O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira, 29, que estava encerrando a relação de seu país com a Organização Mundial de Saúde (OMS). O motivo para isso, segundo ele, é a influência excessiva da China sobre a entidade. "Encerraremos hoje nossa relação com a Organização Mundial de Saúde e redirecionaremos esses fundos para outras iniciativas globais merecedoras de saúde pública", afirmou Trump, dizendo que "o mundo precisa de respostas da China sobre o vírus".

7e505a0bf597f75b71869d6a2f13520eFoto: Reprodução/ Instagram realdonaldtrump

Trump afirmou que é preciso ter transparência, mencionando também que atualmente os EUA pagam US$ 450 milhões ao ano para a OMS. Anteriormente, o presidente havia suspenso os pagamentos americanos à entidade, também por críticas sobre a influência chinesa. Hoje, ele questionou, por exemplo, o motivo de a China não ter interrompido logo viagens pelo mundo, após o novo coronavírus ter sido detectado em Wuhan. Ele acusou ainda Pequim de manipular a OMS, pressionando a entidade a "enganar o mundo" após a descoberta da covid-19 e dizendo que a China possui "total controle" sobre a OMS. "A morte e a destruição causadas pelo coronavírus é incalculável", lamentou.

As declarações foram dadas nesta sexta-feira, na Casa Branca. No pronunciamento, Trump também anunciou medidas contra a China pelas ações recentes desta para reforçar o Controle sobre Hong Kong.

Fonte: Estadão Conteúdo

O desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí, Erivan Lopes, determinou que os hospitais, clínicas e laboratórios funcionem em Teresina sem restrição de horários e especialidades. A decisão derruba decreto do prefeito Firmino Filho (PSDB) que determina que as clínicas médicas só poderiam funcionar no turno da tarde - das 14h às 18h -, somente dois dias da semana e com uma especialidade.

erivanlopesFoto: Roberta Aline

Veja decisão aqui

A ação foi impetrada pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas do Estado do Piauí (SINDHOSPI).

Na decisão, o desembargador determina ainda que os hospitais e as clínicas poderão atender pacientes oriundos de outros estados. Pela portaria da Prefeitura estava proibido o atendimento de pessoas que residem em outros estados.

Outra vitória do Sindicato foi a derrubada do item que determinava que os hospitais e clínicas só poderiam retornar com 50% da capacidade de atendimento. Pela decisão do desembargador, esse item também não passará a valer.

"As clínicas médicas não querem voltar de qualquer forma, derrubamos itens que considerávamos abusivos, muitos não abriram porque não compensava. É uma decisão justa para a sociedade e para os hospitais e clínicas", disse o advogado Thiago Brandim, que defende o Sindhospi.

Segundo o Sindicato, as medidas adotadas pela Prefeitura de Teresina foram sem embasamento científico.

"Eram medidas inviáveis. Os estabelecimentos de saúde farão os atendimentos presenciais inadiáveis com todas as medidas de segurança", disse o advogado.

Ele ressaltou ainda que a proibição de atender pacientes de fora, os estabelecimentos corriam o risco de sofrer crime por omissão de socorro.

Em Teresina existem cerca de 600 estabelecimentos de saúde, que serão beneficiados com a decisão do desembargador.

A Prefeitura de Teresina informou ao Cidadeverde.com que vai recorrer da decisão do desembargador Erivan Lopes.

 

Fonte:cidadeverde.com

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