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A família de Cleber de Sousa Silva ainda consternada pela sua partida, convidam todos para sua visita de cova e em seguida missa de 7° dia, que será nesta sexta feira a partir das 17 horas na localidade Tabuleiro do Mato. Informamos também que terão carros saindo de sua residência na Rua Alberto Drumond às 16 horas. Agradece a família enlutada.

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Da redação

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa (MDB), decretou o retorno imediato das aulas presenciais em todas a rede municipal de ensino. A documento foi publicado na edição do Diário Oficial do Município dessa quarta (22). Os profissionais que já completaram o esquema vacinal há mais de 15 dias devem retornar às suas funções na rede de ensino. A medida começou a valer desde sua publicação.

bf8af5422dc1dfb26164445b92cc119cFoto: Roberta Aline

“Os profissionais da educação da rede municipal que já contam com mais de 15 dias do recebimento da segunda dose da vacina ou da dose única, ou seja, com o ciclo de imunização completa, deverão cumprir suas jornadas e cargas horárias de trabalho nas unidades escolares ou CMEIs obedecendo as Diretrizes Gerais para o retorno às aulas presenciais na Rede Pública Municipal de Educação de Teresina expedidas pela Secretaria Municipal de Educação – SEMEC”, diz decreto.

O documento também garante que os estudantes e suas respectivas famílias que não se sentirem seguros para o retorno às aulas presenciais, poderão continuar em regime de aulas remotas.

Os profissionais que possuem comorbidades ou estão trabalhando de casa, na modalidade home-office, devem apresentar um laudo médico comprovando o impedimento ao retorno das atividades presenciais. O laudo precisa ser homologado pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Teresina - IPMT.

O decreto leva em consideração a redução do número de novos casos confirmados de Covid- 19, assim como a tendência de redução das taxas de ocupação de leitos hospitalares clínicos e de CTI, observadas no município e microrregião com o avanço da vacinação.

Considera também a recomendação nº 14/2021, da 38ª Promotoria de Justiça de Teresina, que orienta que se estabeleça a retomada das atividades escolares presenciais, priorizando as séries do processo de alfabetização (1º ao 3º do ensino fundamental), sem prejuízo da manutenção do regime híbrido para o segundo semestre letivo de 2021.

Fonte: cidadeverde.com

O circuito de câmera de uma residência no Conjunto Pedro Simplício, registrou um curto circuito ne rede elétrica que fornece energia para as residências do bairro, fato ocorrido por várias vezes consecutivas, segundo denúncia do proprietário da residência.
Após muitas reclamações feitas para a empresa de energia, o internauta enviou as imagens do dia 19 e do dia 22 deste mês.
Por telefone, ele disse que esse problema acontece há vários dias e todos temem que uma tragédia possa acontecer no momento do circuito.

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Da redação

O Ministério da Saúde questionou o Butantan nesta quarta-feira (22) sobre possível quebra de contrato com o governo federal na venda de Coronavac pelo laboratório paulista a cinco estados.

5457f3b4194a049600b34d1a4d2a77b2Foto: Roberta Aline/Cidadeverde.com

A Saúde argumenta que tem direito a exclusividade na aquisição da Coronavac enquanto o Butantan não entregar as doses contratadas pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido).

Técnicos da pasta avaliam que a quebra de contrato pode levar a multa de cerca de R$ 31 milhões. A cifra é 1% do valor do segundo contrato de compra da Coronavac assinado entre o ministério e o Butantan.

O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta quarta a venda de 2,5 milhões de doses da vacina para cinco estados.

O Pará irá receber 1 milhão de doses, Espírito Santo e Mato Grosso contrataram 500 mil doses cada, o Ceará adquiriu 300 mil e o Piauí, 200 mil. As doses serão enviadas a partir do início da próxima semana.

Em nota, o governo paulista disse que já finalzou a entrega das 100 milhões de doses acordadas em dois contratos com o Ministério da Saúde, mas o governo federal discorda.

Isso porque a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) mandou recolher 12 milhões de doses da Coronavac que foram interditadas. Os lotes não poderão ser mais usados no Brasil e a Saúde espera que o laboratório paulista envie novas doses para chegar ao volume do contrato.

"Até que a gente conclua o contrato, o Butantan, sem aval do ministério, não pode comercializar doses com outro país outra unidade da federação. A gente mandou expediente ao Butantan solicitando esclarecimentos", disse o secretário-executivo da Saúde, Rodrigo Cruz, nesta quarta à imprensa.

Em ofício enviado à Fundação Butantan, o diretor de Logística do Ministério da Saúde, general da reserva Ridauto Fernandes, disse que a venda aos estados pode levar a aplicação das "sanções previstas em contrato", "que possuem considerável força".

A Saúde abriu prazo de cinco dias para o laboratório paulista explicar "se está ou não entregando tais vacinas" aos estados.

A reportagem procurou o Butantan na noite desta quarta, mas ainda não recebeu resposta sobre a notificação do Ministério da Saúde.

A cobrança da pasta pode abrir nova disputa entre o governo Bolsonaro e a gestão Doria envolvendo a Coronavac.

Bolsonaro resistiu em negociar a Coronavac e segue desacreditando a eficácia do imunizante.

Em outubro de 2020, ele forçou o então ministro Eduardo Pazuello a recuar de uma promessa de compra da vacina.

"Um manda e outro obedece", justificou o general em vídeo ao lado do mandatário. Bolsonaro chegou a chamar o imunizante de "vacina de João Doria".

Fonte: Folhapress