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O transporte público em Teresina retorna gradualmente na capital. Uma reunião entre membros da Prefeitura de Teresina e empresários do setor de transporte público definiu o retorno de 200 ônibus já na segunda-feira (11/10). Contudo, os ônibus estariam circulando apenas no horário de pico na cidade, das 06 às 09h e das 16 às 19h.

daca763206646d255ba7015a85eb7d71Foto: Roberta Aline/ Cidadeverde.com

A informação foi repassada ao Cidadeverde.com pelo presidente do Sintetro (Sindicato dos Trabalhadores Em Empresas de Transportes Rodoviários No Estado do Piauí), Ajuri Dias. Segundo o presidente, os motoristas que têm retornado ao trabalho relatam que os ônibus estão circulando com a frota determinada apenas no horário de pico em Teresina.

No entrepico, período mais calmo ou lento do transporte, a população ainda está enfrentando dificuldade no transporte coletivo para se locomover pela cidade. “Não são os 200 ônibus que o Setut e a Strans dizem. Há menos, mas estão retornando gradualmente”, destacou à nossa reportagem Ajuri Dias.

Já o gerente de Planejamento da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), Felipe Leal, informou que a quantidade de ônibus que está circulando na capital piauiense é de 200 ônibus no horário de pico e de 140 no entrepico.

“A quantidade foi definida após uma reunião na sexta-feira (08). No entrepico é normal que a frota reduza em 30%”, destacou Leal. De acordo com levantamento da Strans, na segunda (11) e terça (12) circularam em Teresina 92% dos 200 ônibus determinados.

A fiscalização do cumprimento dessa medida é feita pela própria Strans. “A gente fica observando através do sistema de bilhetagem para saber se esses ônibus estão rodando. A gente realmente vê a população reclamando principalmente nesse horário de entrepico”, relatou o gerente de Planejamento da Strans.

Apenas a região Sudeste de Teresina sofre com a falta do transporte coletivo. Segundo informou Felipe Leal, alguns ônibus que não são de nenhum consórcio estão circulando, mas tão logo retorne o coletivo na região, eles serão suspensos. “Vamos regularizar a situação lá até amanhã”, completou Felipe Leal.

NOVA GREVE EM TERESINA

A reunião entre representantes do Sintetro e de empresários do setor de transporte coletivo não terminou bem na avaliação do Sintetro. Segundo o advogado que representa a categoria, Cauê Silva Castro, o SETUT não apresentou nada concreto e que mudasse a situação dos motoristas e cobradores.

Por conta disso, a diretoria do Sintetro esteve reunida na terça-feira (12/10) e convocou duas assembleias para esta quinta-feira (14). Nelas serão deliberadas, entre outras pautas, a possibilidade do retorno da greve de motoristas e cobradores em Teresina.

“Já estamos há dois anos sem convenção. Pedimos [na reunião com o Setut] para que pudéssemos assinar a convenção de 2022 como compromisso para que o trabalhador retornasse ao trabalho. Não estamos pedindo reajuste, mas a manutenção do salário como garantia”, pontuou Ajuri Dias.

As assembleias estão previstas para acontecer em dois momentos: uma às 9h da manhã e a segunda às 16h na sede do Sintetro. “Nesse primeiro momento pensamos em fazer manifestações e atos. Depois a greve”, concluiu Ajuri Dias à nossa reportagem.

 

Fonte:cidadeverde.com

Certamente alguém já deve ouvido por acaso uma rádio nova tocando por aí. Com uma plástica musical, com vinhetas cantadas e programação segmentada, ela lembra algumas rádios dos grandes centros. A Companhia FM opera em Floriano na frequência local de 104,9 MHz, mas também pode ser ouvida no site www.companhia104floriano.com.br e em aplicativos de rádio, como o RádiosNet. No ar há cerca de 6 meses, iniciou em julho a sua programação comercial. O JC 24 Horas foi atrás do responsável por esta novidade e descobriu que a direção está a cargo do radialista, jornalista e ator, Nilson Ferreira. Com 32 anos no rádio, Nilson disse que esta é a sua grande paixão e recebeu o convite do dono da marca Companhia, o empresário Guilhermando Duarte, que reside em Fortaleza. Segundo Nilson Ferreira, a rádio Companhia é uma franquia de rádio com marca e estilo padronizados, mas programação independente das outras duas emissoras da franquia, que estão em Aracati/Canoa Quebrada-CE e Araripina-PE. Floriano é a terceira emissora com a marca Companhia e, como atua com uma frequência de rádio Comunitária, pertencente a Associação das Mulheres Florianeses, tem seu raio de cobertura específico para Floriano, Barão de Grajau e zona rural mais próxima.

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“A Companhia não veio para concorrer com as rádios de Floriano, pelo contrário, veio motivar muita gente que tinha deixado de ouvir rádio e oferecer esta opção para quem gosta de música no rádio, ou seja, quanto mais ouvintes conectados em rádio, melhor para todo o mercado radiofônico”, disse Nilson Ferreira.

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Ele conta que a Companhia FM é uma rádio de entretenimento, musical, segmentada, para um público jovem ou de gosto jovem, que toca estilos musicais como o forró, o sertanejo universitário, o pop rock e o pop dance nacional e internacional, sempre obedecendo a linha do sucesso e com intervenções de músicas flashback e MPB que fincaram seu sucesso eterno e que são ouvidas com frequência pelas pessoas.
Nilson também relata que a decisão de priorizar música, com blocos musicais de meia em meia hora e blocos comerciais curtos, se baseia na pesquisa Kantar IBOPE Media, que mediu o conteúdo desejado no rádio pela população consultada. Segundo a pesquisa, a música representa 93% da preferência dos ouvintes, seguida da notícia, 69%, as entrevistas e programas falados 19% e esporte 14%.
“Estou tentando formar uma equipe, já que tenho que dividir o tempo com a missão de secretário de Comunicação, mas já me sinto empolgado e gratificado pelo feedback de parceiros e de tantos ouvintes, muitos deles que tinham perdido o costume de ligar rádio”, finalizou.

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Da redação

O presidente da Comissão de Constituição (CCJ), Davi Alcolumbre, evocou para si a autonomia de decisão sobre a indicação de André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal (STF). Após ser criticado publicamente pelo presidente Jair Bolsonaro, o senador afirmou que não aceita ser "ameaçado" e negou estar negociando a sabatina em troca de favores políticos.

c0e0adfdcf068a51c76f30b4505e7104Foto: Roberta Aline

"Tenho sofrido agressões de toda ordem. Agridem minha religião, acusam-me de intolerância religiosa, atacam minha família, acusam-me de interesses pessoais fantasiosos. Querem transformar a legítima autonomia do presidente da CCJ em ato político e guerra religiosa", diz a nota de Alcolumbre, divulgada após críticas públicas do presidente Jair Bolsonaro.

O presidente da CCJ é pressionado por colegas para pautar a indicação. Além disso, há apelos e críticas de líderes evangélicos favoráveis a André Mendonça no STF. "Reafirmo que não aceitarei ser ameaçado, intimidado, perseguido ou chantageado com o aval ou a participação de quem quer que seja "

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou na segunda-feira, 11, um pedido para obrigar o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a marcar a sabatina de André Mendonça para a vaga aberta na Corte.

"Jamais condicionei ou subordinei o exercício do mandato a qualquer troca de favores políticos com quem quer que seja", afirmou Alcolumbre na nota, destacando que "A mais alta Corte do país ratificou a autonomia do Senado Federal para definição da pauta."

A declaração rebate as críticas de que o senador estaria segurando a indicação para pressionar o Palácio do Planalto a liberar verbas de emendas parlamentares de interesse do presidente da CCJ.

 

Fonte: Estadão Conteúdo