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A apresentadora Xuxa fez um desabafo, na noite desta quarta-feira, dizendo que este será o último ano da Fundação Xuxa Meneghel (FXM), mantida por ela há 27 anos, em razão da crise financeira. Em comentários publicados em seu perfil no Instagram, ela responde a questionamentos de seus seguidores afirmando que não é mais capaz de bancar sozinha o valor necessário à manutenção do projeto social.

e82cff38eea5bb3b5026cc245afe3d69Xuxa desabafa sobre crise e diz que fechará fundação.(Imagem:Divulgação)

"O Brasil tá em crise e eu não tô conseguindo levar a FXM sozinha. Dói muito, mas é verdade... vai ser o último ano", declarou a um seguidor.

Xuxa acrescentou ainda que não recebe ajuda de ninguém e revelou as contas da Fundação para justificar a medida:

"Se entrarem no site da FXM tem lá como ajudar.... ninguém ajuda .. Ta difícil pra todo mundo. (...) Eu gasto 1.800,000,00 anualmente .. É muito pesado ... não dá".

Diante do desabafo, internautas deixaram uma enxurrada de mensagens de apoio na rede, com sugestões sobre como a rainha poderia reverter a situação, entre elas promover exposições, shows e outros eventos para a arrecadação de fundos. Alguns sugeriram até que ela se disponibilizasse para encontros triviais com os fãs.

"Sério ... você não tem noção do quanto as pessoas pagariam pra comer uma pipoca contigo, pra estar perto ... pense ... Sei lá ... dez milhões não é fácil de se conseguir, mas de pouco em pouco ... vamos lá!!", escreveu uma internauta.

Mesmo assim, Xuxa não demonstrou grande esperança.

"Já pensei em tanta coisa .. vc acha que eu quero? É que eu não posso fazer isso sozinha... eu tenho pouca gente que me ajuda", enfatizou a apresentadora.


Fonte: O Globo

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (31) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):

Ótimo/bom: 10%
Regular: 31%
Ruim/péssimo: 55%
Não sabe/não respondeu: 4%

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 16 e 19 de março e ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

e4a5962f3341afb7731b64c47f9a0e90Governo Temer é aprovado por 10% e reprovado por 55%, diz Ibope.(Imagem:Divulgação)

O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Esta é a primeira pesquisa Ibope encomendada pela CNI divulgada neste ano. No último levantamento, de dezembro de 2016, Temer aparecia com aprovação de 13% dos entrevistados, enquanto 46% consideravam o governo "ruim/péssimo" e 35%, "regular" – à época, 6% não souberam opinar ou não responderam.

Desde que Temer se tornou presidente efetivo, após o impeachment de Dilma Rousseff ser aprovado pelo Congresso Nacional, esta é a terceira pesquisa Ibope encomendada pela CNI (as anteriores foram divulgadas em dezembo e em outubro de 2016; houve uma em julho do ano passado, mas ele ainda era presidente em exercício).

Maneira de governar
A pesquisa divulgada também avaliou a opinião dos entrevistados sobre a maneira de governar do presidente da República:

aprovam: 20%
desaprovam: 73%
não souberam ou não responderam: 7%

No levantamento divulgado em 16 de dezembro, 26% aprovavam; 64% desaprovavam; e 10% não souberam ou não responderam.

Confiança
Outro ponto questionado pelo Ibope foi sobre a confiança dos entrevistados em relação ao presidente.

De acordo com a pesquisa divulgada nesta sexta, 17% dos entrevistados disseram confiar em Temer, enquanto 79% afirmaram não confiar; 3% não souberam ou não responderam.

Comparação com governo Dilma
A pesquisa Ibope também pediu aos entrevistados que comparassem as gestões de Temer e da antecessora, Dilma Rousseff, na Presidência da República.

Segundo o levantamento, 18% dos entrevistados consideram o governo do peemedebista melhor; 38%, igual; 41%, pior; e 3% não souberam ou não responderam.Sobre as perspectivas em relação ao "restante do governo", 14% responderam "ótimo/bom"; 28%, "regular"; 52%, "ruim/péssimo"; e 6% não souberam ou não responderam.

Notícias mais lembradas
O Ibope questionou ainda os entrevistados sobre a percepção deles em relação ao noticiário relativo ao governo Temer.

Para 12%, as notícias nos últimos meses foram "mais favoráveis"; para 21%, "nem favoráveis, nem desfavoráveis"; para 54%, "mais desfavoráveis"; e 12% não souberam ou não responderam.

A pesquisa traz ainda as notícias mais lembradas pelos entrevistados (veja abaixo as cinco mais citadas):

26%: "Discussões sobre a reforma da Previdência";
9%: "Notícias sobre Operação Lava Jato/Investigação de corrupção na Petrobras/Petrolão";
5%: "Notícias sobre corrupção no governo (sem especificar)";
4%: "Notícias sobre manifestações pelo Brasil (sem especificar)";
3%: "Notícias sobre greves e paralisações pelo Brasil (sem especificar)".

Áreas de atuação
A pesquisa também ouviu os entrevistados sobre a percepção a respeito da atuação do governo em áreas específicas. O governo Temer foi mais bem avaliado nas áreas de meio ambiente e educação, nas quais obteve 26% de aprovação. As áreas mais mal avaliadas foram as de impostos, com 85% de desaprovação, e taxa de juros, com desaprovação de 80%.

Fonte: G1.

Em carta divulgada por interlocutores após ser avisado de sua condenação a 15 anos e quatro meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro, Eduardo Cunha (PMDB) afirmou que sua sentença é política “visando a tentar evitar a apreciação de meu habeas corpus no STF, para que ele possa me manter como seu troféu em Curitiba”.

41ef24f6c615233fa82406e5460fedbbCunha diz que condenação é ‘política’ e que Moro quer mantê-lo como ‘troféu’.(Imagem:Divulgação)

Escrita a mão pelo parlamentar, que está detido no Complexo Médico Penal, em Pinhais, o documento afirma ainda que Moro “quer se transformar em um justiceiro político, não tem qualquer condição de julgar qualquer ação contra mim pela sua parcialidade e motivação política.

O ex-parlamentar criticou também a velocidade do juiz da Lava Jato para proferir a sentença, dois dias depois de sua defesa apresentar as alegações finais, os últimos argumentos no processo. “A decisão, além de absurda e sem qualquer prova válida, jamais poderia ser dada 48 horas após as alegações finais”.

Cunha ainda chega a afirmar que a sentença foi dada “antes dos demais réus terem sequer apresentado as suas alegações finais na ação”. Nesta ação penal, contudo, o peemedebista é o único réu da ação.

Ele ainda reiterou que já entrou com ação arguindo a suspeição de Moro “por vários motivos já divulgados” e que agora tem o “agravante” com essa decisão “mostrando que a sentença já estava pronta”, segue o ex-parlamentar.

“Essa decisão não se manterá nos tribunais superiores, até porque contém nulidades insuperáveis”, afirma.

Fonte: Estadão

hhgebegetey 300x250eImagem: Arquivo/Agência BrasilO Diário Oficial da União publica nesta sexta-feira (31) resolução do Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) autorizando os índices do reajuste anual de preços de medicamentos para 2017, que variam de 1,36% a 4,76%. O aumento começa a valer a partir desta sexta-feira.

De acordo com a resolução, o reajuste máximo permitido é o seguinte: nível 1: 4,76%; nível 2: 3,06; e nível 3: 1,36%. O Cmed é um órgão do governo integrado por representantes de vários ministérios.

O Sindicato da Indústria Farmacêutica (Sindusfarma) informou, por meio de nota, que os índices de reajuste não repõem a inflação passada, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no acumulado de 12 meses, de março de 2016 a fevereiro deste ano.

“Do ponto de vista da indústria farmacêutica, mais uma vez os índices são insuficientes para repor os custos crescentes do setor nos últimos anos”, diz a nota.

Segundo o Sindusfarma disponíveis no mercado varejista brasileiro.

 

(Com informações da Agência Brasil)

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