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O jornalista Alexandre Garcia causou polêmica nas redes sociais ao comentar a revelação de Jane Fonda de que havia sido estuprada na infância. "E eu com isso?", postou Garcia no Twitter. "Vai que é tua, lixo humano", comentou uma internauta. "Sou estudante de jornalismo e tenho orgulho de ter o senhor como o exemplo daquilo que não desejo me tornar", falou outro. Garcia não respondeu a nenhum dos comentários ou pediu desculpas pela postagem, feita na noite desta quinta-feira (2).

6d16da86dd8bbfe086bff3a6dd3baf55Alexandre Garcia polemiza ao comentar estupro de Jane Fonda.(Imagem:Divulgação)

Em uma entrevista com Brie Larson (ganhadora do Oscar de Melhor Atriz em 2016 por O quarto de Jack e ativista dos direitos das mulheres), publicada no site Net-a-Porter, Jane Fonda revelou que foi sexualmente abusada e estuprada na infância. "Para você ver como o patriarcado deixa uma marca nas mulheres. Eu já fui estuprada, eu já fui abusada sexualmente quando criança e eu já fui demitida porque não queria transar com meu chefe", contou a protagonista da série Grace & Frankie, da Netflix. "Eu semprei achei que tinha sido minha culpa", completou.

"Eu conheço mulheres jovens que foram estupradas e nem sabiam que tinha sido estupro. Elas pensam 'deve ser porque eu disse não da maneira errada'. Uma das melhores coisas do movimento feminista é que nos fez perceber que estupro e abuso não são nossa culpa. Fomos violadas e isso não é certo", disse ainda a atriz, defensora do movimento ativista global V-Day, que visa acabar com a violência contra mulheres e crianças.

Polêmica

Após a repercussão na Internet, Alexandre foi mais uma vez comentar sobre o caso. Em sua última postagem, ele afirmou que "uma menina é estuprada a cada 11 minutos no Brasil", mas que a repercussão desse dado era menor que a repercussão da notícia sobre a atriz norte americana.

Há quem concorde, mas também quem discorde da atitude e do comentário do jornalista. Veja os tuites:
Fonte: Correio

O juiz federal Sérgio Moro arquivou nesta sexta-feira (3) as acusações contra a ex-primeira-dama Marisa Letícia, na ação penal da Lava Jato que envolve um triplex em Guarujá, em razão de sua morte, no último dia 3 de fevereiro.

8d0bba52d29f2a9951cc8aea58831dd4Moro diz que Marisa Letícia é inocente em ação sobre triplex.(Imagem:Divulgação)

Após consultar o Ministério Público Federal (MPF), Moro decidiu somente decretar a “extinção da punibilidade” da ex-primeira-dama, o que, na prática, impossibilita o poder público de levar adiante o processo contra ela até uma eventual punição.

Moro declarou que, por não haver condenação, ela deve ser considerada inocente.

“Cumpre reconhecer que a presunção de inocência só é superada no caso de condenação criminal. Não havendo condenação criminal, é evidente que o acusado, qualquer que seja o motivo, deve ser tido como inocente”, escreveu o juiz no despacho.

A mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva faleceu depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral hemorrágico, provocado pelo rompimento de um aneurisma.

A defesa havia pedido a absolvição sumária da ex-primeira-dama em duas ações da Lava Jato, nas quais ela respondia pelo crime de lavagem de dinheiro. A decisão desta sexta, no entanto, só se refere ao processo do triplex.

Em nota, os advogados de Marisa Letícia disseram que o fato de Moro não declarar a absolvição sumária é uma afronta à lei. A defesa também informou que vai questionar a decisão.

“A lei dispõe expressamente que o óbito deve motivar a extinção da punibilidade e, ainda, a absolvição sumária do acusado”, afirma a defesa. Veja a nota completa no fim da reportagem.

A decisão
O juiz Sérgio Moro – responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância – declarou a extinção de punibilidade no mesmo despacho em que determinou o interrogatório dos réus na ação do triplex.

O magistrado afirmou que, diante do óbito, a lei estabelece "somente o reconhecimento da extinção da punibilidade, sem qualquer consideração quanto à culpa ou inocência do acusado falecido em relação à imputação".

Moro ainda esclarece que a presunção de inocência só é superada no caso de condenação criminal. "Não havendo condenação criminal, é evidente que o acusado, qualquer que seja o motivo, deve ser tido como inocente", diz o texto.

"Assim, em vista do lamentável óbito, declaro a extinção da punibilidade de Marisa Letícia Lula da Silva", conclui.

Ações na Lava Jato
Marisa Letícia era ré em duas ações decorrentes da Operação Lava Jato, que ainda estão em andamento, nas quais respondia pelo crime de lavagem de dinheiro.

Um dos processos apura se a Odebrecht pagou propina por meio da compra do terreno onde seria construída a nova sede do Instituto Lula e do apartamento vizinho ao do ex-presidente em São Bernardo, no ABC Paulista.

Os procuradores afirmam que, na tentativa de dissimular a real propriedade do apartamento, a ex-primeira-dama chegou a assinar contrato fictício de locação com Glaucos da Costamarques.

Entre os réus desta ação estão o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-presidente da Odebrecht S.A Marcelo Odebrecht, o ex-ministro Antônio Palocci, e Roberto Teixeira, um dos advogados de Lula.

Veja abaixo a íntegra da nota da defesa de Marisa Letícia:
O juiz de primeira instância lotado na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba afronta a lei ao proferir, como fez nesta data (03/03/2016), decisão por meio da qual, dentre outras coisas, deixou de declarar a absolvição sumária de D. Marisa Letícia Lula da Silva, falecida no dia 03/02/2016, tal como requerido por nós, seus advogados.

Segundo o artigo 107, do Código Penal, a morte do agente deve motivar a extinção da punibilidade. E o artigo 397, inciso IV, do Código de Processo Penal, com a redação dada pela Lei no. 11.719/2008, por seu turno, estabelece que o juiz “deverá” absolver sumariamente o acusado quando verificar “IV – extinta a punibilidade do agente”.

Como visto, a lei dispõe expressamente que o óbito deve motivar a extinção da punibilidade e, ainda, a absolvição sumária do acusado. Mas, ao contrário, o magistrado enxergou apenas que “diante da lei e pela praxe, cabe diante do óbito somente o reconhecimento da extinção da punibilidade, sem qualquer consideração quanto à culpa do acusado falecido em relação à imputação”.

Mais lamentável é verificar a triste coincidência (ou não) de fatos. No dia 4/3/2016, Lula foi levado coercitivamente a depor, ato inaceitável considerando que jamais negou-se a dar quaisquer informações requeridas, e a privacidade de sua família foi exposta com a invasão de sua residência e a de seus filhos, gesto que logrou atestar apenas a truculência da imprópria decisão.

Resta indagar o motivo pelo qual o juiz da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba insiste em desrespeitar a lei em relação a Lula, sua esposa e seus familiares. Depois de cometer diversas ilegalidades contra D. Marisa, como foi o caso da divulgação de conversas privadas que ela manteve com um de seus filhos, agora afronta a sua memória deixando de absolvê-la sumariamente, como determina, de forma expressa, a legislação.

Na condição de advogados constituídos por D. Marisa, questionaremos também essa decisão do juiz de primeiro grau perante as instâncias recursais e lutaremos para que ela tenha, mesmo após o falecimento, o mesmo tratamento que a legislação assegura a todos os jurisdicionados.

Fonte: G1

O deputado federal Assis Carvalho (PT) acredita que a reforma da previdência do governo Michel Temer (PMDB), que está sendo discutida no Congresso, está perdendo força. Assis Carvalho afirma que nos últimos dias, a oposição está conseguindo “empatar” os votos para que a proposta apresentada pelo governo federal não passe na Câmara.

72bfff15dca6433fee317c7e04b45744Assis: 'Reforma da previdência perde força e oposição luta para barrá-la'.(Imagem:Divulgação)

De acordo com o deputado, a medida traz muitos prejuízos aos trabalhadores, principalmente aqueles que lidam com os do campo. Além disso, ele considera que ela vai trazer de volta às ruas o estado de miserabilidade extrema que existiu no Brasil anos atrás, com centenas de pedintes e mendigos nas ruas.

“As pessoas não vão querer mais contribuir, vai haver mais procura por previdência privada, mas muita gente não tem condições de pagar. Muita gente vai sair do campo para procurar as cidades e a mendicância vai aumentar. Vai haver efeitos em várias frentes. Vai ser a destruição da previdência e um 'desgoverno', porque rompe com a Constituição Federal de 1988”.

Ele acredita que a oposição consiga a maioria dos votos para barrar a aprovação. “Estamos percebendo muitos membros da base que estão votando contra, porque eles sabem que se votarem a favor, isso vai ser ruim para eles nas próximas eleições. As pessoas não vão esquecer que eles votaram a favor.

Entenda a Reforma

A principal mudança que está sendo apresentada pela proposta é a alteração da idade mínima de 65 anos tanto para homens, quanto para mulheres. Hoje existe uma aposentadoria por idade - mínimo de 65 anos para homem e 60 anos para mulher, contanto que tenham contribuído por pelo menos 15 anos. Só que para a maioria serve a aposentadoria por tempo de contribuição. Além disso, ela aumenta o tempo mínimo de contribuição de 15 para 25 anos, tanto para homens, quanto para mulheres. Outro ponto polêmico é o benefício integral apenas após 49 anos de contribuição. Há ainda mudanças nas regras para aposentadorias de servidores públicos, pensionistas, proibição do acúmulo de benefícios e o governo propõe que as regras da aposentadoria rural sejam as mesmas dos urbanos, que hoje são diferentes –trabalhadores do campo atualmente se aposentam com 55 anos (mulheres) e 60 anos – homens – e precisam comprovar 15 anos de trabalho no campo.

 

Fonte:cidadeverde.com

O Corpo de Bombeiros começou às 11h a vistoria dos carros alegóricos no barracão da Portela, a campeã do carnaval deste ano. Elas será uma das seis escolas a desfilar no Sábado das Campeãs, no Sambódromo, neste sábado. O escopo é fazer uma análise preliminar de risco ao combate de incêndio. São vistoriados extintores, geradores, as escadas de acesso e a ignifugação (um produto resistente ao fogo passado nas alegorias). As escolas devem apresentar um certificado de que o produto foi utilizado.

55f014ed86401cd06e2360906ed03d7cBombeiros fazem vistoria na Cidade do Samba (Foto: Pablo Jacob)

Os carros alegoricos já foram vistoriados antes do carnaval, mas passam por nova análise porque se deslocaram e estiveram na Avenida. Os bombeiros são do quartel central, da Diretoria de Diversões Públicas dos Bombeiros, responsável pelos eventos.

Nesta quinta-feira, o diretor de fiscalização de diversões públicas da Defesa Civil, coronel Márcio Lessa, prometeu ampliar o trabalho de vistoria do Corpo de Bombeiros nas alegorias. Segundo ele, a atuação da corporação é focada na prevenção de incêndios:

— Foi verificado se há há extintores, escadas e outros elementos necessários para evitar o surgimento de chamas. Mas vamos fazer uma revisão — afirmou ontem.

VISTORIA DO CREA À TARDE

Já o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) fará a inspeção à tarde. O Crea vai avaliar as estruturas e as condições das alegorias da Portela, Mocidade, Salgueiro, Mangueira, Grande Rio e Beija-Flor, as seis primeiras colocadas do carnaval deste ano. A documentação que atesta a segurança das estruturas também será avaliada.

A vistoria ficou acertada durante a reunião realizada entre os representantes do Ministério Público, Liesa, Riotur, Polícia Civil, Inmetro e Crea-RJ, na tarde desta quinta-feira, após os acidentes nos desfiles do Paraíso do Tuiuti e da Unidos da Tijuca.

Na primeira noite de desfiles, houve a perda do controle do último carro alegórico que deixou 20 pessoas feridas. Já na segunda-feira, parte da alegoria da Unidos da Tijuca cedeu e atingiu integrantes.


Fonte: Extra

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