A dona de casa Claudenes Dias Leal tem um filho autista e devido às condições financeiras de sua família, ela entrou com uma ação na justiça para que o poder público forneça os medicamentos do seu filho que são caros e de uso contínuo.

WhatsApp Image 2020 07 04 at 15.54.41Claudenes Dias. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

Em seu despacho datado de 2017, o Juiz Raimundo Macau determinou o fornecimento dos remédios, fato este que começou a acontecer normalmente, mas desde o começo deste ano, ainda no mês de janeiro, começaram os problemas no fornecimento e há dois dias ela teve que comprar um que dura apenas cinco dias e custa mais de R$ 50,00 (cinquenta reais).

WhatsApp Image 2020 07 03 at 06.59.05Risperidon, custa mais de R$ 50,00 e dura cinco dias. (Imagem:Divulgação)

Nossa reportagem entrou em contato com membros da secretaria de saúde do município de Floriano, 24 horas antes de veicular o problema. Eles entraram em contato com a senhora Claudenes, prometendo uma solução mas até o momento da entrevista ela não tinha recebido nenhum retorno por parte de prefeitura.

Da redação

O secretário municipal de Finanças, Francisco Canindé, afirmou que a retomada das atividades econômicas com limitação de dias e horários busca avançar na economia evitando aglomerações de pessoas, como medida preventiva de combate ao novo coronavírus, devido a pandemia da Covid-19. Cerca de 11 mil trabalhadores devem retornar às atividades a partir do dia 06 de julho. Os setores não essenciais estão fechados desde março.

54c94ed647b3671b6b144886d74443dbFoto: Ascom

Ontem (3), o prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), assinou decreto com os protocolos para a retomada das atividades na próxima semana.

O decreto prevê a abertura das empresas por quatro dias da semana com seis horas de trabalho. "Nós estamos retornando, mas não podemos voltar com a carga máxima de trabalho. Aos poucos a gente vai retomando", diz o secretário, acrescentando que essa medida é necessária para que, diferente de outras cidade, não seja preciso Teresina dar "passos para traz" após a flexibilização.

Francisco Canindé ressalta que a flexibilização irá ocorrer a partir do mês de julho, mas a Prefeitura de Teresina continuará acompanhando os índices epidemiológicos, as taxas de ocupações dos leitos clínicos e das Unidades de Terapia Intensiva (UTI), além da taxa de transmissão do vírus.

Protocolos de reabertura

"O nosso comportamento, o comportamento do vírus e a ocupação das UTIs serão preponderantes para as próximas etapas. Acredito que possamos dar continuidade a cada semana (na flexibilização), incluindo novos setores. Importante realçar que, além de todos esses critérios estabelecidos, as empresas que vão abrir têm que cumprir os protocolos sanitários", diz o secretário.

Canindé destaca, por exemplo, que as empresas devem proporcionar a higienização no local de trabalho, como o uso da máscara e do álcool em gel. "Além disso, o decreto de Teresina estabelece que as empresas acima de 40 funcionários terá que testar aqueles com mais de 60 anos e os que tenham comorbidades. Então, seguindo tudo isso, estaremos garantindo uma volta segura e avançando na retomada da nossa economia".

Sobre o novo funcionamento da atividades, o secretário diz que o decreto estabelece que as empresas deverão funcionar quatro dias da semana por seis horas ao dia. "A ideia é que sejam seis horas corridas para diminuir o fluxo de pessoas. A construção civil colocou algumas situações específicas, que estão sendo analisados".

"Alguns setores dentro da realidade dele pode negociar quais seriam os dias melhores. Se de segunda a quinta, de terça a sexta. A princípio seria de segunda a quinta porque pela experiência o final de semana é o melhor momento para a gente fazer o isolamento. A gente ouve as ponderações de cada setor que conhece melhor a sua realidade".

Ainda não há data definida para a reabertura de igrejas, bares e restaurantes. O secretário reforça que neste primeiro momento a Prefeitura de Teresina irá orientar os empresários e funcionários sobre a retomada das atividades. Equipes irão visitar as empresas para identificar se estão ou não cumprindo com o protocolo sanitário. A fiscalização poderá multar quem descumprir as medidas.

"Estamos trabalhando com os setores horários específicos para não abrirem no mesmo horário para ter um cuidado maior com a questão do transporte público, para não aglomerar tanto. Por exemplo: a venda de automóveis sugeriram abrir às 9h e ir até às 15h. Assim nós vamos verificando setor por setor".

As escalas de trabalho a serem cumpridas pelas empresas, segundo o secretário, é, na verdade, uma recomendação: evitar o trabalho presencial de pessoas acima de 60 anos e/ou com comorbidades.

"A gente confia no bom senso e no compromisso dos empresários, a maioria tem mostrado isso até agora. Se nós chegamos aonde chegamos em um patamar confortável em relação a outras capitais foi porque tivemos a participação da sociedade como um todo".

Datas de Reabertura

De acordo com a Prefeitura de Teresina, a reabertura das atividades econômicas, que está marcada para o próximo dia 6 de julho, vai começar pelos setores da indústria, da construção civil, da agropecuária, pesca, agricultura e algumas atividades técnicas. Continua suspenso o funcionamento de escolas, bares, restaurantes, shoppings e de todos aqueles setores que geram aglomerações ou não citados no decreto.

A Prefeitra destaca que "as fases seguintes de retomada das atividades econômicas estão previstas para os dias 20 de julho, 03 de agosto e 17 de agosto. A Prefeitura vai informar os setores que estarão autorizados a reabrir em cada uma das etapas, levando em consideração um estudo sobre as características da economia local feito pela equipe da Agenda 2030, da Secretaria Municipal de Planejamento, e pela Universidade Federal do Piauí".

 

Fonte:cidadeverde.com

6fd5bf299683e47c6102ea431bd9de87 Bruno Haddad/Coveiro/Folhapress

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta sexta-feira (3), a realização de testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac.

O pedido de liberação, feito pelo Instituto Butantan, foi anunciado pelo governador de São Paulo, João Doria, no dia 11 de junho. Em nota, a Anvisa diz que os testes devem ser desenvolvidos em diferentes locais do Brasil.

A vacina CoronaVac, produzida a partir de cepas inativadas do novo coronavírus, está na terceira fase de testes, quando a vacina já pode ser administrada a um número maior de pessoas. O estudo clínico envolverá 9 mil voluntários distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal. Parte delas receberá a vacina e outro grupo deve receber um placebo, sem efeito. O objetivo é verificar se há o estímulo à produção de anticorpos para proteção contra o vírus.

A Anvisa afirma que os estudos da primeira e segunda fases, realizados em humanos saudáveis e em animais, mostraram segurança e capacidade de provocar resposta imune "favoráveis".

Na segunda-feira, 29, o Instituto Butantan disse que, após o aval da Anvisa, o programa de testagem ainda terá de passar por um conselho ético que vai validar a metodologia da testagem em humanos. Segundo a assessoria do instituto, a validação poderá ser feita pelo Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ligada ao Ministério da Saúde, ou pela Comissão de Ética para Análise de Projetos de Pesquisa (CAPPesq), que é vinculada à Secretaria Estadual da Saúde.

O custo da testagem é estimado em R$ 85 milhões e prevê a transferência de tecnologia para que a vacina chinesa possa ser produzida no Brasil. Esta é a segunda vacina a receber autorização para testes no País. Em junho, a Anvisa liberou a realização de ensaios clínicos de uma vacina produzida na Universidade de Oxford, na Inglaterra.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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