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Com a chegada do final de 2019, é momento de fazermos uma avaliação sobre tudo o que foi feito neste ano, procurar corrigir as falhas, agradecer a Deus por tudo e no caso do jc24horas, agradecer também aos empresários que conhecem o nosso trabalho, confiam e divulgam os seus produtos e serviços em nossas páginas. Nossa primeira visita aconteceu na manhã de hoje(02) na Casa dos Frios, uma referência nesta área em nossa região atendendo Floriano e todo o sul do Piauí.

WhatsApp Image 2019 12 02 at 18.29.26Equipe de colaboradores da Casa dos Frios. (Imagem:Temístocles Filho/jc24horas)

No momento de nossa chegada, o Francisco Júnior estava reunido com os seus colaboradores, nós registramos o trabalho deles e no final registramos a visita com uma fotografia. Neste momento, tornamos público este agradecimento extensivo a cada internauta que vê os nomes dos nossos parceiros da mesma maneira que tem preferência pelo jc24horas, transferem também esta preferência para os nossos parceiros. Obrigado a todos e confira o vídeo da visita.

Da redação 

Nove meses após a morte do vocalista Chorão, da banda Charlie Brown Jr., uma notificação extrajudicial chegou às mãos do seu único filho, o fotógrafo Alexandre Ferreira Lima Abrão. Em um documento de duas páginas, a empresa Promocom Eventos e Publicidade cobrava-lhe uma indenização por nove shows que o músico, ao morrer em março de 2013, não pôde fazer. "Faleceu sem atender à totalidade das obrigações assumidas", afirmava o texto, ressaltando que "notoriamente, tais obrigações não poderão [mais] ser atendidas".

887361bad7cf9f7777ceff737d4616a3Foto: Youtube / reprodução

Diante do silêncio de Alexandre, a notificação se transformou em uma ação de cobrança que ainda hoje tramita na Justiça paulista. A empresa, sediada no Paraná, exige R$ 225 mil de indenização, além de uma multa de R$ 100 mil por descumprimento de contrato (valores nominais, sem correção da inflação). "Com a morte do Chorão, o capital investido deixou de fazer o lucro esperado", afirma o advogado Rodrigo Ramina de Lucca, que representa a empresa e reclama também a restituição de outros R$ 225 mil que teriam sido pagos ao músico a título de adiantamento.
De acordo com o advogado, o contrato com a banda previa a realização de 12 shows do Charlie Brown Jr., mas apenas três foram executados. "Ao investir consideravelmente na contratação da banda, a empresa deixou de contratar outro artista, o qual poderia ter-lhe proporcionado a receita inerente à sua atividade", argumentou no processo.

Reginaldo Ferreira Lima, advogado e avô materno de Alexandre Ferreira, diz que o pedido de indenização é uma "loucura". "Naturalmente, o Chorão não tinha como fazer os shows, ele morreu...". Em petição apresentada à Justiça, o advogado sustenta que uma indenização deve decorrer de um dano causado por ato ilícito e voluntário. "É óbvio que não há como imputar qualquer ato ilícito a ele."

Alexandre Magno Abrão, o Chorão, tinha 42 anos quando foi encontrado morto em seu apartamento, em Pinheiros, na cidade de São Paulo. Exames detectaram que a morte do cantor ocorreu em decorrência de uma overdose de cocaína, como a acusação fez questão de salientar em um dos documentos anexados ao processo.

O laudo necroscópico do IML (Instituto Médico Legal) afirma que foram encontradas no corpo do músico 4,714 microgramas de cocaína por mililitro de sangue. Skatista profissional na categoria freestyle nos anos 1980, Chorão fundou o Charlie Brown Jr. em 1992, tendo ao longo da carreira lançado nove discos de estúdio, dois álbuns ao vivo e mais duas coletâneas.

O nome da banda, como o próprio relatou em entrevistas, foi escolhido depois que ele atropelou uma barraca de coco em Santos, aonde morou em boa parte da vida, na qual havia um desenho do personagem criado pelo cartunista Charles Schulz. O "Jr" foi acrescentado como uma homenagem a uma geração formada por grupos de rock, como Planet Hemp e Suicidal Tendencies, entre outros, da qual dizia ser filho. Seu último show ocorreu em Camboriú (SC), em 26 de janeiro de 2013, de acordo com o livro de fotografias "Eu Estava Lá Também" (editora Realejo), um projeto do próprio Chorão que foi retomado pelo filho.

"Lembro que a primeira foto que fiz ficou fora de foco e eu pedi para ele voltar para perto da galera, e fiz outra", contou Alexandre, à época do lançamento, em 2017. No processo aberto pela Promocom Eventos, o único herdeiro de Chorão, hoje com 29 anos, questiona não apenas o pedido de indenização e da multa, mas a própria necessidade de ressarcimento pelos valores supostamente adiantados ao vocalista. Xande, como é conhecido, coloca em dúvida a autenticidade do contrato, datado de 23 de outubro de 2012, que previa exclusividade para a empresa na realização ou na vendas de shows da banda ao longo de 2013 no Paraná e nas cidades de Florianópolis, Joinville e Balneário Camboriú (SC), aquela da última apresentação do grupo. "Não tem qualquer semelhança com a assinatura real do falecido", diz em documento encaminhado à Justiça, no qual declara ainda não haver prova de que o pagamento alegado foi realizado, de fato.

A Promocom Eventos afirma que a acusação de falsidade contratual é despropositada e foi feita pelo filho do líder da banda apenas para que pudesse ganhar tempo. "Todos os pagamentos foram documentalmente provados", diz o advogado da empresa, que anexou ao processo uma declaração da empresária Samantha Pereira de Jesus afirmando que intermediou o contrato com Chorão e que os adiantamentos ao vocalista foram pagos, sim. O juiz Cláudio Teixeira Villa, da 2ª Vara Civil de Santos, deu ganho de causa à empresa, ordenando ao espólio do músico o pagamento de R$ 325 mil, considerando a restituição dos valores e a multa.

Não concordou, contudo, com a indenização. "Do contrário, haveria enriquecimento sem causa da parte autora, que, mesmo sem remunerar o artista, receberia pelo lucro de futura e eventual venda", afirmou o magistrado. A decisão, no entanto, foi anulada pelo Tribunal de Justiça, que considerou que a Promocom não conseguiu demonstrar ter feito o adiantamento ao vocalista. "Há de se convir que a empresa não trouxe qualquer recibo de pagamento, comprovando haver repassado os valores cobrados nesta ação ao artista", afirmou o relator do processo, Cláudio Hamilton.

Por determinação dos desembargadores, um laudo pericial será realizado para apurar se a letra no contrato é realmente a do vocalista. A assinatura será comparada com a de seu passaporte. Na vida, diferentemente do que escreveu Chorão em "Paranormal" (2007), nem tudo se baseia na confiança.

Fonte: FolhaPress

Celebrada uma vez por mês, tendo em cada celebração um padre diferente, a Missa da Graça acontece na Igreja de Nossa Senhora das Graças no bairro Ibiapaba e no mês de dezembro, a missão de celebrar fica a cargo do Padre Carlos da Paróquia da cidade de Arraial.

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A celebração será no dia 10 no horário das 19h30min. Confira o convite e participe.

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Da redação

Os filhos de Gugu, João Augusto, 18, e as gêmeas Sofia e Marina, 15, retornaram para os Estados Unidos, onde moram, junto com a mãe, Rose Miriam de Matteo, 55, nesse sábado (30). Segundo informou a assessoria, os jovens voltam às aulas na segunda-feira (2) e o primogênito do apresentador, inclusive, tem uma prova marcada para esse dia.

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A família de Gugu tenta voltar à rotina após a tragédia que vitimou Liberato, que teve sua morte anunciada dia 22 de novembro após cair do sótão de sua casa em Orlando, nos Estados Unidos. O corpo do apresentador chegou ao Brasil na quinta-feira (28) e foi velado na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). O enterro aconteceu na sexta-feira (29) no Cemitério Gethsêmani, em São Paulo.


Compareceram ao velório os apresentadores Geraldo Luís, Ratinho, Sabrina Sato, Eliana e Marcos Mion; membros das bandas Polegar e Dominó, criadas por Gugu nos anos 1990; e Cintia e Silvia Abravanel, filhas de Silvio Santos. O dono do SBT não compareceu, mas mandou uma coroa de rosas.

TRAJETÓRIA
Gugu, que começou a trabalhar como office-boy em uma imobiliária em São Paulo, teve uma carreira repleta de sucessos e polêmicas, que incluem desde a famosa Banheira do Gugu até uma entrevista com supostos membros do PCC que faziam ameaças a políticos e jornalistas -desmentida pela própria facção.
Ele contou à Folha de S.Paulo na década de 1990 que chegou a mandar cartas para Silvio Santos, com ideias e sugestões para os programas dele, até que foi chamado. Silvio resolveu dar uma chance ao menino, na época com apenas 14 anos, contratando-o como assistente de produção, quando o apresentador ainda estava na Globo.

Ao conseguir a concessão que daria origem ao SBT, Silvio deu a oportunidade de apresentador a Gugu. Passou pelo Viva a Noite, Passa ou Repassa, Sabadão Sertanejo e Domingo Legal, onde se consolidou, chegando a mudar de horário para competir diretamente com o Domingão do Faustão (Globo), até então líder no horário.


Gugu estreou na Record em 2009, onde hoje apresentava os realities Power Couple Brasil e Canta Comigo. Esse último está hoje na reta final da segunda temporada. Segundo a Record, o apresentador chegou a gravar a final, prevista até então para ir ao ar dia 4 de dezembro.

Gugu também foi o responsável por alavancar a carreira de algumas boy bands famosas dos anos 1980 e 1990. Entre elas, o Dominó, que estourou em 1984, com Afonso Nigro, Nill, Marcos Quintela e Marcelo Rodrigues, e o Polegar, que tinha entre os membros o cantor Rafael Ilha, que virou celebridade ainda criança.

Fonte: Folha Press

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