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Na manhã deste domingo (27), estudantes do 3º ano noturno da Unidade Escolar Bucar Neto realizaram a entrega de cestas básicas na Vila Vicentina, no bairro Manguinha.

f6da2eb0bcf7ab2391304bf436da6d5fDistribuição de cestas básicas. (Imagem:florianonews)

As cestas foram arrecadadas durante as atividades da Gincana Cultural 2016, cuja culminância acontece nesta segunda (28) e terça-feira (29).
Para que a distribuição pudesse acontecer, os alunos lutaram intensivamente na angariação de alimentos entre os amigos e familiares, sob a coordenação do professor Flaviano Monteiro.

O bonito trabalho social organizado por todos os membros da turma garantiu o Natal chegando mais cedo para as famílias carentes da Vila Vicentina, que na ocasião foram agraciados ainda com um farto café da manhã.

 

Fonte:florianonews

O prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), confirmou ao Cidadeverde.com que irá reduzir pastas para o novo mandato em 2017. Uma minirreforma está sendo preparada para adequar o corte de gastos e equilibrar as contas públicas em tempos de crise.

c12c0bbbcc3db9288319d0c5bbddb5cbFirmino Filho garante que irá reduzir pastas ao assumir mandato em 2017.(Imagem:Divulgação)

De Brasília, ao participar do encontro dos prefeitos do PSDB, Firmino Filho garantiu que não irá criar novas secretarias.

“Reduzindo, não aumentando”, disse Firmino ao ser questionado se irá instituir novas secretárias.

A previsão era da criação de pelo menos três novas secretarias, com a fusão de órgãos. Seriam as Secretarias da Mulher, a da Segurança e a da Cultura.

Devido à crise, o prefeito vai protelar o projeto. Nas mudanças, Firmino estuda alterar a estrutura na Saúde, criando apenas um órgão ou dois.

Atualmente, são três instituições que cuidam da saúde, a Secretaria, a Fundação Hospitalar e a Fundação Municipal de Saúde.

Recentemente, o prefeito confirmou a permanência dos secretários Cleber Montezuma (Educação), Washington Bonfim (Planejamento) e Fernando Said (Comunicação).

Firmino Filho já adiantou que irá fazer uma restruturação nas SDUs (Superitendência de Desenvolvimento Urbano).

O PMDB deve ter cargo no governo. Um dos nomes cotados para assumir uma pasta é o delegado James Guerra.

Quatro vereadores estão cotados para assumir Secretarias na terceira gestão de Firmino Filho: Levino de Jesus (PRB), Luiz André (PSL), Samuel Silveira (PSDB) e Aloísio Sampaio (PP). Há dialogo para Luiz André assumir a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), Aloísio Sampaio na Semdec (Secretaria de Desenvolvimento Econômico) e Samuel Silveira na Secretaria do Trabalho, Cidadania e de Assistência Social (Semtcas).

 

Fonte:cidadeverde.com

O presidente Michel Temer afirmou neste domingo (27) que é "indigno" e "gravíssimo" um ministro gravar o presidente da República. A afirmação é referência às gravações feitas pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de conversas com Temer e com ministros do governo sobre uma suposta interferência política em uma decisão técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão vinculado ao Ministério da Cultura.

temer maia renanO presidente da República, Michel Temer, e os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Rodrigo Maia durante entrevista no Palácio do Planalto (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Calero se demitiu depois de denunciar ter sido pressionado por Geddel Vieira Lima, ex-ministro da Secretaria de Governo, para liberar a obra de um edifício no centro histórico de Salvador no qual Geddel tem um apartamento. Calero disse que Temer também intercedeu na questão.
"Espero que essas gravações venham a público", disse o presidente, que afirmou que é muito cuidadoso com o que fala e que a atitude de Calero foi de uma "indignidade absoluta".
O presidente disse que "não estava patrocinando nenhum interesse privado" ao "arbitrar" a divergência entre Marcelo Calero e Geddel Vieira Lima e ter sugerido ao então ministro da Cultura encaminhar o caso para a Advocacia Geral da União (AGU).
"Você verifica que eu estava administrando conflitos de natureza pública. Quando ele [Calero] falou que não queria despachar, falei para mandar para a AGU", disse.
Temer disse que ainda não tomou uma decisão, mas cogita fazer gravações oficiais das audiências na Presidência da República.
"Estou pensando em pedir ao Gabinete de Segurança Institucional que grave – aí publicamente –, que grave todas as audiências do presidente da República", declarou.

Crise no governo
O pedido de demissão de Marcelo Calero no último dia 18 e as denúncias contra Geddel abriram uma crise no governo Temer. Na sexta-feira (25), Geddel pediu demissão e deixou o governo.
Temer afirmou que, se Geddel tivesse pedido demissão antes, "talvez teria sido melhor". "É claro que ganhou uma dimensão extraordinária. A demora não foi útil", disse.
O presidente da República disse também que está "examinando com muito cuidado" o perfil do novo ocupante da Secretaria de Governo, em substituição a Geddel Vieira Lima. Segundo ele, é preciso alguém com "lisura absoluta" e com facilidade para conversar com os integrantes do Congresso.

 

Fonte: G1

melhsgstsr 300x250eO Piauí recebeu nesta semana a Junta Executiva do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrário (Fida) para agenda com o governador Wellington Dias, além de realização de workshop e visita a projetos financiados pelo fundo nas cidades de Valença, Ipiranga, Picos, Bela Vista do Piauí e Simplício Mendes.

A equipe é responsável por analisar e aprovar os projetos que receberão apoio do Fida. Nesta missão, o grupo veio visitar os projetos desenvolvidos pela entidade no estado, por meio do projeto Viva o Semiárido, executado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

O secretário de Desenvolvimento Rural, Francisco Limma, participou da missão e afirmou que o governo tem apoiado as famílias do semiárido. “Foi uma forma de prestar contas de como estão sendo aplicados os recursos, se o projeto está atendendo ao objetivo principal na educação contextualizada e de redução da pobreza; alcançando, principalmente, as mulheres, comunidades quilombolas e jovens para que eles tenham chance de desenvolver atividades em suas regiões como, apicultura e cajucultura, por exemplo”.

O projeto tem como estratégia fortalecer a base produtiva nos diferentes territórios onde o Viva o Semiárido atua, buscando sempre envolver as famílias mais carentes, com foco nos jovens, mulheres e membros de comunidades quilombolas. Atualmente, o PVSA contempla 89 municípios dos territórios Vale do Sambito, Vale do Rio Guaribas, Vale Chapada do Itaim, Vale do Rio Canindé e Serra da Capivara, totalizando investimentos na ordem 13 milhões de reais e beneficiando 2.037 famílias piauienses.

Castanha do Piauí conquista mercado na Europa
Na macroregião de Picos, a cajucultura é uma das principais atividades desenvolvidas pela agricultura familiar, contribuindo para a geração de trabalho e renda. A Central de Cooperativas dos Cajucultores do Piauí (Cocajupi) tem sede em Picos e é um empreendimento solidário, que congrega nove cooperativas mistas filiadas, sendo que oito são beneficiadas pelo Viva o Semiárido, totalizando 450 cooperados. O projeto conta com 30% da mão de obra feminina, com pretensão de aumentar este número.

O principal produto da cooperativa é a castanha do caju, tendo a Itália como o principal cliente. Jocibel Bezerra, diretor-presidente da Cocajupi, afirma que 90% do faturamento da empresa vêm da Europa. “Nossa castanha é toda certificada e vendida para o exterior a preço justo. A expectativa é que aumentemos nossa produção focando no mercado internacional. A preferência é pela castanha do caju anão precoce.”

A empresa também fabrica e comercializa cajuína e, atualmente, vende suas castanhas para uma empresa nacional de chocolate. “O PVSA investiu R$ 1.702.569,86 reais e nos contemplou com aquisição de mudas de caju e insumos, compra de dois tratores com implementos que vão ajudar a preparar a terra para o plantio, além da aquisição de máquinas para corte de castanha. Com isso, nossa atividade será otimizada”, completou o diretor-presidente da Cocajupi, adiantando que a novidade da Cocajupi para o próximo ano será a produção de polpa de caju e de outras frutas.

Para driblar os efeitos da seca, a cooperativa utiliza o hidrogel, que funciona como uma bolsa que retém a água da chuva e mantém a planta molhada por até quinze dias durante o período de seca, reduzindo perdas de mudas. “O custo benefício vale muito a pena e acreditamos que este projeto com a utilização do hidrogel venha atrair olheiros que irão multiplicar esta inovação por todo o estado”, finalizou Jocibel Bezerra.

90% do mel produzido no Piauí é vendido para o exterior
Antônio Leopoldino Dantas Filho é diretor geral da Central de Cooperativas Apícolas do Semiárido Brasileiro (Casa Apis), com sede em Picos e formada por cinco cooperativas singulares, que são constituídas por 52 associações de 42 cidades, envolvendo 480 famílias de apicultores. Ele afirma que o brasileiro não tem o hábito de consumir mel e, por isso, a venda no país é pequena.

“O brasileiro consome 94 gramas de mel por ano, enquanto os europeus e norte-americanos consomem de 900 a 1.400 gramas no mesmo período. Por conta disso, nosso mercado é mais focado no exterior. Hoje, 90% do mel do Brasil é vendido para o mercado externo, ficando apenas 20% no Brasil”.

No Piauí, no caso da Casa APIS, só 8% ficam no mercado interno. Atualmente, o maior cliente da empresa são os Estados Unidos. De acordo com o diretor da central, eles têm aumentado o consumo em 10 mil toneladas a cada ano. “O EUA são o maior produtor, importador e consumidor de mel no mundo. A Europa também é grande consumidora de mel, sendo também um bom cliente”, ressaltou Antônio Leopoldino.

O mel piauiense é exportado a granel em commodities, ou seja, produtos que funcionam como matéria-prima, produzidos em escala e que podem ser estocados sem perda de qualidade. No mercado nacional, o produto é comercializado nas embalagens em prateleiras de supermercado; enquanto para o exterior é vendido a granel, que não agrega valor.

O projeto Viva o Semiárido contempla parte do projeto com aquisição de máquinas que vão automatizar totalmente o processo industrial da Casa Apis nos setores de padronização do mel e no setor de fracionamento, responsável por embalar o produto.

A produção da Casa Apis está em constante crescimento. Em 2014 produziu 620 toneladas, em 2015 o número cresceu para 840 toneladas e este ano chegou a 1.000 toneladas. “Este crescimento deve-se à utilização de tecnologia, capacitação e assistência técnica, além de pesquisas sobre a convivência do apicultor com o semiárido. O Governo do Estado sempre tem apoiado nos últimos 14 anos. No nosso plano de negócio pelo PVSA está inclusa a aquisição de colmeias, indumentária do apicultor, cera, aquisição de veículo, reforma e ampliação da casa de beneficiamento do mel e adensamento da florada apícola, totalizando investimento de 1.700.945,12 reais”.

Na Casa APIS é realizado todo o processo desde o campo até a mesa do consumidor. A empresa é a maior em exportação de mel do Piauí; inclusive, está entre os maiores exportadores do estado, perdendo apenas para a soja e ceras vegetais.


Fonte: Com informações da Ccom

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