos mais bem documentados da Lava-Jato. A suposta trama aparece numa conversa entre Temer e o empresário Joesley Batista, no Palácio do Jaburu, na noite de 7 de março. No diálogo, gravado pelo empresário, o presidente indica Loures para conversar com Joesley sobre os interesses dele no governo. Temer diz que, com Loures, Joesley poderia falar “tudo”. Numa outra conversa, Loures é flagrado tratando de cargos e decisões estratégicas do governo com o empresário, naquele momento alvo de cinco inquéritos criminais.

Num terceiro momento, a Polícia Federal filma e fotografa o executivo Ricardo Saud, um dos negociadores da propina, entregando a Loures uma mala com R$ 500 mil. O dinheiro seria parte de uma propina de R$ 480 milhões a ser paga ao longo de 20 anos, conforme o sucesso dos negócios acertados entre o deputado e um dos donos da JBS. Como se não bastasse, a mala foi apreendida e, em seguida, o deputado depositou em juízo R$ 35 mil, extraviados antes das buscas da polícia.

Aliados do Palácio do Planalto, por sua vez, estranharam a decisão de Loures, de entregar a mala recebida de Saud. Segundo um deles, como a PF optou por não prendê-lo em flagrante e a mala não foi rastreada, haveria um caminho óbvio de defesa que consistiria em dizer que a mala recebida não tinha dinheiro e que o caso seria uma armação. No momento em que entregou os recursos e devolveu inclusive os R$ 35 mil restantes, fez da acusação uma confissão.

Na segunda-feira, Loures anunciou a troca do advogado José Luis de Oliveira, o Juca, pelo colega Cezar Roberto Bitencourt. Procurado pelo GLOBO, o novo advogado criticou a gravação da conversa entre Joesley Batista e Temer, apontou supostas ilegalidades na investigação e chegou a negar que o deputado tenha recebido mala de dinheiro — apesar da devolução para a polícia na semana passada. No entanto, apesar de dizer que a delação não está sendo cogitada, deixou aberta esse caminho.

— Eu não afasto essa possibilidade (de acordo de delação) definitivamente. Eu sou filosoficamente contra, mas, como defensor, tenho que buscar o que é melhor para o meu cliente — disse o advogado Cezar Roberto Bitencourt.

O caso do deputado é considerado tão grave que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, chegou pediu o afastamento e a prisão dele. O ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo, acolheu o pedido para afastar Loures de suas atividades políticas, mas entendeu que a ordem de prisão dependeria de uma decisão do plenário do tribunal. Janot resolveu, então, refazer o pedido. A decisão está pendente e pode acontecer a qualquer momento.

O pedido de prisão alcança também Aécio Neves, acusado de pedir R$ 2 milhões a Joesley em encontro que os dois tiveram antes de o empresário fazer acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. A negociação revelada pelas gravações já resultou na prisão de Andrea Neves e Frederico Pacheco de Medeiros, a irmã e o primo do senador. Andrea teria sido a primeira a pedir os R$ 2 milhões para Joesley. Medeiros foi o encarregado de transportar a mala com o dinheiro.

Fonte: O Globo

A depressão é uma doença que gera sintomas como choro fácil, falta de energia e alterações no peso por exemplo, podendo ser difícil de ser identificada pelo paciente, porque os sintomas podem estar presentes noutras doenças ou serem apenas sinais de tristeza sem se tratar de uma doença com necessidade de tratamento específico. Porém, a depressão provoca sintomas que estão presente por mais de 2 semanas e é uma doença que no caso de não se fazer tratamento vai piorando, podendo em casos graves, levar ao suicídio. Os 7 principais sinais que podem indicar depressão incluem:Geralmente, estes sinais de depressão surgem durante períodos de grandes alterações na vida dos indivíduos, como adolescência, gravidez ou perda de alguém próximo.

09e241646a34b393cab9327fb6c0d74a

Fonte: Tua Saúde

O Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) iniciou uma ofensiva para tentar melhorar os índices de produtividade do Judiciário estadual. Criou mais seis câmaras de direito público que prometem dar mais agilidade aos julgamentos, inclusive absorvendo processos que eram de competência apenas do tribunal pleno. Com a medida, o TJ passa a ter sessões todos os dias da semana.

0f1d7a8368c66d5b9ec05f9305893578

“O tribunal criou mais seis câmaras de direito público. Essas câmaras vão se reunir dois dias da semana para julgar principalmente os processos que eram de competência do tribunal pleno e nós transferimos para essas câmaras”, disse o presidente do TJ, desembargador Erivan Lopes, ao Cidadeverde.com.

Segundo ele, um mandado de segurança impetrado, por exemplo, contra o governador ou secretário de estado, que era julgado apenas pelo pleno, passa a ser apreciado pelas câmaras.

“São 19 desembargadores e o pleno só tinha uma sessão na semana, então isso emperrava muito o andamento dos processos”, relata.

As apelações que sobem da Fazenda Pública, segundo o presidente, também irão para a competência dessas câmaras. “Essas 6 câmaras de direito público correspondem exatamente as quatros câmaras cíveis que nós temos e as duas criminais. Isso é para agilizar o funcionamento”, detalha.

Pelo cronograma publicado em resolução no Diário da Justiça, as câmaras de direito público vão funcionar na segunda, as câmaras de direito privado na terça e as criminais na quarta. “O pleno continua com a sessão de quinta e na sexta acontece as câmaras reunidas cíveis e na outra sexta as câmaras reunidas criminais. Agora nós vamos ter sessão no Tribunal de Justiça praticamente todos os dias da semana”, comemora.

O esforço do TJ é para melhorar os índices de produtividade e o cumprimento de metas constantes do relatório "Justiça em Números" elaborado anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

 

Fonte:cidadeverde.com

O jovem Vitor Ribeiro da Silva foi uma das 14 vítimas de acidente de moto que deram entrada no serviço de pronto atendimento do Hospital Regional Tibério Nunes no plantão de sábado pra domingo. O portal jc24horas entrevistou o médico plantonista César Amaral que foi claro em relação ao estado de saúde do jovem definindo como gravíssimo.

4033a1f4 dd07 411b 9de6 4e1f54aeb2c8

Na tarde desta segunda-feira, o jovem de 18 anos de idade faleceu em consequência dos graves ferimentos principalmente na região craniana. Os amigos tem feito várias postagens nas redes sociais lamentando a tragédia ocorrida. 

 

Da redação