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O Prefeito de Timon, Luciano Leitoa decretou na noite desta sexta-feira 31/03 situação de emergência no município. O Decreto Nº 029 /2017 foi assinado de acordo com requisitos contidos no Formulário de Informações do Desastre - FIDE e já está em vigor.

41728ab41a91d32f22a860e62d08f402Prefeito decreta situação de emergência em Timon; 180 dias.(Imagem:Divulgação)

A justificativa do decisão diz que a forte frequência das chuvas nos últimos meses provocou alagamentos, inundações, risco de destruição a residências, provocando prejuízos sociais e econômicos. Isso afetou inúmeras moradias, famílias, vias públicas e equipamentos públicos, principalmente os moradores dos bairros mais carentes.

De acordo com a prefeitura de Timon, diante da situação fica autorizado a mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a orientação da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC), nas ações de resposta ao desastre e reabilitação do cenário.

A prefeitura disse ainda que a situação de emergencia se caracterizou por conta do acumulado de chuva em 6 horas, neste dia 30/03, registrando 89,2 mm (Estação automática-IFMA, que atingiu um nível elevado de todo volume esperado para o mês de março. O decreto dá agilidade no socorro às vítimas.

 

Fonte:cidadeverde.com

O secretário da Administração do Estado, Franzé Silva, informou ao Cidadeverde.com que durante esta semana vai se reunir com a equipe do Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos (Nucepe) para definir o novo cronograma do concurso para soldado do Corpo de Bombeiros.

corpo de bombeiros piNovo cronograma do concurso dos bombeiros será definido nesta semana.(Imagem:Divulgação)

As provas do certame foram realizadas há três anos, em 13 de abril de 2014. Porém, em novembro do ano passado, foram confirmadas as suspeitas de fraude, e o concurso foi anulado. Vinte e sete suspeitos foram presos, entre candidatos, advogados e fiscais.

Franzé confirmou que serão abertas novas inscrições e disse que os candidatos que já estavam inscritos não precisarão pagar a taxa.

"Nessa reunião, vamos acertar, definitivamente, a data de abertura das inscrições, mas já está decidido que os concursandos anteriores, que pagaram a taxa, terão isenção; e os que não quiserem continuar o cronograma terão os valores ressarcidos, basta entregar requerimento junto ao Corpo de Bombeiros e ao Nucepe", completou o secretário.

Será mantido o número de 100 vagas estabelecido no edital original. O valor da inscrição foi R$ 70 para soldado e também deve ser mantido.

 

Fonte:cidadeverde.com

chuvaChuva atrapalaha o trânsito na Avenida Epitácio Pessoa, na Lagoa, Zona Sul (Foto: Centro de Operações / Divulgação)

O Rio entrou em estágio de atenção para chuvas moderadas, ocasionalmente fortes, às 19h23 deste sábado (1). As informações são do Centro de Operações da Prefeitura.
Núcleos de chuva atuam associados ao avanço da frente fria e ocasionam também rajadas de vento, principalmente na Zona Norte. Nas próximas horas, são previstas pancadas de chuva forte.
O Estágio de Atenção é o segundo nível em uma escala de três.
De tarde, a maior temperatura registrada foi em Santa Cruz: 28,1°C. Às 19h15, o Forte de Copacabana já registrava rajadas de 62,3km/h.

chuva2Ruas alagadas no Catete, Zona Sul (Foto: Centro de Operações / Divulgação)

 

Fonte:G1

O Ministério da Agricultura planeja instituir um rodízio de fiscais em frigoríficos a fim de evitar casos de corrupção, como os investigados na Operação Carne Fraca.

O objetivo do rodízio será impedir a criação de vínculo entre fiscais e empresas, segundo informou o secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Luís Rangel, em entrevista ao G1.

fe40f7a2417308ec31f9d9449657c4a1Ministério prepara rodízio para evitar elo de fiscais e frigoríficos.(Imagem:Divulgação)

De acordo com Rangel, o ministério também estuda adotar o deslocamento de auditores agropecuários, que serão convocados para aderir a uma transferência voluntária para outras regiões do país.

Hoje, explicou o sercretário, a maior parte dos auditores está concentrada nas regiões Sul e Sudeste, mas a produção agrícola se deslocou para outras regiões, como o Centro-Oeste e alguns estados do Norte, onde acabam faltando fiscais.

Rodízio
Rangel informou que, atualmente, quem determina qual fiscal será responsável pela fiscalização de cada frigorífico ou fábrica é o superintendente de agricultura do estado.

Na avaliação dele, é essa abertura que pode ter levado aos casos de corrupção denunciados na Carne Fraca.

Entre os investigados pela Polícia Federal na operação, suspeitos de irregularidades, estão os ex-superintendentes do Paraná e Goiás, que foram depois exonerados pelo ministério.

Na avaliação de Rangel, a ausência de uma política de reciclagem e de rodízio de fiscais fez com que se aprofundassem as relações entre auditores e empresas. Segundo ele, foi a partir daí que "começou a haver negligência" no setor.

"Pode ter havido interferência política? Tudo indica que sim, que o superintendente, conhecendo os fiscais, posicionou as pessoas que ele conhecia que tinham essa postura mais negligente para favorecer determinadas empresas”, disse Rangel.

Ele destacou que a proposta não é resultado da Operação Carne Fraca e que já estava em estudo dentro do ministério, junto com as mudanças do regulamento de inspeção de produtos de origem animal.

Anunciadas no dia 29 de março, as mudanças no regulamento endureceram a punição a empresas, que poderão agora até perder o registro federal, chamado de SIF, se cometerem três infrações classificadas como gravíssimas no prazo de um ano.

Fiscalização
O Ministério da Agricultura conta com cerca de 2.700 fiscais, número que, segundo Rangel, muda mensalmente devido às aposentadorias. "O Ministério da Agricultura tem a maior faixa etária da Esplanada [dos Ministérios]", afirmou.

Esses servidores são responsáveis por toda a fiscalização de produtos agropecuários, que inclui visitas a plantações, criações de animais, fábricas (como de agrotóxicos) e frigoríficos, que são os pontos de maior atenção. É na saída dos frigoríficos que os produtos (carne, lácteos e mel) recebem o certificado federal.

"Esse certificado é o documento que o fiscal assina dizendo que aquela carga tem qualidade", explicou.

Segundo o Ministério da Agricultura, 3.166 frigoríficos são fiscalizados regularmente, porque têm registro federal, o chamado SIF.

Desses, explicou Rangel, 600 fazem abate de animais – e a fiscalização nesses frigoríficos, diz a pasta, é constante. Ou seja, há um fiscal durante todo o período de abate, o que em muitos casos implica a presença do servidor em três períodos, já que alguns frigoríficos funcionam dia e noite.
O fiscal que atua em um frigorífico é responsável por acompanhar o animal vivo, observar as condições em que os animais chegaram no local, acompanhar as carcaças e também o produto final.

O secretário de Defesa Agropecuária afirma que nenhum sistema é infalível, mas disse acreditar que as mudanças na política de recursos humanos do Ministério da Agricultura evitarão situações que levaram à Operação Carne Fraca.

Concurso

Rangel afirmou que o ministério sabe do momento econômico delicado do país que pode impedir novos concursos públicos, mas destacou que, em muitos casos, o que a pasta gasta com diárias e remoção de fiscais para atender a áreas onde faltam auditores agropecuários é mais do que gastaria se contratassse alguém.

O secretário destacou ainda que, no caso da fiscalização, é imprescindível que o processo seja feito por um servidor público.

Fonte: G1

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