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Na noite deste domingo (16) será possível observar no céu um fenômeno conhecido como “superlua”, que ocorre quando a lua cheia está mais próxima da Terra do que de costume.

lua03Casal observa superlua em 2014 nos Estados Unidos (Foto: Charlie Riedel/AP)
A explicação está no fato de a órbita da Lua ser elíptica. Por isso, a distância até nosso satélite natural varia, e a menor distância até a Terra (chamada de perigeu) é bem diferente da maior distância (chamada de apogeu): o perigeu da Lua se dá por volta de 362.600 km da Terra e o apogeu, na média, por volta de 405.400 km.
Também chamada de “lua de perigeu”, a superlua pode ser 14% maior e 30% mais brilhante do que uma lua cheia de apogeu, segundo a Nasa (a agência espacial americana).
A superlua poderá ser vista de todo o Brasil e deve ficar com uma aparência maior logo após nascer.
Superluas neste ano
Esta será a primeira das três superluas previstas para 2016. O fenômeno volta a se repetir em 14 de novembro e em 14 de dezembro.
A previsão é que a do dia 14 de novembro seja a maior de todas, já que ela deve ser a lua cheia mais próxima da Terra não só neste ano mas também do século 21 até agora. O cálculo dos especialistas é que ela só voltará a ficar tão perto da Terra no dia 25 de novembro de 2034.

 

Fonte:G1

A China apresentou neste domingo (16) os dois astronautas que irão para o espaço na sexta missão tripulada do país, a bordo da nave Shenzhou-11, cujo lançamento está programado para segunda-feira (17) às 7h30 (horário local, 21h30 de domingo em Brasília).

dd09182378b5c0c3bd028321dc273f2aChina apresenta os astronautas de sua sexta missão espacial tripulada.(Imagem:Divulgação)

Jing Haipeng, um veterano que já participou de missões em 2008 e 2012, e o estreante Chen Dong são os escolhidos para dirigir a nave, informou a porta-voz do programa espacial tripulado da China, Wu Ping, em entrevista coletiva no centro de lançamentos Jiuquan, no Deserto de Gobi.

A Shenzhou-11 partirá da base de Jiuquan com o objetivo de se acoplar ao novo laboratório espacial chinês, o Tiangong-2, lançado no dia 15 de setembro.

Espera-se que a nave demore dois dias para ficar em uma posição perto do laboratório, que orbita ao redor da Terra a 333 km de altura, e que permita realizar a montagem de ambas as plataformas.

"Depois da entrada em órbita de Shenzhou-11 será feito um acoplamento automático com Tiangong-2 em dois dias e formarão um complexo. Os astronautas entrarão em Tiangon-2 e o complexo voará durante 30 dias", explicou Wu.

Ao longo desse tempo, Jin e Chen viverão e trabalharão dentro do laboratório espacial e farão vários experimentos científicos.

Uma vez completados os 30 dias em órbita, está previsto que o complexo formado pela Shenzhou-11 e o Tiangong-2 se separe e que os astronautas retornem à Terra a bordo da nave em um percurso de um dia.

"O Tiangong-2 entrará então no modo de operações automático", acrescentou a porta-voz do programa espacial tripulado chinês.

Assim, a duração total da missão chegará a 33 dias, mais do que o dobro que a anterior tripulada chinesa, a Shenzhou-10, que com 15 dias era a mais longa até o momento.

Esta longa permanência no espaço implica um aumento dos riscos para a saúde dos astronautas, advertiu Wu, afirmando que "a baixa da função cardiovascular será mais proeminente e haverá um certo grau de atrofia muscular e perda óssea".

Segundo o porta-voz, a principal incumbência da Shenzhou-11 é transportar da Terra para o espaço material para os operações em órbita do laboratório Tianong-2.

Além disso, Jing e Chen testarão a capacidade do complexo para abrigar vida e trabalho dos astronautas, ao mesmo tempo que desenvolverão experimentos científicos, em campos como biologia e botânica, observação espacial e atividades de divulgação.


Fonte: G1

Entrou em vigor neste domingo (16) o horário de verão em dez estados mais o Distrito Federal. Os moradores devem adiantar os relógios em uma hora. O horário de verão vai durar até o dia 19 de fevereiro de 2017.

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O governo federal estima que irá economizar R$ 147,5 milhões. O valor representa o custo evitado em usinas térmicas por questões de segurança elétrica e atendimento à ponta de carga no período de vigência do horário de verão.

O horário diferenciado vale para os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo, além do DF.

Entre os objetivos está a redução da demanda durante o horário de pico, que vai normalmente das 18h às 21h. Com o horário de verão, a iluminação pública, por exemplo, é acionada mais tarde, deixando de coincidir com o horário de consumo da indústria e do comércio.

Redução do consumo

Segundo o governo, nos últimos dez anos, a medida tem possibilitado uma redução média de 4,5% na demanda por energia no horário de maior consumo e uma economia absoluta de 0,5%. Isso equivale, em todo o horário de verão, ao consumo mensal aproximado de energia em Brasília, com 2,8 milhões de habitantes.

O governo explica que o horário de verão possibilita a ampliação do período de maior consumo, reduzindo o volume de carga de energia nas linhas de transmissão, nas subestações e nos sistemas de distribuição num mesmo momento, o que reduz os riscos de apagões.

No Brasil, o Horário de Verão tem sido aplicado desde 1931/1932, com alguns intervalos.

Segundo as pesquisas, o horário de verão pode afetar o tempo de prática de atividades físicas, no número de acidentes de carro e até no período em que funcionários passam navegando na internet de forma improdutiva durante o expediente.


Fonte: G1

O horário de verão deste ano começará à meia-noite deste sábado (15) para domingo (16), e especialistas ouvidos pelo G1 avaliaram que a medida gera vantagens para o país e para o setor elétrico.

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Entre essas vantagens, dizem, estão a queda no consumo de energia, estimada em 0,5% (4,5% no horário de pico), e, consequentemente, a redução no consumo de água dos reservatórios.

Pelas estimativas do governo federal, com o horário de verão, será possível economizar R$ 147,5 milhões, valor referente ao custo que será evitado com o acionamento de usinas térmicas para complementar a geração de energia. O horário de verão vai até 19 de fevereiro do ano que vem.
O horário diferenciado vale para os estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo, além do Distrito Federal.

Entre os objetivos está a redução da demanda durante o horário de pico, que vai normalmente das 18h às 21h. Com o horário de verão, a iluminação pública, por exemplo, é acionada mais tarde, deixando de coincidir com o horário de consumo da indústria e do comércio.

Quando o horário de verão começar a valer, os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste deverão adiantar os relógios em uma hora (ou seja, quando for meia-noite, o relógio terá de ser ajustado para 1h).

Análise dos especialistas
O presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, por exemplo, diz que, mesmo com o atual cenário de sobra de energia no sistema elétrico do país, o objetivo do horário de verão é reduzir o consumo no horário de pico.

"Espalhar o consumo ao longo do dia faz com que a demanda máxima [de energia, pelos consumidores] seja mais baixa, o que exige menos investimentos e menos custos operacionais, como o acionamento de usinas termelétricas", afirmou Sales ao G1.

Na mesma linha, o presidente da consultoria Thymos Energia, João Carlos Mello, concorda que o horário de verão causa efeito positivo no setor.

Ao G1, ele destacou que, apesar dos reservatórios das hidrelétricas estarem em uma situação melhor em relação ao ano passado, ainda estão em níveis abaixo da média. Dessa forma, diz, o horário de verão ajuda a economizar energia e, consequentemente, o consumdo de água dos reservatórios.
"[Com] qualquer redução do consumo de energia, no fundo, estamos economizando água dos reservatórios, o que é bom para o país", disse.

Mello destacou ainda que, como o sistema do setor elétrico é interligado, a economia gerada nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste poderá ajudar a economizar água dos reservatórios do Nordeste, que podem chegar ao fim de outubro com 9,5% da sua capacidade total.
O horário de verão
No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então Presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses, vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932.

No verão seguinte, a medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em 1985 até agora.

O período de vigência do horário de verão é variável, mas, em média, dura 120 dias. Em 2008, o horário de verão passou a ter caráter permanente.

 

Fonte:G1